As sobrinhas da minha esposa estão me tentando.
Capitulo 1
Minha esposa Karla tem um irmão viuvo que estava falido e sem condição de criar ou educar as filhas, então recorreu a irmã que sempre teve bom coração, ela mandou um dinheiro para ele comprar as passagens das sobrinhas e ainda deu uma ajudinha, para ele manter a casa e algum mercantil por pelo menos dois meses.
Foi decidido por Karla que as meninas iam ficar morando com a gente por um tempo, mesmo a casa e o dinheiro sendo meus, o problema é que eu não estava muito contente em ter que criar os filhos dos outros, principalmente por ja estar bem acostumado a uma vida sem filhos.
Karla por outro lado, nunca superou o fato de não conseguir engravidar e acabou se apegando a essas meninas.
Eu tentei dissuadir ela disso, mas como sempre ela ganhou as discussões dentro de casa, eu me calei, só quem é casado a mais de 10 anos entende isso.
As garotas chegaram e na primeira noite eu vi o tamanho do problema, elas tinham a mania péssima de andarem praticamente peladas dentro de casa e o pior eram muito bonitas as danadas, me olhavam com um certo ar de provocação e aquele risinho arteiro, querendo me provocar as diabinhas. Outro habito que percebi é que sempre que Karla não estava presente me chamavam de titio Roberto, ate ai nada demais, mas era algo no tom sensual insinuativo desse titio.
Thais e Thamiris estavam na casa dos 15 e 17, diferente de minha esposa Karla que ja beirava os 43 e eu que sou 6 anos mais velho que ela.
Trabalho numa empresa financeira, mas hoje em dia tenho um horario mais flexível, quase nem vou la, resolvo muita coisa de casa. Eu fiz dinheiro na compra e venda de ações e com o tempo me tornei um acionista grande na própria empresa que trabalho, alem de investimentos a longo prazo.
Karla graças a mim tambem tem um negocio, ela é dona de um salão de beleza em nossa cidade, mas resolve a parte prática por telefone e a parte de contratos e finanças dela quem toma de conta sou eu, ela é mais do lar cuidando da nossa casa e de mim.
Com a chegada das meninas, nossa dinâmica mudou bastante.
Eram quase duas da manhã, eu tinha levantado para beber água na cozinha quando ouvi risinhos abafados vindos da sala. Caminhei devagar e parei no meio da escada Thamiris estava completamente pelada, de costas para mim, no vão que dá para a cozinha, o cabelo longo e escuro molhado caindo até a cintura. O corpo dela era uma provocação ambulante: pele clara, cintura fina, quadril largo e uma bunda redonda, empinada, que balançava levemente enquanto ela ria de algo que a irmã falava. Os seios grandes e firmes ficaram visíveis de lado quando ela se virou um pouco.
Thais, também estava nua, estava sentada no sofá com as pernas cruzadas, o corpo mais tatuado, mas tão belo quanto o da irmã, com coxas grossas, uma bunda redonda e impressionante, mas aquele sorrisinho safado sempre no canto da boca.
Eu entrei na sala e disse:
— Vocês não deveriam estar dormindo?
Ela não fez nenhum movimento para se cobrir. Pelo contrário. Virou o corpo lentamente na minha direção, deixando que eu visse tudo: as tetinhas que desafiavam a gravidade, a barriga lisinha, a buceta depilada e aquele sorrisinho de... tom arteiro, muito similar ao jeito daquela Suelen da novela Avenida Brasil.
Thais deu uma risadinha baixa, mordendo o lábio.
— A gente costuma dormir sem roupa em casa, titio. Espero que não se importe... Tá calor hoje, né?
— Meninas... aqui em casa a gente se veste, por favor — falei, a voz mais rouca do que eu gostaria.
Thamiris deu um passo mais perto, os seios balançando levemente.
— Mas titio... a gente tá em família, não tá? Tia Karla disse que aqui a gente podia ficar à vontade. — Ela inclinou a cabeça, fingindo inocência. — Ou o senhor tá desconfortável com a gente?
O jeito como ela disse "o senhor" foi quase obsceno. Thais se levantou devagar, virando de costas e se alongando. Aquela bunda grande e empinada ficou a menos de dois metros de mim.
— Boa noite, titio... — sussurrou Thais, olhando por cima do ombro com um sorriso safado.
Elas foram no sentido do quarto que Karla me fez mobiliar para elas, rebolando sem pressa, sabendo exatamente que eu estava olhando.
Eu senti o sangue ferver. Meu pau reagiu imediatamente, endurecendo dentro da cueca. Desviei o olhar, apertando o copo de água com força.
Voltei para o quarto com o coração disparado. Karla dormia profundamente. Deitei ao lado dela, mas o sono não veio. Só conseguia pensar naquelas duas diabinhas andando peladas pela minha casa como se fosse delas.
Não aguentei, e sem dizer uma palavra, puxei a camisola de Karla para cima, expondo aquela bunda madura e macia que eu conhecia tão bem. Karla murmurou algo sonolenta, mas não acordou e então com uma estocada firme, entrei de uma vez, sentindo o calor apertado da buceta da minha mulher.
— Humm... Roberto...
Ela gemeu gostoso e eu soquei sem dó.
As imagens das duas diabinhas peladas não saíam da minha cabeça — Thamiris virando o corpo devagar, mostrando os seios grandes e a bunda empinada, Thais se alongando de costas com aquele bundão e o olhar safado por cima do ombro.
Fuzilei a buceta gorda de Karla sem trégua, estava possesso e apertando a pansa macia da minha esposa que gemia baixinho aguentando o tranco, quando a vontade veio, afuntei a rola com gosto até o talo e leitei Karla sem pensar em nada só visualizando mentalmente as putinhas das suas sobrinhas.
Na manhã seguinte, desci para a cozinha tentando manter a cara de normalidade. Karla já estava preparando o café, do jeitinho que sempre foi.
— Bom dia, amor!
ela disse, me dando um beijo rápido.
— Bom dia meu bem, eu queria me desculpar talvez eu tenha sido...
Antes que eu terminasse de falar fui surpreendido pelas sobrinhas entrando na cozinha, Thamiris vestia um babydoll preto completamente pelada por baixo e dava pra ver tudo. Os seios grandes balançavam a cada passo, a bunda redonda e empinada bem à mostra. Logo atrás veio Thais, também praticamente nua, num top com aquele dragão da Mulan na frente, os bicos dos peitos duros praticamente furando o tecido e um shotinho indecente que deixava quase 60 porcento da bunda de fora e o semblante ordinario na cara como sempre.
- Bom dia titia!
Disse e uma e depois a outra dando beijinhos no rosto de Karla, Karla sorriu retribuindo o bom dia e perguntando se elas queriam panquecas.
— Bom dia, titio Roberto!
Falaram quase juntas, com aquele tom doce e manhoso.
- Tia tem suco?
Perguntou Thais como quem não quer nada.
- Filha tem na geladeira, você pode pegar?
Thais fez um gesto para Thamiris que levantou e foi direto para a geladeira, abrindo a porta e se curvando para pegar algo lá de baixo. A bunda ficou empinada bem na minha direção, a praticamente um metro de onde eu estava sentado.
Thais sorrindo e me olhando disse:
— Ai, titio... você pode passar o pão pra mim?
Senti meu pau começar a endurecer novamente. Apertei a xícara com força.
— Meninas vocês não acham que essas roupas estam um pouco demais...
— Tem razão tio Roberto, to pensando ate em tirar minha blusinha.
Karla riu baixinho, acenando com a mão.
— Deixa elas, Roberto. São jovens, acabaram de chegar. Na casa delas elas andavam assim o tempo todo, é costume.
- Mas Karla?
- Xiu...
Eu me calei.
E ela continuou
- Elas vão se acostumar com a gente aos poucos, não encrenca!
Thamiris se virou, ainda segurando a jarra de suco e olhando para mim perguntou com vozinha manhosa:
— Quer que eu ponha suco pro senhor tio Roberto?
Praticamente esfregando aquelas tetas na minha cara.
— Olha Roberto como elas são boazinhas ja querem ajudar a tia a cuidar de você seu carrancudo. Lindas da tia.
Falou Karla soltando beijinhos para elas e aprovando tudo que as meninas faziam.
Thais que estava sentada na cadeira ao meu lado, abriu as pernas sem nenhuma vergonha, expondo pra mim aquele bucetão marcado que praticamente estrangulava o tecido do seu shortinho de algodão, e ainda riu baixinho quando me viu desviar o olhar.
— Titio desse tanto ta bom?
Perguntou Thamiris com meu copo quase cheio e eu disse que ja tava era passando.
Karla apenas balançou a cabeça, rindo, mas me deu um chute por baixo da mesa, para me sinalizar que eu estava sendo grosseiro.
- Esta querida obrigado. Eu disse e desviei o olhar para não focar nos peitos dela, provei o suco e sem perceber eu ao passar a lingua nos lábios para absorver o excesso, estava encarnando a buceta de Thais, que me fitou com a vista baixa e mordiscou o labio inferior enquanto abria um pouco mais as pernas para mim.
Eu fiquei calado, o pau latejando dentro da bermuda enquanto as duas diabinhas continuavam se exibindo e Karla então falou:
— Deixa o Roberto, ele é mais velho e tem essas coisas de pudor. Vocês são lindas e daqui uns dias ele nem repara mais.
O dia mal tinha começado e eu já sabia que ia ser muito mais difícil do que imaginei.
Algumas horas depois, eu estava trancado no escritório tentando trabalhar. Quando de repente, uma batida forte de funk começou a ecoar pela casa toda. Aqueles graves pesados, letra de putaria explícita.
Tentei ignorar por uns minutos, mas o volume subiu ainda mais. Suspirei, levantei da cadeira e desci as escadas.
Quando cheguei na sala, parei no batente da porta.
A imagem que vi fez meu pau endurecer na hora, quase dolorido.
Thamiris e Thais estavam só de calcinha fio dental, uma do lado da outra, de frente para a TV grande de LED. Dançando funk de rola na xota pesado e o som estava no máximo.
— Senta, senta, senta na pica do pai...”
Thais, ao lado de Thamiris, dançava no mesmo compasso. As bundas grandes e redondas quicando, e a imagem na tela era a de um marginal tatuado jogando notas de dinheiro no ar. Elas jogavam o cabelo e riam alto, rebolando cada vez mais rápido descendo até quase agachar no chão, depois subindo devagar, rebolando um lado da bunda depois o outro e em seguida o quadril relaxado indo pra frente e pra trás como se estivessem cavalgando algo, só que muito rápido.
As duas safadas, cantavam juntas as partes mais pesadas da música sem nenhuma vergonha:
— Quico Quico com a buceta, Quico Quico com a xereca...
Quando elas perceberam eu estava ali. Thamiris virou o rosto na minha direção, mordeu o lábio e deu uma rebolada mais lenta e caprichada, olhando direto nos meus olhos enquanto a bunda subia e descia. Thais riu alto e disse:
— Vem Titio! Vem dançar com a gente!
Naquele momento, Karla chegou com umas compras, eu esperava que ela fosse falar alguma coisa, mas ela só deu risada.
— Ai, meninas... que animação! — disse ela, sentando no sofá como se assistisse um show normal.
Eu olhei em desaprovação e ela disse:
— Roberto, deixa elas. É da idade!
Thais deu uma risadinha manhosa e rebolou ainda mais exagerado, fazendo uma caretinha com a bunda voltada pra minha direção.
— É verdade, titio... a gente só tá se divertindo. O senhor não gosta de funk? — pergunto Thamiris simulando inocência enquanto o corpo todo brilhava de suor.
Eu fiquei parado, pau latejando, sangue fervendo, sem conseguir tirar os olhos daquela garotas praticamente peladas, dançando funk daquele jeito bem na minha sala.
E o pior, a minha própria esposa ali, assistindo tudo e achando graça.
Engoli em seco, apertei o batente da porta com força até que consegui falar:
— Meninas... baixem um pouco essa música, por favor.
Depois da bagunça do funk na sala, Karla lembrou que já estava na hora de sair para as atividades dela.
— Amor, vou para a aula de yoga e depois spinning. Se der tempo ainda passo no shopping. Qualquer coisa me liga, tá? — disse ela, me dando um beijo rápido na bochecha.
Antes de sair, ainda falou com as sobrinhas, que estavam deitada no sofá:
— Meninas, comportem-se hein. Qualquer coisa falem com o Tio Roberto e não baguncem muito a casa, beijinhos até mais tarde.
Thais sorriu com um ar de ironia e disse:
— Pode deixar, tia!
Assim que a porta da garagem fechou e o carro de Karla saiu, o clima na casa mudou imediatamente.
As duas diabinhas se olharam e deram aquele risinho arteiro. Thamiris se levantou devagar, esticando o corpo, tirando a calcinha e indo para a minha piscina
Thais foi até o som, colocou outra música mais leve, mais sensual e começou a rebolar devagar pela sala, a bunda vistosa brilhando a cada passo.
Eu tentei voltar para o meu trabalho e umas duas horas depois, meu celular tocou. Era Karla.
— Oi amor, tá tudo bem aí? — perguntou ela, voz animada do carro. — As meninas estão se comportando? Quer que eu traga algum lanche pra vocês quando voltar?
Respirei fundo, tentando ignorar o barulho de risadas e música que vinha da sala.
— Tá tudo... sob controle. Elas estão... animadas. Escuta, Karla... você não vai matricular as meninas em alguma escola? Elas não podem ficar o dia inteiro em casa assim. Precisam aprender coisas novas, ter uma rotina, sair um pouco. Não é bom ficarem o tempo todo aqui sem fazer nada.
Karla me ouviu, mas me respondeu de forma leviana:
— Ai Roberto, você se preocupa demais. Elas acabaram de chegar, deixa as coitadas respirarem um pouco. São jovens, bonitas, querem curtir. Daqui uns dias a gente vê isso de escola, por enquanto tá tudo bem. Você tá conseguindo trabalhar?
Nesse exato momento, Thais apareceu na porta do escritório, completamente pelada, encostando logo atrás, sorrindo safada, passando a mão na minha cabeça e deu um beijinho no meu pescoço.
— Tá... tudo bem por enquanto — respondi para Karla, a voz mais tensa do que eu queria. — Só... pensa no que eu falei tá.
— Tá bom, amor. Vou levar Mc pras meninas. Beijo! Te amo.
Desliguei o telefone e Thais roçando os peitos na minha nuca disse:
— Titio tá preocupado com a gente?
— Eu acho que alguem tem que se preocupar num é?
— A gente pode aprender muita coisa aqui em casa também sabia?
Thamiris que entrou sem eu perceber disse:
— É verdade, titio... a gente é boa aluna quando quer...
Continua...
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