#Assédio #Gay #Teen

O dia em que eu fodi meu amigo hétero por uma aposta parte 1

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zJhon6474

Meu amigo perdeu uma aposta, fui fazer uma massagem nele e acabei fodendo o cuzinho apertado dele.

Meu nome é Jhon, tenho 20 anos 1,70m de altura e 18cm de pau. E essa história não tem muiito tempo, eu tinha 18 anos e Victor é meu amigo desde o ensino médio. A gente treina jiu-jitsu no mesmo time, joga videogame até tarde e vive fazendo apostas idiotas um com o outro. Ele é loiro escuro, olhos verdes, corpo atlético e definido. Eu sou moreno, mais forte, e reservado.

Era uma noite chuvosa de sábado. A gente estava jogando um jogo de luta no videogame, como sempre. Depois de várias partidas, eu ganhei a maioria.

— Cara, você tá impossível hoje — Victor reclamou, rindo. — Vamos fazer uma aposta de verdade então.

Eu ergui a sobrancelha.

— Qual aposta?

Victor deu um sorrisinho safado:

— Quem perder a próxima partida tem que obedecer um desafio do outro. Sem limite. Topa?

Eu aceitei. Era só mais uma brincadeira nossa… até que Victor perdeu feio a partida seguinte.

— Merda… — ele resmungou, rindo nervoso. — Beleza, manda o desafio.

Eu pensei por uns segundos e falei, meio de brincadeira:

— Tira a camisa e me deixa te dar uma massagem nas costas. Você sempre reclama que tá travado depois do treino.

Victor deu de ombros, tirou a camisa, revelando o torso definido, e deitou de barriga pra baixo no sofá. Eu sentei em cima dele (ainda de short) e comecei a massagear os ombros dele.

O clima estava normal… até que eu apertei um ponto mais sensível e Victor soltou um gemido baixo, quase involuntário.

— Porra… aí… — ele murmurou, voz rouca.

Eu senti algo mudar. Continuei a massagem, descendo mais para a lombar. Victor estava ficando tenso de um jeito diferente. Quando minhas mãos desceram perto da base da coluna, ele estremeceu visivelmente.

— Jhon… espera… — a voz dele saiu mais baixa. — Tá estranho… eu tô ficando… excitado.

Ele tentou rir pra disfarçar, mas o volume no short dele estava bem visível.

Eu parei por um segundo, mas não tirei as mãos das costas dele.

— E você ainda é hétero, né? — perguntei, com um tom provocador.

Victor enterrou o rosto no sofá, envergonhado:

— Sou… caralho, eu sou hétero pra caralho… mas sua massagem tá me deixando louco. Eu nunca senti isso antes.

Ele virou o rosto de lado, olhando pra mim com os olhos cheios de confusão e tesão.

— O que você vai fazer agora? — perguntou, quase sussurrando.

Victor ainda estava deitado de barriga pra baixo, o corpo tenso, respirando pesado contra o sofá. Eu continuava sentado em cima dele, minhas mãos pressionando a lombar dele. O gemido que ele soltou ainda ecoava na minha cabeça.

Eu desci as mãos devagar, apertando os músculos das laterais das costas, depois mais para baixo, chegando na curva da bunda por cima do short. Victor ficou rígido.

— Jhon… para aí — murmurou ele, voz abafada. — Isso já passou do limite da massagem.

Eu não parei. Deslizei as mãos por baixo da barra do short dele e apertei a bunda firme. Victor soltou um suspiro trêmulo.

— Para… eu tô falando sério… — ele pediu, mas não tentou se levantar com força.

Eu puxei o short dele devagar até as coxas. A bunda branca e redonda ficou exposta. Passei as mãos abertas por ela, apertando, sentindo a pele quente e macia. Victor estremeceu inteiro.

— Jhon… não faz isso… eu sou hétero… a gente é amigo… — ele murmurou, voz falhando.

Mas quando eu abri as bandas da bunda dele com as mãos, ele soltou um gemido baixo, quase contra a vontade. Eu me inclinei e passei a língua devagar pelo reguinho dele. Victor deu um pulo no sofá.

— Ahh… caralho… que isso? — gemeu ele, o corpo inteiro tremendo.

Eu continuei, lambendo devagar, sentindo ele se arrepiar. Quanto mais eu lambia, mais ele relaxava as pernas, abrindo um pouco sem perceber. Meu pau estava duríssimo, latejando contra a coxa dele.

Eu cuspi bastante e comecei a pressionar um dedo contra o anelzinho apertado. Victor tentou fechar as pernas.

— Não… não enfia dedo… Jhon, por favor… eu nunca fiz isso… — implorou, voz rouca.

Mas eu empurrei devagar. A ponta do dedo entrou. Victor soltou um gemido longo e profundo, agarrando o lençol com força.

— Ahh… tá estranho… tira… — pediu, mas o corpo dele não se mexia pra fugir.

Eu comecei a mover o dedo bem devagar, entrando e saindo, sentindo ele apertar ao redor. Victor gemia baixinho, o rosto enterrado no sofá, respirando agitado.

Eu tirei o dedo, abaixei meu próprio short e posicionei a cabeça grossa do meu pau contra a entrada dele. Victor sentiu e ficou tenso.

— Jhon… não… eu não tô pronto pra isso… para… — implorou, voz tremendo.

Eu segurei a cintura dele com firmeza e comecei a pressionar devagar.

Victor ficou completamente tenso quando sentiu a cabeça grossa do meu pau pressionando contra sua entrada.

— Jhon… não… por favor… — ele implorou, voz tremendo. — Eu sou hétero… eu nunca fiz isso… não enfia… eu não tô pronto…

Eu segurei firme a cintura dele com as duas mãos e comecei a pressionar devagar. A glande abriu o anelzinho apertado dele centímetro por centímetro. Victor soltou um gemido longo e rouco, o corpo inteiro tremendo debaixo de mim.

— Ahh… caralho… tá muito grosso… dói… tira um pouco… — gemeu ele, as mãos agarrando o lençol com força.

Eu não tirei. Continuei empurrando devagar, sentindo as paredes quentes e apertadas dele me envolvendo. Cada centímetro que entrava fazia Victor soltar um gemido mais profundo, misturado de dor e algo que ele claramente não queria admitir.

Quando eu enterrei quase tudo, Victor soltou um gemido alto, abafado contra o sofá:

— Ahh… tá me enchendo todinho… tá muito fundo… Gabriel… para um pouco… eu não aguento…

Eu parei por um momento, só sentindo ele pulsar ao meu redor, quente, apertado, latejando. Meu pau estava latejando também, completamente enterrado dentro do meu melhor amigo.

Victor respirava agitado, o corpo suado tremendo.

— Eu não deveria estar sentindo isso… — murmurou ele, quase pra si mesmo. — Eu sou hétero… isso não pode estar bom… mas… ahh… tá apertando tanto…

Eu comecei a mover devagar. Saí quase tudo e voltei bem fundo, em estocadas longas e lentas. Victor soltava gemidos roucos a cada vez que eu entrava completamente, o corpo dele começando a relaxar contra a vontade.

— Hmm… ahh… tá acertando um lugar… — ele gemeu, mordendo o braço. — Não para… quer dizer… para… porra… tá tão bom…

Quanto mais eu metia, mais o corpo dele traía as palavras. O quadril dele começou a se mexer levemente para trás, encontrando minhas estocadas. O cuzinho apertava meu pau ritmadamente, como se não quisesse mais soltar.

Eu acelerei um pouco, metendo mais firme. Victor gemia cada vez mais alto, completamente entregue, o pau dele babando sem parar no sofá.

— Jhon… eu tô quase… não para… me fode mais forte… — ele implorou, voz falhando de prazer.

Eu segurei a cintura dele com mais força e comecei a meter com tudo, estocadas profundas e rápidas. Victor gemia alto, o corpo tremendo violentamente.

Eu senti meu orgasmo chegar. Meti bem fundo algumas vezes e gozei forte dentro dele, jatos grossos e quentes enchendo sua bunda enquanto ele tremia e gozava também, gemendo alto, sem nem tocar no próprio pau.

Ficamos ali, ofegantes, suados, meu pau ainda pulsando dentro dele. Senti os últimos espasmos do orgasmo dele apertando meu pau, ordenhando cada gota que eu tinha gozado lá dentro.

Eu saí devagar. Um fio grosso e branco de porra escorreu imediatamente do cuzinho dele, descendo pelas coxas e pingando no sofá. Victor soltou um gemido fraco, o corpo mole, como se não tivesse mais força nem pra se mexer.

Nenhum de nós falou nada por um bom tempo. Só a respiração pesada dos dois e o som distante da chuva lá fora.

Victor virou o rosto para o lado, evitando me olhar. O rosto dele estava vermelho, suado, com uma expressão que misturava vergonha, choque e algo que eu não conseguia identificar direito.

— Caralho, Jhon… — murmurou ele finalmente, voz rouca e baixa. — Eu sou hétero… eu sempre fui. Mas você acabou de me fazer gozar só com seu pau dentro de mim. Eu implorei pra você me foder… eu gozei sem nem tocar no meu pau.

Ele fechou os olhos por um segundo, respirando fundo.

— Isso fica só entre a gente, tá? Ninguém nunca pode saber o que aconteceu aqui hoje.

Eu assenti, ainda ofegante, e me deitei ao lado dele. Passei o braço por cima do corpo suado dele e puxei ele para mais perto. Victor hesitou no começo, mas acabou encostando a cabeça no meu peito.

— Eu também não sei mais o que a gente é agora… — falei baixinho. — Mas eu não quero que isso estrague nossa amizade.

Victor ficou em silêncio por um tempo, depois soltou um suspiro longo.

— Eu também não. Mas… porra… foi intenso demais. Eu nunca senti um prazer assim na vida.

Ele virou o rosto e me olhou. Havia vergonha, confusão, mas também um brilho diferente nos olhos.

— Vamos tomar banho. Depois a gente finge que nada aconteceu… ou a gente conversa direito. Depende de você.

Ele se levantou devagar, a porra ainda escorrendo pelas coxas, e caminhou em direção ao banheiro. Antes de entrar, olhou pra trás uma última vez.

Eu fiquei ali sentado no sofá, o corpo marcado, a mente confusa, mas com uma coisa muito clara:

Nada mais seria igual entre nós.

Continua...

Comentários (4)

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  • Luiz: Legal mas o mais importante é o que vai acontecer daqui pra frente vai sempre rolar sexo entre eles

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • Miguel: Gostei deste conto, simples mas preciso e bem elucidativo!

    Responder↴ • uid:sgxcbim2
  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • Dayctor: john de repente virou Gabriel...

    Responder↴ • uid:8gz4zojzz3n