A história de Guilherme
Guilherme é chamado de viado desde sempre, confia no primo e é comido pela primeira vez... O primo adorou o cuzinho... Já Guilherme...
Olá a todos, sou Guilherme, 15 anos, magro, cabelos escuros Mas pele super branca, que não pode tomar nada de sol que viro um pimentão.
Sou normal, ou quase.
Desde criança me chamavam de "viado".
Eu nem entendia direito o motivo quando era pequeno. Bastava eu falar mais baixo, não gostar das mesmas brincadeiras dos outros meninos ou preferir ficar desenhando em vez de jogar futebol.
Na adolescência, achei que aquilo tinha ficado para trás.
Estava errado.
O grandalhão da turma na escola era daqueles que transformavam tudo em brincadeira. Um dia, no meio da festa, ele me ergueu nos ombros enquanto os outros riam. Eu pedi para me colocar no chão, mas ele continuou correndo pelo corredor...
Naquele momento, o que para alguns parecia apenas uma brincadeira foi humilhante para mim por ele ter sussurrado em meu ouvido "hoje você vai perder as pregas".
Quando finalmente consegui me soltar, fui embora com o rosto queimando de vergonha.
Mais tarde, contei tudo ao meu primo...
Ele era alguns anos mais velho que eu e sempre foi uma das poucas pessoas com quem eu conseguia conversar sem medo de ser julgado.
Ficamos sentados na varanda da casa dele enquanto o sol desaparecia atrás dos prédios.
— E aí todo mundo riu? — ele perguntou.
Assenti.
— Alguns mais do que os outros.
— E você?
Dei uma risada amarga.
— Eu também ri. O que mais eu podia fazer?
Meu primo ficou em silêncio por alguns segundos.
— Sabe que isso não foi legal, né?
— Eu sei.
— Então por que está tentando convencer a si mesmo de que foi?
Não respondi.
Porque aquela era uma habilidade que eu tinha desenvolvido desde criança: fingir que certas coisas não me machucavam.
Quando alguém me chamava por apelidos, eu ria.
Quando faziam piadas sobre meu jeito, eu ria.
Quando me excluíam, eu dizia que não me importava.
Mas a verdade era que eu me importava.
Sempre me importei.
Meu primo percebeu.
— Você passa a vida inteira tentando fazer os outros se sentirem confortáveis com quem você é.
Franzi a testa.
— Como assim?
— Você diminui a própria dor para ninguém se sentir culpado.
As palavras dele me acompanharam durante dias.
Na escola , continuei vendo as mesmas pessoas, frequentando as mesmas aulas e cruzando os mesmos corredores.
O grandalhão agia como se nada tivesse acontecido.
Meu primo foi ficando mais próximo. Um dia, nós sozinhos em casa, ele me perguntou se eu queria transar com ele. Ele é tão atencioso que topei.
Estávamos no quarto dele, as cortinas meio fechadas, a luz da tarde entrando fraca e dourada. Ele me puxou devagar para a cama, as mãos grandes e quentes segurando minha cintura. Beijou meu pescoço primeiro, bem devagar, lambendo a pele logo abaixo da orelha enquanto murmurava que eu era bonito pra caralho, que sempre quis isso. Eu tremia, nervoso, mas excitado. Deixei ele tirar minha camisa, depois a dele. O peito dele era largo, peludo, quente contra o meu quando me abraçou.
Ele me deitou na cama, abrindo minhas pernas com o joelho. A boca desceu pelo meu peito, chupando os mamilos até ficarem duros e sensíveis, depois continuou descendo. Quando chegou na cintura, abriu meu jeans e puxou tudo de uma vez — cueca e calça. Meu pau já estava duro, latejando. Ele sorriu, passou a língua devagar pela cabeça, lambendo o pré-gozo que escorria, e depois me engoliu inteiro. Chupava com fome, uma mão massageando minhas bolas, o dedo médio da outra mão pressionando meu cu por cima, circulando o anel apertado. Eu gemia baixo, segurando a cabeça dele, empurrando devagar contra a garganta quente.
— Relaxa… vou te comer gostoso — ele sussurrou, tirando meu pau da boca com um fio de saliva brilhando.
Ele cuspiu na mão, lubrificando o próprio pau grosso e pesado. Era maior do que eu imaginava, a cabeça inchada e vermelha. Me virou de bruços, levantando minha bunda. Senti a língua dele ali, quente e molhada, lambendo meu buraco, enfiando fundo enquanto eu tremia e gemia contra uma almofada. Dois dedos entraram depois, abrindo, girando, procurando me alargar. Quando ele me fudeu com os dedos, eu quase gozei na hora.
Ele posicionou o pau na entrada. Empurrou devagar no começo. A cabeça forçando o anel apertado, queimando um pouco. Eu respirei fundo, tentando relaxar. Ele entrou uns centímetros, gemendo rouco no meu ouvido:
— Caralho… você é tão apertado…
Foi aumentando o ritmo. Metia mais fundo a cada estocada, as bolas batendo contra as minhas. A cama rangia. Meu pau esfregava contra o lençol, vazando. Ele segurava meus quadris com força, os dedos cravando na carne enquanto metia cada vez mais forte. O ardor não virou prazer, minha raba sendo martelada a cada vez que ele enterrava tudo.
Mas logo começou a doer de verdade. Ele estava muito grosso, metendo fundo demais, sem parar.
— Primo… tá doendo… vai mais devagar — pedi, a voz falhando.
Ele não parou. Pelo contrário, segurou meus ombros contra a cama, me prendendo e imobilizando e meteu mais forte, o pau entrando até o talo, as bolas grudadas na minha bunda. Eu choraminguei, tentando me mexer, mas ele era muito mais forte.
— Shhh… aguenta um pouco… tá tão bom — grunhiu no meu ouvido, o suor dele pingando nas minhas costas.
As estocadas ficaram brutais. Ele me fodia como se estivesse liberando anos de desejo reprimido, o pau inchando ainda mais dentro de mim. Eu sentia cada veia, cada pulsação. A dor queimava, fazendo eu entrar em desespero, me debatia, mas mal conseguia me mexer embaixo dele, meu próprio pau, agora mole pela dor, babado, amassado no lençol. Ele mordeu meu ombro, acelerando, respirando pesado.
— Vou gozar dentro… tá preparado?
Uma lágrima escapou de meus olhos pela dor que eu tava sentindo, era agonia pura.
Meu cu queimava, ardia. Devia estar destruído.
Ele deu mais três estocadas violentas e gozou, o pau pulsando forte, enchendo meu rabo de porra quente. Ficou lá dentro, latejando, esvaziando tudo enquanto eu tremia inteiro, uma mistura de dor, vergonha e alívio por ter acabado.
Quando finalmente saiu, senti o sêmen escorrendo pela minha coxa. Ele me virou, beijou minha boca molhada de suor, pareceu não ver ou pior, não se importar com minhas lágrimas e sussurrou:
— Da próxima vez você vai aguentar melhor, é questão de prática.
Ele vestiu as calças e saiu me deixando dolorido e sozinho.
Fiquei ali deitado, o cu latejando, cheio de porra dele, sem saber o que fazer.
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