O pastor queria me converter e foi convertido
O dia que eu converti um pastor na própria igreja dele
Então, vou te contar uma parada que aconteceu comigo que até hoje eu fico pensando se foi real ou delírio. Mas foi real. Muito real.
Eu tenho uma amiga, a Bia. A gente se conheceu no estágio, colou junto, e por um milagre do RH a gente conseguiu vaga na mesma empresa. Resumo: a gente virou grudado. O problema é que a Bia é daquelas crentes fervorosas, nível "Jesus te ama e você precisa aceitar Ele" toda vez que eu falava que ia sair. Eu sempre desconversava, mas ela é insistente. Até que um dia eu cedi: "Beleza, Bia, vou num culto contigo, mas se for chato eu vou embora no meio, tá?"
Ela ficou radiante. Chegando na igreja, já bateu aquele ar de "puts, o que eu tô fazendo aqui?". Mas pra minha surpresa, tinha uma galera jovem, a maioria parecia ter minha idade (25 na cara). E aí, quando o pastor subiu no púlpito, eu entendi porque a Bia tava tão animada de ir todo domingo.
O cara era o Pastor Thiago. Devia ter uns 33, 35 anos, barba bem feita, sorriso bonito, e um corpo que até debaixo da camisa social dava pra perceber que ele malhava. A Bia ficou toda derretida, eu percebi na hora.
O culto foi... meh. Música, gente levantando as mãos, choro, gritos. Eu fiquei lá parado, tipo planta. E pra piorar, o pastor começou a pregar sobre "a mulher ser submissa ao homem" e "as aberrações que o mundo tá aceitando" — claramente falando de gays e lésbicas. Eu, que sou bi, me senti um lixo. Mas segurei a onda.
Quando o culto acabou, a Bia foi falar com ele e me apresentou: "Thiago, esse é o Matheus, meu amigo que eu trouxe hoje! É a primeira vez dele!" O pastor me olhou com um sorriso mega profissional. Apertou minha mão, segurou por um segundo a mais que o normal, e começou a falar dos horários. Bia foi embora de Uber e eu fiquei esperando o meu.
Aí o pastor apareceu de novo.
— Matheus, você deveria vir mais vezes. Tá faltando gente da sua idade aqui.
— Vou pensar — falei, na maior cara de pau.
Ele deu um sorriso meio misterioso:
— Sabe, Matheus, acho que você é daqueles que precisa ver pra crer. Vem comigo, vou te mostrar uma coisa.
Eu, bobo, fui.
Ele me levou pra um escritório nos fundos. Começou a mostrar fotos antigas, contando a história dele, como saiu da pobreza, como a religião mudou a vida dele. Aí ele deixou uma foto de sunga em cima da mesa e perguntou:
— E aí, o que você vê de diferente de mim pra agora?
— Bom, acho que a única diferença é que você tá mais velho e de roupa kkkkkk
Ele riu, mas o sorriso mudou. Ficou mais... safado.
— Mais velho eu tô, sim — ele disse, a voz baixa. — Mas de roupa, eu posso tirar a qualquer momento.
E passou a mão por cima da calça social. DAVA PRA VER O VOLUME. Meia bomba. Meu coração disparou.
— Agora eu sou mais forte de espírito — ele continuou, mas a voz já tava diferente, mais rouca. — Eu era como você, perdido no mundo, mas encontrei o Senhor e Ele me libertou.
Eu tava hipnotizado pelo volume da calça dele. Minha mão já tinha ido pro meu próprio pau, no automático. Ele percebeu. E ao invés de fingir que não viu, ele mordeu o lábio.
— Você tá meio inquieto, Matheus — ele falou, e era um convite. Não tinha como ser outra coisa.
— Ué, você também não tá? — respondi, olhando direto pro pau dele.
Ele deu um passo em minha direção. A distância entre a gente era mínima.
— Eu tô — ele admitiu, a voz quase um sussurro. — Tô desde que você entrou na igreja.
E sem mais rodeios, ele pegou minha mão e colocou em cima do pau dele. Eu senti ele duro, grosso, pulsando por baixo do tecido.
— Pastor... — eu comecei, mas ele me calou com um beijo.
Foi um beijo molhado, quente, com língua e desejo acumulado. As mãos dele já estavam na minha calça, desabotoando, entrando, pegando no meu pau com uma fome que não combinava com o homem do púlpito.
— Me desculpa — ele murmurou entre beijos. — Me desculpa, mas eu não consigo parar. Você é lindo demais, Matheus. Eu olhei pra você lá embaixo e não consegui pensar em mais nada.
— Então não para — eu falei, apertando o pau dele por cima da calça.
Ele gemeu. E aí ele fez algo que me surpreendeu: ele desceu de joelhos.
— Eu quero te chupar — ele falou, olhando pra mim com os olhos brilhando. — Deixa eu te chupar, por favor.
Eu nem precisei responder. Ele já tava abrindo minha calça, puxando minha cueca, e quando meu pau escapou, a reação dele foi quase religiosa. Ele passou a língua na cabeça, provando, fechou os olhos, e depois engoliu inteiro, num gole só.
— Caralho, pastor... — eu gemi, jogando a cabeça pra trás.
Ele tava com fome. Não tinha jeito de pastor arrependido ali. Era um homem que queria, que precisava, que tava há meses, anos talvez, esperando uma oportunidade. A cabeça dele ia e voltava, a boca quente e babada, as mãos apertando minhas coxas como se eu fosse o altar que ele sempre quis adorar.
Ele me chupou até eu estar quase gozando, aí parou, olhou pra cima, e falou:
— Agora eu quero mais.
— O que você quer? — perguntei, puxando os cabelos dele.
Ele mordeu o lábio, vermelho, com a boca molhada de saliva.
— Quero você me comendo. Quero sentir você dentro de mim.
Falou com uma naturalidade que me desarmou. Esse não era o pastor que pregava contra os gays. Esse era o Thiago, um homem que sabia exatamente o que queria.
— Então levanta e deita na mesa — ordenei.
Ele obedeceu na hora. Subiu naquela mesa de madeira, deitou de bruços, e empinou a bunda pra mim. Ele mesmo puxou a calça pra baixo, ele mesmo abriu as pernas, ele mesmo olhou pra trás e falou:
— Vem. Não me faz esperar.
Eu cuspi na mão, passei na entrada dele, e enfiei um dedo. Ele gemeu, mas não reclamou. Pelo contrário, ele empurrou a bunda contra minha mão, querendo mais.
— Isso... — ele sussurrou. — Mais.
Coloquei dois dedos, depois três, abrindo ele devagar, sentindo ele se contrair em volta de mim. Ele tava ofegante, a testa colada na mesa, os dedos arranhando a madeira.
— Tá pronto? — perguntei, posicionando a ponta do meu pau.
— Tô — ele respondeu, sem hesitar. — Me come, Matheus. Me come gostoso.
Eu entrei devagar, sentindo cada centímetro sendo engolido por ele. Ele gemeu alto, um gemido que não era de dor, era de puro prazer. Quando eu tava todo dentro, ele suspirou, relaxou, e falou:
— Isso... exatamente isso.
Eu comecei a me mover, devagar no começo, sentindo o ritmo, sentindo ele apertar em volta de mim. Ele tava quente, molhado, e a cada estocada ele gemia mais alto.
— Mais forte — ele pediu. — Por favor, mais forte.
Eu acelerei. Bati fundo, com força, fazendo a mesa ranger. Ele tava gemendo sem vergonha, a cara enterrada nos braços, a bunda quicando contra mim enquanto eu fodia ele.
— Você prega contra isso, pastor? — eu falei, puxando os cabelos dele e puxando a cabeça dele pra trás. — Você fica lá no altar falando de pureza enquanto sonha com pau? Olha você agora, todo arreganhado, pedindo pra ser comido.
— Eu sei... — ele gemeu, a voz quebrada. — Eu sei que é errado... mas eu não consigo parar... eu quero isso... eu sempre quis...
— Sempre quis o quê? — eu perguntei, batendo mais fundo, fazendo ele gemer igual puta.
— Ser comido — ele confessou, a voz saindo entre gemidos. — Por um homem... por você... desde que te vi... eu queria isso...
Ele tava completamente entregue. Não tinha mais pastor, não tinha mais culpa, não tinha mais pregação. Era só um homem sendo fodido e amando cada segundo.
Virei ele de frente, abri as pernas dele, e continuei comendo ele com ele me olhando. Os olhos dele tavam vidrados, a boca aberta, a respiração irregular. Ele segurava nos meus ombros, as unhas cravando na minha pele.
— Olha pra mim — eu falei, e ele olhou.
E foi nesse momento que alguma coisa mudou. O olhar dele ficou diferente. Não era mais só tesão. Tinha alguma coisa ali, uma admiração, uma entrega completa. Ele tava me olhando como se eu fosse o centro do universo dele.
— Matheus... — ele murmurou, a voz quase uma oração. — Você é... você é...
Ele não terminou a frase. Mas eu vi. Eu vi nos olhos dele que ele tava enxergando alguma coisa além de mim. Como se, naquele momento, fodendo ele na mesa do escritório da igreja, eu fosse a resposta que ele tava procurando a vida inteira.
Ele gozou primeiro, jorrando na própria barriga, o corpo inteiro tremendo, os olhos fixos em mim. O aperto dele em volta do meu pau me levou junto, e eu gozei dentro dele com um gemido, sentindo ele se contrair, sentindo minha porra encher ele.
Ficamos ofegantes, suados, grudados. Ele não tirou os olhos de mim. Colocou a mão no meu rosto, acariciou minha bochecha, e falou, com uma voz baixa, quase reverente:
— Você não é só um cara bonito, Matheus. Você é... tem alguma coisa em você. Eu não sei explicar. Mas quando eu olhei pra você agora, eu vi... eu vi algo que eu nunca vi em ninguém.
Eu não entendi direito, mas não precisei. Eu só beijei ele, devagar, sentindo o gosto de pecado e verdade na boca dele.
Ele se levantou, se vestiu, e quando olhou pra mim de novo, tava com um sorriso diferente. Mais leve. Mais livre.
— Você vai voltar domingo que vem? — ele perguntou, e tava claramente torcendo pra eu dizer sim.
— Vou. Mas não pelo culto.
Ele riu, aquele riso solto de quem acabou de descobrir uma parte de si mesmo.
— Pelo culto também, vai. Mas traz mais camisinha.
Eu dei um tapa na bunda dele, arrumei minha calça, e saí do escritório. Quando entrei no Uber, abri o celular e mandei mensagem pra Bia:
"Adorei o culto. Vou voltar sim. Pode deixar."
Ela respondeu com uns emojis de coração.
Eu só ri. Domingo ia ser divertido.
E quando eu tava quase chegando em casa, recebi uma mensagem de um número desconhecido.
"Pastor Thiago aqui. Pode me salvar no contato. E Matheus... obrigado. Você não tem ideia do que você fez por mim hoje."
Eu guardei o número com um nome: "Crente Arrependido".
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Comentários (2)
Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkK: Continua
Responder↴ • uid:g3ipkbhr9