Parente distante e sexo picante
Eu dava um trato no jardim em frente de casa. Limpei o suor e continuei a tarefa. Olhei a casa do Fabiano, geminada a nossa. Onde estaria? Pensei nas coisas quentes que fizemos e naquela ida ao bar do Emílio. Por lá, a coisa foi quente demais e marcou muito não saindo da cabeça. Fabiano e Emílio botaram seus caralhos pretos em ação e para minha surpresa aguentei a surras de picas com 18 anos sendo branco e magro, 1.69 de altura.
O telefone tocou e fui atender. Claudinei precisava resolver uns problemas aqui em São Paulo e passaria dois dias. Ele é primo da minha mãe (falecida) e fazia tempo que minha avó queria vê-lo. Um cara moreno de pele bem clara, alto, careca, 46 anos, bom físico e que sempre chamou a atenção. Formado, bom papo, quando vinha nós saíamos juntos.
Fomos para um bar tomar umas, colocar as conversas em dia e logo eu vi muito sorriso, piscada, levantou para ir ao banheiro e apertou meu ombro! Humm! Voltou e ouvi:
- E aí?
- É chegado?
Uma troca de olhares disse tudo com sorriso e falou:
- E você?
- Claro.
- Quer?
- Tem como?
- Sim.
Dividimos a conta e entramos no carro dele. Resolvemos procurar um hotel, em casa não dava sendo muito arriscado. No quarto, tomamos um banho e já fui acostumando com aquele caralho que chamava minha boca para chupá-lo e bati uma, sorri e disse:
- Quero chupar. Vem.
Sequei o corpo e ele deitou na cama para levar boquete forte! Usei toda a experiência possível e aquilo enrijeceu bem mais! Comprido e cabeçudo, uns 18 para 19 cm de rola, segurando firme eu engoli ao máximo boqueteando com vontade! Meu tesão disparou, corei e fui dando o trato merecido ao chupar bolas, cheirar o pau, bater uma e pedir:
- Come meu cu.
Fiquei de quatro com meu cu fazendo biquinho! Dei uma balançada na bunda e ele melou com saliva para que eu tivesse um arrepio e ouvi:
- Bundão.
Pincelou, segurou e forçou fazendo meu cu abrir para engolir rola. O rasgo fez eu abrir a boca com uma careta leve e soltei um ai. O pau começou um vai e vem como estivesse conhecendo e logo levei uma enterrada! Fiz careta e gemi baixo, pegou o ritmo e começou a meter. Bom, adoro! Passei a língua no lábio e fiz meu papel!
- AI, AI, OHHHH! Fode.
A estimulante pica foi botando tesão e muita excitação para ficar fácil aceitando suas cabeçadas! O vai e vem deu prazer logo e vi o caralho foder com velocidade para bater meu corpo contra o seu e eu gemer como uma putinha fazendo uma careta. Recebi nova enterrada e rebolei para soltar um sorriso de canto de boca:
- Humm, é bom.
Voltou a foder e gemi baixo, respirando mais rápido. Chegou no meu ouvido e disse:
- Vai contar para sua avó?
Tomei uma espetada e respondi:
- Não. Come gostoso, come.
Ganhando velocidade começou a foder para matar sua tara. Eu senti o rabo esquentar e fui gemendo pois as cabeçadas vieram:
- AHHHH, AHHHH, OHHH, OHHH, OHHHHH!
Boca aberta e olhando o sexo pelo espelho, eu tomei fôlego e ouvi:
- Deita de bunda para cima.
Fiz e a coisa ficou tensa com seu corpo e caralho dentro de mim! Ele passou a foder e eu:
- AI, AI CARALHO, AI, NOSSA, AI, AI, AINNN!
Cruzamos os dedos das mãos e fiz muita careta! Posição difícil, eu só fui aceitar após uns minutos para relaxar.
- Ohhh! Ai caralho. Ohhhh!
- Só relaxa.
Para ele é fácil falar, macho dominando, eu estava em situação bem desfavorável e ainda assim deixei meu rabo levar pau!
- AI, AI, DEVAGAR, AI, AINNNN!
Fiz caretas e ele partiu para uma finalização tensa! Fechei os olhos e passei a língua nos lábios enquanto ouvia:
- AHHHH, OHHHHH, BUNDÃO, OHHHHH!
Senti o cu receber porra e tirou para meu alívio. Estava suando e molhado, o meu rabo soltou uma gotinha. Fiquei de quatro e abriu a minha bunda ao máximo para o esperma escorrer um pouco mais. Deu uma melada na bunda e enfiou o dedo para sair bem mais.
- Gostoso.
Cu aberto e piscando, fomos ao banho e entregamos a chave para que chegássemos antes das dez e caímos no sono. Apaguei logo pela exaustão.
Noite seguinte, foi em casa mesmo e dei em pé dentro do quarto após a vovó dormir. Uma forte rapidinha com muitas cabeçadas que criou uma tensão foi aquilo que senti. Claudinei é tarado e não deu tréguas! Fodeu forte e sem qualquer dó, estocou para soltar um gozo bem gostoso.
- Ahhh, hummm! Gostoso da porra.
Fiquei recebendo jatos de esperma, passei a língua nos lábios e ele tirou fazendo meu cu melar de porra, escorrendo. Delícia! Olhei e sorri, abri e mostrei a safadeza, fui ao banheiro e bati uma para descarregar o tesão de vez! Gozei forte!
Tomamos um banho e vestimos para conversarmos em tom baixo. Ele queria que eu desse um pulo no sítio dele quando tivesse chance e concordei.
Dia seguinte, foi embora.
Algumas coisas passaram pela minha cabeça: a tara dele, minha audácia em transar no quarto de casa, o Fabiano que é meu macho fixo e meu vizinho nem poderia sonhar com estas “traições”.
No fundo, o Claudinei mostrou que ele era mais opção e precisando, eu já sabia onde encontrar. Ele deixara um recado importante: meu cu gosta de pica e não pode ficar sem.
Segue o conto.
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