Quase tirei o cabaço da sobrinha da minha esposa
Gozamos juntos Com ela acavalada em mim e roçando o meu pau no seu clitóris
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.
“Pera aí. Tô indo. Só vou vestir uma bermuda”. Gritei, ao ouvir baterem na porta.
Terminando de secar os cabelos, ao sair pelado do banheiro, dou de cara com Luna, que corre em minha direção e se atira no meu colo, acavalando as pernas na minha cintura e os braços no meu pescoço.
Deixei a toalha cair para poder segurá-la. Vestia um top (tomara-que-caia) e uma sainha. Sem calcinha - percebi ao ampará-la pela bunda com as mãos -.
Me escorei na cômoda para me equilibrar.
“Que que é isso, guria?”. Falei quase gritando - pelo susto -. E continuei: “O que tu veio fazer a essa hora? Tua tia está quase chegando. E tua mãe também”. Me interrompeu com um beijo, e falou que estava com saudade. “E com muita tesão”. Continuou. “Quero outra siririca, para gozar como hoje de manhã”.
“Mas tu sabe como fazer”. Falei. Disse que tentou, mas não conseguiu. E me deu outro beijo, enfiando a língua na minha boca, explorando todos os espaços, ao mesmo tempo que escorou um pé na cômoda e outro no gaveteiro, e saltitava no meu colo.
Meu pau, que já estava ereto, atiçou-se ainda mais com o roçar das suas partes íntimas.
Soltou um braço do meu pescoço, colocou a mão para trás, e segurou meu pau, fazendo movimentos de vai-e-vem, entre os lábios e o clitóris. Meu pau invadia os lábios maiores a cada passada, forçando contra os menores. Mandei parar com o “galope”, pois, mesmo tendo o desejo, eu não tinha a intenção nem o direito de tirar sua virgindade. E falei para segurar meu pau somente na direção do clitóris.
Depois de um tempinho nesse roça-roça, ela disse que faltava alguma coisa.
Sem entender, perguntei: “O que está faltando?”. “Bota o dedo lá atrás”. Falou.
Me virei, a sentei na ponta da cômoda, e ela, meio de lado, escorou o pé no gaveteiro, que é mais baixo. Disputando espaço entre meu pau e sua mão, usei seu melzinho para lambuzar meus dedos. Passei o braço pela sua lateral, localizei, e fui logo introduzindo o dedo no seu botão rosa. Deu um pulinho e gemeu um “uuiii”. E foi aumentando o ritmo do roçar do meu pau em seu clitóris, e gemendo cada vez mais alto.
Continuei avançando com facilidade, pois, além da lubrificação, a posição da perna auxiliava na abertura. Num entra-e-sai, fui aprofundando cada vez mais, até enterrar tudo. Em seguida tirei o dedo. Trouxe à boca para salivar, pois queria meter dois. Ela mandou colocar na sua boca. Lambeu e chupou meus dedos como a querer saborear seu próprio gosto. Bem salivados, voltei a introduzir. Lento e direto, dessa vez, sem o entra-e-sai.
Aumentou ainda mais o ritmo dos movimentos do meu pau contra seu clitóris. Me enlaçou com a perna e o braço livres, e juntou nossos corpos e bocas, num beijo ainda mais fogoso que os anteriores, provocando tremores em nossos corpos.
Eu gemia. Ela quicava e gritava. E vez ou outra, escorregava meu pau para seus lábios, me deixando completamente fora de mim.
Anunciei o gozo, e ela aumentou o frenesi.
Explodimos quase no mesmo instante.
Ela gritava (quase urrando). Gargalhava. Lacrimejava. Tentou falar alguma coisa, mas só saíram palavras desconexas.
A sentei numa poltrona e ela desmontou-se para trás. Minhas pernas foram afrouxando até eu ajoelhar no chão. Aproveitei a posição, coloquei suas pernas nos meus ombros, meti a cara naquela perereca quase deflorada, e saboreei a mistura dos nossos líquidos corporais.
Tremendo todinha, tentou empurrar minha cabeça, sem êxito.
Interrompi o ato ao ouvir sua mãe chegando.
Usei a toalha para limpar suas pernas da porra que escorreu.
Fui limpar sua mão, mas ela já havia lambido tudo.
Uni carinhosamente meus lábios aos dela. A tomei no colo. De lado, como uma criança. A levei até a porta, e nos despedimos.
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