A casa da minha avó XXV
Parte 25 da série de contos de mesmo nome. Leia as anteriores.
Oi, me chamo Felipe, estou aqui mais uma vez para relatar os tempos em que morei junto de minha família na casa da minha avó.
Como bem contei no último relato, havia passado o natal junto da família de minha namorada, dos meus primos e da minha tia, numa noite sem limites.
Após assistir o vídeo e encher a boca de Cristiane de porra, tomei um banho e voltei a piscina.
Lá, a coisa continuava movimentada.
As meninas brincavam de derrubar uma a outra nos ombros de Calebe e Henrique.
Henrique levava Gabi enquanto Calebe levava Klésia. Sandra tomava banho de sol com a mãe nas espreguiçadeiras. E conversavam sobre a noite anterior, pelo que pude entender, até a conversa cessar quando minha prima me percebeu.
— Já disse que não precisa ficar com vergonha — falei. — Todo mundo aqui já viu e fez de tudo com todo mundo.
Sandra não respondeu, emburrada.
— Deixa ela, Felipe, vai nadar.
Fui e me diverti com os outros até que a tardezinha já estivesse quase acabando. Dona Tereza nos chamou para o jantar, que foi bem farto, embora não tanto quanto na noite anterior. E ficamos conversando e brincando até certas horas da noite.
Como não havia necessidade de nos preocupar com ninguém em casa dormiríamos ali novamente. Porém, decidimos que cada um dormiria e passaria a noite onde quisesse e com quem quisesse, pois alguns queriam mais tranquilidade enquanto outros ainda tinham disposição restando após a madrugada anterior.
Seu Joaquim e dona Tereza faziam parte do primeiro grupo, e foram dormir mais cedo.
Seu Rafael e seus filhos tinham um quarto só para eles, porém o homem decidiu dormir no quarto de Cristiane, que devia estar cansada das tarefas do dia, retirando-se quase ao mesmo tempo dos meus sogros.
Já minha tia dividiu um dos quartos de hóspedes com meus primos, e Calebe se convidou para ir junto.
Motivo pelo qual Sandra pareceu satisfeita.
Como na noite anterior, eu iria dormir no quarto de Klésia, mas não apenas com ela, pois Gabi nos acompanhou.
Tal coisa não queria dizer muito, pois as portas dos quartos permaneceram abertas, ou pelo menos destrancadas, no caso dos meus sogros e de seu Rafael e Cristiane.
Quando chegamos, eu deitei na cama enquanto Klésia foi tomar banho no banheiro. Gaby sentou ao meu lado e ficamos falando sobre coisas do interesse dela. Séries, lugares, até que tocamos no assunto da escola e ela comentou como era difícil se enturmar por lá junto às outras garotas por ser tão tímida com quem não era de sua família.
Eu disse que ela não precisava se preocupar com isso, pois concerteza encontraria amigos alguma hora. Afinal, todo mundo encontra um grupo a se encaixar, inclusive uma garota bonita como ela.
Beijei seu pescoço e ombros, esticando a gola da larga camisa que ela vestira para dormir, que parecia pertencer ao irmão. Muito embora ela não tenha continuado vestindo isso por muito tempo, pois a passei acima de sua cabeça, deixando-a apenas de calcinha amarela.
Desci minhas mãos pelo corpo franzino até a bunda dela, apertando e pressionando-a contra o meu, enquanto sua língua se enroscava na minha.
Suas mãos foram dos meus ombros até a minha cintura, esfregando o meu pau através do tecido do short. A deixei descer a boca até lá e baixá-lo, e então sentir o meu sabor em sua boca quente e molhada. E que delícia de boca era, como se aproveitasse cada momento enquanto chupava.
Fiquei sentado na cama, com Gaby deitada de lado enquanto chupava. Botei minha mão entre suas pernas, sentindo a umidade em sua xaninha, esfregando levemente enquanto ela mamava.
Ficamos assim até que Klésia chegou no quarto usando uma camisola marrom semi transparente com uma calcinha de renda da mesma cor.
— Sabia que vocês iriam começar — comentou, como se estivesse apenas fazendo uma observação enquanto caminhava até a cama.
Ela se achegou ao meu lado, começando a alisar os cabelos de Gaby. Tentei lhe dar um beijo, porém ela desviou, mirando seus lábios no meu pescoço.
— Hoje você vai ter de depender da minha boa vontade — sussurrou-me e me ofereceu o peito por baixo da lingerie para chupar. Coisa que fiz, mamando em seus bicos com a fome de um recém nascido.
Klésia então puxou a prima para um intenso beijo de língua, da qual eu senti profunda inveja após a rejeição anterior. Depois a pôs para mamar em seu outro seio e ficamos um de cada lado até ela se deitar, deixando-se ser tocada por completo.
Parei de chupar e deslizei meus dedos por seu corpo até sua bucetinha molhada por baixo da calcinha, onde fiz um carinho especial, vendo Klésia se contorcer e gemer enquanto Gaby alternava entre beijar-lhe a boca e chupar seus peitos.
Tirei sua calcinha e ao invés dos dedos, usei minha língua, sentindo o gosto de seu mel. Gaby ficou por cima dela com a bundinha empinada para mim. Afastei a calcinha e também provei daquela xaninha rosada. Então posicionei meu cacete entre ambas e esfreguei algumas vezes, antes de enfiar dentro de Klésia, dando-lhe algumas fortes estocadas antes de tirar e socar em sua prima. As duas namoravam, beijando-se, enquanto eu alternava entre ambas, sentindo suas bucetas me espremendo.
Bombei até sentir a primeira gozada vir, no que esporrei dentro de Klésia.
Gaby saiu de cima dela, sugando o resto de porra pingando da minha pica e depois eu a mandei chupar o que vazava da buceta de minha namorada.
A putinha ficou entre as pernas de Klésia, que soltava uns gemidinhos gostosos e eu aproveitei para pegar um creme hidratante na penteadeira de Klésia.
Voltei para a cama, melei meu dedo com ele e enfiei no cuzinho de Gaby. Ela não reclamou, soltando apenas um suspiro abafado. Meti meu dedo mais algumas vezes, lubrificando o buraquinho. Então passei também o creme pelo meu, antes de enfiar, abrindo prega por prega com o meu pau.
Gaby soluçou e grunhiu, mas Klésia manteve a cabeça da prima entre suas coxas, forçando-a a continuar o trabalho com a língua.
Martelei seu rabo, sentindo seu corpo se contorcer, até a garota gozar com gritos agudos, melando a cama. Dei tapas em sua bunda, enterrando minha pica até o talo, até gozar, enchendo aquele cuzinho de leite.
Quando terminei, o rosto de Gabi estava quase roxo e seu rabo, um buraco vermelho e branco maior do que era minutos antes. Pensei ter exagerado, mas visto o que ela já suportara com seu pai e irmão, imagino que não tenha sido tão ruim assim.
Minha namorada ficou acariciando a prima, ajudando-a a se recompor. E eu saí do quarto até o banheiro para limpar meu pênis.
Passei por algumas portas na minha caminhada até o banheiro. As dos meus sogros e de Cristiane estavam apenas encostados, porém eu não os incomodei. Parei algum tempo para assistir a que estava aberta, onde minha tia, primos e Calebe haviam entrado.
E que vista eu tive.
Henrique estava deitado na cama com minha tia ao lado dele, beijando-lhe. Sandra chupava seu pau e empinava a bunda para Calebe, que a comia com vontade por trás, estalando carne com carne.
Vi naquele momento que as questões de Sandra em relação ao irmão tinham sido superadas.
Continuei andando para não atrapalhá-los. Tomei uma ducha e voltei. Quando passei de volta, Sandra cavalgava Henrique de forma selvagem e Calebe estava sentado na cama, recebendo um boquete de minha tia, que estava de quatro no chão com as costas viradas para a porta dando a bela vista de suas buceta e bunda.
Fiquei tentado me enfiar no meio daquelas nádegas, mas já tinha quem me esperasse em outro quarto, e pra lá eu fui.
Voltei pro quarto de Klésia, vendo as duas ninfetas na cama à minha disposição. Minha namorada chupava a prima, enfiando um dedo enquanto sugava o grelinho.
Cheguei por trás dela, beijei seus lábios de baixo, então agarrei sua bunda com ambas as mãos, passando meu pau duro no meio dela. Depois deslizei minhas mãos por seu abdômen e peitos, abraçando-a. Klésia, de joelhos, levantou o corpo, virando o pescoço para mim. Fez que ia me beijar, mas quando busquei seus lábios, ela levantou o queixo desviando. Negando-me um beijo outra vez.
Vi o seu sorriso malicioso e me irritei. Ficando porém mais excitado ainda.
Dei-lhe um chupão no pescoço antes de soltar seu corpo, forçando sua nuca para baixo com o meu braço. Ela tinha tirado a lingerie por completo, deixando apenas a pele morena de suas costas à vista. Ajeitei meu pau na entrada de sua buceta, e meti com força. Klésia começou a rebolar sua bunda de volta, quando puxei seus braços para trás, prendendo-os em suas costas enquanto eu metia, descontando meu desejo reprimido.
— Assim não, amor — Ela implorava, arfando entre gemidos.
— Do jeito que eu quiser, sua puta — falei de forma brusca.
Olhei para Gabi, que nos assistia em meio a siririca, e a mandei chegar mais perto.
Chegou me beijando, chupando minha língua. Apertei seus peitinhos, e depois fiquei tirando meu pau da buceta de Klésia e dando pra ela chupar, e Gabi o fez com gosto.
Tirava e depois voltava a socar em sua xota. Fiquei fazendo isso até Klésia gozar, gemendo de dor. Então saí de dentro dela e a deixei lá.
Virei para Gabi e a pus deitada de costas. Esfreguei minha cabecinha nos lábios rosados de sua bucetinha, então meti lentamente, vendo as caretas que seu rostinho fazia quando ela era fodida.
A comi com vontade, causando um som molhado sempre que socava, ouvindo o seu arfar, e seu corpo amolecer e tremer embaixo do meu.
Então senti uma maciez úmida nas costas e duas mãos na minha cintura, envolvendo-me. Klésia beijou meu pescoço, e depois lambeu e mordeu minha orelha.
Quase virei o rosto para ela, mas temendo que fosse ocorrer o mesmo das outras vezes, continuei concentrado em comer a xota de Gabi, segurando suas coxas e forçando meu quadril contra ela com força. A coitada parecia se debater embaixo de mim a cada estocada, suportando o peso do meu corpo.
Quando então ouço a voz de Klésia.
— Tá gostoso foder essa putinha, tá, amor? Goza gostoso nela enquanto me beija, goza — abraçou-me, colando seu corpo no meu, enquanto mordia meu queixo. — Enche ela de… — Antes que Klésia continuasse, eu enfiei minha língua na sua boca, com ela respondendo com igual intensidade, passando os braços em volta do meu pescoço.
Senti maciez dos seus lábios e o sabor de sua boca com gosto do puro sexo, depois de tanto chupar a prima anteriormente.
Nisso eu já estava recheado a buceta de Gabi num orgasmo de tirar o fôlego.
Dei em minha namorada uns longos e demorados beijos, não querendo separar minha língua da dela, enquanto sentia o meu pau latejar dentro de sua prima. Eu tinha a textura de seu peito numa mão e a maciez de sua bunda na palma da outra. E o calor da buceta de outra novinha na ponta da minha rola. Não podia ser mais feliz do que naquele momento.
Klésia começou a limpar meu cacete logo após eu retirar ele de Gabi, que ficou alisando sua xota melada com minha porra. Parecia ser um hábito seu, pois já havia feito isso na madrugada anterior.
Ela ficou um tempo deitada, observando eu e Klésia trocarmos carícias como um casal. Depois de um tempo, ela se levantou e disse que precisava ir ao banheiro.
Klésia disse que era melhor tomarmos banho antes de dormir, então decidimos acompanhá-la.
Dessa vez, notei que a porta do quarto de Cristiane estava aberta e ao olhar para dentro, vi uma cena um tanto inédita, mesmo para nossos padrões.
Calebe comia o pai por trás, que comia Cristiane num papai e mamãe regado a beijos.
Gabi não deu muita importância ao que seu pai e irmão faziam e continuou andando. Imaginei se ela também fazia isso com regularidade junto deles. Mesmo que a resposta fosse bem óbvia.
Dei de ombros e me afastei com Klésia.
Ao passar pela porta do quarto da minha família, vi meu primo deitado junto de Sandra e minha tia, dormindo. As coisas já haviam esfriado por alí, no entanto, pelo que vi mais cedo, também foi uma noite bem agitada para eles.
O quarto dos meus sogros permanecia com a porta fechada, embora destrancada. E deixamos desse jeito para não incomodá-los.
Às vezes um casal precisa de sua privacidade.
Banhamos nossos corpos e voltamos para o quarto de Klésia, onde topamos com Calebe indo para seu quarto. Gabi decidiu ir com ele e eu e Klésia nos despedimos dela com um selinho cada um.
Calebe deu um em Klésia também, e ensaiou um em mim.
Embora eu tenha ficado sem muita reação, além de afastar meu corpo por reflexo, Klésia deu um soco leve no ombro do primo, dizendo que não me dividia com homem. Dei-lhe um sorriso meio sem graça, e Calebe riu pedindo desculpas à prima e nos deu boa noite, levando a irmã para o quarto com a mão em volta de sua cintura. E fizemos o mesmo.
Voltamos para o quarto onde ainda houve um momento de confidências e provocações de casal, deitados de conchinha, comigo a abraçando por trás.
A certa altura, perguntei-lhe se tinha feito por merecer o beijo de antes.
Ela riu, virou e disse que se eu não tivesse feito, ela não teria me dado. Então me deu outro e adormecemos no quarto escuro.
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