#Incesto #Teen

A curiosidade arrombou meu cu aos 14!

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Carlos Moya

Existe um ditado antigo que diz que a curiosidade matou o gato. Não sei se é verdade, mas posso garantir que a curiosidade mudou minha vida para sempre de uma forma intensa e irreversível.

Eu tinha acabado de completar 14 anos no momento dos fatos e apesar de muito curiosa era totalmente virgem só brincando com minha buceta ato que aprendi com minha prima que já era mais avançada e me dava dicas.

Após a separação dos meus pais, vim morar com meu pai em uma casa simples de conjunto residencial. Era uma construção humilde: banheiro ,cozinha, sala e dois quartos separados por uma parede de madeira fina. Apesar de ser jovem, eu possuía um corpo que chamava atenção, especialmente uma bunda bastante grande para minha idade, com nádegas volumosas e bem empinadas. Meu pai era um homem ainda jovem, forte e com um apetite sexual notável, mas sempre demonstrava respeito comigo. Ele esperava que eu dormisse para trazer suas "namoradas" para casa.

A parede que separava nossos quartos possuía uma fresta natural na madeira, discreta o suficiente para que eu conseguisse observar sem ser notada. Desde que comecei a morar com ele, desenvolvi o hábito proibido de espiar. O que via e ouvia através daquela pequena abertura despertava em mim uma excitação que eu mal conseguia controlar.

Certa noite, uma de suas "namoradas" chegou. Uma jovem morena uns dezoito anos, corpo bonito, seios grandes e nádegas grandes e bem empinadas. Quando entraram no quarto dele, posicionei-me silenciosamente junto à fresta.

O que vi fez meu corpo inteiro esquentar. Meu pai a devorava com desejo intenso, beijando e chupando cada curva do seu corpo l. Ela retribuía com sofreguidão, ajoelhando-se e tomando o pau dele na boca. Observei fascinada o membro grosso do meu pai inchando progressivamente, quase dobrando de volume. Quando ela subiu sobre ele e começou a cavalgá-lo, depois virou de costas com as pernas bem abertas, não resisti. Enfiei a mão dentro do short, toquei minha buceta molhada e comecei a me masturbar, o coração acelerado, a respiração ofegante.

Os gemidos deles enchiam o quarto. Meu pai a virou, posicionou-a de quatro e mirou o pau entre suas nádegas. Ela hesitou, mas acabou aceitando. Acompanhei cada centímetro entrando no cu dela , os gemidos misturados de dor e prazer , até o momento em que ele inchou ao máximo e gozou profundamente. Eu estava quase gozando também, os dedos molhados trabalhando rápido no clitóris, quando ouvi a porta do meu quarto se abrir.

— O que você está fazendo, filha?

A voz grave e baixa do meu pai me paralisou. Ele havia saído discretamente do quarto e me flagrou ali, shorts abaixados, uma mão entre as pernas, o rosto colado à fresta na parede. Meu coração disparou com força. Medo, vergonha e excitação se misturaram em uma onda avassaladora de adrenalina.

— Pai… eu… desculpe… — sussurrei, voz trêmula, tentando me cobrir.

Ele me encarou em silêncio por alguns segundos, o olhar carregado de tensão. Sem dizer mais nada, saiu do meu quarto e fechou a porta. Fiquei ali, tremendo, sem saber o que fazer. Minutos depois, ouvi claramente o barulho da porta da frente sendo aberta e depois fechada — sinal de que a "namorada" havia ido embora.

Meu coração continuava disparado. Alguns instantes se passaram até que a porta do meu quarto se abriu novamente. Era meu pai, agora sozinho, ainda com o corpo marcado pela excitação anterior. Ele fechou a porta atrás de si, olhou-me diretamente nos olhos e disse com voz baixa e firme:

— Então a senhorita curiosa gosta de espiar? Eu já vinha notando que você espiava seu pai desde que veio morar aqui. O que vamos fazer não pode sair das paredes desta casa, mocinha!

A tensão no ar era palpável. Com as mãos tremendo, obedeci quando ele ordenou que eu tirasse a roupa. Fiquei completamente nua diante dele, minha buceta e minha bunda exposta. Meu pai se aproximou, ainda com o pau semi-ereto brilhando, e me deitou na cama. Abriu minhas pernas e desceu a boca sobre minha buceta, chupando com fome. Gemi alto, incapaz de conter o prazer.

— Pai… isso é errado… Unheeee…

Ele me virou de bruços, ergueu minha bunda volumosa e meteu a língua no meu cu tirando de mim um urro de prazer, lambeu minha buceta e meu cu alterando entre um e outro me fazendo delirar na sequência cuspiu no meu cu senti a cabeça grossa do pau do meu pai pressionando meu anel virgem. O pavor e o desejo me consumiam. Aos poucos a cabeça foi me invadindo...

— Pai… não… tá doendo… Unheeee, pai, por favor… vai rasgar meu cu… — sussurrei, o rosto afundado no travesseiro, voz embargada.

— Calma, minha filha — você não é curiosa? murmurou ele no meu ouvido, o tom carregado de desejo proibido. — Só no cu. Assim não engravida. Você vai aprender a engolir o pau do pai direitinho.

Ele forçou devagar. A dor foi intensa quando a cabeça entrou finalmente. Agarrei os lençóis com força.

— Aaaai, pai! Tá muito grosso… Unheeee… devagar, por favor… tá doendo…

Ele segurou meus quadris com firmeza e continuou entrando, centímetro por centímetro, até estar completamente enterrado dentro de mim. Parou por um instante, respirando pesado contra minha nuca.

— Isso… relaxa o cuzinho para seu pai. Você é tão apertada…

Começou a se mover. Primeiro lento, depois com mais intensidade. Cada estocada arrancava de mim gemidos misturados de dor e prazer crescente.

— Unheeee… pai… tá doendo… ai meu Deus… não … tá enchendo meu cu todo… — sussurrava eu, voz entrecortada, o corpo tremendo.

Ele acelerou, o pau inchando cada vez mais dentro de mim.

— vou dispensar todas elas — rosnou ele, metendo fundo. — A partir de agora você é minha putinha incestuosa. Esse cuzinho é só do pai. Entendeu?

— Sim… Unheeee… sou sua, pai… ai… tá inchando mais… vai arrombar meu cu… por favor devagar pai … — gemia eu, completamente entregue.

A tensão era insuportável. Quando ele inchou ao máximo, travou-se profundamente e gozou com um urro grave, enchendo meu intestino de porra quente. Gozei junto, soluçando de prazer, o cuzinho contraindo forte ao redor dele.

Desde aquela noite, tudo mudou. Meu pai não trouxe mais nenhuma mulher para casa. Eu me tornei sua puta particular , com apenas 14 anos . Todas as noites ele me procurava, sempre metendo no meu cu com fome e cuidado, evitando qualquer risco de gravidez. Os sussurros proibidos, meus gemidos de “Unheeee, pai, tá doendo”, e a constante adrenalina de nosso segredo incestuoso nos mantinham viciados um no outro.

A curiosidade não apenas me expôs. Ela arrombou meu cu e me transformou na amante secreta do meu próprio pai. E, por mais errado que fosse, eu não queria que terminasse.

Afinal de costas ninguém precisava saber o que acontecia entre as paredes da nossa casa !

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