O hétero top da Faculdade
Caio era o "rei" do campus, intocável e arrogante. Sempre gostou de chamar atenção e ser o centro de tudo como todo Hétero Top.
Opa, para quem não me conhece eu sou o Diego: 1,83m de altura, pele clara, olhos azul-esverdeados e um corpo definido de carateca com 19 cm de puro vigor, todos os meu contos aqui são 100% verídicos! Os relatos anteriores eu já trouxe a aventura mais recente, subjugando o primo do meu namorado, e também já trouxe minha primeira experiência com um homem. Hoje trago um caso que durou alguns anos de muita putaria da faculdade.
Entrar na faculdade de saúde aos 20 anos foi, para mim, como começar uma nova competição. Eu não era mais aquele garoto de 17 anos que se perdia nos próprios pensamentos no laboratório do colégio. O karatê e a natação tinham terminado de esculpir o que a genética começou: eu estava com 1,83m, meus ombros tinham ganhado uma densidade que preenchia qualquer camiseta, e minha pele, que continuava branca e sem um único pelo no peito ou no abdômen, parecia destacar cada músculo quando eu me movia.
Eu estava na minha melhor fase física. Me sentia potente, rápido e, acima de tudo, focado. Meu objetivo era um só: anatomia, fisiologia e os campeonatos que estavam por vir. Eu não entrei ali para fazer amigos e muito menos para buscar o tipo de "diversão" que a maioria dos calouros procurava.
Mas o ambiente universitário tem uma fauna própria, e foi impossível não notar o topo da cadeia alimentar logo na primeira semana.
Caio.
O nome dele circulava pelos corredores antes mesmo de ele aparecer. Veterano, "hétero top". Eu o via de longe, sentado nas mesas do pátio como se fosse o dono do campus. Ele tinha aquele tipo de beleza agressiva: uns 1,80m, moreno, um bronzeado que parecia eterno e um corpo que era pura força bruta de academia. O cabelo era sempre "na régua", a barba desenhada com precisão, e um jeito de andar que exalava uma autoconfiança que, para mim, beirava o insuportável.
A fama dele era péssima: pegava todas, iludia, usava e descartava. O típico predador de faculdade. Eu sentia uma repulsa imediata por aquela postura expansiva, por aquele riso alto que buscava atenção. Eu era o oposto; eu era o silêncio que aprendi no tatame, movido pela precisão de cada golpe e a frieza da água da piscina.
O problema é que, quanto mais eu tentava ignorar a existência dele, m mais eu sentia a pressão. Não era apenas coincidência cruzarmos o caminho tantas vezes. Eu comecei a perceber que, sempre que eu passava, o papo na mesa dele morria por um segundo. Eu sentia o peso do olhar analítico do Caio percorrendo minhas costas, mapeando minha altura, meus ombros e o jeito como eu não abaixava a cabeça para ninguém.
Eu sabia que ele estava me estudando. E, por mais que eu tentasse focar apenas nos meus livros, a presença dele começou a se tornar um ruído constante, uma tensão elétrica que eu sabia que, mais cedo ou mais tarde, ia acabar em curto-circuito, e me parecia que não seria de uma forma positiva.
Aquele semestre estava sendo um teste de paciência. O destino, ou a minha falta de pontualidade naquele dia, me jogou direto no grupo do Caio para o projeto interdisciplinar, onde junta várias matérias e turmas. Quando entrei na sala e vi que a única vaga era ao lado dele, senti um nó no estômago.
— O galegão malhado vai ficar com a gente! — ele disparou, rindo alto para os amigos, com aquele tom de voz que parecia sempre querer marcar território. — Senta aí, calouro. Vamos ver se esses músculos serve para pensar também.
Eu não respondi. Apenas puxei a cadeira, mantendo o rosto neutro, aquela expressão de 'tatame' que eu usava para não deixar ninguém ler minhas intenções. Por dentro, eu só queria terminar aquilo logo, mas o trabalho era denso e exigia encontros constantes.
As semanas passaram e o grupo de WhatsApp não parava. No meio daquela confusão de prazos, eu precisei mandar uma mensagem privada para ele. Ele tinha ficado de digitalizar uns formulários que os professores precisavam assinar.
‘Caio, os documentos estão prontos? Preciso levar na coordenação amanhã’, escrevi.
Ele visualizou na hora. ‘Estão sim, galego. Vou te mandar a prévia aí.’
O celular vibrou logo em seguida. Uma notificação de imagem. Eu abri esperando ver o PDF do trabalho, mas o que surgiu na tela fez meu sangue gelar e, logo depois, ferver de raiva.
Não era um documento. Era uma selfie, tirada de cima para baixo, enquadrando da boca até a metade das coxas. Ele estava sem camisa, a pele morena brilhando sob uma luz quente, destacando cada gominho do abdômen. Mas o foco era a sunga vermelha, de um tecido fino que não deixava nada para a imaginação. O volume estava ali, pesado, marcado de um jeito agressivo, quase obsceno.
Fiquei encarando aquela imagem por alguns segundos, sentindo o contraste daquela vermelhidão contra o bronzeado dele. Mandei apenas um emoji: 🤷🏼♂️.
A mensagem foi apagada instantaneamente. Logo em seguida, ele mandou um áudio, rindo, mas com uma voz que parecia um pouco mais rouca que o normal.
— Puta que pariu, Diego! Mal mal, irmão. Mandei errado, era para um contatinho que eu estou desenrolando aqui. Sabe como é, né? Macho de verdade não passa uma semana sem trepar e o meu prazo já está vencendo. Não quero fechar a semana sem comer uma bucetinha, e a mina estava pedindo amostra grátis.
Eu li aquilo e senti uma mistura de nojo e satisfação de ter feito a leitura certa do cara asqueroso que era o Caio. A desculpa era o auge do 'hétero top', mas o jeito que ele falou, o tom de voz, a urgência, parecia um teste. Ele não era burro; ele sabia exatamente para quem tinha mandado.
— Tranquilo. Só foca nos documentos — respondi, tentando parecer indiferente.
No dia seguinte, tínhamos uma reunião do grupo na biblioteca, em uma daquelas salas reservadas e fechadas. Cheguei primeiro, e para minha surpresa, ele também já estava lá. Sozinho.
— E aí, galego... — ele disse, a voz baixa, preenchendo o espaço pequeno da sala. — desculpa aê pelo 'documento' que eu mandei por engano ontem, mas diga aí, o material do pai aqui é de responsa neh?
Comecei a entender o jogo dele, o típico car que gosta de ser notado por todos, desejado por todos, para depois ele desdenhar ou se gabar por isso, então não penei duas vezes para responder a ele — Achei que você era mais profissional, Caio — retruquei, sentindo meu peito subir e descer com mais força com a respiração leve ofegante de raiva crescendo.
— E eu sou. Muito profissional em tudo o que eu faço — ele respondeu, agora com o olhar direcionado fixamente ao meu e continuou — O problema é que você é muito marrento para levar as coisas como brincadeira e tirar sarro disso.
— Não é marra, Caio. É critério — respondi, minha voz saindo mais profunda do que o normal. — Se você precisa mandar foto de sunga no privado de homem pra se sentir que o "material do pai é de responsa", o problema de ego é seu, não meu.
Caio soltou uma risada curta, mas não se afastou. Pelo contrário. Ele deu um passo à frente, invadindo completamente o meu espaço pessoal. O cheiro do perfume dele, misturado a um odor másculo de quem tinha vindo da academia, atingiu meu rosto. Ele era um pouco mais baixo que eu, mas a largura dos ombros dele e a densidade daquela musculatura morena eram intimidadoras.
— Critério, é? — Ele repetiu, a voz agora num tom de desafio puro. Ele inclinou a cabeça, os olhos mapeando meu rosto com uma ousadia que me dava vontade de socá-lo. — Ou é medo de admitir que o material que você viu ali te deixou desconcertado?
— Você fala demais, Caio — falei, cerrando os punhos ao lado do corpo. — Quer o quê? Que eu elogie o seu "dote"? Que eu entre pro seu fã-clube?
Ele deu um sorriso de lado, aquele sorriso que ele usava para desarmar as meninas no pátio, mas tinha algo diferente agora, achou alguém que não colocava ele no pedestal.
— Eu quero ver até onde vai esse seu desdém, galego. Eu vejo como você me olha nos corredores. Você tenta disfarçar, mas eu sinto quando um cara tá me medindo. E e te digo, da mesma forma eu meço você, acho que de fato encontrei um “adversário” a altura.
Antes que eu pudesse retrucar, ele levou a mão ao meu ombro, apertando o trapézio com uma força desnecessária.
— A sala é isolada, Diego. Ninguém vai entrar.. — eu interrompi a fala dele e perguntei — Onde você quer chegar Caio? Sua fama é de galinha, o famoso hétero top e agora tá querendo o que comigo? Ou você tem essa conversa com todos seus “amigos” também? — Nesse momento vi ele ficar levemente desconcertado, me dar dois tapinhas no ombro e voltar ao lugar no qual estava sentado.
Ele recuou. Aqueles dois tapinhas no ombro foram rápidos, quase nervosos, uma tentativa patética de fingir que ele ainda estava no controle da situação. Ele voltou para a cadeira, jogando-se nela com uma falsa descontração, mas eu vi como o maxilar dele estava travado.
— Relaxa, galego... você leva tudo a sério demais — ele disse, tentando recuperar o tom de deboche, mas a voz não tinha a mesma firmeza de antes. — Foi só um toque. A gente passa muito tempo treinando, a testosterona fica alta, você sabe como é.
Eu continuei em pé, olhando-o de cima. Meu tamanho parecia ocupar toda a sala agora. Eu não ia dar a ele a satisfação de sentar e fingir que nada aconteceu.
— Sei como é. Mas também sei que você não manda foto de sunga pro grupo de treino — retruquei, seco. — Vamos focar no trabalho. Tenho treino de natação em uma hora e não quero perder meu tempo com os seus 'desvios' de conduta.
O resto da tarde foi um silêncio tenso. Só falávamos o estritamente necessário sobre o projeto. Mas eu sentia o olhar dele. Toda vez que eu me inclinava sobre a mesa para anotar algo, sentia os olhos do Caio acompanhando o movimento do meu braço quando eu passava a mão pelo cabelo. Ele estava inquieto. Batia a caneta na mesa, balançava a perna. O cara que sempre tinha todas na mão estava visivelmente perturbado por não conseguir me decifrar.
Quando terminamos, ele juntou as coisas rápido.
— Vou nessa. Tenho um compromisso — falou, sem olhar muito nos meus olhos.
Eu sabia que o 'compromisso' dele provavelmente era ir atrás de alguma das meninas do pátio para tentar reafirmar aquela masculinidade que eu acabei de abalar.
No entanto, o destino pareceu querer esticar essa corda. Na saída da faculdade, começou a cair um temporal típico de verão. O estacionamento estava um caos e o meu carro, um modelo mais antigo que eu cuidava com o maior zelo, resolveu não pegar. Eu estava ali, abrindo o capô sob a chuva, a camisa branca já colada ao meu corpo, que era o mesmo que está sem camisa, quando ouvi o ronco de um motor potente parando logo atrás.
Era a caminhonete do Caio. Ele baixou o vidro, o braço moreno e musculoso apoiado na janela, observando minha situação.
— Problemas, galego? — Ele perguntou. Ele estava sozinho, e o olhar que ele me deu enquanto a chuva lavava meu corpo sob a camisa ja transparente não era de deboche. — Entra aí. Eu te dou uma carona até em casa. Ou vai ficar aí bancando o orgulhoso enquanto se molha todo?
Eu olhei para o céu, depois para ele. A tensão de mais cedo ainda estava viva entre nós, mas agora, sob o som da chuva e o isolamento do estacionamento vazio, ela parecia ter ganhado um peso novo.
O som da chuva martelando no teto criava uma redoma que nos isolava do mundo. Eu sentia o olhar de Caio desviar da estrada a cada poucos segundos, mapeando o jeito que a minha camisa grudava no meu peitoral e nos meus ombros.
— Toma, se seca um pouco — ele disse, jogando uma toalha de treino que cheirava a amaciante e ao perfume dele. — Você vai acabar pegando um resfriado. Minha casa é aqui perto, melhor você tomar um banho e se trocar lá. A gente ainda tem aula à noite e você não vai aguentar ficar molhado assim o dia todo.
Eu aceitei, não pelo frio, mas porque a adrenalina de estar naquele espaço confinado com ele estava me deixando em alerta máximo. Chegamos ao apartamento dele, um lugar moderno, com cheiro de couro e organização prática.
Caio foi primeiro, rápido, e saiu do banheiro apenas de toalha, com a pele morena ainda úmida e o vapor saindo atrás dele.
— O banheiro é seu, galego. Tem toalha limpa ali no armário — ele disse, cruzando os braços e deixando os bíceps saltarem, me observando entrar.
Tomei um banho rápido, tentando tirar a sensação da chuva e a tensão do dia da pele. Saí do banheiro apenas com a toalha enrolada na cintura, mas já estava com a minha cueca por baixo. Quando cheguei na sala, encontrei o Caio no meio do ambiente. Ele estava apenas de cueca, terminando de escolher uma camisa. Ao me ver, ele parou, abriu um sorriso convencido e deu um tapa leve no próprio abdômen definido.
— E aí? Agora você está vendo o paizão ao vivo e a cores. Diga aí se o pai aqui não tem um corpão de "responsa", Diego? — Ele provocou, buscando aquela validação que o ego dele tanto implorava.
Eu sustentei o olhar dele por um segundo. Senti uma vontade súbita de quebrar aquele pedestal onde ele se colocava. Com um movimento calmo, levei a mão ao nó da toalha e a deixei cair propositalmente no chão, ficando apenas de cueca na frente dele. A luz da sala batia na minha pele, destacando a definição seca que a natação e o karatê me deram. eu estava imponente.
— Olha o meu corpo, Caio — retruquei, minha voz saindo baixa e firme. — Agora me diga você: com um físico desses, você realmente acha que eu preciso ficar elogiando o dos outros por puro ego?
O sorriso de Caio vacilou. Vi os olhos dele percorrerem meu peitoral liso, descerem pelo meu abdômen e pararem no volume que a minha cueca não conseguia esconder totalmente. Ele engoliu em seco, visivelmente desconcertado. A segurança de "hétero top" dele sofreu uma fissura real ali.
— É... você tem um corpão, de fato — ele murmurou, desviando o olhar e pegando a camisa rápido demais. — Dá para ver que você se dedica aos esportes e aos cuidados... é, de responsa também.
Ele desconversou, começando a se vestir com uma pressa que ele tentava disfarçar. Eu fiz o mesmo, pegando minha mochila e colocando uma roupa limpa e seca. O clima de provocação tinha mudado; agora havia um respeito estranho e uma tensão silenciosa que nenhum de nós dois queria admitir.
Almoçamos algo rápido, quase sem trocar palavras que não fossem sobre o trabalho ou as aulas. No caminho de volta para a faculdade, o Caio estava mais quieto, menos expansivo. Ele dirigia com uma mão só, mas percebi que ele não parava de apertar o volante com força. Eu, por outro lado, me sentia vitorioso. Tinha mostrado para ele que o jogo de poder não era tão simples assim.
Entramos no segundo turno de aulas como se nada tivesse acontecido, mas eu sabia que, por trás daquela postura de veterano popular, o Caio agora não conseguia mais me olhar sem lembrar exatamente do que tinha visto naquele apartamento.
A tensão que vinha acumulando durante meses finalmente encontrou um ponto de ruptura. Ver a minha amiga, uma garota incrível e dedicada, desabar em lágrimas por causa dos jogos mentais do Caio foi o limite para mim. Ele tinha feito exatamente o que sua fama previa: cercou, iludiu com aquele papo de "homem protetor", usou e, assim que conseguiu o que queria, desapareceu sem dar satisfação.
Como eramos de salas diferentes era difícil encontrá-lo sem uma ruma de seguidor para tirar devidas satisfações e por sorte do destino indo ao banheiro, olha que, encontro lá.
Entrar naquele banheiro e dar de cara com ele lavando o rosto, agindo como se fosse o dono do mundo, fez meu sangue de karateca ferver.
O som da água correndo na pia era o único ruído no banheiro vazio. Caio fechou a torneira e me viu pelo espelho. Ele esboçou aquele sorriso de lado, mas eu não retribui. Fechei a porta atrás de mim e a trava deu um estalo seco que pareceu um tiro no silêncio.
— E aí, galegão? — ele começou, secando as mãos com desleixo. — Ainda com aquela cara de poucos amigos?
— Eu vi a Marina ontem, Caio — falei, minha voz saindo tão baixa e densa que ele parou o movimento de imediato. — Ela estava destruída. Você tem orgulho de ser esse tipo de lixo? De precisar quebrar alguém pra se sentir homem?
Ele deu uma risada curta, mas seus olhos não estavam rindo. Ele deu um passo na minha direção, tentando usar a altura para me intimidar, mas eu não recuei um milímetro.
— Escuta aqui, calouro. O que eu faço ou deixo de fazer com as meninas não é da sua conta. Ela sabia onde estava se metendo. Elas sempre sabem — ele retrucou, a voz ganhando aquela agressividade de "hétero top" que se sente ameaçado.
— Você não é homem, Caio. Você é um moleque carente de atenção — dei um passo à frente, encostando meu peito no dele, sentindo o calor da sua pele morena irradiar pela minha camisa. — Você usa esse corpo e essa marra de veterano pra esconder que é vazio por dentro. Você precisa comer e descartar pra provar que funciona, porque no fundo, você morre de medo de alguém te enxergar de verdade.
O rosto dele mudou. O bronzeado pareceu empalidecer por um segundo antes de ficar vermelho de raiva. Ele agarrou a gola da minha camisa com força, me prensando contra a parede de azulejos frios.
— Você não sabe nada sobre mim! — ele rugiu, o hálito quente atingindo meu rosto. — Você se acha muito superior, né? O atleta perfeito, o cara centrado... Mas eu vi como você me olhou lá em casa. Eu vi que você é tão instintivo quanto eu.
— Então prova — desafiei, minha respiração agora ofegante, colada na dele. — Para de falar e mostra se você tem coragem de sustentar esse personagem com alguém que não tem medo de você.
Houve um choque de silêncio. A tensão era tão bruta que o ar parecia difícil de respirar. O suor de raiva dele começou a brilhar na testa. Caio não me soltou; pelo contrário, ele apertou ainda mais a gola da minha camisa, mas o olhar dele desceu da minha fúria direto para a minha boca.
A distância entre nós era nula. Eu sentia o pau dele rígido contra a minha coxa, e o meu próprio corpo, traído pela adrenalina e pela raiva, respondeu na mesma moeda. Estávamos ali, dois homens suados, se odiando, mas com uma necessidade animal de destruir aquela barreira de uma vez por todas.
— Você tá no ponto para eu te mostrar o quão moleque você é, Caio? — eu falei, a voz rouca, roçando os lábios dele enquanto eu o empurrava contra a parede, a mão dele descia bruscamente para o meu quadril, apertando a carne com uma possessividade violenta. — Agora quero ver se aguenta o tranco, porque eu vou te calar do jeito que eu devia ter feito desde o primeiro dia, afinal é isso que você sempre quis e não soube pedir!
No momento em que as palavras saíram da minha boca, vi o choque atravessar os olhos dele, mas não dei tempo para reação. Colei meus lábios nos dele com uma violência que não tinha nada de carinho; era uma colisão de dentes e línguas, um embate para ver quem cedia primeiro. O gosto era de fúria e de uma vontade reprimida que explodiu como pólvora.
Caio tentou retomar o controle, as mãos dele subindo pelas minhas costas, apertando meus músculos com uma força bruta, mas eu usei o peso do meu corpo para prensá-lo contra os azulejos frios. O som das nossas respirações pesadas e o choque dos corpos ecoavam no banheiro vazio.
— É isso que você queria, não é? Alguém que não abaixasse a cabeça pra você? — sibilei contra a boca dele, enquanto minha mão descia e agarrava o pescoço dele, sentindo o pulso acelerado sob a pele.
Eu o girei com um movimento brusco, empurrando-o de frente para a parede. O impacto foi seco. Com uma das mãos, mantive os braços dele presos contra o azulejo, enquanto com a outra, puxei o cabelo dele para trás, forçando-o a olhar para o espelho. A imagem era de pura brutalidade: minha pele branca contra o bronzeado suado dele, o contraste de um controle frio contra uma necessidade desesperada.
— Olha pra você, Caio. O dono da faculdade... — sussurrei no ouvido dele, sentindo o calor que emanava do seu corpo musculoso. — Tá tremendo por quê? É o medo de ser descoberto ou o tesão de finalmente ser dominado?
Sem esperar resposta, soltei o pescoço dele e ataquei a nuca com mordidas agressivas, enquanto minha mão descia para o cós da calça dele. Eu não estava ali para ser gentil. Eu queria que ele sentisse o peso da minha mão, a força do meu desprezo transformado em desejo animal. Puxei a calça e a cueca dele para baixo de uma vez, expondo aquela bunda durinha e o pau que ele insinuava nas fotos bater na parede fria.
O pau do Caio estava latejando, babando de uma necessidade que ele vinha escondendo atrás de conquistas vazias. Mas o meu estava ainda mais rígido, pulsando contra a minha própria calça. Eu sentia a largura do meu dote querendo liberdade, querendo marcar aquele território que se achava intocável.
— Você fala tanto de 'macho de verdade', Caio... — falei, a voz saindo como um rosnado enquanto eu abria o zíper da minha calça, libertando meu pau que saltou com violência, pesado e venoso. — Então agora você vai aprender o que um homem de verdade faz com quem brinca com a cabeça dos outros.
Eu o girei com um movimento brusco, minhas mãos grandes e firmes não dando margem para qualquer reação. Com uma pressão constante na nuca dele, forcei Caio a se ajoelhar no chão frio do banheiro.
— Olha pra isso, Caio. Olha o que você estava tão desesperado para ver — sibilei, a voz carregada de uma autoridade sombria.
Livre do tecido da calça, meu pau saltou com uma violência pulsante. A luz fluorescente do banheiro batia, destacando as veias que subiam como cordas pela extensão do meu dote.
Quando ele viu os 19 cm e, principalmente, a largura absurda que superava a dele em todos os sentidos, os olhos de Caio se arregalaram. O brilho de 'hétero top' invencível sumiu, substituído por um choque genuíno. Ele tentou recuar, a resistência instintiva de quem sempre esteve por cima falando mais alto.
Eu não permiti. Fechei a mão com mais força no cabelo da nuca dele, mantendo-o preso ali embaixo, e quando ele tentou desviar o rosto, dei dois tapas secos e estalados na cara. O som ecoou no banheiro.
— Abre a porra da boca e obedece, porra. Você não queria o 'galegão'? Agora aguenta — ordenei, sentindo a adrenalina fluir por cada nervo.
Caio soltou um suspiro trêmulo e, finalmente, abriu a boca. Eu o invadi de uma vez.
O que se seguiu foi uma cena de pura predação. A resistência dele se dissolveu em uma fome desesperada. O veterano, o pegador da faculdade, agora estava de joelhos, segurando minhas coxas com as mãos trêmulas enquanto tentava acomodar a grossura do meu pau na garganta. Ele o saboreava com uma vontade surreal, os olhos revirando enquanto a saliva escorria pelos cantos da boca, molhando sua barba.
O som úmido da sucção preenchia o ambiente. Eu sentia o calor da garganta dele apertando meu dote, e a visão do 'homem de responsa' totalmente rendido e o detalhe mais importante que apesar de estar naquela situação aonde estava totalmente fora da sua zona o pau dele continuava duro feito pedra.
Eu não era mais o aluno aplicado; eu era o dono daquela situação, ditando o ritmo, sentindo a cabeça do meu pau atingir o fundo da garganta dele a cada estocada que eu forçava, enquanto ele se engasgava e continuava, cada vez mais feroz
Sem dar tempo para ele respirar, segurei-o pelo pescoço com uma mão e o arrastei para dentro do box mais próximo. O espaço era apertado, o que só aumentava a sensação de sufocamento e urgência. Forcei-o a ficar de joelhos sobre o vaso sanitário, de costas para mim, em uma posição de total humilhação e exposição.
A minha pica estava completamente ensopada, brilhando com a saliva do boquete que ele tinha acabado de fazer. Eu não pedi licença. Eu não preparei o terreno. Com um movimento bruto e instintivo, posicionei a cabeça do meu pau na entrada do cuzinho dele e empurrei com toda a minha força de uma vez só, mesmo sendo um cuzinho lindo é que eu fiquei com vontade de chupar muito, mas não era o que ele merecia.
Ao sentir a tora rasgando o seu cuzinho, claramente virgem e extremamente apertado, Caio tentou soltar um grito que ecoaria por todo o corredor da faculdade. Mas eu fui mais rápido. Envolvi o rosto dele com a minha mão livre, tapando sua boca com força, abafando o som contra a palma da minha mão.
Senti a resistência violenta do músculo dele tentando lutar contra a minha grossura, mas eu continuei forçando, sentindo a pressão absurda das paredes dele esmagando o meu pau. Quando finalmente senti que tinha enterrado tudo, que meus 19 cm tinham encontrado o fundo dele, não esperei nem um segundo para sentir o tremor que percorria o corpo de Caio.
— Agora você vai sentir o peso de um homem de verdade, Caio — rosnei no ouvido dele, sentindo o suor dele se misturar ao meu.
Sem esperar que ele se acostumasse com a invasão, comecei a bombar forte. Era um frenesi de puro poder. Cada estocada era um golpe seco que fazia o corpo dele chocar-se contra a parede do box. Eu o castigava com a minha espessura, sentindo o aperto surreal que só um cuzinho intocado poderia oferecer, e eu sabia, pela forma como o corpo dele reagia — arqueando-se para receber mais, mesmo com a dor — que lá no fundo era exatamente aquilo que ele tanto desejava e não tinha coragem de buscar.
O som do impacto das minhas bolas contra a raba morena dele era o único ritmo que importava. Eu estava possuindo o "hétero top" da faculdade, quebrando cada rastro da sua arrogância a cada estocada brutal, transformando o seu ego em pura submissão sob o meu domínio.
Sentir o corpo do Caio entrar em curto-circuito foi o troféu que eu buscava. Ele começou a estremecer sob o meu peso, os espasmos musculares eram violentos e rápidos, denunciando que ele tinha chegado ao limite. O 'hétero top' desmoronou: vi, pelo ângulo por cima do ombro dele, quando ele liberou três jorradas fartas e densas de leite, que atingiram a parede do box com força. O corpo dele amoleceu, a resistência deu lugar a um tremor de puro esgotamento.
Mas eu ainda não tinha terminado.
A pressão do meu pau era insuportável, chegava a doer, o prazer acumulado em meses de desdém estava pronto para explodir. Com um movimento bruto, arranquei meu pau do cuzinho dele, que continuava latejando pelo impacto da grossura da minha madeira, e o segurei pela nuca com uma força renovada. Puxei o rosto dele para trás, forçando-o a olhar para mim enquanto eu exibia meu dote pulsante e coberto pela mistura de saliva e lubrificação natural.
— Abre — ordenei, a voz num tom que não permitia dúvida.
Encostei a cabeça do meu pau na boca dele, forçando a entrada, e no segundo em que ele abriu, eu descarreguei. Foram jatos pesados, quentes e intermináveis. Eu o inundei, jorrando por todo o rosto, no nariz, nos olhos e dentro da boca, deixando em um estado de humilhação absoluta. O veterano intocável agora não passava de um corpo trêmulo e marcado pelo meu sêmen, exatamente como a putinha que ele tentava esconder atrás daquela pose de academia.
Respirei fundo, sentindo a adrenalina baixar lentamente, mas mantendo o olhar frio. Com calma, subi o cós da minha calça e fechei o zíper, recompondo minha armadura de atleta aplicado enquanto ele continuava ali, ajoelhado e sujo.
Aproximei dele uma última vez e dei dois tapinhas secos no seu rosto, agora banhado de leite.
— A partir de hoje, você vai ser minha puta para quando eu quiser — sentenciei, sem um pingo de remorso.
Virei as costas e saí do box, deixando no silêncio do banheiro, sabendo que a hierarquia daquela faculdade tinha sido permanentemente reescrita pela minha mão.
Ao chegar em casa, o silêncio do meu quarto parecia amplificar cada pensamento. Depois de toda a adrenalina no banheiro e do peso das aulas, o banho quente e o jantar tinham servido para baixar a guarda, mas a sensação de domínio ainda vibrava sob a minha pele. Eu estava deitado, o corpo relaxado, sentindo o conforto dos lençóis, quando o celular vibrou na mesa de cabeceira.
Era uma notificação de áudio. Do Caio.
Apertei o play e a voz dele preencheu o quarto, mas não era o tom arrogante de quem comandava o pátio da faculdade. Era uma voz rouca, baixa, quase um sussurro quebrado pela respiração pesada:
"Puta que pariu, Diego... eu passei o caminho todo tentando entender o que aconteceu hoje. Mas a verdade é que... aquela foi a experiência mais gostosa que eu já tive na minha vida. Eu nunca senti nada nem perto daquele peso, daquela força."
Houve uma pausa longa no áudio, onde só se ouvia o som dele engolindo em seco, antes de ele continuar com uma entrega que selava o destino dele:
"Você me quebrou, galego. E quer saber? Eu não quero mais ser o 'pai' de ninguém. A partir de agora, eu sou o seu brinquedo. Sou o que você quiser, na hora que você quiser. É só chamar que eu vou estar lá... pronto pra ser sua puta de novo."
O áudio terminou e o silêncio voltou, mas agora carregado com a promessa de um controle absoluto. Sorri para o teto, sentindo o poder de ter transformado o maior ego da faculdade em um brinquedinho à minha vontade.
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Comentários (2)
Eu: Bem gostoso
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