Vinícius e seu pai
Vinicius, de 17 anos, é apaixonado pelo próprio pai e fará de tudo pra virar a mulherzinha dele.
Depois que minha mãe foi embora, meu pai desmoronou. Eu vi cada pedaço dele se desfazendo e entendi, bem cedo, que aquele buraco podia ser preenchido por mim. Aos dezessete anos, eu já tinha aprendido exatamente como fazer isso.
Eu era gay e ele sabia desde os meus quatorze. Nunca houve uma grande conversa — só um dia ele encontrou mensagens no meu celular e ficou quieto, preocupado, mas não julgou. Eu guardei essa informação como uma ferramenta. Comecei a usar a solidão dele contra ele mesmo, devagar, de forma que parecesse natural.
No começo eram coisas pequenas. Eu parava de sair com amigos e dizia que preferia ficar em casa porque “não gosto de deixar você sozinho, pai. Você ainda fica triste quando eu saio”. Ele protestava por educação, mas eu via o alívio no rosto dele. Então eu aumentava a dose: dormia no sofá da sala “porque tive insônia” e acabava indo para a cama dele no meio da noite.
— Só hoje, tá? — sussurrava, me enfiando debaixo das cobertas. — Eu me sinto mais seguro quando você tá perto.
Ele hesitava. Dizia que não era certo um filho de dezessete anos dormir com o pai. Mas eu contra-atacava com culpa:
— A mamãe foi embora e te deixou sozinho. Eu não vou fazer o mesmo. Por que você me afasta? Eu te amo mais do que qualquer pessoa nesse mundo.
Ele cedia. Sempre cedia.
Eu comecei a andar pela casa sem camisa, só de calça de moletom, justa, de quando eu era mais novo, que marcava direitinho minha bunda empinada, especialmente depois do banho, sabendo que ele olhava quando achava que eu não estava vendo. Deixava a porta do banheiro entreaberta. À noite, encostava meu corpo no dele “sem querer” e sentia quando ele ficava excitado. Não comentava nada. Só sorria no escuro e esperava, um dia ele avançará o sinal.
A virada aconteceu numa noite chuvosa. Ele estava bebendo um pouco mais que o normal, olhando fotos antigas no celular. Eu me sentei do lado dele, encostei a cabeça em seu ombro e falei baixo:
— Você merece ser tocado, pai. Merece ser amado de verdade. Ela nunca soube te valorizar. Eu sei. Eu sempre soube.
Ele ficou em silêncio. Eu coloquei a mão na coxa dele, subindo devagar. Senti o corpo dele tremer.
— Vinícius… para.
— Por quê? — perguntei, com a voz mais suave e magoada que consegui. — Você também sente falta de alguém. Eu vejo como você me olha. Eu sou gay, pai. E o único homem que eu quero é você. Os meninos da minha idade são todos idiotas. Eles não te conhecem. Não passaram pelo que nós passamos. Ninguém tem a ligação que a gente tem.
Ele tentou argumentar. Falou que era errado, que era meu pai, que eu merecia alguém da minha idade. Eu usei tudo contra ele:
— Então você prefere que eu saia e transe com qualquer um que não me entende? Que me use e me deixe como a mamãe fez com você? É isso que você quer pra mim?
Os olhos dele ficaram vermelhos. Eu vi o momento exato em que a culpa e a solidão venceram. Eu o beijei. Devagar no começo, dando tempo para ele se afastar. Ele não se afastou. Depois de alguns segundos, gemeu contra minha boca e me puxou para o colo dele, as mãos grandes apertando minha cintura com força contida.
A partir daquela noite, eu assumi o controle sem que ele percebesse.
Eu fazia ele se sentir necessário e desejado ao mesmo tempo. Cozinhava para ele, massageava seus ombros depois do trabalho, e depois deslizava a mão mais para baixo, sussurrando no ouvido dele como ele era forte, como ele era o único que importava. Quando ele tentava resistir ou colocar distância, eu chorava. Chorava de verdade — lágrimas que vinham fácil porque eu realmente sentia medo de perdê-lo.
— Se você me afastar, eu vou ficar igual a você depois que ela foi embora. Sozinho. Destruído. É isso que você quer pra mim?
Ele nunca aguentava. Me puxava de volta, me beijava com culpa e desejo misturados, e me levava para a cama.
Agora ele mal sai de casa sem me avisar. Eu durmo todas as noites colado nele. Acordo ele de manhã com a boca descendo pelo peito, pela barriga, até ele gemer meu nome e esquecer qualquer ideia de “isso é errado”. Depois faço café, sento no colo dele e digo que ninguém nunca vai nos separar.
Ele ainda sente culpa. Eu vejo nos olhos dele às vezes. Mas eu cuido disso também — lembro-o todas as noites que a mamãe foi embora, que o mundo lá fora é cruel, e que só nós dois entendemos um ao outro de verdade. Mas estou me adiantando, irei contar do primeiro dia que ele realmente me possuiu.
Num dia chuvoso, consegui enfim transformá-lo em meu homem. Eu fui para sua cama falando de um pesadelo, era uma noite quente apesar da chuva torrencial lá fora.
A chuva batia contra a janela do quarto. Dentro, o ar estava pesado, quente, carregado de tensão. os dois sem camisa, eu com um shorts tão curto que ficava enfiado na minha bunda, meu pai de cueca samba canção, o abracei corpos quentes colados. Ele ainda tentava resistir com palavras, mas o corpo traía completamente.
Já sentia seu membro duro acertando minha barriga no abraço, o apertei mais forte ainda.
— Vinícius… isso é loucura — murmurou, voz rouca, quase quebrada.
Eu sorri contra o pescoço dele e desci devagar, beijando o peito largo, os pelos grisalhos, a barriga macia, até chegar na samba canção. Baixei o tecido devagar, com reverência. O pau dele pulou livre, grosso, veioso, extremamente duro, a cabeça inchada brilhando de pré-gozo abundante.
— Você diz que é loucura, mas tá duro pra mim, pai — sussurrei, olhando pra cima com olhos pidões e cheios de desejo.
Segurei a base grossa com uma mão, sentindo o calor pulsar contra minha palma, e lambi lentamente da base até a cabeça, circulando a glande sensível com a língua, saboreando o gosto salgado. Ele gemeu baixo, a mão grande apertando meu cabelo com força crescente. Eu abri a boca e desci, engolindo o máximo que conseguia. Quando a cabeça larga bateu no fundo da minha garganta, eu engasguei forte — um som molhado, gutural, desesperado —, os olhos lacrimejando instantaneamente, saliva escorrendo pelo canto da boca e pelo queixo. Não tirei. Fiquei ali, engasgando, contraindo a garganta em volta dele, sentindo o pau pulsar e inchar ainda mais dentro da minha boca quente.
— Porra, Viní… — ele grunhiu, segurando minha cabeça com as duas mãos, os quadris se mexendo levemente.
Eu me forcei mais fundo, engasgando de novo, o nariz encostando nos pelos pubianos densos, sufocado, lágrimas descendo pelo rosto. Fiquei assim longos segundos, engasgado, babando profusamente, até puxar um pouco para respirar com um arquejo molhado. Depois desci de novo, babando tudo, chupando com fome voraz, a garganta trabalhando em torno dele. Soltei o pau com um pop molhado e obsceno e desci mais baixo, lambendo as bolas pesadas e cheias. Passei a língua devagar, adorando cada uma, chupando uma de cada vez, sentindo o gosto salgado de suor e homem, girando a língua em círculos lentos e demorados, sugando a pele enrugada com devoção quase religiosa. Lambi longamente, demoradamente, circulando, sugando, enquanto minha mão masturbava o pau grosso e babado acima, espalhando saliva e pré-gozo.
— Você gosta quando eu te chupo assim, né pai? — murmurei, voz rouca e submissa, lambendo as bolas sem parar, olhando para cima, tendo certeza que ele estava amando cada segundo.
Ele estava ofegante, quadris se mexendo involuntariamente, a culpa ainda presente mas sendo engolida pelo desejo.
Eu continuei descendo. Segurei um pé dele com ambas as mãos e, sem tirar os olhos dos dele, comecei a lamber. Devagar, sentindo a pele áspera, passando a língua pela planta quente, pelos dedos grossos, chupando cada um com devoção completa, gemendo baixinho como se aquilo fosse o maior prazer da minha vida. Meu pau latejava dolorosamente só de fazer aquilo — era meu amor mais forte, tudo que podia oferecer para meu pai, pura entrega.
— Eu te amo tanto… sou seu cachorrinho, pai. Seu mau menino — sussurrei entre lambidas.
Ele perdeu o resto do controle. Me puxou pra cima com força bruta e me deu um tapa forte na bunda, o som ecoando alto no quarto.
— Mau menino… — rosnou, a voz carregada de excitação, culpa e dominação crescente. — Olha o que você me faz.
O tapa ardeu deliciosamente. Eu gemi alto e empinei a bunda, pedindo mais, já me rendendo.
— Me bate mais, pai. Eu mereço. Fui um filho ruim te provocando assim…
Ele me deu outro tapa, mais forte, depois outro e outro, alternando as nádegas. Cada tapa fazia minha pele queimar intensamente e meu pau vazar sem parar. Eu estava gemendo, empinando mais, roçando meu pau duro contra a coxa dele, sentindo a submissão crescer dentro de mim.
— Empina — ele ordenou, voz grave e autoritária.
Eu me coloquei de quatro imediatamente, bunda empinada bem alta, ainda vermelha e ardendo dos tapas. Ele cuspiu na mão, passou no pau e na minha entrada apertada. Posicionou a cabeça grossa e empurrou.
A primeira entrada foi lenta, mas implacável. Senti a cabeça larga forçando meu anel virgem, esticando, queimando forte. Dor aguda misturada com prazer intenso me atravessou.
— Ahh! Pai… tá grande demais… — gemi alto, apertando os lençóis, o corpo tremendo.
Ele parou por um segundo, mas eu empinei mais, pedindo com voz dengosa:
— Não para… me fode, por favor.
Ele empurrou mais. Cada centímetro era uma mistura brutal de dor lancinante e prazer avassalador. Eu sentia meu interior sendo aberto, preenchido, o pau dele pulsando quente e grosso dentro de mim. Quando meteu até o meio, eu tremi inteiro, gemendo alto, uma lágrima de prazer e dor escorrendo pelo rosto.
Ele segurou minha cintura com firmeza e meteu até o fundo com uma estocada forte. Eu gritei, dor queimando fundo, mas o prazer era maior — o pau dele batendo direto no fundo do meu cu, enviando choques de êxtase pelo meu corpo.
— Isso… me usa, pai… sou todo seu — implorei, a voz já completamente rendida.
Ele começou a meter com ritmo crescente. Cada entrada era profunda, pesada, dominante. Eu sentia o pau saindo quase todo e voltando com força, esticando minhas paredes ao limite, batendo fundo. Dor e prazer se misturavam em cada estocada — uma queimação deliciosa seguida de ondas intensas de prazer quando ele acertava meu ponto certo repetidamente.
Ele me virou de frente, levantou minhas pernas sobre os ombros e voltou a meter olhando nos meus olhos. O ritmo ficou mais selvagem. Cada entrada forte fazia meu corpo inteiro tremer. Eu gemia sem parar, masturbando meu próprio pau no compasso das estocadas, completamente submisso.
— Você é meu, Vinícius… — ele rosnou, suado, batendo fundo com autoridade.
— Seu… só seu… nunca vai me deixar, né pai? — respondi, voz trêmula de submissão total.
Outro tapa forte na bunda enquanto ele metia. Eu gemi mais alto, apertando ele por dentro, entregando-me completamente.
Ele acelerou, estocadas curtas e brutais, o som molhado e obsceno de pele contra pele enchendo o quarto. Eu sentia cada veia do pau dele, cada entrada queimando e deliciando ao mesmo tempo, meu corpo inteiro se rendendo ao dele.
Quando ele gozou, foi com um gemido rouco e profundo, enterrando-se até o fundo e jorrando quente dentro de mim, pulsando forte, enchendo-me completamente. O calor e a sensação de ser marcado me fizeram gozar logo depois, jorrando forte no meu peito e barriga, o corpo convulsionando em êxtase absoluto.
Ele desabou sobre mim, ainda dentro, respirando pesado contra meu pescoço. Eu passei os braços ao redor dele, beijando sua orelha com devoção, sussurrando com voz fraca e completamente submissa:
— Viu? Agora você nunca mais vai conseguir viver sem isso. Sem mim. Eu sou tudo que você tem… e eu sou completamente seu. Me usa quando quiser. Eu me rendo, pai. Sou seu cachorrinho, seu mau menino, seu tudo.
Ele não respondeu com palavras. Apenas me apertou mais forte, ainda enterrado fundo em mim, perdido na culpa e no prazer, enquanto eu me entregava por completo, sabendo que serei eternamente o filhinho de meu pai.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
Roberto: Show. Nunca tive tesão no meu pai mas adoro ler esses contos de incesto. Me excita.
Responder↴ • uid:r7dwknhiFabio M.: Sou igual, nos contos é excitante pra caralho
• uid:1ebgdq49ptg9Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkBruno Vilela: Caraio gozei tensão dm
Responder↴ • uid:1dm1pzx2zz9a