#Estupro #Sado #Teen

Realizei o desejo e estuprei minha vizinha

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DENTISTA DOM

Olá, para aqueles que não me conhecem, me chamo Henry, 28. Mas todos me conhecem como DENTISTA DOM. Este conto é mais um dos meus contos reais e exala um dos pontos extremos que cheguei quando conheci o BDSM.

Desde criança, tive duas vizinhas de porta, que eram a coisa mais gostosinha desse mundo. Stephany era a mais velha e tinha a minha idade (20 na época), e Isabelle, a mais nova, tinha 17, Esse conto trata da Isabelle e de como planejei e estuprei ela de forma cruel e ela ainda me pediu mais.

Isabelle sempre participou das minhas conversas com sua irmã, que, por sempre nos pegarmos, sempre rolava o assunto sexo e sua irmã sabia de tudo, até que Isabelle começou a namorar e contar para nós também o que aprontava com o namorado, mas começou a desabafar que ela gostava de tortura, sexo agressivo, estupro e ser tratada como uma cadela, vagabunda e o bosta do namorado não curtia.

Foi aí que minha mente doentia por BDSM começou a agir. Chamei ela para ir pra minha casa no dia seguinte, falando que a irmã dela também estaria lá.

— Isa, passa na minha casa amanhã.
— Por quê, Henry? O que vai ter lá?
— Surpresa.
— Tá, mas que horas apareço?
— Aparece por volta das 2 da tarde.

Nesse horário só haveria eu em casa, então tudo estava pronto. Era só dopá-la e fazer o que ela mais tinha vontade: estuprá-la e tratá-la como cadela.

De manhã comprei o que era necessário: cordas para amarrá-la e o remédio. Passei o dia angustiado, pensando no que poderia dar errado, mas até as 4 da tarde nada aconteceu.

Então ela chamou, fui abrir a porta.

— Vamos, Isa, entre. Sente ali no sofá. Vou pegar o suco que fiz para nós.
— Ah tá, espero lá, mas quero logo saber a surpresa.

Dou o suco para ela e inicio uma conversa.

— Isa, era sério que você queria ser estuprada e ser tratada como cadela?
— Sim, é sério, Henry. Por quê? Você vai me estuprar e me tratar como cadela?

Em seguida ela ri.

— Ah, que isso, Isa? Por que essa risada maldosa?
— Como maldosa? É que sei que você nunca faria isso.
— Por que você acha isso?

Nessa hora ela coloca a mão na testa.

— Henry, acho que o suco me fez mal.
— Como assim, Isa?
— Tô tonta, não consigo levan…

Ela desmaia no sofá.

Após o desmaio dela, eu a levo para o meu quarto. Lá eu tiro sua blusa do Red Hot Chili Peppers e dou de cara com um sutiã vermelho. Nossa, que visão. A blusa camuflava os volumes dos seios dela. Ela tinha uns peitos gostosos demais. Tive que resistir. Só poderia começar a abusar quando ela estivesse amarrada e amordaçada.

Logo em seguida tirei sua saia, que ia até o joelho, e vi uma calcinha preta. Não era muito sexy, mas quando tirei ela, toda depiladinha… nossa. Ela nua era uma visão e tanto.

Depois de deixar ela nua, amarro as mãos dela na cabeceira da cama e os pés também, fazendo um X. Amordaço, coloco um filme de sadomasoquismo na televisão e fico assistindo.

Depois de meia hora ela acorda, e justo na parte em que a escrava estava no X.

Ela acordou assustada.

— Não se preocupe, cadela. Vou fazer você ser o que você mais gosta.

Ela olhou para mim espantada.

— Não era isso que você queria? Agora vai ter.

O tom que parecia provocação deixou de soar como brincadeira.

Dei dois tapas na cara dela, um cuspe na boca e ela tentou entender o que estava acontecendo, mas ainda estava desorientada. O quarto, as amarras, o ambiente estranho, tudo começou a ganhar sentido ao mesmo tempo. O medo veio antes das palavras.

Eu me aproximei tentando sustentar para mi mesmo uma narrativa de que aquilo era desejo, fantasia, permissão implícita. Mas o silêncio, a tensão e a ausência de escolha desmontavam qualquer justificativa.

Com ela mais lúcida, dei um tapão em cada seio, mordi, girei e meu tesão só aumentava vendo a buceta dela babando e a cara de tesão que ela fazia, adorando tudo aquilo. Peguei uma vela acessa e pinguei em cada seio e um bem no grelho dela, com ele bem quente, dei uma mordida e meti dois dedos dentro dela, ela chegou ao êxtase e gozou como uma verdadeira vagabunda. Foi squirt para todo lado.

- Gozou vagabunda? Então tu realmente gosta de ser estuprada?! Então vamos pro prato principal.

Ela reagiu como pôde. Confusa. Assustada.

Me posicionei e meti com tudo meu pau naquela buceta, que estava com os lábios bem abertos com pregadores um de cada lado. Ela a todo momento tentava se soltar e sair, mas a cada tentativa, eu metia mais forte e enforcava, cuspia da na cara dela, dava tapas.

Quando peguei um vibrador e meti na buceta junto com meu pau, ela berrou de dor mas ao mesmo tempo gozou de esguichar novamente, que literalmente molhou a mim, ela e tudo ao nosso redor.

Ela estava exausta e eu também, mas precisava terminar comigo fudendo e gozando no cu dela. Desamarrei as pernas, a virei, coloquei bem empinada e montei nela com o pé na cabeça dela. Ela gritando, pedindo por favor que não e eu metendo com tudo no cu dela forte e não tirando o pé da cena a dela, afinal puta se trata assim.

Quando tudo terminou, o quarto já não parecia o mesmo.

Ele tirou a mordaça.

— Por que fez isso?

Ela chorava.

Eu respondi algo tentando justificar o injustificável.

— Você queria ser estuprada, Eu não sei o que me deu, só sei que eu tinha que te fuder e estuprar para realizar esse desejo. Foi bom ou foi ruim?

Ela não respondeu de imediato.

- Eu não sei… Eu queria ser estuprada, mas realmente ser…

A frase saiu baixa, sem clareza, mais parecendo alguém tentando entender o que tinha acabado de acontecer do que qualquer outra coisa.

Ele a soltou e ela foi embora.

Durante os dias seguintes, eu fiquei esperando consequências. Não por arrependimento genuíno, mas pela expectativa de ser confrontado.

Passou uma semana.

Ainda tomado pela própria obsessão em interpretar os acontecimentos do jeito que queria, fui até a casa dela.

— A Isa está?

A mãe autorizou que eu subisse.

Quando entrei no quarto dela, encontro Isabelle sozinha, assistindo vídeo pornô de estupro, com uma escova de cabelo atolada na buceta e tocando uma siririca nervosa.

Ela se assustou.

— O que você está fazendo entrando assim?

Tentei conduzir a conversa para validar o que havia acontecido.

- Vim visitar minha vítima, minha puta e escreva e percebi que tu gostou e muito de ser estuprada por mim.

Apontei para o computador e dei um tapão na cara dela.

Ela ficou em silêncio, com o rosto vermelho de vergonha e pelo tapa por alguns segundos.

— Sim, gostei. Será que poderíamos repetir, mas dessa vez em um lugar público e sem você me avisar?

Fingi que não escutei e apertei o pescoço dela, para ela literalmente implorar para ser estuprada.

Ela recuperando o fôlego disso.

- Eu gostei de ser fudida e estuprada por você, será que poderíamos repetir, mas dessa vez sendo supresa o quando e onde?

Naquele momento percebi que aquilo que vinha contando para si mesmo como fantasia compartilhada não apagava o fato de que tinha ultrapassado um limite real, mas que só estava começando e eu ainda iria estuprar muito ela, quem sabe com mais caras das próximas vezes.

Eu disse que com certeza poderíamos e que iria preparar tudo…
Pela primeira vez, o silêncio pareceu maior do que qualquer justificativa, fui saindo, mas antes dei uma bela lambida na buceta dela para sentir o gosto da siririca dela e sai, deixando ela com vontade e tesão.

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • machoalfa_dom: Importante ela entender o verdadeiro papel dela

    Responder↴ • uid:1ecka831dhb2