Eu e o meu pai
eu e papai .
desde que me conheço por gente que moramos naquele sitio , eu via meu pai sair cedo para roça , ia cuidar das coisas e mamae ficava cuidando da casa e suas obrigações , lavar cozinhar e cuidar da casa e das criações , eu como sempre levantava mais tarde mas sempre acordava cedo , ficando na cama até mais tarde , eu sempre ouvia la do quarto mamae conversando com os cachorros , com as galinhas , ia no xiqueiro levar comida para os porcos falando sozinha , as vezes me confundia quando falava com os bichos ou com papai .
no sitio sempre teve gente de fora trabalhando la , ou ajundando papai ou fazendo alguma coisa em casa , sempre foi assim até chegar aquele homem mau encarado , não sei explicar mas desde a primeira vez que olhei ele ja não gostei , eu via ele ali no decorrer do dia andando pra la e pra ca , depois vi ele batendo estaca no chão e depois esticando uma linha , no começo ele era calado depois ouvi alguma coisa entre ele e mamãe , normalmente coisas bobas como - vem tomar o café - ah ja vou obrigado , o almoço ja esta pronto se quiser pode almoçar ah- obrigado , eu vi assentar os primeiros tijolos ali depois de quase duas semana e a intimidade entre eles ja tinha crescido bastante .
minha repulsa a respeito do homem não mudou nada esse tempo , ja mamãe parece que que a intimidade aumentava , ja passava tempo la na obra conversando com ele , com o aumento das temperaturas ele começou trabalhar la só de calção tipo futebol , aqueles azuis com listas do lado , um dia ouvi ele pegar o café e minha mãe falar – senta ai homem coma primeiro mas mesmo assim ele saiu arrastando os pés la para obra e logo eu fui até la mesmo não gostando dele eu fui , chegando junto ela parou de falar e ele comia o pão e bebia o café , foi instintivo , meu olhar foi direto no meio das pernas dele , talvez para desviar do seu olhar e vi a ponta do seu negocio saindo pela perna do calção , pelo jeito estava mole mas me pareceu algo descomunal de grande , nunca tinha imaginado , nem pensado , nem tinha curiosidade em saber tamanho dessas coisas mas ja sabia que são moles e endurecem e ficam maiores e foi isso que imaginei na gora ou percebi , estava com a cabeça exposta e um parte de fora eu fiquei parada sem dar demostração do mau estar e voltei para dentro de casa , ele me olhava de um jeito estranho , parecia que queria ver minha alma ou me despia com o olhar .
logo as paredes subiram e ficou parecendo mais um labirinto de paredes , logo mamãe começou a querer melhorar sua imagem e começou soltar os cabelos que antes era só no kok , subiu a barra dos vestidos ,uma tarde depois do banho e não entendia porque ela tomou banho mais cedo que de costume , soltou os cabelos e eu sentada na mesa lia um livro e percebi ela sumir , sai e rodei a casa e nada ai fui la na obra mesmo com medo do homem e na entrada da porta trombei em uma lata e fez um barulhão e logo ela apareceu muito sem graça e logo atras ele , ela muito sem graça falou , olha como esta ficando a obra filha! É ja esta quase pronta ai o homem apareceu e novamente eu vi um volume enorme dentro do short , mesmo com a camisa por cima eu percebi um molhado ali na frente , era comum as vezes eu via meu pai assim quando ia no banheiro e as vezes aparecia aquela marca de xixi ali mas onde ele tinha feito esse xixi e ja fazia um bom tempo que mamãe estava ali .
bom eu nunca imaginei que papai fazia sexo com mamãe mas era lógico que fazia se não como que eu teria nascido mas essas coisas nunca me passaram pela cabeça e muito menos minha mãe com aquele homem , e porque ela faria isso se tinha papai ali ?
pouco tempo depois ela fugiu com ele , desapareceram num passe de magica , papai ficou mau , não comia , não dormia , só falava em ir atras e matar ela e ele , durante uns 3 meses foi essa luta , a roça toda abandonada e eu fazia oque podia , de uma hora para outra passei ser dona de casa meio que na marra , lavava , passava cozinhava , tudo meio no improviso e na lembrança de como mamãe fazia aos pouco fui conversando com ele e aos pouco ele foi retornando ao normal , as vezes a noite eu ouvia a cama balançar e ouvia ele gemer baixinho , ouvia ele chorar e se perguntar porque mamãe tinha feito isso .
eu sempre fui muito medrosa de chuva forte , temporal eu morria de medo , quando mamãe estava la com a gente e chovia forte com estalos e relampagos ela mesma ia la me pegava e colocava na cama com eles e agora sem ela eu ia ser obrigada e engolir o medo , naquela tarde o céu escureceu e começou um vento forte e o dia virou noite do nada e como ja era tarde e começo da noite ele foi para a cama e me chamou – vem filha deitar aqui com papai , você tem medo , vem deita aqui junto do papai , e eu de pijaminha de algodão fino fui deitei encostada na parede e abracei ele por traz , bem encostada nele e dormi , acordei com a bexiga cheia fui levantar com cuidado para não acordar ele mas ele levantou rápido e pegou o lampião ascendeu e fui e seguida por ele atras , fiz meu xixi e sai e em ele entrar percebi seu negocio duro , quando voltou percebi mesmo a luz do lampião dava para ver uma marca no calção mas ja seca a mesma marca que vi no homem , voltei e deitei encostada de frente para parede e as costas para papai ,, so vi ele deitar mas não encostou em mim , só deitei de volta na cama dele porque o temporal tinha acabado mas ainda chovia forte , acordei na madrugada com um peso encostado em mim , percebi uma mão no meu seio e apertava , alisava apertava o bico , fui me mexer ouvi ele falar meio enrolado o nome de mamãe , eu ainda chamei achando que ele estive-se acordado , ou achando alguma outra coisa foi instinto puro , chamei ele mas nada ele amassava meu peito e só ai percebi algo pontudo encostado no meu rego da bunda , fiquei quieta tentando entender oque acontecia ali , foi rápido e ele ja beijou meu pescoço e a outra mão entrava dentro do meu short pela bunda e um dedo aspero ja desceu pelo rego chegou na porta do meu cuzinho e acariciou ali me arrancando um gemido de boca fechada e continuou descendo ate chegar na minha vagina que a essa altura ja estava toda molhada , quando senti que o dedo ia entrar ali eu forcei o corpo para me levantar e ele acordou todo descabriado , todo envergonhado , pedindo perdão , ficou acanhado uns dias .
eu fiquei tentando entender oque ele tentava fazer aquela noite – será que é isso mesmo ? ele ia me comer sonhando com mamãe ? cheguei a conclusão que o sexo para mim virgem e adolescente morando naquele fim de mundo não tinha importancia nenhuma mas para ele aquilo era motivo de vida ou morte , e pensei ja que é tão importante para ele vou ajudar meu pai que é motivo até de estar viva até hoje , o problema agora era seduzir ele a ponto de ele aceitar a fazer comigo .
comecei a usar mais saia em casa , a tarde tomava banho e colocava meu pijama de algodão fininho , puxava o short do pijama até aparecer a rachinha da buceta , passei a deitar com ele , cada dia uma desculpa diferente , percebia ele engolindo em seco em situações como por exemplo sentava de frente para ele e abria as pernas sem querer , abraçava ele apertando os peitos e a noite dormia abraçada pelas costas , uma noite me deitei e logo fingi que dormia pesado , logo percebi ele mexendo no negocio e depois fingi descer a mão por cima do seu corpo , ele parou , ficou quieto imaginando que eu acordaria , ressonei e me mexi colocando a mão em cima do seu pau , estava duro como pedra ouvi ele gemer de boca fechada , ele com calma e lentamente pegou minha mão e retirou dali colocando em baixo atras dele entre eu e ele e alisou minha buceta por cima do short como se fosse sem querer , voltou a chacoalhar o pau como fazia antes e senti ele fazendo ai fingi que tinha acordada , ele parou , respiração meio pesada , ronquei novamente e logo ele voltou fazer novamente , ai me virei de costas para ele e falei como se fala-se dormindo – vem papai me abraça – oi filha ? me abraça forte estou com medo e voltei a roncar ai senti ele se virando na cama e logo algo pontudo encostou na minha bunda , levei minha mão para traz e peguei a sua trazendo para me abraçar coloquei em cima do meu peito , ele ficou paradinho acho imaginando algo ou esperando o tesão diminuir , eu forcei a bunda no seu pau , ouvi um gemido abafado e sua mão apertou meu peito ai levei a mão para traz e segurei seu pau encaixando ele na buceta mas por cima da roupa e por traz , como ele estava imóvel eu empurrava a bunda e aliviava a pressão , sentia ele apertar meu peito e nesse jogo de gato e rato senti ele roncar um gemido rouco se esticar na cama e as gorfada uma duas trez quatro e um monte mais bem ali no meio da minha pernas na boca da buceta que a esse a ponto pegava fogo e tremia , vi ele levantar as pressas ascender o lampião me chamar pedindo perdão que aquilo não era certo e fiz que acordei e fiz de me interar do assunto , de pé com short todo melado , um cheiro de agua sanitaria tomou conta do quarto e só ai percebi ele com o calção meio arriado e seu pau ainda duro balançando . fui me limpar me fazendo de intendida no assunto , não era burra mas desse assunto não entendia nada – oque o senhor ta falando papai ? isso não é certo oque ? vem deitar vem ? não filha , não , as vezes filha eu imagino que estou doido – porque papai ? quase fiz coisa com você que é completamente errado , coisas que fazia com sua mãe – pai o senhor esta falando sexo ? sim é isso mesmo – pai veja bem , nesse mundo só existe eu e o senhor e se o senhor precisa tanto assim disso eu assumo o pecado pai , pode fazer oque quiser , desde que sirva para o senhor melhorar , ficar mais feliz mais calmo e se sentir melhor oque que tem , vem , vem , não filha isso é errado , e pecado e perigoso e tudo que não pode acontecer – pai ? ja é a segunda vez que quase acontece , ia acontecer com o senhor dormindo e sonhando e ai não é pecado ? ai não é errado ? vem pai , vem , só faz com cuidado que nunca fiz isso , vem , vem curar dessa doença maldita , vem , levantei e fui até ele abracei ele por traz e beijei sua orelha falando baixinho no ouvido dele vem paizinho vem , abaixei a mão até seu pau ja estava em riste , na hora me lembrei da visão dentro da obra e mentalmente comparei , aquele era seguramente 3 vezes maior que o do meu pai , segurei no meio e fiz um movimento puxando para traz fazendo aparecer a cabeça cor de rosa – vem pai , o senhor pode não querer mas ele quer e balancei seu pau no ar , ele ameaçou sorrir , eu voltei para cama e puxei o short do pijama para baixo ficando com a bunda de fora logo senti ele deitando – pai por favor apague o lampião , imagino que não preciso ver seu rosto , senão eu desisto , isso é tão dificil para mim quanto para senhor e acho que no escuro vai ser melhor .
ele apagou o lampião e deitou vindo me abraçar por traz , mordeu minhas costas , meu pescoço e foi me arrumando na cama , me virando de frente se enfiando no meio das minhas pernas , mordendo os bicos dos meus peitos , passando a mão na minha buceta – nossa , ela é tão macia , o cheiro de sabonete chega aqui – vai pai , vai logo acaba logo com isso , sei que vai doer , ele ja pincelava a cabeça cor de rosa fazendo abrir meus lábios ja todo babado e encostar na entrada e em um tranco empurrou para dentro , eu senti um ardor pequeno soltei um gritinho mais de susto doque de dor e ele foi rápido puxando fora na hora de gozar e gozou pedindo perdão , gozou na minha barriga .
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Comentários (2)
Cinquentão RJ: Delicia, conto muito bom, excitante!!! NOTA 5
Responder↴ • uid:w71qy2d1mãe raiz: Maravilhoso!
Responder↴ • uid:1daiccfyhk