Fui humilhada e abusada por 3 anos pelo meu chefe, em troca ele ajudava os meus pais
Fui humilhada e abusada por 3 anos por um dos sócios da empresa que eu trabalhava. Ele fazia o que quisesse de mim, em troca, ele ajudava os meus pais.
Meu nome é Marcela e irei contar uma história que se passou comigo quando eu tinha 26 anos. Eu trabalhava em uma empresa de marketing e era o meu primeiro emprego. Sempre fui uma pessoa dedicada à minha família, morava com meus pais e até conseguir esse primeiro emprego eu apenas estudava e fazia cursinho para concuso público. Conseguir esse emprego me deu a liberdade que eu tanto queria e almejava, mas eu era uma pessoa totalmente inexperiente com a vida e de certa forma muito ingênua. Tive apenas um namorado cujo namoro durou alguns meses e apesar de ter perdido a minha virgindade com ele, eu não o amava. Enfim, esse emprego foi o início da minha libertação mas também o princípio de muita dor e sofrimento.
Tudo começou mais ou menos 3 meses que havia iniciado na empresa. O meu trabalho era desenvolver campanhas promocionais e em dado momento passei a reportar o meu trabalho para um dos sócios da empresa, um homem muito mais velho que eu, com quase o dobro da minha idade, mas muito elegante e charmoso. O tipo de homem que eu gostava de ver nas novelas mas que no meu ciclo não costumava ver facilmente. Ele era sempre muito gentil comigo, me tratava sempre com muito respeito, até um ponto em que eu comecei a sentir um olhar diferente, com atenção exagerada e que não acontecia com as outras funcionárias.
Alguns meses se passaram e a sua postura carinhosa comigo foi cada vez mais acentuada a ponto de eu começar a pensar nele nas noites e fins de semana. Ele era casado, eu sabia que tinha uma filha de quase a minha idade, e obviamente nada iria acontecer para além de troca de olhares e atenções especiais, até que um dia ele me propôs almoçarmos juntos. Eu fiquei muito sem jeito de aceitar mas acabei dizendo sim pela mensagem no computador. Nesse almoço ele me elogiou bastante e disse que eu não saía de sua cabeça. Esse comentário foi tão inesperado que eu acabei quase automaticamente dizendo o mesmo e saímos do restaurante, me levando para um motel. Eu estava muito nervosa com tudo aquilo, afinal ele era bem mais maduro e ainda era casado, mas eu não consegui forças para recusar, pois ele já preenchia os meus pensamentos. Chegando no motel ele me despiu com muito carinho, foi muito amoroso, me colocou no seu colo, me beijou como eu nunca havia sido beijada, e quando ele se despiu eu fiquei em extase ao ver o seu corpo peludo, pernas grossas e um pau ainda semi ereto mas que era muito maior do que o meu ex namorado. Eu já estava imaginando aquilo dentro de mim e instintivamente me ajoelhei. Naquela posição eu mamei com tanto gosto, e sentir aquele piru tão grosso crescendo ainda mais na minha boca foi maravilhoso. Fizemos amor com muito carinho, ele me comeu em várias posições e gozou na minha bucetinha que era praticamente virgem dada a minha pouca experiência. Daquele dia em diante, nos encontramos várias vezes até que ele me confessou querer se separar de sua mulher, e foi aí que o meu sofrimento começou.
Depois que ele manifestou a sua intenção de se separar, eu me senti muito importante. Eu passei a entender que eu havia sido escolhida e que eu era de certa forma melhor que sua esposa. Eu entendi que ele me desejava e que eu o satisfazia em todos os sentidos, não apenas no sexo mas também socialmente. Eu fiquei tão segura de mim que me imaginei crescendo na empresa e quem sabe até ocupando posições mais importantes. Eu não tinha nenhuma experiência de vida apesar dos meus 26 anos, e me deixei levar pela fantasia e pela imaginação. Depois dessa confissão do desejo de separação eu me entusiasmei e pedi para que ele fosse conhecer os meus pais. Ele aceitou prontamente, porém ambos combinamos que obviamente jamais iriíamos comentar que ele era casado. E assim fizemos. Ele foi a minha casa, conheceu os meus pais, que logo de cara acharam estranho a nossa diferença de idade, mas pela elgância, simpatia, e por ser o dono da empresa que eu trabalhava, meus pais acabaram achando que poderia ser um bom relacionamento para mim. Depois desse encontro com meus pais, de conhecer a minha casa que era muito humilde comparado com o padrão econômico que ele tinha, eu resolvi fazer o que ele quisesse comigo, afinal, eu era dele e ele estava prestes a ser exclusivamente meu.
Naquele dia das apresentações fomos novamente para o motel e foi o dia em que eu o conheci de fato. Eu fui muito humilhada. Ele me tratou como se eu fosse outra pessoa. Não houve carinho na relação e foi muito bruto comigo. Eu sentia muita dor e angústia e não consegui dormir depois que ele me deixou em casa. Nos dias seguintes ele voltou a me tratar com carinho na empresa, mas quando íamos para o motel ele se transformava. Aos poucos eu fui me acostumando a ser tratada daquela forma, e fui subindo de posições na empresa, ganhando muito mais que o mercado pagava. Viajávamos com frequência e ele até ajudava financeiramente o meu pai em um negócio que ele estava fazendo. Eu achava que uma coisa compensava a outra, mas a relação estava cada vez mais abusiva a ponto de começar a me bater na cama. Ele sempre me perguntava se podia me bater no rosto, e eu não conseguia dizer não. No início eram tapinhas leves e com o tempo foi evoluindo para tapas fortes e bofetadas inesperadas que me tiravam lágrimas dos olhos. Eu aprendi a me controlar para não desabar em choro, e ele me dizia sempre palavras ofensivas me chamando de puta e que era isso que eu merecia. Ele não tinha mais carinho por mim. Ele me fodia com força, puxava o meu cabelo e me dava bofetadas. Era raro ele não me deixar em casa com marcas pelo corpo, que eu preciava esconder dos meus pais. Eu não conseguia falar nada sobre essa relação, pois meus pais adoravam ele, e eu passava a mentir, dizendo que ele era um homem maravilhoso. As coisas pioraram quando meus pais contrairam um dívida de meus avós, e na altura era bastante dinheiro. Ele foi prontamente generoso com meus pais e assumiu a dívida sem por nenhuma condição. Nessa altura meus pais já desconfiavam que ele era casado, por conversas fragmentadas e pelos horários que nos encontrávamos, mas não tocavam no assunto.
Alguns dias depois de ele resolver toda a aflição dos meus pais com relação à dívida que haviam cnontraído, fomos para o motel que era o nosso esconderijo oficial, pois não podíamos ser vistos em público, afinal de contas, ele nunca se separou de sua esposa. Nesse dia me disse que não queria mais fazer sexo convencional. Eu não entendi o que ele queria dizer, e ele então foi claro e com uma voz firme e autoritária com que eu já estava habituada. Disse que não queria fazer mais sexo na minha buceta, pois buceta ele já tinha em casa. Ele queria foder sempre atrás de mim, na minha bunda, pois afinal eu tinha uma bunda que chamava a atenção, que era muito gostosa, e que era um desperdício não transarmos atrás. Eu não dabia o que dizer, como sempre, e fiquei sem ação. Se ele tivesse me dado carinho, falado no meu ouvido que queria, me fizesse me sentir sua namorada, eu me sentiria amada. Mas ele foi rude, grosso e me machucava com as palavras. Naquele dia eu senti uma das maiores dores que havia sentido na minha vida. Ele me penetrava atrás com muita força, puxava os meus cabelos e me chamava de puta. Me fazia repetir o tempo todo que eu era uma puta. Chegou a falar para mim que os meus pais não sabiam quem eu era, e que eu tinha que levar no cu para pagar a mordomia que ele dava a eles. Ele enfiava todo o pau grosso e tirava, e depois voltava a enfiar novamente, como se quisesse que eu sentisse dor. Me dizia que eu ficava mais linda com as minhas lágrimas, e que a minha bunda iria tirar todo o seu estresse do trabalho, e lhe faria variar um pouco com a buceta de sua esposa. Aquelas palavras me doíam tanto quanto a penetração, e eu chorava baixinho em conseguir reagir.
Os meses foram passando e o nosso relacionamento na cama sempre muito violento. Nunca mais ele me penetrou na frente, era sempre na minha bunda, e nas mais diversas posições, até que ele passou a exigir algo ainda mais humilhante. Disse que não queria mais gozar no meu cuzinho, que daquele dia em diante eu teria que entender quando ele estaria prestes a gozar, e nesse momento eu teria que imediatamente me ajoelhae sem ele ter que mandar, colocando o seu pau na minha boca e mamando para que ele gozasse comigo. A condição era que eu não poderia cuspir, teria que engolir tudo sentido o gosto do meu cu. Essas palavras ditas sem nenhum carinho e afeto, isso sempre me fazia sentir humilhada, para além do ato em si. No dia seguinte eu tinha que estar na empresa, aparentando sempre normalidade, como toda funcionária deve aparentar. E eu fui me acostumando a viver assim por quase 3 anos. Até que um dia meus pais conversaram comigo me dizendo que eu estava emagrecendo e parecendo que estava adoecendo, que esse trabalho não era o único, que eu podia encontrar um emprego melhor apesar do bom salário que tinha. Acho que eles desconfiavam dos abusos que eu estava passando. Acho que viam as marcas no meu corpo eu o meu estado emocional e depressivo, pois não queria mais sair de casa para além do trabalho.
Hoje sou diretora de uma empresa de arketing pelos meus próprios méritos. Sou casada há 10 anos com um homem maravilhoso e que me trata com muito carinho e respeito. Tenho dois filhos maravilhosos e minha vida é cercada de afeto e ternura. O que ficou para trás foi um grande aprendizado. Quanto a ele, soube que sua empresa faliu e que sua esposa pediu o divórcio. Sempre que fico sabendo de algum relacionamento de mulheres com homens poderosos, eu imagino que isso possa estar acontecendo em ninguém fica sabendo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
branquinho29: Parabéns pelo relato. Contos como esse são bem interessantes de ler.
Responder↴ • uid:1ecyy0tc3d7aMaluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkLex75: Adorei a tua sinceridade nas palavras. Se o conto é real ou não, pouco importa. Eu na vida real, passei por histórias assim, conheci homens que me usaram e abusaram do meu corpo, só porque podiam e eu com 3 filhos, tive que me deixar usar e abusar. Mas tal como a sua personagem eu triunfei na vida, sou feliz, cheia de filhos e tenho muito sucesso a nível profissional. Eu me identifico bastante com a tua personagem.
Responder↴ • uid:bqlg01kv4Duvidacruel: Infelizmente existem homens desse nível, conheci uma mulher que a história parecia a sua...sozinha com filhos, e alguns homens abusavam dela em troca de cesta básica... pagamento do aluguel...e ela aceitava tudo por conta dos filhos 😒😒😒 gosto de putaria...mas não gosto de abusos assim
• uid:2ql012m99