Arrumei uma namoradinha no Roblox
Eu sou um homem casado de 45 anos. Minha mulher tem a minha idade, mas sempre tive interesse por meninas mais novas (14+).
Dois meses atrás, entrei no Roblox pra ver o que rolava lá e me deparei com um "jogo" onde você entra numa sala e pode conversar por áudio com uma pessoa aleatória. Numa dessas eu encontrei a Laura. Ela era tão safada e "pra frente" que eu não acreditei quando ela disse ter apenas 14 anos.
Quando entrei na sala, ela já começou a dar em cima de mim. Ela disse que era ninfomaníaca, que só pensava "naquilo" o dia inteiro, que se tocava de 3 a 5 vezes por dia, e que gostava de fazer "GF", que eu não fazia ideia do que significava na hora, mas depois descobri que era "GozoFone", a versão moderna do sexo por telefone.
Antes que eu me empolgasse, ela me lembrou que não podíamos fazer por ali porque o Roblox bloqueia o áudio quando detecta palavras pesadas (coisa que eu nem sabia naquele momento porque não costumo falar palavrão).
Eu comecei a me interessar, mas também fiquei com um certo receio. Afinal, por que eu? "Ela provavelmente tem várias opções", pensei. Ela me disse que fazia isso com todo mundo, e que já tinha dado problema com alguns meninos que ficaram com ciúmes.
No meio da conversa, quando estávamos falando sobre os nossos gostos, eu mencionei que gostava de cuckold, além de incesto (que ela também disse adorar). Ela não sabia exatamente o que era cuckold, então eu tentei explicar sem usar palavras muito pesadas. Ela rapidamente entendeu que comigo não teria problema com ciúmes. Pelo contrário, eu poderia ajudá-la a se satisfazer ainda mais com outros homens.
Depois de mais de 30 minutos ali trocando ideia, eu me convenci de que ela era realmente quem dizia ser. O jeito de falar, os assuntos, etc., era tudo condizente com uma menina de 14 anos. Então eu instalei o Discord e adicionei ela.
No Discord, passamos a fazer o GF quase todos os dias. Ela me contou como perdeu a virgindade. Ela implorava pra eu meter bem forte na bucetinha completamente molhada e no cuzinho (que depois eu fui descobrir que tinha lubrificação natural, coisa surreal, não precisa de gel nem nada). Eu dizia que ia fazer ela dar pra todos os meus amigos, e também pra desconhecidos, magros, gordos, novos, velhos, brancos, negros, lisinhos, peludos, paus grandes e pequenos. E que todos iram comer ela sem camisinha e jogar leite em todos os buracos. E ela queria todos. Pra ela não importava como era a pessoa (ela também queria mulheres, mas essas eu não saberia como arrumar) desde que estivesse fodendo ela com vontade. E isso tudo estava me deixando louco.
Eu não podia ficar apenas na fantasia.
Aos poucos, fomos ganhando mais intimidade. Passamos a trocar fotos, fazer chamadas por vídeo, e falar também sobre coisas mais pessoais. Ela é branquinha, cabelo preto cacheado, corpinho perfeito, peitinho pequeno e bucetinha rosa com grandes lábios volumosos.
Ela me falou sobre a mãe dela, que a teve com 16 anos. A mãe, que também não era uma santa, sabia que a filha fazia essas coisas e deixava. Laura sempre teve acesso a pornografia em casa, seja na internet ou da própria mãe que frequentemente levava homens pra transar em casa. Numa das chamadas onde estávamos apenas conversando, inclusive, a mãe apareceu e perguntou se eu era mais um dos namoradinhos dela. Segundo ela, a mãe teria gostado de mim porque eu aparentava ter dinheiro.
Até que, depois de um mês, surgiu a oportunidade de eu viajar pra cidade dela e coincidiria com férias escolares (páscoa). Combinamos que eu alugaria um airbnb e que eu foderia ela todos os dias por alguns dias até levar outros homens. Ela já tomava anticoncepcional, mas como eu queria que vários caras comessem ela sem camisinha, levei comprimidos de PrEP que eu já tinha. Eu também pediria exames dos caras. Assim, teria menos risco de dar qualquer merda. Eu tinha que cuidar bem do meu bebê.
Também levei Tadala, porque com a minha mulher mesmo eu só aguento uma por vez, e com a Laura eu queria aproveitar ao máximo. Mas nem precisou. Só de ver aquele corpinho pequeno de 14 anos, aquela bundinha maravilhosa, meu pau ficava duro como pedra. No primeiro dia que eu cheguei, mesmo cansado da viagem, acabei leitando ela 6 vezes. Sinceramente, eu não faço ideia de quantas vezes ela gozou. Ela também disse ter perdido as contas. Nesse primeiro dia, eu estava mais focado no meu desejo. Depois de um mês de sexo virtual, eu só queria explodir tudo nela.
Foi definitivamente o melhor dia da minha vida. Fizemos de tudo, em todos os cômodos, em todas as posições. Eu estava incansável, e ela completamente submissa, aceitando tudo sem reclamar. No final, ela já estava toda molinha e acabou dormindo com minha porra dentro dela.
No dia seguinte, transamos mais uma vez de manhã, alternando entre cu e buceta. Eram apertadinhos, deliciosos, mas não era difícil de penetrar. Apesar da pouca idade, dava pra ver que ela tinha bastante experiência sexual. Depois conversamos um pouco. Eu disse a ela que era a primeira vez que eu tinha comido um cu com lubrificação natural, e que foi maravilhoso. Ela ficou surpresa pois achava que isso era normal.
Nesse dia ficamos mais tranquilos. Ela estava meio dolorida nas pernas e no ânus. Eu disse a ela que era normal. Ela nunca tinha dado tanto o cu em apenas um dia. Ficamos namorando, nos beijando. Nos chupamos muito. Fiz ela colocar meu pau quase todo na boca, e chupei muito o cuzinho dela até ficar dormente pra melhorar a dor. E metemos mais um pouco.
Antes de dormir, eu publiquei um anúncio no classificadosdegraca dizendo que eu estava procurando um homem para comer minha namorada novinha. Também entrei no Tinder e no Badoo da cidade com um perfil de casal. Os dias seguintes foram extremamente intensos, mas vou deixar pra contar no próximo relato.
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