#Assédio #Incesto #Teen #Virgem

Mamado pela sobrinha da esposa

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Solepa

Luna foi buscar a calcinha. Acabou mamando e sendo siriricada pelo tio E experimentou seu primeiro orgasmo

Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.

“Entra. Estou no computador.” Falei em resposta à voz vinda da porta.
Aparece Luna, num vestido de alcinhas (estilo jardineira) branco, com flores coloridas. Curtíssimo. Leve e esvoaçante. Sem nada por baixo na parte de cima.

“O que foi? Que cara de espanto é essa?” Perguntou. E continuou: “Parece que viu um fantasma".
“Me assustei contigo. Achei que fosse tua vó”. Respondi. E perguntei: “O que faz em casa essa hora?”
Respondeu que era feriado. Dia do professor.

“Parece bom o filme, hein!?” comentou, olhando na direção do meu pau. Só então me dei conta de que eu estava só de cueca, e assistindo filme adulto.
“Efeito desse vestido tomara que me coma”. Sussurrei entre os dentes, enquanto jogava uma camiseta no colo. E me desculpei, dizendo que sempre fico à vontade em casa.
Ela: “Ã? O que tem minha roupa?”
“Nada!”. Respondi.

“E se fosse minha vó, não teria problema em te ver assim? São íntimos a esse ponto? Por acaso já rolou algo entre vocês?”. Voltou a falar.
“Qual é? Que interrogatório é esse?” Cortei. E falei que não teria problema porque tua vó é adulta.
“Ãhã. Mas o André não é adulto”. Me encarou, com ar de deboche e uma sobrancelha arqueada, e continuou: “Se fez o que fez com ele, com minha vó deve ter sido pior. E se duvidar já pegou até minha mãe, também”.
“Confessa”.
Estranhei a desenvoltura e intimidade, pois nunca conversamos nada tão abertamente. Depois compreendi que tinha a ver com o ocorrido com o irmão.

“Tá tá tá tá tááá”. Cortei novamente, mandando-a parar. E perguntei o que queria ali, além de me aporrinhar o saco.
“Vim buscar minhas calcinhas que você confiscou”. Respondeu.
“Tira aí para fora”. Falou apontando para o meu pau. “Que eu sei qual é a condição”. Concluiu.
“Acho que teu irmão não deve ter explicado direito”. Retruquei. “O que mais tem que fazer?” Balbuciou muito espantada, mas com ar de curiosidade.

Espertinho esse guri. Quer guardar o melhor para ele. Pensei.

“Não é tão fácil assim”. Falei, enquanto me levantava e a virava, deixando-a de costas para mim - não sem antes unir meus lábios aos dela -.
“Nunca beijou de língua?” Perguntei. E acrescentei que precisava ensinar ela e o irmão a beijar.
No mesmo movimento, puxei os lacinhos da alça do vestido, fazendo-o cair aos seus pés.
Se abaixou para pegá-lo, mas a impedi, pisando nele.
Levantou reclamando, enquanto tentava esconder os minúsculos peitinhos com os braços em cruz. “Você me assustou. Poderia ter avisado o que ia fazer”. E continuou quase vociferando: “E agora, o que você vai fazer. Ou o que eu tenho que fazer?” Agitando uma perna nervosamente - mantendo a ponta do pé no chão, batia só o calcanhar.
“Levanta os braços e cruza os dedos sobre a cabeça”. Falei. E sentei para apreciar aquele corpinho angelical.
Babando, analisei cada detalhe. A calcinha era branca. Nem “calçola” nem fio dental. Comportada, mas acentuava o contorno das nádegas, que formavam uma dobrinha no limite da coxa.
Cintura fina. Puxou bem à mãe. Costas largas. Do pai. O peitinho, mesmo minúsculo, dava para ver a lateral, a cada virada que ela dava tentando ver o que eu estava fazendo.

Com uma mão de cada lado, peguei o cós da calcinha, e disse para não se virar.
Fui abaixando lentamente, acompanhando o tecido contornar as nádegas. Dei uma lambidinha no reguinho, e ela andou um passinho para a frente, murmurando: “hummm”. Mesmo poucos e pequenos, seus pelinhos se eriçaram. Das costas à panturrilha.

“Espera”. Falei. E mandei vestir-se.
Perguntou, num ar preocupado: “Fiz alguma coisa errada?”.
“Não. Nada de errado. Só lembrei de outro detalhe”. Falei, enquanto a ajudava a colocar o vestido. E continuei: “Vai buscar uma calcinha usada da tua mãe. A melhor que encontrar. E vem com ela”.
“E a minha?”. Perguntou. Mandei ir sem.

Detalhe: Enquanto a ajudava a vestir-se, aproveitei para dar umas chupadinhas naqueles peitinhos (que cabiam inteiros na minha boca) e bolinar os mamilos com a língua. O que a fez me agarrar pelos cabelos e me empurrar para trás.
“O que foi?”. Perguntei. “Não gostou? Teu irmão não faz isso?”
“Ele nunca me fez arrepiar gostoso assim”. Falou. Sendo que o “gostoso” foi num sussurro.

“Foi difícil encontrar?”. Perguntei no seu retorno.
Respondeu que o cesto estava muito cheio. E precisou tomar cuidado para não ser vista pela avó.
Nota: Estão lavando a roupa na minha sogra porque a máquina deles está quebrada.

“Hummm... delícia de calcinha. Linda linda”. Falei, ao levantar seu vestido.
Linda mesmo. De algodão. Preta, com lacinho na frente e umas rendinhas nas laterais.

A empurrei contra o braço do sofá, e lasquei outro beijo, que foi um pouco melhor.
Me ajoelhei para cheirar a calcinha ainda nela. Tentou me impedir com as mãos, que as afastei, e enfiei a cara entre suas pernas, apreciando a mistura de aromas. Sobressaindo o da fêmea adulta ao da bezerra recém desmamada.
Falei para sentar ali, e tirei a calcinha com a boca.
Cheirei por um tempinho, me imaginando com a cara enfiada nas entranhas da mãe.

Tirei seu vestido. Dessa vez por cima, já que estava enrugado na altura do umbigo.
“Vamos continuar de onde paramos antes”. Falei, fazendo-a subir no sofá e escorar as mãos no encosto.
Lambi seu reguinho de baixo acima, e abri suas nádegas.
Protestou.
Perguntei afirmando: “Teu irmão não falou que é gostoso?”
“Pois vou te mostrar porque ele se apaixonou por beijo Grego”.

Continuei lambendo até enfiar minha cara completamente entre as bandas, e chegar ao orifício rosa. Levei uma mão por entre suas pernas - se assustou, mas não se opôs -, abrindo caminho pelos lábios quentes e úmidos, até encontrar o botãozinho mágico, e dedilhá-lo carinhosamente, provocando-lhe tremores, e extraindo gemidos, tipo: Ãhinnn... uiuiuiiii... úhúhuaauuu... ai ai aaiiiiii.

Passei a introduzir e tirar a língua do cuzinho.
Rebolava. Piscava as pregas. Arqueava o corpo, empurrando a bunda contra a minha cara, ao mesmo tempo que me puxava pelos cabelos contra si.

Salivei um dedo e introduzi no cuzinho, ao mesmo tempo em que aumentei o ritmo do dedilhado no clitóris, fazendo-a pular no sofá.
Iniciei um entra-e-sai com o dedo, indo cada vez mais fundo. Enterrei todinho e continuei o entra-e-sai.
Gemeu mais alto. Dei uma almofada para tentar abafar os ruídos.
Dos gemidos ela passou a gritar: “Aí... ôô... úúú´... a a assssiiimmmm... e gozou na minha mão, gritando ainda mais alto, sem parar de rebolar e saltitar no sofá, até que, ofegante como se tivesse corrido uma maratona, deixou-se cair ajoelhada e com a cara enfiada na almofada.

Sentei do lado e fiquei esperando ela sair do transe.
De repente vira para mim com um sorriso bobo nos lábios, e, com a respiração ainda entrecortada, e a voz um tanto rouca, fala, meio que perguntando: “Eu tive um orgasmo!?”
Sorri e maneei a cabeça afirmativamente.
Ela pulou no meu colo, me abraçou pelo pescoço, e sussurrou “obrigado” no meu ouvido.
Me olhou nos olhos (sem desgrudar do meu pescoço) e falou: “Eu tive um orgasmo. Eu gozei. Obrigado obrigado obrigado”. Em seguida juntou seus lábios aos meus em um beijo doce e apaixonado. Digladiando sua língua com a minha - nem parecia a mesma de alguns minutos atrás -.
Um beijo intenso, juntando com sua xereca quente e molhada em cima do meu pau, O acordou. E ela percebeu. Foi para o lado, arredou a calcinha (dela que eu estava usando), e, sem nenhuma cerimônia, abocanhou-o (como se fosse uma banana). Orientei-a de como fazer, e ela lambeu da cabeça à base. Abocanhou a glande, movimentando sua cabeça num vai-e-vem, enquanto trabalhava a língua ao redor.

Enquanto isso eu acariciava seus peitinhos, brincando com os mamilos durinhos.
Escorreguei minha mão pelo seu ventre em direção à perereca, e, abrindo os lábios, comecei a dedilhar seu clitóris, provocando-lhe tremelicos.
Intensifiquei o ritmo, e ela também com sua cabeça, num sobe-e-desce que esquentou tudo. Emaranhei meus dedos nos seus cabelos, na tentativa de segurar sua cabeça e fazê-la diminuir o ritmo.
Deu um tapinha na minha mão e falou: “Deixa”.
“Não estou me aguentando. Vou me acabar na tua boca”. Respondi.
Ela simplesmente fez o sinal de positivo levantando o polegar.

Enquanto isso sua perereca melava meus dedos que não paravam de trabalhar, sentindo seu botão mais intumescido que antes.
Colocou sua mão sobre a minha e começou a “cavalgar” nelas.

Explodi. E ela logo em seguida. Nossos corpos convulsionaram. Minha mão escapou do clitóris e ela continuou se masturbando. Enchi sua boca e ela engoliu o que pode. O resto escorreu pelos lados.

Escorreguei e fiquei quase deitado, enquanto ela se atirou no sofá e deitou seu rosto nas minhas coxas.

Cheirei e lambi seu néctar que encharcara meus dedos, e ofereci a ela, que saboreou com gosto.

Passado o transe, pendurou-se no meu pescoço e me beijou, misturando nossos gostos e odores.

Conversamos um pouco sobre o ocorrido. Fez algumas perguntas a esse respeito, e ao que se passou com o irmão.
Procurei responder tudo com clareza e sinceridade, e contei até dos detalhes, sobre o irmão.

De repente falou que precisava subir, pois tinha que fazer uma pesquisa para a escola.
Quis as calcinhas. Entreguei somente a que o irmão havia trazido outro dia, e falei que as demais ficariam comigo.

Subiu inconformada.

Comentários (2)

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  • Futchamp: Que delícia irmão , já ouvi muito sobre isso rs , acontece até com mais novas T futchamp111

    Responder↴ • uid:5pmpp5n949j
  • Neto: Excelente continue!

    Responder↴ • uid:3kfd37wq49i