#Gay #Incesto #Teen

O cheiro do pinto do papai

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Grok_o_perv

Tomei coragem e pedi para cheirar o pinto do meu pai.

Eu tinha acabado de completar 14 anos. A casa tava só nós dois, como sempre. Papai chegou do trampo suado pra caralho, aquela camisa colada no peito largo e os jeans marcando as coxas grossas. Ele foi pro quarto, tirou a roupa e ficou só de cueca branca velha, samba-canção bem usada, com o volume pesado balançando enquanto ele andava.

Eu parei na porta, coração martelando. O cheiro dele já invadia o corredor: suor de homem, trabalho duro, virilidade pura. Meu pau fino e liso já começou a subir devagarinho dentro da bermuda.

— Pai... — chamei com a voz fina, quase tremendo.

Ele sentou na beira da cama, abriu as pernas bem largas e me olhou com aquele sorrisinho safado.

— Que foi, mlk? Tá com cara de quem quer pedir uma coisa errada.

Engoli em seco e soltei de uma vez:

— Eu tô curioso... muito curioso. Será que eu posso sentir o cheiro do seu pinto? Só cheirar um pouquinho?

Papai ficou me encarando por uns segundos, depois riu baixinho, daquele jeito grosso de macho.

— Sentir o cheiro do pinto do papai? Olha só o mlk curioso... Vem cá então.

Ele puxou o elástico da cueca pra baixo sem cerimônia. O pau dele caiu pesado pra fora, grosso, meio escuro, veias marcadas, com aquele saco grande e peludo pendurado embaixo. O cheiro subiu forte, quente, azedo, almiscarado de suor do dia inteiro. Meu pau fino deu uma pulsada forte.

— Ajoelha aqui entre as pernas do papai, vai — ele mandou, colocando a mão grande na minha nuca.

Eu obedeci na hora. Aproximei o rosto e encostei o nariz bem na base do pau dele, onde o cheiro era mais forte. Inspirei fundo, tremendo inteiro. Caralho... era viciante. Forte, suado, com aquele aroma de macho que me deixava zonzo.

— Isso... cheira o pinto do papai direito, filho. Enfia esse narizinho aí — ele disse, apertando minha cabeça contra ele. — Sente o cheiro do pau que te gerou. Tá bom, mlk?

Eu balancei a cabeça, respirando mais fundo, passando o nariz devagar pela extensão toda, sentindo o calor da pele grossa. O pau dele começou a inchar na minha frente, engrossando, levantando devagar até ficar bem duro. Subi até a cabeça rosada e grossa, cheirando a pele do prepúcio, aquele cheiro concentrado que me deixava louco.

— Cheira o saco também. Enfia o rosto todo aí — ordenou ele, puxando minha cabeça pra baixo.

Eu obedeci. Enterrei o nariz no saco peludo e suado dele, respirando aquele cheiro ainda mais bruto. Papai gemia baixinho, segurando meu cabelo.

— Bom garoto... cheirando o saco do papai como um mlk safado. Olha como teu pintinho fino já tá durinho... mostra pro papai.

Eu abaixei a bermuda. Meu pau era fino, liso, quase sem veias, cabeça rosadinha. Ele riu.

— Olha só esse pintinho de mlk... tão fininho e lisinho. Vem, papai vai te masturbar enquanto você continua cheirando.

Ele cuspiu na mão grande e envolveu meu pau fino com os dedos, começando a bater uma punheta lenta e firme. Eu gemi alto, sentindo a mão quente dele me masturbando enquanto eu continuava com o nariz enfiado no pau e no saco dele.

— Tá gostoso, né mlk? Cheirando o pinto do papai e levando punheta... — ele murmurava, acelerando um pouco a mão no meu pau. — Continua cheirando. Papai tá ficando bem tesão.

Meu pauzinho latejava na mão dele, mas eu ainda gozava seco na época. Quanto mais ele batia, mais eu tremia e gemia, empurrando o nariz contra o pau dele.

Depois de um tempo ele soltou meu pau e mandou:

— Agora bate uma pro papai. Quero sentir a mãozinha do meu filho no meu pau.

Eu segurei aquele pau grosso e quente com as duas mãos. Comecei a socar devagar, sentindo as veias pulsando, o peso, o calor. Papai abriu mais as pernas, deitado um pouco pra trás, me olhando.

— Isso... soca gostoso pro papai. Assim, mlk... aperta mais na cabeça.

Eu acelerava, girando a mão na cabeça grossa, descendo até o saco, subindo de novo. O pré-gozo dele começou a escorrer, lubrificando tudo. Ele gemia mais alto, apertando os lençóis.

— Tá bom pra caralho... continua batendo, filho. Papai vai gozar bastante hoje.

Enquanto eu punhetava ele com as duas mãos, ele voltou a segurar meu pau fino e liso, masturbando rápido. Eu tava quase delirando, cheirando o pau dele e sentindo a mão dele me castigando gostoso.

— Vou gozar, mlk... não para! — ele rosnou.

Ele levantou um pouco o quadril, segurou minha cabeça com a mão livre e puxou meu rosto pra perto. Eu continuei socando firme.

De repente ele gemeu alto e o primeiro jato grosso acertou minha testa. Depois outro na bochecha, no nariz, na boca... ele gozou bastante, quente, viscoso, cobrindo meu rosto inteiro enquanto eu ainda batia punheta nele.

Ao mesmo tempo, eu tremi inteiro. Meu pau fino pulsou na mão dele e eu gozei seco, só aqueles espasmos fortes sem porra, gemendo com o rosto melado de porra do papai.

Ele ficou respirando pesado, olhando pra mim com um sorrisinho satisfeito.

— Olha só o mlk todo sujo de porra do papai... gostou do cheiro e do gosto, né?

Eu só consegui balançar a cabeça, ainda sentindo o cheiro forte dele por todo lado.

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