Não Aguentei e Comi Minha Enteada Autista
Ela tinha uma bunda redonda, empinadinha e durinha, do tipo que faz shortinho algodão batido que ela sempre usava, mostrar as papadas e a rachinha.
Sou o Marcos, 42 anos, casado há 5 com a Daniela, 38 anos, uma morena gostosa e dedicada que entrou na minha vida sem drama. Ela veio com a filha Laura, de 14 anos, diagnosticada com autismo nível 2, o tipo médio, onde ela fala pouco, evita contato visual direto, tem rotinas rígidas e dificuldade em expressar emoções, mas entende instruções claras, é super inteligente em áreas como matemática e leitura, e reage devagar a estímulos sociais. Fisicamente, era muito bonita, para ser claro, era uma delícia em formação: baixinha 1,50m, pele clara como leite, cabelo castanho liso caindo até a cintura fina e marcada, tetinhas pequenas e pontudas, firmes como pêssegos frescos, coxas grossinhas branquinhas e suculentas, e o principal: uma bunda redonda, empinadinha e durinha, do tipo que faz shortinho algodão batido que ela sempre usava, mostrar as papadas da bunda quase infantil e socar na rachinha, revelando calcinha toda santa vez que se abaixava pra pegar algo no chão. Bocetinha virgem lisinha, lábios fininhos rosados, cuzinho travadinho piscando inocente. Daniela explicava: "Laura precisa de rotina, paciência e comandos diretos. Ela confia em figuras de autoridade estável, como você agora, amor."
Vivíamos numa casa confortável no subúrbio de SP. Daniela gerente de loja saía 8h às 18h todo dia. Eu home office em TI, ficava o dia com tablet na mão, lendo livros grossos ou repetindo rotinas como arrumar prateleiras. No começo, era só pai postiço carinhoso: "Laura, comeu o almoço?" Resposta monossilábica olhando pro chão: "Sim, Marcos. Obrigada." Mas o tesão veio sorrateiro, perturbador, explorando brechas do autismo dela que eu fui descobrindo aos poucos.
Tudo começou inocente. Um decote folgado na camiseta, tetinha pontuda marcando mamilo rosado sob o tecido fino. Porra, que delícia de peitinho. Desviei, foquei no laptop. Dias depois, shortinho algodão atoxado na bunda redonda enquanto ela se esticava pra pegar copo alto, carne quicando leitosa, rachadura marcada. Os meus pensamentos pecaminosos me incomodavam, eu pensava, ela é a tua enteada, é vulnerável. Pensava em futebol, contas, mas olhava de novo: dessa vez ela estava com uma saia azul colada no corpo que subia toda vez que ela inclinava o corpo, lembro até hoje, da calcinha amarela aparecendo, sem querer, naquela raba empinada – ela baixava rápido corada, ajustando sem olhar pra mim, repetindo gesto ritualístico por várias vezes, a saia subia, ela abaixava e as vezes aparecia a calcinha.
Aquilo me consumia. Noites batendo punheta imaginando apertar coxas grossas suadas, lamber suco da bucetinha greluda. Logo depois a culpa voltava: Ela tem autismo, dificuldade em rejeitar autoridade, não entende nuances sociais. Para. Mas estudava brechas: autistas como ela respondem bem a comandos diretos e repetidos, confiam em rotinas estáveis, têm hipersensibilidade tátil ao toque. Passei a pensar nisso ao meu favor.
O assédio começou devagar, testando os limites da Laurinha. Fui até seu quarta numa tarde, ela estva sentada na frente do computador assistindo algo no Youtube. Falei, "Laura, ficar tanto tempo nessa posição faz mal, ela nem prestou atenção. eu disse, vou fazer uma massagem para relaxar os teus ombros, uma massagem rápida. "Não precisa, Marcos."Ela falou. Ela falou de forma automática, parecendo um robô. Insisti calmo, voz autoritária "Só 2 minutos para relaxar Laurinha." Enquanto em a tocava, com muito cuidado, ela ficou rígida e falou: Não Marcos, Não quero. parei por ali mesmo. No outro dia, eu tentava novamente e assim ficou por várias semanas. Mas aos poucos ela estava cedendo, aos poucos ela deixava eu a massagear com mais força, depois eu já podia colocar minha mãos por baixo de sua blusa, sem descer demais, mas com muita vontade de sentir aqueles peitinhos brancos com mamilos rosados na minha mão. A rotina estava se formando. Um dia, eu estava assistindo TV, quando ouço: "Marcos, Marcos." Era a Laura me chamando do quarto. Eu fui lá e respondi: o que foi Laurinha? Ela olhando para tela disse: Tá na hora da massagem. Caramba, e não é que a rotina da certo? pensei. Você gosta das minhas massagens? Ela, gosto. Então ousei, podia fazer tudo a perder, mas me arrisquei. Laurinha. porque você não se deita na tua cama? Ali a massagem é mais completa. Para minha surpresa ela, sem me olhar, se levanta da frente do computador e se deita de bruços. Foi tudo automático. Então, ali estava uma adolescente virada de costas para mim, ela estava com um blusão branco com ursinhos coloridos estampado. Da posição que eu estava podia ver uma parte da calcinha lilás que escondia sua chaninha.
Me aproximei dela, me inclinei e lentamente comecei a massagear suas costas, dos ombros fui descendo cada vez mais, ela estava parada, dura, mas eu percebia sua respiração cada vez mais ofegante. Olho para o lado e vejo em cima do balcão das gavetas um creme corporal. Sem pensar eu perguntei, Laurinha, posso usar o teu creme para a pele, vai ajudar na massagem. Ela, tá Marcos, com aquele jeito de robô. Me arrisquei novamente: Você tem que tirar o blusão. Tá Marcos. Ela se levanta, tira o blusão ficando só de calcinha na maior naturalidade. Ela era uma potranca, mesmo magra, seus pequenos seios eram volumosos e convidativos, seus mamilos apontavam para cima. Fiquei com vontade de chupá-los na hora. Sua cintura era fina, a barriguinha era firme e muito branca, seu quadril estava ficando largo, já possuia contornos de fêmea. Ela, sem mais se deita e espera a minha massagem. Agora eu via sua bunda perfeitamente, a calcinha estava levemente entalada na bunda. Era uma cena incrível. A menina era dona de um rabetão redondo e muito, mas muito gostoso. Duvido quem não quisesse comer aquela adolescente ali mesmo.
Perturbação virou obsessão. Culpa veio: Ela não capta flertes, vê como rotina. Abuso puro. Mas brechas psicológicas me guiavam: repetição cria confiança, comandos simples quebram barreiras, toque sensorial vira vício previsível. Lá estava eu, pronto para fazer uma loucura: comecei a massagem tremendo do nervosismo e do tesão, me sentia um adolescente inexperiente, apertei suas costas com força, fui descendo em direção a sua bunda deliciosa. Toquei de leve, ela não reclamou, fui progredindo, coloquei minhas duas mãos em seus glúteos. Com o movimento atoxei sua calcinha na bunda. Meus dedos agora passavam por baixo do tecido enrolado, virou um fio dental, eu podia sentir seu rego na ponta dos meus dedos. Era uma bunda tenra e firme, o que se espera de uma jovem mulher. Afundei mais os dedo e encontrei seu cuzinho, então ela contraiu a bunda e falou alto, Marcos!!! Pronto, agora passei do ponto, fodeu. Acabei com a minha vida, pensei. Ela, gritando, falou: tá sujando, tira a calcinha, Marcus! Não acredito, pensei, estava cagado com o que poderia acontecer se ela saísse dali correndo, mas não. Ela estava gostando.
Tremulo, tirei a calcinha da minha enteada de 14 anos, um fio viscoso saiu colado ao tecido. Tudo indicava que ela estava com tesão, sua buceta era inchada, gordinha, tinha poucos e lisos pelos castanhos, dava para perceber que ela aparava de vez em quando. Seu grelo era grande, saia com um língua de dentro da buceta. Meu pau que estava duro, agora parecia de pedra, chegava a doer. Falei, Laurinha, você quer massagem na pepeca? Tá Marcos. Não perdi tempo. Subi na cama, me sentei um pouco abaixo da bunda dela, sobre as coxas. Olhei para ela, sua respiração estava alta, mas ela estava lá parada, como uma estátua. Abri minha bermuda e tirei meu pau pra fora, ele já saiu pingando. Totalmente obcecado por aquilo, comecei a pincelar a entrada da chaninha dela com a minha pica, apontei a cabeça do meu membro e dei uma forçada, ela nada fez. Me deitei sobre seu corpo e em seu ouvido falei: posso massagear dentro da tua pepeca? Tá Marcos. Caramba, ela estava querendo me dar. Empurrei meu pau pra dentro. Ela era apertada e úmida, fui com cuidado. A cabeça já tinha entrado, senti uma resistência, só podia ser o hímen. Forcei mais um pouco e escuto um, ploc! e meu pau afunda até o talo. Ao mesmo tempo a Laurinha contrai o corpo e solta um grito alto. Ai!!! E volta a ficar em silêncio. Fico parado por cima dela, pau socado na buceta da adolescente, espero por algo. Sinto ela relaxar. Começo a fazer movimentos de vai e vem. Ela era muito gostosa, sem dúvida, era dona da buceta mais deliciosa que já comi. Até mesmo, da buceta da mãe dela. Que já era uma gostosa. Abraço seu pescoço e acelero, metendo com vontade, o suor escorria, pingava na jovem. de forma brusca coloco-a de quatro. Havia um pouco de sangue na minha pica. Achei isso legal, era a primeira vez que tirava a virgindade de uma mulher. Afundo meu pau novamente, ela fica com a cabeça no travesseiro, meio torta, mas a bunda bem empinada para receber pau. Seguro sua cintura e com força, enterro o meu pau até sentir o útero da minha enteada e jorro porra loucamente dentro dela! Eu estava exausto, volto para a realidade. Lá estava eu colado atrás de uma adolescente autista de 14 anos, com a cama toda suja de líquidos vaginais e sangue e a parede na nossa frente respingada com a mesma coisa. Tirei meu pênis de dentro da vagina dela, uma cascata de sêmen escorreu para o lençol. Falei, Laurinha agora tu és minha, não conta para ninguém nosso segredo. Tá Marcus, falou como sempre gritando. Dei um tapa na bunda dela e mandei tomar banho. Em seguida limpei e arrumei tudo. Cinco minutos depois chega a Daniela, a mãe da Laura. Minha esposa.
A noite, na cama, a Daniela fala: que estranho, achei a calcinha da Laurinha suja de sangue, toda embrulhada embaixo da cama, perguntei para ela o porquê e ela respondeu. Tá Marcos!
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Comentários (7)
arthur: Eu faria o mesmo
Responder↴ • uid:6oei6pwov4@Ointernalta: Uma bunda dessa merece muita vara.
Responder↴ • uid:2qln3doiaTlg: mbbl13: Você tem que continuar, por favor continua, muito bom!
Responder↴ • uid:wc4n02v2Regis: Caramba, que conto doido. Mas muito bom. Deu vontade de comer uma assim.
Responder↴ • uid:6oei6pwov4Stepfather: Meu sonho foder uma de suporte 3, por enquanto: tá Marcos( conto foda! Faz mais nessa temática)
Responder↴ • uid:1dai2s65m3Contador Incestuoso: Valeuu, vou continuar o conto sim.
• uid:6oei6pwov4João Vitor: Tá Marcos? Continua o resto ,nós deixe informados
Responder↴ • uid:40vpqpbtfii