Arrombando meu filho no celeiro durante um churrasco de família
Olá, sou conhecido como Paraguaio, sou pardo, tenho 43 anos, 1,80 de altura, corpo tatuado, cabelo curto e barba grande. Sempre fui um cara forte, na juventude até era sarado, mas com o passar dos anos engordei e hoje sou um ursão.
Estou de volta e vou contar aqui td o que aconteceu nessa viagem pro Paraguai com meu filho, já adianto q a semana rendeu.
Chegamos dois dias antes do aniversário da minha mãe, como a família é grande e a maioria mora longe a casa ficou cheia, queria pegar um quarto vazio pra poder ficar de casal com meu filhote, mas tive q dividir com mais 3 sobrinhos, o que atrapalhou muito meus planos, apesar de serem gostosinhos n pude comer nenhum msm, então só atrapalharam, nos dois primeiros dias o máximo q consegui foi ganhar um boquete do meu filhote enquanto os primos estavam dormindo.
Enfim, chegou o dia do aniversário da minha mãe, churrasco, música alta e muita bebida rolando. Eu já estava com fome daquele rabo gostoso do meu filhote, mas tinha q esperar pra matar a vontade, pra piorar meu tesão ele se vestiu pra me provocar, cabelo preso num de cavalo, shortinho colado apertando aquele rabo e coxas gordas, regata curtinha vermelha, deixando a mostra a barriga, as tetas marcando no tecido fino e o contraste do vermelho com sua pele branquinha me deixava ainda mais tarado.
Tudo começou com a uma cerveja, eu estava na churrasqueira e pedi pra Diogo pegar uma cerveja pra mim.
-Ah pai, só pego se eu puder beber um pouco tmb.
-Tá bom garoto, pode tomar um pouco, vc merece.
Ele pegou uma cerveja do cooler, abrindo a tampa com um movimento rápido e fez questão de mostrar, levando a garrafa aos lábios, a garganta trabalhando enquanto tomava um gole longo e lento, entregou a minha e não se afastou. Inclinou para mais perto, deixando o calor das brasas aquecer seu rosto.
- Você fica tão sexy assim papai, queria te beijar aqui msm.
- Você não ousaria. Sua avó está bem ali
- Seria engraçado a reação da família se descobrissem sobre a gente.
Ele começou acariciar meu peitoral pela fresta aberta na minha camisa
- Faz algo útil com essas mãos, pega o molho pra passar nas carnes
Falei rindo pra irritar meu filhote, ele obedeceu, estava passando o molho nas carnes da churrasqueira até que foi pra minha frente e tentou me roubar um beijo, afastei ele e repreendi o comportamento.
As hrs se passaram, música e álcool rolando, Diogo dançava se insinuando pra mim, dps veio sentou no meu colo, ficou se movendo em cima do meu pau, me mordeu, eu apertei ele pela cintura e o mordi de volta, pra quem olhava era apenas uma brincadeira entre pai e filho, mas só eu sei oq estava passando pra disfarçar o pau duro, que já estava marcando no jeans q eu usava. Eu já tinha bebido vinho de mais, quando bebo fico ainda mais tarado e meu filho só estava piorando as coisas. Levantei e fui pra perto da churrasqueira, tentei disfarçar o pau duro, o puto veio atrás de mim com aquela mão boba, deslisou pela minha coxa e foi em direção ao meu pau que já estava até doendo.
- Você acha que pode me provocar na frente da nossa família?.
- Acho, até pq não tenho culpa se vc é um coroa safado papai.
- E vc é uma putinha q fica rebolando no colo do seu próprio pai
- Você que me deixa assim, me fode papai ? Porfavor
- Não, eu n posso, pelo menos não aqui.
- Então me leva pra onde pode, preciso do seu pau papai.
Eu não consegui mais me segurar, o tesão falou mais alto, já estava tarde a maioria já estavam bêbados, a conversa animada da festa, as risadas, a música alta, tudo se dissipou num zumbido distante.
- Vai até o velho celeiro. Me espera lá. E não vai fazer nenhum som até que eu mande. Entendeu?
-Sim, papai
Vi Diogo levantar e se afastar em direção ao galpão de madeira no fundo do quintal, disfarcei, entrei em casa pra despistar, esperei uns minutos e então fui pro galpão onde meu filhote gostoso me esperava.
Abri a porta, entrei ansioso, coração disparado no peito, o lugar era iluminado apenas pelas luzes lá de fora q entrava pelas frestas, mas assim q entrei vi a cena mais linda, meu filhote me esperava de 4 como a putinha q é.
Caí de boca naquele cuzinho rosa, meti minha língua bem fundo, eu queria saborear cada preguinha daquele rabo suado, o sabor estava delicioso, meu pau babou querendo invadir logo aquele buraquinho gostoso. Mas antes disso, Fiquei em pé na frente do meu putinho, ele se ajoelhou pra mamar meu pau grosso, sentir aquela boquinha quente e molhada q sempre me faz delirar, primeiro ele lambeu minha virilha, eu estava tdo suado, mas ele n reclamou, pelo contrário até diz q gosta do meu cheiro natural, cheiro de macho, então ele chupou meu saco, envolveu a glande na língua quente e me mergulhou num bqanho de gato, limpou meu suor com a língua, me deixando arrepiado dos pés à nuca e espalhando uma sensação de calor em mim, enrolei meus dedos em seus cabelos, usei o rabo de cavalo como rédeas, apontei o pau na boquinha do meu ursinho e fui empurrando, escorregando no céu da boca do meu garoto e chegando de vez no fundo da garganta, tirei meu pau inteiro, deixando um tapão na carinha dele, fiz ele engolir td novo comecei fuder aquela boquilha de buceta, ele estava com a carinha tda vermelha e olhos lacrimejando, mas seguia trabalhando no meu pau, eu sentia suas amígdalas abraçarem a cabeça do meu pau, isso é bom pra caralho, tirei meu pau daquela boca maravilhosa, dei outra bofetada, sua pele branquinha ficou marcada com minha mão, me aproximei e nossas bocas se encontraram em um beijo que não era doce, e sim bruto e selvagem. Sua boca se abria com um gemido abafado, sua língua encontrando a minha em uma dança proibida.
Sentei no chão junto do meu ursinho e puxei ele pro meu colo, não tinha preparação, nem delicadeza. Era apenas desejo brutal entre nós. Cuspi na minha mão, lubrificando meu pau inchado, e então coloquei a ponta na entrada daquele cuzinho. Ele prendeu a respiração.
- Relaxa, abre esse rabinho pro papai.
- Sem lubrificante é difícil pro meu cuzinho te engolir.
- Eu sei q vc consegue meu filhote, mas se quiser eu tiro, fala a palavra de segurança q eu paro.
- Não, porfavor, preciso gozar no seu pau.
- Então aguenta filhote.
E ele aceitou. Com um gemido profundo ele se forçou para baixo enquanto com um movimento lento empurrei meu pau grosso naquele rabo de garoto. Olhei pra ele e vi uma lágrima rolar, senti o calor daquele rabo, a maneira como seu corpo se ajusta perfeitamente ao meu, me engolindo e pressionando com a força perfeita. Talvez fosse pra eu parar, pra não machucar ele, mas eu estava bêbado e insano de tesão. Dei um teanco em seu quadril, afundando até o fim em um único empurrão.
Ele quase gritou, mordeu meu ombro, as unhas se enterraram nas minhas costas.
-Ain papai, ta me rasgando hj, quando vc bebe fica muito bruto
- E ainda demoro pra gozar, vc sabe e msm assim quis dar pra mim. Quer parar ?
- Ñão, tá doendo mas eu aguento, meu macho.
Eu comecei a me mover. Lentamente no início, saindo quase completamente antes de afundar novamente, mantendo um ritmo controlado. Cada estocada era uma afirmação de posse. Eu podia sentir as contrações das entranhas dele, cada espasmo que demonstrava dor, mas também prazer e os gemidos abafados que saiam daquela boquinha linda a cada estocada. Comecei a brincar com minha boca pelo corpo do meu ursinho, lambi as lágrimas e suor q escorria pelo seu rosto, desci pro pescoço alternando entre lambidas, beijos e mordidinhas, fui pro seu peito e caí de boca naquelas tetas suculentas, lambi as duas, chupei os bicos como se quisesse tirar leite daqueles melões , enquanto isso meu filhote rebolava no meu pau e se controlava pra n gemer alto. Ver meu filho se desfazendo sob meu comando, implorando por mais, é um poder mais forte que qualquer coisa. Me deixa simplesmente em êxtase .
- Sai de cima filhote, quero te fuder de franguinho
Ele se deitou de costas num monte de feno no chão, pernas abertas, me olhando com uma devoção que me fez estremecer. Eu fiquei de joelhos entre suas pernas, agarrando a parte de trás de suas coxas e levantando seus quadris. E então, sem cerimônia, novamente empurrei meus 16 cm de pau grosso. Seus olhos se arregalaram, sua boca se abriu em um gemido silencioso. Desta posição, eu podia vê-lo completamente. Cada expressão, cada detalhe, comecei a meter outra vez, estocadas lentas e profundas que faziam seu corpo balançar, a visão era perfeita, o corpo gordo e macio do meu filho de 14 aninhos balançando todo, as tetinhas redondas pulando, seu pau duro batendo na minha barriga. Deitei sobre ele com meu pau tdo dentro, lambi seu rosto falei no seu ouvido
- Era isso ? Isso que você queria ? Seu pai dentro de você, te arrombando.
- Sim senhor! Me fode por favor papai!
- Então toma. Toma pau de papai nesse cuzinho de filhote.
- Me fode meu gostoso, homem da minha vida.
Amo quando ele fica assim, a essa altura já não nos preocupavamos em não fazer barulho, ou manter discrição, só oq importava era o prazer, como se o mundo tivesse parado pra nós dois. Dei mais uma bofetada naquela carinha de puta, meti minha língua na sua boquinha carnuda outra vez, segurei seu pescoço apertando lentamente, enforcava enquanto acelerei os movimentos, agora socando fundo e rápido, nessa hr Diogo colocou as mãos na minha coxa tentando limitar a profundidade da penetração. Mas já era tarde demais pra isso, meu pau estava inchando dentro dele e eu agindo feito um animal segurei as mãos dele acima de cabeça e mantive preso enquanto metia.
Até q o cenário mudou, meu filhote começou se debater .
- Papai, para porfavor
- Ta doendo muito ?
- Não, mas eu to apertado , preciso fazer xixi.
- Calma, só relaxa, se solta.
Entendi oq estava prestes a acontecer, forcei meu quadril um pouquinho pra cima fazendo pressão na próstata, continuei socando forte, logo tive a linda visão do meu filhote se mijando todo e gozando sem nem tocar no pau, soltpu um gemido longo, vi seu rosto em êxtase, a sensação das suas entranhas se contraindo em volta do meu pau, foi o gatilho. Meu gozo veio forte e eu enterrei nele até o fim, jorrando vários jatos enquanto meu corpo tremia inteiro.
Eu desabei sobre meu filho, depois rolei para o lado, deitando do seu lado. Meu corpo estava exausto, mas satisfeito. Diogo me abraçou, fiquei olhando bem pra ele e me deu até vontade de chorar, porra, como eu amo esse garoto.
- Obrigado bb, te amo ursinho da minha vida.
Trocamos outros beijos agora extremamente carinhosos dps do desejo saciado.
Voltamos pra festa, já era de madrugada e só sobraram os bebuns, inventei q eu passei mau e o garoto ficou cuidando de mim, que já estava bem, mas precisava tomar um banho e dormir, assim fizemos. Dps do banho abracei meu filhote e dormimos de casal sem nem importar em sermos pegos.
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Comentários (1)
Ordenha: Que conto lindo
Responder↴ • uid:on90tu0fik