#Corno #Teen

Arrumei uma namoradinha no Roblox 2

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cornodenovinha

Eu sou um homem casado de 45 anos interessado em meninas mais novas. Dois meses atrás, eu conheci a Laura, uma novinha de 14 aninhos, no Roblox. Depois de muitas trocas de mensagens e sexo virtual, eu fui visitá-la e acabamos transando muito.

Parte 1: /2026/05/conto-130067

Depois de dois dias metendo sem parar, eu decidi dar a ela o que eu tinha prometido: muitos homens.

Eu publiquei um anúncio no site classificadosdegraca e criei perfis de casal no Tinder e no Badoo. Não coloquei nenhuma foto dela porque não queria me complicar. Na descrição, eu dizia que queria um macho pra comer minha namorada "novinha". Não importava se era novo, velho, magro, gordo, branco, preto. Ela queria pau, fosse ele grande ou pequeno.

A quantidade de matches e mensagens que recebemos foi enorme. Os mais interessantes vieram do classificadosdegraca, mas também era de lá que vinham a maioria dos fakes, então eu tinha que tomar cuidado.

Eu pedia foto de corpo todo, mostrando o rosto. E foto do pau. Ela gostava de ver todos aqueles paus. E eu ficava dizendo pra ela imaginar todos eles entrando nela e enchendo ela de leite. Tinha uns paus bem feios e até uns velhos de 60+ que mandavam o pau mole, mas ela não se importava. Ela queria todos. E eu queria ver todos eles comendo a minha novinha.

As fotos não eram pra selecionar os melhores, mas sim pra começar a filtrar os fakes e aqueles mais tímidos ou desconfiados que não queriam se expôr (o que dá pra entender, mas eu não tinha tempo pra ficar tentando convencê-los). Como era muita gente, mesmo que sobrassem apenas 1% dos que entraram em contato, ainda assim seria o bastante. Aqueles mais desinibidos que mandavam mais fotos passavam na frente.

Depois de ganhar confiança, eu dizia que ela tinha 14 anos e perguntava se tinha algum problema. E é incrível como nós gostamos de meninas dessa idade. Absolutamente todos eles disseram que não tinha problema algum. A maioria, inclusive, ficava muito mais interessada depois dessa informação. Novamente, aqueles que demonstravam mais interesse e começavam a falar coisinhas mais sacanas e pesadas passavam na frente. Eu queria dar preferências àqueles que, assim como eu, realmente curtiam e valorizavam a oportunidade.

Esse dia foi só dessas conversas. Em boa parte do tempo ela estava me chupando enquanto eu conversava com os caras, ou eu estava metendo nela enquanto ela passava pelas centenas de fotos. Ela é daquelas que gozam só com penetração, mesmo sem estimular o clitóris. E nesse dia ela gozou pelo menos 5 vezes. Eu foquei mais na bucetinha que no cuzinho dessa vez porque ela ainda estava meio ardida dos dias anteriores. Mas foi difícil. Aquele cuzinho clarinho naturalmente lubrificado estava sempre me chamando, mas ela tinha que se recuperar para que os outros caras arregaçassem seu cu. E essa expectativa era maior do que arrombá-la todinha naquele momento.

No dia seguinte, ainda tínhamos dezenas de pretendentes ativos mesmo depois dos primeiros filtros. Eu tive até que desabilitar as notificações pra não ficar maluco. Mas estava decidido: seria naquele dia. O rabinho dela já estava pronto pra receber rola novamente, e é claro que eu me aproveitei um pouquinho de manhã pra matar a saudade, mas sem estragá-lo pro macho que iria comer depois.

Ainda faltavam alguns filtros: o cara tinha que morar relativamente perto, tinha que fazer uma chamada de vídeo apenas pra confirmar que todos éramos reais (essa também era a primeira vez que eles a viam), e tinha que aceitar fazer um exame rápido de IST na farmácia. Ela já estava tomando PrEP há 3 dias e tomava anticoncepcional regularmente há alguns meses, mas eu queria ter o máximo de garantias sem precisar da camisinha.

Como eu já disse, eu queria que fosse tudo no pelo. Odeio camisinha, seja fazendo ou assistindo. Sexo sem contato direto da pele do pênis com o interior da vagina não deveria nem ser considerado sexo. São milhões de anos de evolução onde hominídeos machos depositam seu leite dentro das bucetas das fêmeas. Nós chegamos até aqui por causa disso.

Acabamos escolhendo aquele que se demonstrou mais solícito e prático. Era um gordinho de uns 30 e poucos anos. Ele morava a 20 minutos de carro de nós e disse que poderia sair de casa naquele instante. Ele pararia na farmácia pra fazer o exame (que poderia levar uns 30 minutos), e em seguida logo viria nos encontrar.

Laura estava esperando bem gostosinha, com uma calcinha branca estampada normal, dessas de adolescente, e uma blusinha de alça. Eu mesmo sugeri essa roupa exatamente por esse ar de inocência que ela passa. Como ela tinha muita lubrificação e estava sempre excitada, a calcinha ficava com uma mancha de líquido marcando a rachinha. Era uma patinha de camelo hipnotizante.

Eu fui abrir a porta enquanto ela ficou no sofá. Ele aparentava estar um pouco nervoso, o que era esperado, mas quando a viu, ele ficou incrédulo, disse estar vivendo um sonho. Ela ficou tímida. Por um momento, eu achei que ela fosse desistir. E eu tinha garantido pra ela (e também já tinha avisado pro cara) que ela não seria forçada a nada, que poderíamos parar a qualquer momento caso ela se sentisse desconfortável. Mas para a nossa sorte, era só timidez.

Mesmo assim, eu tive que guiar as coisas no início. Ele, cuidadoso, depois de cumprimentá-la com um selinho, sentou no outro sofá. Como nenhum dos dois iria tomar uma atitude, eu botei ela no meu colo e comecei a acariciá-la, beijando sua boca e passando a mão na bucetinha por cima da calcinha. O gordinho olhava sem piscar com a mão no pau por cima da bermuda.

Quando os dois pareciam estar mais à vontade, eu disse pra ela sentar no colo dele que ele iria continuar a brincadeira. Ela, já mais soltinha, obedeceu. Ela sentou em uma de suas pernas, e ele começou a acariciá-la da mesma forma que eu estava fazendo. Já dava pra perceber o volume em sua bermuda quando ele começou a masturbá-la por cima da calcinha. Ela foi ficando mais soltinha e molinha, soltando alguns gemidos. A calcinha já estava completamente encharcada na região da bucetinha.

Já completamente desinibido, o gordinho coloca a mão da minha bebê no seu pau enquanto a beija na boca com a mão agora já dentro da calcinha. Ele tira o pau pra fora já bem duro. Devia ter uns 13 cm, mas bem grossinho. Nesse momento, eu começo a me masturbar.

Depois de mais alguns amassos, ele põe ela pra chupar. Ele sentado no sofá, e ela de quatro ao seu lado, de forma que dava pra ele alcançar a bucetinha e a bundinha com a mão. Depois de tirar a calcinha e a blusinha, ele fica passando a mão na xoxota e no cuzinho. E ela com aquela bundinha maravilhosa bem empinada pra cima.

Depois de uns 2 minutos de chupada, ele meio desesperado pede para ela parar pra ele não gozar. Ela rapidamente tira a boca, mas já era tarde demais. Talvez desse certo com uma mulher adulta, mas o tempo-espaço fica distorcido quando você tem uma adolescente de 14 aninhos peladinha te chupando. Ele queimou a largada, rapidamente colocando de volta na boquinha dela e despejando todo o leite lá dentro. Ela acabou perdendo as primeiras gotinhas, mas engoliu todo o resto. Ele parecia meio envergonhado, mas eu o acalmei dizendo que com novinha era assim mesmo. Tem que segurar muito mais pra não gozar rápido.

Como a Laurinha não podia ficar sem pica, eu fui lá, virei ela pro outro lado com a bunda virada pra ele, e botei ela pra me mamar. Ele obviamente fez o que qualquer macho faria nessa situação, ao ver aquela xota e aquele rabinho balançando, caiu de boca, chupando com muita vontade, alternando entre cuzinho e boceta, fazendo ela gozar enquanto chupava meu pau.

Depois de alguns minutos se lambuzando naquela bundinha, ele se recuperou e começou a penetrá-la na buceta. Eu não queria gozar ainda, então fui lá ajudá-lo abrindo a bunda da Laura. Ela estava encharcada, então entrou fácil. E como ele tinha o pau pequeno, entrava tudo sem dificuldade. Ele metia forte enquanto me agradecia, dizendo que aquela era a buceta mais gostosa que ele tinha comido na vida. Eu dizia que ela era uma putinha e que merecia muita pica, e ele aproveitou também pra xingá-la. Ela adorava e acabou gozando pela segunda vez.

Ele também não aguentou muito tempo e esporrou dentro dela, do jeito que um macho deve fazer com uma fêmea. Eu mandei ela virar e limpar o pau dele com a boca enquanto ele ainda se tremia após a gozada. Eu aproveitei pra meter nela com a porra dele dentro. Mas eu ainda não queria gozar.

Fizemos uma pausa pra comer, conversamos sobre trabalho, coisas pessoais, sobre a mãe dela, fetiches, etc. Tínhamos gostos em comum. O assunto foi ficando cada vez mais excitante enquanto apreciávamos a vista nos masturbando: Laura deitada de bruços no sofá com a bundinha empinada. Ela sabia provocar.

"O cuzinho dela é uma delícia, tem lubrificação natural", eu disse. Ele já de pau duro foi lá em cima dela e começou a forçar a entrada. Ela empinou mais. Entrou um pouco, mas a posição não favorecia um gordinho de pau pequeno. Ela ficou de quatro, e assim ele meteu tudo com força, arrancando um gritinho dela. Como ele não tinha tanta disposição, depois de alguns minutos empurrando ele sentou no sofá e ela veio por cima com o cu. Foram uns 20 minutos de sentada, de frente, de costas, apoiada no chão.

Terminaram de ladinho com ele enfiando no cu e por vezes colocando na buceta "sem querer". Ela acabou gozando novamente com uma das pernas levantadas para que eu pudesse assistir o pau entrando e saindo do cu dela até ele esporrar tudo dentro.

No final, conversamos mais um pouco e nos despedimos. Ele perguntou se poderia voltar no dia seguinte. Eu disse que queria dar oportunidade para outros caras, mas que pretendíamos marcar um gangbang onde ele poderia voltar.

Eu que estava acumulando porra durante todo aquele tempo, não perdi tempo. Assim que ele saiu, levei ela pro banho pra tomarmos banho juntos e lá a fodi com muita força em todos os buracos. O tesão era enorme. Eu enfiava meu pau até o talo no cu dela, que já estava bem arrombadinho, e acabei jogando toda minha porra acumulada dentro. No final, ela estava molinha do jeito que eu gosto.

Nos secamos e levei minha bebê no colo até o sofá pra ela descansar. No resto do dia, ficamos apenas namorando de forma carinhosa. Ela tinha trabalhado muito.

Eu conversava com a mãe dela todos os dias para dar notícias e garantir que nada saísse do controle. Ela sabia que eu estava comendo a filha dela, e talvez até imaginasse que estaria rolando mais putaria. Mas eu não dava tantos detalhes. De qualquer forma, ela confiava em mim, que eu não faria nada que fosse machucar a Laura. Eu também passei a ajudá-la financeiramente, o que facilitava as coisas.

Naquela noite, como a Laurinha estava descansando, eu fiquei mais tempo conversando com a mãe dela, mas vou deixar isso pro próximo relato.

Eu passei o mês de Abril inteiro lá com elas e estou louco pra contar tudo que aconteceu. Não deixem de comentar o que estão achando. Eu vou mandar os melhores comentários pra ela.

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