#Bissexual #Corno #Trans

Trajetória anal

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Cláudia

Desde que me entendo por gente, sempre fui muito cantada, especialmente por causa de meu bumbum carnudo, quadril largo e cintura fina, mas desde a adolescência adotei por norma dispensar os namorados que mais alisavam minha bunda que o resto do corpo, exatamente pelo pavor que sempre tive da dor descrita por muitas pessoas que experimentaram relações anais. Ainda na adolescência quando tive receitado um supositório armei um escândalo, foi preciso que meu pai me segurasse e me imobilizasse em seu colo com a bunda para cima para minha mãe colocar o remédio em meu cuzinho que não queria abrir de jeito nenhum, foi a primeira vez que senti um cacete duro na minha barriga e ali entendi que se meu pai tesão no meu bundão todos os outros homens também tinham. Aos vinte e cinco anos depois de ter feito algumas chupetas para outros homens, casei-me com Arthur, dono do maior cacete que eu já tinha chupado, lindo, veiúdo, cabeçudo, grosso e cumprido. Cheguei a lua de mel louca para ter minha bucetinha virgem arrombada por ele, que depois de algumas tentativas e de ejaculações conseguiu me arregaçar, passamos meses metendo pelo menos uma vez por dia , sentia algo gostoso quando ele esfregava a cabeçorra no meu buraquinho mas o medo logo tomava conta de mim e nós brigávamos. A obsessão de meu marido aumentava dia a dia e meu medo também, apesar de vermos filmes onde as mulheres empaladas gozavam muito, aquilo não me convencia e alegava que aquilo só acontecia em filmes, até o dia que Arthur propôs que eu assistisse ele comer um cu, fiquei louca de ciúmes e tentei fazer greve de sexo, mas meu marido muito malandro, com três dias sem meter esfregou o cacetão no meio de minhas coxas e foi o suficiente para eu ajoelhar em cima dele e gozar muito e fazer uma contra proposta, eu assistiria ele comendo um cu desde de que não fosse o de uma mulher. Arthur não aceitou bem a alternativa, mas vendo que era a única forma de tentar me convencer de que a dor do anal não tão grande quanto eu pensava, topou circular comigo pelos pontos de travestis. Durante duas noites rodamos e todo que eu apontava, Arthur achava um defeito, quando estávamos quase desistindo, vi um com um corpo parecido com o meu dentro de um tope e eu sainha, quando encostamos "Rose" abriu um belo sorriso e disse: "Adoro casal". Foi minha vez de ficar meio desconcertada e sem nem mesmo combinarmos os detalhes, abri a porta de trás e nossa caça entrou, fomos direto para um motelzinho próximo e assim que entramos, "Rose" correu para o chuveiro, dei um amasso no meu marido que não estava lá muito motivado. Rose sai do banheiro só de calcinha e se aproximou de nós que estávamos deitados na cama já sem partes de nossas roupas, por curiosidade, apalpei o pau do travesti vendo no olho de meu marido um brilho diferente e Arthur cochichou no meu ouvido: "Gostou do pau dele?". Só para ter certeza da minha intuição, baixei a calcinha de "Rose" e saltou um pau de tamanho normal, bem menor que o de Arthur, um tipo de caceta que minha bucetinha não conhecia, pois o único homem que tinha me penetrado era o meu marido e comecei a punhetar aquele pau diferente até deixa-lo bem duro, olhei para Arthur vendo que ele estava ficando excitado, nossa cumplicidade me permitiu concluir que meu maridinho queria ver sua mulherzinha comida por outro e tirei um envelope de camisinha entre vários que eu tinha levado em minha bolsa e dei na mão da Rose que habilmente encapou o pau enquanto eu acabava de tirar a roupa, assim que me despi completamente, Rose mostrou toda sua admiração no olhar e deitei recebendo aquele corpo com seios de sílico e pau em cima de mim, levantei os joelhos e recebi aquela penetração diferente a que estava acostumada e tão gostosa quanto, minha buceta molhada aceitou todo o caceta sem ser necessário aquelas reboladinhas que o pau de Arthur exigia e começamos a meter gostoso quando o peso aumentou, percebi as caretas que minha fodedora estava fazendo, não sei se pode ser chamada de dupla penetração mas Arthur estava penetrando o cu do meu comedor. Rose, passou a ser o recheio do sanduíche que formamos e seu pau seu pau dentro de mim estava incrivelmente duro, logo a travesti encheu a camisinha de porra me arrastando a um gozo louco que também fez meu marido gozar naquele cu que agasalhava sua tora. Antes de encerrarmos a noite, Rose fez questão de bater uma punheta para Arthur enquanto chupava maravilhosamente minha buceta. No caminho para casa Arthur perguntou: "Convencida? Viu como ela aceitou minha penetração numa boa?" Não respondi nem para comentar das caretas que Rose fez ao receber a trolha para não estragar o clima. Acordei com naquele sábado ensolarado com Arthur me abraçado com o cacete no meu rabo, mas entendendo que meu marido havia me permitido viver uma aventura que jamais imaginei viver e que não queria correr o risco de ver Arthur procurar na rua o que eu tinha medo de lhe dar. Fui para o banheiro e fiz minha higiene profunda, inclusive anal, abri um tubo novo de gel e coloquei meu dedo creio do produto o mais fundo que conseguia e acordei meu macho já nuazinha com o tubo de gel na mão. Normalmente Arthur acorda com o pau durinho mas ao entender minha intenção seu pau ficou como uma barra de ferro e ele ajoelhou na cama e trocamos um beijo lascivo e ele me deitou com a metade da bunda na beira do colchão e eu lhe entreguei o gel, meu macho lambuzou sua tora já de pé ao lado da cama, tentei controlar a tremedeira que tomava conta de meu corpo mas convicta que tinha que aguentar aquela empalada para o bem de nosso casamento e vi Arthur segurar minha canela e dobrar minha perna sobre meus corpo, meu joelho forçaram meus seios e eu abri os braços para agarrar o lençol assim aquela cabeçorra encostou no meu cuzinho e área adjacente, naturalmente ficou claro que meu buraquinho era bem menor que a cabeça da rola que estava prestes a arromba-lo e tentei com mais força me controlar e senti a pressão e soltei um grito e ouvi meu amor dizer: "Pronto, a cabeça entrou". Sim, eu não só sabia, mas sentia aquela dor horrorosa e tentei me convencer que tinha que relaxar, mas era impossível, meu empalador continuou mantendo a pressão e quando já estava na metade eu levei minha mãos ao meio de minhas pernas e passei a me manipular, Arthur passou a puxar um pouco e enfiar mais, aquela dor só aumentava a cada milímetro de caralho que entrava alargando meu canal, Arthur deu uma paradinha e fez seu cacete pulsar dentro de mim, aquele foi o instante magico em que um prazer no meio daquela dor toda começou a aparecer e eu pedi para ele fazer de novo e ele repetiu a pulsação dizendo a cada uma das vezes: "Assim?", mas na quinta ou sexta vez gemeu dizendo: "Assssimmm" e encheu meu canal de esperma dando-me a sensação de que eu era uma super mulher, animada com aquela sensação que estava se sobrepondo à dor pedi para ele deixar a caceta amolecer ali dentro do meu cu arrombado e tentei piscar, sentindo mais prazer naquilo que nunca tinha me permitido imaginar antes e senti a piroca em endurecer mais ainda e voltamos a nos movimentar sem parar de esfregar meu grelo tive uma convulsão de prazer ao final da qual senti mais jatos de porra bem mais no fundo pois Arthur tinha se aproveitado da minha loucura para enterrar toda a tora em mim.

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