Estourei o cabaço da minha filha sem querer
Ajudando minha filha novinha no banho as coisas não saem como o esperado
Meu nome é Marcos, já sou coroa e sou viúvo. Crio sozinho Lívia, minha filha, desde que a mãe dela morreu.
Sofia foi o amor da minha vida. Conheci ela quando eu já tinha 48 e ela tinha só 17 anos. No dia em que tirei o cabaço dela, meti minha rola grossa de 22cm bem fundo e senti o sangue quente escorrendo pela minha pica enquanto ela gemia baixinho, aguentando firme só pra me agradar. Ela era apertadíssima, virgem, e mesmo assim aguentou tudo como uma boa putinha que queria servir a seu macho. Me apaixonei ali mesmo. Meses depois ela me procurou dizendo estar grávida, a família expulsou ela, e eu assumi tudo.
Quando Sofia morreu, há uns 10 anos, uma parte de mim morreu junto. Eu, que era um macho definido de academia, me larguei. Ganhei uma barriga de chope, parei de me depilar. Hoje sou um homem grande, peludo no peito, na barriga e com um saco pesado, mas ainda forte, quase 1,90 de altura, 120kg e uma pica de 22cm, ainda sou um macho que cha atenção por onde passa.
Lívia a cada dia que passa fica mais parecida com a mãe. Miudinha, pele branquinha, corpo delicado, ainda não tem peito, só aqueles biquinhos rosados protuberantes, bundinha pequenininha e empinadinha. O que mais me atormenta é a bucetinha dela — lisinha, sem nenhum pelo, um risquinho fechado e rosado que eu vejo quando a ajudo no banho.
Todo dia eu luto contra isso. Todo dia perco um pouco mais essa luta. Ver aquela garota inocente, que eu criei desde pequena, cada vez mais parecida com a mãe... está acabando comigo.
Tudo mudou um dia que recebi um telefonema da escola, dizendo que Lívia havia se machucado na aula de educação física, mas que não deveria me preocupar pois não era nada grave. Mesmo assim, quando fui buscá-la, fomos ao hospital fazer exames e passar por um ortopedista.
Assim que voltamos do hospital, Lívia estava dopada pelo remédio na veia. Não tinha quebrado nada, mas o analgésico forte tirou a dor e deixou ela bem molinha, sonolenta, com os olhinhos pesados.
Chegamos em casa e era óbvio que ela precisava de um banho. Estava suja, com cheiro de hospital.
— Filha, vai tomar um banho enquanto eu preparo alguma coisa para a gente comer.
— Papai, meu tornozelo tá doendo muito, não consigo tomar banho sozinha.
Lívia já não era mais uma criancinha, mas sempre que se machucava ou ficava doente ficava manhosa como se ainda tivesse 5 anos.
— Tá bom, filha, o papai vai te ajudar no banho agora e deixar você limpinha pra jantar e dormir.
— Eba! Tá bom, papai...
Fui pro quarto, tirei toda a roupa e fiquei só de cueca boxer preta, daquelas mais compridas, que parecia quase uma bermuda. Me olhei no espelho: O que eu via era um macho 1,90m, corpo parrudo, peludo no peito e na barriga, que ia dar banho numa menina novinha e lisinha, minha cabeça ali já não estava mais raciocinando direito.
Coloquei um banquinho de plástico debaixo do chuveiro, fui buscar Lívia na sala, tirei a roupinha dela e levei no colo. Abri o chuveiro quente, molhei nós dois e comecei a lavar seu corpinho delicado: os peitinhos que eram só dois carocinhos rosados, a barriguinha lisinha, a bucetinha... Quando passei o dedo na rendinha dela, Lívia tremeu e meu pau deu um pulo, começando a endurecer rápido.
Não podia deixar ela ver, minha filha apesar da idade ainda era muito inocente. Virei ela de costas no banquinho e comecei a lavar suas costas. Minha rola agora estava em ponto de bala. A cueca molhada apertava tanto que machucava. Não aguentei: puxei o pau pra fora. A cabeçona roxa brilhava, babando sem parar, melando tudo. Dei uma leve punhetada, mas precisava me controlar.
Lívia estava sonolenta por causa do remédio. Pra ela não dormir, comecei a fazer cócegas leves. Foi aí que cometi o pior erro da minha vida.
Ela assustou, deu um pulinho no banquinho de plástico, que escorregou. Ia cair de cara no chão. Puxei ela pra trás com força para proteger. Nesse movimento, ela caiu sentada no meu colo e metade da minha rola toda babada entrou de uma vez na bucetinha virgem dela, facilitada pela água e pelo sabão.
— Aiiiiiii!!! Papai!!! Tá doendo!! Socorro, papai!! Eu machuquei mais! — ela berrou desesperada, chorando alto.
A bucetinha apertadíssima dela engolia a metade da minha rola, quente e pulsando. Segurei ela firme contra meu peito peludo e menti com a voz mais calma possível:
— Calma, filha... calma... Shhh... Você caiu e machucou o bumbunzinho. O papai vai fazer uma massagem especial agora pra passar a dor. Fica boazinha, relaxa... logo passa.
Lívia já tinha idade para entender o que era sexo, mas ela era muito novinha, inocente e eu me aproveitei disso.
Minha rola doía, entalada pela metade naquela bucetinha virgem, mas não parava de babar. Eu tentava não me mexer, mas o pau pulsava sozinho dentro dela. Cada pulsada fazia ela gritar. Comecei a me mexer devagar, sem perceber, dando estocadas curtas.
— Tá doendo muito, papai... tá doendo muito... — choramingava ela, soluçando.
— Calma, filhinha... é assim mesmo. Tem que doer um pouco pra passar.
Eu mentia descaradamente, cada vez mais excitado. Sem perceber, fui aumentando o ritmo, enfiando mais fundo. Senti a cabeça da rola encostar no fundo dela. Ela ainda não tinha levado tudo, 22cm de rola grossa era grande demais para ela aguentar, mas eu já estava no céu. Ela gritava de dor enquanto eu socava firme e fundo, até onde sua bucetinha aguentava.Até que tudo mudou.
Lívia parou de gritar. Começou a respirar forte, gemendo de um jeito diferente, o corpinho tremendo. Percebi na hora: aquela putinha estava gozando na minha rola!
Isso foi demais pra mim. Perdi completamente a cabeça. Segurei ela com força pela cintura, puxei com toda a força pra baixo e enfiei a rola inteira. Senti algo rasgar dentro dela. Lívia deu um grito agudo e desmaiou totalmente, mole em cima de mim.
Eu continuei socando forte, gozando a porra mais gostosa da minha vida, jatos grossos explodindo direto no fundo dela. Olhei pra baixo e vi o chão do boxe todo sujo de sangue misturado com água, minha porra escorrendo da bucetinha destruída dela pelo meu saco, enquanto minha rola ainda latejava toda enfiada dentro.
Foi aí que a culpa bateu forte:
— Caralho... O que foi que eu fiz?
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Comentários (1)
Futchamp: Caralho que delícia irmão , já ouvi falar sobre , acontece muito por ai rs T futchamp111
Responder↴ • uid:5pmpp5n949j