#Gay #Teen

Minhas Estórias - 2

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Call

Agora com os meus 55 anos de vida, resolvi compartilhar minhas gostosas estórias da minha adolescência, tempos bons.

Isso já estava se tornando uma rotina entre nós nas nossas tardes, quando estávamos sozinhos em minha casa, um dia pegamos uma revista que havia cenas de sexo anal, o cara comia o cu da mulher, naquela época era muito difícil encontrar revista que tratava sexo entre homens.
Carlinhos – Será que não dói enfiar um pinto grosso assim no cu dela?
Eu – Só temos duas maneiras de sabermos, perguntando para uma mulher que já levou na bunda ou experimentar um pinto na bunda, se você deixar eu enfio em você, aí saberemos se dói ou não (risos).
Carlinhos – Você está louco, isso é coisa de veadinho.
Quando ele se levantou para beber água, já que ele estava pelado, dei um tapa na bunda dele que na hora ficou puto da vida, me desculpei pela atitude.
Na cozinha, comendo um lanche para reforçar o café da tarde, ele passou por detrás de mim e deu um tapa na minha bunda,.
Eu – Agora é você que me deve, pois seu tapa foi no rego e não na popa.
Carlinho – Mas você me deve uma relada no pinto, que relei no seu sem querer.
Eu – Vou lhe pagar a relada no pinto, mas você terá que me pagar o tapa no rego da bunda.
Carlinho – Você poderia pegar no meu pinto, ao invés de relar, né?
Eu – Se você pegar no meu, eu pego, pode ser?
Essa conversa deixou os dois bastante excitados com os pintos, parece que mais duros ainda.
Terminamos de lanchar rapidamente e voltamos para o quarto, ele folheando a revista e como estávamos bem próximos um do outro, ele perguntou se eu não iria pegar no pinto dele, então levei a mão ao pinto fiquei segurando um pouco, como havíamos combinado, ele deixou a revista de lado ficou olhando, eu com o pinto dele na minha mão.
Carlinho – Já que você está pegando o meu pinto, bate uma punheta pra mim que depois eu bato pra você.
Eu – Então já pega no meu assim a gente bate uma punheta pro outro.
Dias depois, na escola ele perguntou o que tinha achado da nossa última brincadeira, respondi que havia gostado e que poderíamos fazer algumas coisas a mais, caso ele topasse. Logo após o almoço, assim que todos saíram para trabalhar, ele apareceu com os cadernos e livros, sentamos para estudar já que não tínhamos tarefas para fazer, então tínhamos mais tempo para brincar.
Carlinhos – O que você está pensando em fazer diferente?
Eu – Ficarmos de pé pelados, um batendo pro outro e passando a mão na bunda do outro, o que acha?
Carlinhos – Legal, podemos experimentar sim...
Já foi tirando o short e a camiseta, ficando peladinho e o pinto já duro, já encostou em mim pegando no meu pinto, peguei no dele e ficamos assim um tempo, um punhetando o pinto do outro, como estávamos de frente um para o outro, puxei o corpo dele para se juntar ao meu, soltei o pinto dele que encostou no meu, assim ele fez também e ficamos um relando no pinto do outro, com as mãos livres comecei passar a mão na bunda dele que foi passando na minha, assim ficamos por um bom tempo, até que voltamos bater a punheta até gozarmos. Ficamos um tempo descansando e fomos lanchar, foi quando surgiu a ideia de um brincar na bunda do outro.
Carlinhos – Mas sem colocar dentro, né?
Eu – Você quem sabe, se quiser experimentar, um come o outro.
Carlinhos – Seu pinto é mais grosso.
Eu – Mas o seu é maior, estamos empatados.
Carlinho – vamos brincar, mas sem penetrar.
Propus da gente sarrar, pincelado o pinto na bunda do outro, um brincava um certo tempo aí era a vez do outro e assim por diante. Tiramos par ou ímpar para ver quem começava brincar na bunda do outro, o Carlinhos ganhou.
Carlinhos – Vira e debruça na mesa e abre a bunda, assim vai ficar legal pra pincelar a sua bundinha.
Debrucei na mesa arrebitei a bunda, abri bem as pernas e ele colocou a cabeça do pinto na portinha e começou pincelando o pinto na bunda, e logo movimentou o pinto pra cima e pra baixo, por um bom tempo.
Carlinhos – Posso ficar brincando assim até gozar?
Eu – Pode, mas depois na minha vez você terá que deixar também, ok?
Carlinhos continuo logo dando sinal que iria gozar, pois sua respiração ficou mais ofegante, até que gozou, deixou a portinha do meu cuzinho e o rego, todo melado.
Fui ao banheiro me limpar e foi a minha vez de brincar na bunda dele, da mesma forma que ele brincou na minha. Perguntei ao Carlinhos o que achou da nova brincadeira, que afirmou que gostou muito e podemos brincar mais vezes assim.

Continua...

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