#Assédio #Incesto #Teen

Pecado e submissão entre irmã e irmão!

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Aninha

Eu tinha 17 quando a coisa realmente explodiu, mas a semente já estava plantada havia muito tempo. Era o começo dos anos 80. A casa não era grande, mas cada um tinha seu quarto, silenciosa durante o dia quando nossos pais trabalhavam fora e a empregada ia embora. Não tinha celular, não tinha internet. O que acontecia entre nós ficava preso nas paredes, no escuro dos quartos, no medo constante de um barulho no corredor ou de um carro chegando mais cedo na garagem.
Meu irmão me espiava desde que eu era mais nova. Eu sabia. Ele ficava atrás da porta do banheiro olhando pelo buraco da fechadura enquanto eu tomava banho. Eu demorava mais tempo, ensaboava o corpo devagar, virava de lado, deixava ele ver minhas coxas grossas, minha bunda grande, meus seios. Em vez de trancar a porta, eu deixava entreaberta de propósito. Gostava daquela sensação de ser observada por ele. Me excitava.
À noite era o momento mais perigoso e mais viciante. Eu deitava na minha cama, de camisola azul curta ou só de calcinha, e deixava a porta encostada. Quase todas as madrugadas, por volta das uma da manhã, eu ouvia os passos leves no corredor. Ele entrava devagar, e ficava ali, parado, me olhando enquanto eu fingia dormir. Eu sentia a respiração dele ficando mais pesada. Depois vinha o som quase imperceptível: o movimento da mão dele se masturbando.
Eu ficava imóvel, de bruços ou de lado, com a bunda ligeiramente empinada. Sentia quando ele se aproximava mais da cama. Ouvia o ritmo acelerando. E então vinha o momento que eu mais esperava e mais temia: ele gozava em cima de mim. O calor do sêmen caía nas minhas coxas grossas, na bunda, às vezes escorrendo até a entrada da minha buceta. Eu permanecia quieta, sentindo aquele líquido quente, pegajoso, proibido escorrendo pela pele. Não me mexia. Não dizia nada. Apenas deixava acontecer, sentindo o corpo quente e a mente cheia de culpa e excitação.
Sim, eu também me masturbava pensando nele. Muitas noites, depois que ele saía do quarto, eu ficava acordada, com o sêmen dele ainda na pele. Enfiava a mão na calcinha e me tocava devagar, imaginando o pau dele entrando em mim, imaginando ele me fodendo de verdade no quarto dos nossos pais. Eu gozava pensando no meu próprio irmão. Era errado, era pecado, mas era o que mais me excitava naquela época.
Teve o episódio da espinha foi o começo consciente. Eu chamei ele para o quarto dos nossos pais com a desculpa de uma espinha na bunda e pedi para ele examinar pois estava doendo. Quando ele entrou, eu já estava de bruços na cama grande. Sem dizer nada, segurei a saia curta e ergui tudo até a cintura, deixando minha bunda e minha buceta completamente expostas para ele. Eu queria que ele olhasse. Queria que ele desejasse. Eu já não era virgem, já tinha transado com outros garotos, já sabia o que era putaria, sêmen quente escorrendo, a sensação de ser usada. Mas com meu irmão era diferente. Era o proibido máximo.
Ele subiu na cama, montou por trás de mim. Senti o peso do corpo dele, o calor da pele, e depois o pau duro pressionando entre minhas coxas. A cabeça grande, redonda como um cogumelo, roçava contra minha buceta molhada. Ele começou a se mover, simulando penetração. Eu fiquei imóvel, de bruços, sentindo cada movimento. A cabeça grossa pressionava minha entrada, abrindo-me devagar. Eu imaginava ele me fodendo de verdade ali, na cama dos nossos pais. Imaginava ele enfiando tudo, gozando dentro de mim. O medo de serem descobertos, o pecado, a culpa – tudo se misturava com um tesão que me deixava molhada, tremendo.
Ele gozou entre minhas coxas e na minha bunda. Senti o jato quente, grosso, escorrendo pela pele. Fiquei ali, sentindo o sêmen dele marcando meu corpo, dividida entre a vergonha profunda (“isso é pecado, ele é meu irmão”) e a curiosidade insaciável (“quero sentir ele dentro de mim de verdade”). Eu já sabia o que era putaria, mas com ele era algo mais forte, mais perigoso.
A partir daquele dia, a dinâmica se estabeleceu. Quando tínhamos a casa só para nós, eu deixava sinais: porta entreaberta, camisola azul curta, deitar de bruços com a saia erguida. Até que veio a primeira penetração– buceta, cu, às vezes os dois no mesmo dia. Eu me tornará, obediente, submissa, recebendo ele em silêncio, gemendo abafado contra o travesseiro. O medo de os pais chegarem, de sermos pegos, tornava cada estocada mais intensa. Eu gozava pensando no pecado, na culpa, na excitação de estar sendo fodida pelo meu próprio irmão na casa onde crescemos.
Naquela época, meu irmão trazia fitas VHS escondidas. Filmes como Taboo (1980) e Taboo II (1982) eram os que ele mais via em segredo. Taboo contava a história de uma mãe solitária que acaba se envolvendo sexualmente com o próprio filho, explorando o desejo reprimido e o incesto de forma erótica e intensa. Taboo II ia mais longe, mostrando incesto entre o pai e a filha, e também entre a irmã e o irmão, criando uma teia de relações proibidas dentro da mesma família. Assistir aqueles filmes com ele, em silêncio, no quarto escuro, era como ver nossa própria realidade na tela. Aquilo normalizava o que a gente fazia. Fazia parecer menos errado, mais natural, mais excitante. Depois de assistir, o tesão ficava ainda maior. Ele me fodia , e eu me entregava imaginando que éramos os personagens.
Eu me tornei uma pervertida dentro de casa. Obediente, submissa, sempre pronta para receber ele. Dividida entre a culpa (“isso é pecado, ele é meu irmão”) e a curiosidade insaciável. O tesão pelo proibido era mais forte que o medo. Eu sabia que era errado. Sabia que era pecado. Mas não conseguia parar de querer.
Essa foi a minha realidade por vários anos. Um segredo sujo, viciante e profundamente íntimo, vivido no escuro do quarto dos pais, com o coração sempre acelerado e o corpo sempre pronto para ele.

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