#Corno #Grupal #Sado #Teen

Transformando minha namorada no depósito de porra da turma

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DENTISTA DOM

Desde muito jovem comecei a namorar e, por sorte ou até mesmo destino, tive escolhas boas e ruins, como todos, e posso até dizer que tive muita sorte, pois sempre tive namoradas bem gostosas e boas de cama. O relato aconteceu pouco depois de eu fazer 18 anos, quando comecei a namorar uma linda morena, de seios pequenos a médios, cintura fina, com uma bela bunda e coxas grossas, e uma bucetinha pequena e bem apertada, mas que aguentava rola tanto no cu quanto na buceta como ninguém, além de um rostinho de safada que não havia ninguém que não ficasse de pau duro. E, com isso, transformei ela no depósito de porra do colégio.

Pouco mais de 6 meses depois de começarmos a namorar, fomos viajar para uma cidade, na conhecida “viagem do meio”. Cada ano era para uma cidade diferente, com todos da mesma turma. Naquele ano foi para Petrópolis, uma cidade histórica no interior do Rio de Janeiro.

Pois bem; eu já tinha adentrado no meio depois de ter virado corno, então meio que mais nada me importava, a não ser sentir prazer e gozar. Então decidi que naquela viagem eu iria fuder e gozar muito. Logo comecei a preparar minha gatinha gostosa, batendo papo com alguns amigos e dando a entender algo, e eles cheios de sorrisos. Até que uma noite em particular, depois de fuder umas duas vezes, sempre gozando bem no fundo da buceta dela, acordei e não vi minha gatinha dormindo ao meu lado. Então acordei de vez e levantei para ir ao banheiro e procurar ela…

E, quando fui indo até o banheiro que ficava na parte de trás da casa, fui chegando perto e vi a luz acesa em um dos cômodos próximos. Fui ao banheiro e depois fui dar uma olhada no porquê da luz acesa, e ouvi certos cochichos. Assim que cheguei na porta, em silêncio, vi minha gatinha sentada em uma poltrona e 4 amigos com suas rolas já duras para fora, revezando dentro da boquinha da minha gatinha…

Aquela visão, na hora, me deu um misto de tesão e raiva. Mas, mesmo assim, não tive reação de entrar e pegar todo mundo no flagra. Depois descobri que o que realmente senti foi tesão em ver minha gatinha chupando várias rolas e eu sendo um bom corninho. Afinal, fui eu que incentivei.

Minha garotinha chupava aquelas picas como se fossem as últimas rolas da face da terra, e de uma forma que nunca me chupou, e isso me deixava cada vez mais com tesão, pois eu ficava admirado com como ela conseguia dar conta de 4 picas ao mesmo tempo.

Eu ali escondido olhando, e não demorou muito para que eles falassem: “Vai, safada, tira essa roupa. Queremos te foder desde a hora que o Henry começou a te oferecer pra gente.”

Ela só falou: “Ofereceu nada. É melhor não, se ele acordar e me vir fazendo algo, fudeu pra todo mundo.”

Eles disseram: “Do jeito que você tá chupando, você tá com fome de pica.”

E a safada sorriu, negou e disse: “Ele me fode muito bem. Só hoje à noite foram 4 vezes e me encheu de leite, mas a rola de vocês é uma delícia.” E tirou a roupa numa rapidez, ficando totalmente pelada.

O Vitor, o mais velho dos 4, a pegou colocando no braço do sofá de frango assado e começou a chupar a bucetinha e o cuzinho dela, em especial o cuzinho dela… Henrique, que tinha a maior pica, colocou ela pra mamar, enquanto os outros dois ficaram se masturbando.

E, vendo aquilo, eu já sabia que o tesão e a vontade deles era fazer ela de putinha. Nossa, comecei a bater uma olhando aquilo e gozei em poucos minutos. Logo Henrique já estava deitado, meu amor já estava deitada por cima, com a buceta encaixada nele; Vitor montando e fodendo o cuzinho dela; João fodendo a boca dela; e Mathias ficou com a pica na cara dela pra ela bater pra ele. Ela estava sendo fudida em todos os buracos.

Mathias se cansou da punheta, conseguiu uma posição e meteu na buceta junto com o Henrique. Ela estava sendo fudida por três, mais uma pica na boca.

Depois de muito fuderem, saíram. Mandaram ela ficar de 4 e foram, um por um, meter na buceta dela.

Vitor, o mais velho, disse: “O Henry falou que queria te transformar no depósito de porra da turma nessa viagem. Então, um por um, vamos gozar nessa buceta hoje. E, quando você voltar pro quarto, faça o Henry te fuder e gozar nela também.”

E foi um por um, fudendo ela de 4 e enchendo ela de porra.

No final, ela colocou a roupa, com a porra escorrendo pela perna, e voltou pro quarto.

Eu já havia gozado batendo uma ali 3 vezes e voltei até o quarto, ficando esperando, fingindo estar dormindo. Logo senti minha gatinha se deitar ao meu lado e, com muito tesão, comecei a alisar ela e disse: “Amor, eu quero te comer.” E não é que a safada respondeu: “Tá bom, amor, eu tô com tesão também…” Fez bem o que mandaram ela fazer.

Não resisti e fui chupar a bucetinha dela, e não vou mentir: pude sentir a buceta dela melada e o gosto do esperma deles ainda dentro dela…

Fodi o cuzinho e a bucetinha dela com muita vontade, lembrando da foda dela…

Gozei muito na buceta dela e falei, pra ver se ela se tocava: “Caralho… tua buceta tá virando muito um depósito de porra.” E fui dormir.

Logo de manhã ficamos como se tudo estivesse normal. Mas, mais tarde à noite, a mesma coisa: minha gatinha se levantou e foi dar pra eles novamente. Só que, dessa vez, fui atrás, entrei no meio da foda e disse: “Dessa vez quero participar e encher esse depósito de porra junto.”

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