#Incesto #Lésbica #Teen #Virgem

Ajudei o pai comer nossa filha

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Sandra

Quase não tive adolescência, isso porque apaixonei-me por Arthur meu companheiro e de nosso relacionamento, nasceu Suzi minha filha quando eu ainda não tinha completado dezesseis anos e Artur já tinha trinta e cinco anos completos, não nos casamos, mas pouco antes de Suzi nascer passamos a morar juntos. Tudo que aprendi sobre sexo, que eu gosto muito, foi Arthur quem me ensinou, eu achava que fazia tudo que era possível fazer em uma cama, até que uma amiga da faculdade reencontrou meu endereço eletrônico através de amigas comuns e passamos a conversar pelo computador e ela passou a me confidenciar sobre a vida liberal que ela e o marido mantinham. Silvia é muito detalhista em seus relatos e me enchia de tesão com tudo que me contava, passei a morrer de vontade de experimentar o sexo com outras mulheres, participar de uma DP, sexo grupal e tudo mais. Apesar de minhas fantasias, não tinha coragem para propor aquelas aventuras a Arthur, até aquela tarde de sábado quando saí da cozinha e vi Suzi então com quinze anos trocando um beijo incestuoso com Arthur, eles não me viram, pois voltei para a cozinha a ponto de ter um ataque de nervos, naquela noite quando Arthur deitou a meu lado eu o inqueri e ele não teve como negar, estava louco para ter nossa filha. Naquela conversa difícil, ele acabou propondo que eu tivesse casos com outros homens desde que eu não me opusesse ao incesto. Passamos o fim de semana discutindo a questão . Vendo obsessão dele deitar com Suzi concordei, fiz uma única exigência, queria estar presente. Na noite seguinte, sentamos os três no sofá para assistir televisão e fiz o que jamais tinha feito na frente da menina, alisei a caceta de Arthur por cima de seu pijama até ele atingir sua ereção máxima. Suzi fingindo que não tinha visto minha manobra, passou a olhar de rabo de olho para aquela cobra montando cabana no pijama, para acabar com o joguinho, beijei lascivamente a boca de Arthur, enquanto agarrava firmemente seu pau, Suzi admirada e maravilhada com minha ousadia em sua frente, me olhou com aquela cara de excitada. A barreira da falsa moral foi completamente derrubada quando peguei a mão de nossa filha e a coloquei em volta do mastro duro do pai e ela agarrou a piroca como Arthur tinha me dito que ela tinha feito em ocasiões anteriores as escondidas e eu baixei o pijama do macho, exibindo à virgem aquela maravilha dura como aço. Suzi com os olhos fixos na rola a qual apertava em sua mão, foi beijada pelo pai do mesmo modo que eu tinha visto no sábado e entendeu que eu estava de acordo com a situação. Ajoelhei possivelmente mais excitada que os dois e abocanhei a cabeçorra aplicando nela a sucção que adorava fazer, puxando minha filha para ajoelhar a meu lado, o que ela fez com toda sua sensualidade e presenciei a primeira chupeta de minha filha em seu pai que não conseguia fazer outra coisa senão gemer como alguém que estava sendo torturado, mas que por certo, naquele instante era o homem mais feliz da face da Terra. Arthur gozou na boca da filha e eu louca de tesão a beijei dando vasão a minhas fantasias lésbicas enfiei minha língua na boca de Suzi, dividindo com ela o leitinho que ela tentava engolir ao mesmo tempo que enchi minhas mãos com aqueles seios lindos que ainda não tinham atingido seu tamanho total, Suzi não se intimidou com a situação, para o deleite de Arthur, a jovem baixou as alças de meu vestido e mamou em mim como uma criancinha, vendo que Arthur se masturbava admirando os carinhos que eu e Suzi trocávamos, arranquei a bermuda de Suzi fazendo-a ficar em pé, levantei seu pé apoiando-o no assento do sofá, deixando aquela bucetinha virgem de onde escorria liquido de mulher a centímetros da cara de Arthur, que deslumbrado lambeu a racha da filha sentindo seu gostinho e logo em seguida enfiou a língua na bocetinha molhada, Suzi gemeu forte, em minutos, seu corpo passou a tremer violentamente, indicando que minha cria estava gozando na boca do pai, enquanto eu chuva a piroca do macho que ao ver o espetáculo que a filha nos proporcionava gozou em minha boca. Foi a vez de minha menina roubar o leitinho que eu tinha na boca e nos beijamos novamente. Louca para gozar, deitei no chão, puxando uma almofada do sofá, a coloquei sob minha cabeça, levantei os joelhos escancarando minha buceta, Arthur deitou sobre meu corpo e penetrou minha buceta, antes de gozar eu queria saber como era chupar uma buceta e fiz sinal para Suzi ajoelhar na minha cara e ela fez, vi aquela rachinha já com os lábios avermelhados e clítoris em forma de botão, diferente do meu que parece um pintinho quando está duro e enfiei a língua em minha filha, o clima estava tão alucinante que fui levada a uma verdadeira convulsão de prazer quando percebi que meu marido também estava penetrando o cuzinho de Suzi com sua língua, enquanto sentia as contrações musculares das coxas de minha filha em minhas mãos, senti então os jatos de esperma no fundo de minha buceta. Fomos os três para o chuveiro e combinamos que só iriamos adiante no dia seguinte. O dia de terça feira se arrastou certamente eles também estavam com aquele sentimento erótico, tesudo e cheio de expectativa como eu.
Naquela noite mágica, eu e Arthur esperamos nossa filha em nossa cama e quando ela entrou em nossa suíte eu estava com a piroca em uma mão e um pote de gel na outra, abrimos espaço entre nós e ela engatinhou na cama com seu conjuntinho de blusa e shortinho branco, beijou primeiro o pai e depois a mim, esperou empilharmos nosso travesseiros e deitou de bruços com o quadril em cima deles. Arthur a abraçou e lentamente tirou a blusa de seda de nossa virgem e mamou em seus seios perfeitos, enquanto eu fui incumbida de puxar o shortinho, o que o fiz louca de tesão e não resisti, passei a língua bem de leve entre as nádegas dura da menina mulher que não segurou o gritinho tesudo, enquanto o pai alternava beijos na boca e mamadas nos seios da menina/mulher untei meu dedo indicador e penetrei com cuidado aquele cuzinho que estava prestes a levar ferro em poucos minutos, a danadinha rebolou no meu dedo com a graça própria de sua idade e eu arrisquei dois dedos e percebi que já não estava tão confortável para ela, tremi achando que ela não aguentaria a grossura da pica que estava para receber, puxei a calça do pijama de Arthur dei uma engolida gulosa na piroca, mas fui com tanta sede à rola, que acabei sentindo ânsia de vômito de tão fundo que a pica foi na minha garganta então enchi o roliço de gel, enquanto ouvia aquele som maravilhoso de desejo da minha filha. Arthur tomou posição de joelhos entre as bem torneadas coxas de Suzi que estava com aquela carinha de medo e tesão ao mesmo tempo. Arthur segurou com as duas mãos o quadril da filha e eu segurei a piroca e dirigi ao anelzinho rosa, enquanto a virgenzinha mantinhas suas nádegas gordinhas separada. Encostei a cabeçorra naquele cuzinho piscante e o pai fez pressão. Minha filha deu um grito ao sentir o que é ter o cu arrombado por um piroca grossa e dura e largou as nádegas, com os braços junto aos seios e os punhos fechados rangeu os dentes, larguei a pica e deitei ao lado dela tentando acalma-la, enchi seu rosto de beijos e o pai empurrou mais um pouco, minha menina começou a chorar, desesperada, mandei Arthur tirar o pau de dentro daquele cuzinho, mas Suzi entre chorar e falar disse: "Não, não tira, eu sabia que ia doer, mas eu quero muito papai dentro de mim. Vai papai come meu rabinho". E Suzi fez pressão para trás. Passei minha mão por debaixo do corpo dela e meu dedo encontro aquele grelinho durinho, com a outra mão passei a manipular meu próprio grelo e aquele gemido gostoso de Suzi não permitiu que eu continuasse por muito tempo a manobra, pois gozei forte e Arthur me acompanhou despejando meu leite pela primeira vez naquele rabinho lindo. Suzi não gozou, por isso voltamos a fazer o mesmo que no dia anterior, mas com o pai chupando a buceta e eu enfiando minha língua no cuzinho recém arrombado.

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