#Coroa #Gay #Teen

Na cama da velha crente fofoqueira, com o marido dela

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Recebo vários tapas na bunda, e em seguida, ele me segura firme na cintura, e passa a meter forte. Em menos de um minuto, tenho meu primeiro orgasmo.

Acordei ansioso no dia seguinte, e as horas pareciam não querer passar...o dia foi longo, mas o final da tarde chegou, e assim que minha mãe saiu, dona Amélia já a esperava no portão. Fui tomar um banho, e minutos depois, tocava a campainha da casa do seu Aguiar.
_Entra...o portão está aberto. Disse ele, lá de dentro.
Assim que entrei, ele me deu uma bronca.
_Eu não falei para vir logo que elas saíssem? Elas vão demorar uma hora e meia mais ou menos, e nós já perdemos vinte minutos...
_É que eu fui tomar um banho...
_Da próxima vez, toma banho antes porra... vem, vamos lá para o quarto...
Seu Aguiar, rapidamente se desfez das roupas, e se deitou de costas na cama.
_Vem logo! Disse ele.
Subi na cama, e ele falou:
_Vai...dá aquela mamada, igual você fez lá na sua casa...
Segurei o pau com as duas mãos, e abocanhei. De vez em quando, tirava o pau, e ficava subindo e descendo a boca, por toda extensão, até chegar nas suas bolas. Cheguei a engolir as suas bolas.
_Você gosta de rola né sua puta?
_Unhum. Respondi com a boca cheia.
_Então vou ser seu macho...toda terça quando elas forem para o culto, você vai vir aqui, ganhar essa rola...tá bom?
_Tá...eu venho. Disse, dando uma pausa na rola dele.
_É isso aí...assim que eu gosto, uma putinha bem obediente...ahhh...agora vai, fica de quatro, e pede para eu enfiar a rola no seu cuzinho...vai...
Fiz o que ele pediu, e seu Aguiar ficou batendo com o pau duro na minha bunda.
Ele passou gel na rola, no meu cuzinho, e depois ficou friccionando o pau na minha portinha. Desesperado, implorei:
_Vai...mete...mete...
_Kkk...tá vendo...é assim que eu gosto.
Seu Aguiar encaixou a rola, e forçou, fazendo a cabeça entrar.
_Uhhhh....aiiiii....ahhhhh. Gemi, me contorcendo todo.
Ele ficou só com a cabeça enfiada, e não sei se ele esperava eu me acostumar com o diâmetro, mas tomei a iniciativa, de balançar minha bundinha de um lado para o outro, e aos poucos, fui jogando meu corpo para trás, até que minha bunda encostou no corpo dele, eu tinha enterrado tudo.
Com o pau todo atolado, ensaiava umas reboladinhas, e iniciava um vai e vem.
_Você é muito viado moleque...geme na vara, como uma putinha...
Recebo vários tapas na bunda, e em seguida, ele me segura firme na cintura, e passa a meter forte. Em menos de um minuto, tenho meu primeiro orgasmo.
Seu Aguiar ainda me fode por mais uns dez minutos, e então, explode no gozo, enchendo meu cuzinho de porra. Ele tira o pau da minha bunda, se deita de costas na cama, acende um cigarro, e fala:
_Vai...dá um trato na rola...deixa ela durinha de novo...
Me debruçou sobre ele, e enfio seu pau melado na boca.
O pau não estava muito mole, e logo, ficou durinho novamente.
_Gosto dessa sua boquinha....é de veludo...tá bom, senta no pau agora. Disse ele, dando mais uma tragada no cigarro.
Me ajeitei, encaixando o pau, e fui descendo. Confesso que fiquei com receio de descer com tudo naquele poste, por isso, fui descendo bem devagarinho.
Quando minha bundinha encostou na barriga dele, me senti desconfortável, estava entalado, não estava conseguindo me mexer direito. Ele pedia para eu rebolar, mas não estava conseguindo. Me apoiei na sua barriga, subi e desci um pouco, mas realmente não estava conseguindo fazer direito.
Seu Aguiar percebeu meu desconforto, deu um último trago no cigarro, me abraçou puxando meu corpo e colando contra o seu, e então, passou a me foder. Mas não ficou muito tempo.
_Peraí...tem um outro jeito que é melhor. Disse.
Ele me deitou de costas, e me deixou na posição de frango assado. Nossa...o pau foi fundo, parecia estar batendo no meu estômago. Ele socava forte, meu corpo ia e vinha deslizando por todo o pau.
Gemi, me contorci, mas gostei, acabei gozando de novo.
Seu Aguiar ainda macetou meu cuzinho por mais um tempo, e então, gozou...tão farto quanto da outra vez.
Enquanto gozava, ele chegou a me levantar, segurando minhas pernas, me deixando praticamente de cabeça para baixo.
_Ahhh....ahhh caralho....porra...essa era para engravidar...uhhhh. Dizia ele, enquanto jorrava sua porra dentro de mim.
Fui colocado de volta na cama, ele tirou a rola de dentro de mim, e falou:
_Da hora...muito bom...valeu...terça que vem tem mais...agora vou tomar um banho...
Confesso que aguentava mais um pouco, fiquei ali, na cama, pensando, e como estava com o corpo todo melado de porra, resolvi tomar banho também.
_Posso entrar para tomar banho também? Pedi, da porta do banheiro.
Ele riu, e fez sinal para eu entrar.
_Bom...eu ia lavar a rola agora...aproveita e faz esse servicinho aí. Disse.
Peguei o sabonete, peguei a rola, e comecei a ensaboar, com todo carinho. Manuseava fazendo movimentos suaves de vai e vem, notei que o pau dele deu sinal de vida. Não tive dúvidas, me abaixei, e abocanhei.
_Ah viadinho do caralho...tá querendo mais rola né?
_Quero gozar gostoso com ele enfiado. Falei.
_Mas você já gozou duas vezes...
_É...mas foi pouquinho...vai, enfia só a cabecinha, só para eu bater uma e gozar...
A essas alturas, o pau dele já estava duro, e ele atendeu ao meu pedido.
_Vai...levanta. Pediu.
Me virei para o azulejo, e fiquei na pontinha dos pés. Se aproveitando do meu cuzinho todo melado de porra, ele não teve dificuldade em enfiar a rola. Acabou enfiando mais ou menos a metade.
_Vai...agiliza que a gente não tem muito tempo, e eu tenho que me guardar um pouco para quando a mulher voltar. Disse ele.
Iniciei a punheta, e aos poucos fui rebolando a bundinha naquele mastro...era gostoso demais.
Lentamente, enquanto rebolava, a rola foi entrando mais, e não demorou muito para eu estar todo preenchido novamente. A sensação era maravilhosa, tanto que aumentei meus movimentos.
Gemendo, todo manhoso com a tora enterrada, fui chegando ao ápice.
Ouvi alguns gemidinhos do seu Aguiar, e ele não se aguentou.
_Ah viadinho do caralho...assim não tem quem aguente...
Ele agarrou minha cintura, e começou a meter forte.
_Vai viadinho...geme gostosinho agora.... vai... goza...goza com a minha tora enterrada no seu cuzinho...goza...goza....
Aquela estocadas me levaram ao ponto máximo.
_Ahhh...vou gozar...ahhh...não pára...não pára...continua metendo...vai...vai...mete sem parar...vai...ahhhh...ahhh...
_Caralho....o pior é que eu também vou gozar ...ahhh...toma viado...toma...toma...toma...
Meu corpo estremeceu todo, e explodi num gozo maravilhoso, no mesmo instante em que recebia mais um bom volume de porra no rabo.
Saí do pau, com as pernas bambas.
_Vai...deixa para relaxar na sua casa...toma logo o banho, e cai fora...já já a mulher tá de volta ...não quero que ela te veja por aqui...
_É...eu também não teria explicação para a minha mãe...
_Então acelera aí, e deixa o resto para a semana que vêm...
Cheguei em casa, sentei numa cadeira e enquanto me recuperava, fiquei pensando no jeito grosseiro que o Seu Aguiar me tratava. Do jeito que ele falava do sobrinho dele e a forma como agia comigo, tinha certeza que aquilo não duraria muito tempo, eu seria só mais um caso passageiro no seu caminho. Mas no fundo...no fundo, eu não ligava, achava que tinha mais era que aproveitar daqueles momentos, o pau dele era gostoso, me fazia gozar com muita facilidade, mesmo me sentindo descartável, tinha mais era que usufruir do momento...que venha logo a próxima terça.
Bem, uns dez/quinze minutos depois, minha mãe chegou, jantamos, assistimos tv e fomos dormir.
Naquela mesma semana, na sexta feira, cheguei da escola, e assim que terminei meu banho, minha mãe falou para eu cuidar dos meninos, que ela iria em duas creches para tentar conseguir uma vaga para o Guilherme.
Uns dez minutos depois que ela saiu, Janjão apareceu.
_Nossa quanto tempo. Disse ao nos ver.
_Oi...entra Janjão...minha mãe saiu, foi procurar uma creche para o Guilherme. Falei.
Ele entrou, e disse que sabia, disse que tinha encontrado com minha mãe ali perto, e disse que iria dar uma passada na nossa casa, para ver como estávamos.
_Fiquei com saudade. Disse me olhando nos olhos, e dando uma apertadinha discreta no pau.
Eu sorri, mas a presença ali do Gustavo era um limitador.
_Gustavo vai brincar lá fora um pouquinho, lá no quintalzinho?
_Brincar de que? Não tem nada lá...vou ficar aqui....
_Ah...pega meu carrinho...
_O de controle remoto? Perguntou com os olhos arregalados.
Logo que veio morar com a minha mãe, o pai dele me deu um carrinho de controle remoto. Eu não brincava mais, e o Gustavo sempre pedia para brincar e eu não deixava.
_É...pega e brinca lá fora... pode ficar o tempo que quiser...
Não precisei falar duas vezes, rapidinho ele pegou o carrinho, coloquei as pilhas, e ele foi brincar lá fora.
Janjão me agarrou ali mesmo na cozinha, e começou a beijar meu rosto.
_Você é ligeiro hein. Arrumou um jeitinho rapidinho. Falou ao meu ouvido.
Eu já estava sem a camiseta, e segurando o pau dele sob a calça.
_É melhor a gente ir lá no quarto, mas tem que ser rapidinho...não dá para confiar que ele vai ficar lá fora muito tempo. Falei.
Enquanto eu tirava a roupa, Janjão pegou o colchãozinho da cama arriculada, e colocou no chão. Arriou a calça até o tornozelo, e deitou sobre mim.
Beijos, abraços, carícias, e a rola entrou, só na saliva.
_Ahhhhh...nossa...que saudade...fazia o maior tempo. Disse, ao me penetrar.
Eu estava dividido entre duas personalidades bem distintas, um, era grosseiro com o pau gigante, que me fazia gozar com facilidade, o outro, me levava às nuvens, com suas carícias e toques
E foi assim, com meu corpo sob o dele, recebendo mordidinhas nos ombros e pescoço, que cheguei ao primeiro orgasmo.
_Agora fica de joelhos. Pediu.
Obedeci, deixando a bundinha bem empinada, e ele socou a rola com tudo.
Agora, as estocadas eram fortes, ele queria gozar.
Levo minha mão até meu pinto, que ainda estava duro, e início uma punheta.
_Ahhh...vou gozar. Falou.
_Isso...isso...pode gozar...ahhh enche meu cuzinho de porra...ahhh...vai...
Mais algumas estocadas, e aquela tradicional cravada. Em seguida, seu líquido quente me invade, no mesmo instante em que eu lambuzava todo o meu colchão, gozando.
Abri a porta do quarto com cuidado, e como o Gustavo ainda brincava do lado de fora, corri pelado para o banheiro, levando minhas roupas, fui me limpar.
Me ajeitei rapidinho, mas quando fui sair do banheiro, Janjão entrou, ainda com a calça arriada.
_Limpa. Pediu.
_Aqui não...meu irmão pode aparecer...
_Vai.. relaxa...dá para ouvir o barulho do carrinho lá fora.
Acabei me ajoelhando, e comecei a mamar sua rola.
Era só para limpar a rola, mas ela foi ficando dura, eu fui me empolgando, ele foi gostando, e quando me dei conta, ele segurava minha cabeça, e fodia minha boca. Fiquei acariciando suas bolas e não demorou muito, recebi seu leitinho.
_Ahhh...ahhhh...boquinha gostosa...ahhh..toma meu leitinho...toma tudinho...ahhhh....
Assim que saímos do banheiro, ele tascou a mão na minha bunda, deu uma gostosa apertada, e me deu um selinho.
_Até a próxima....meu viadinho safado....
Saímos da casa, e vimos o Gustavo brincando descontraidamente.
_Tchau Gustavo.
_Tchau Janjão. Disse Gustavo, sem tirar os olhos do carrinho, que corria de uma lado para o outro.
Depois de um tempo, chamei o Gustavo para entrar.
_Ah Milton...deixa eu brincar mais um pouco...
_Tá bom....pode ficar...
_Outro dia você deixa eu brincar de novo?
_Deixo...sempre que você ficar bonzinho comigo.
_Tá bom...
_Eu vou entrar...vou ver se o Guilherme ainda está dormindo.....
Aproveitei, e fui limpar o colchãozinho, que estava bem lambuzado...

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