#Gay

Caso fixo com negro

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rá18

O meu jeito calado não dizia muito quem eu era, ao contrário, todo o silêncio fazia parte do meu comportamento e isto era tudo que eu precisava dentro de casa e na sociedade em geral. Falar era para os momentos mais especiais. No dia a dia eu era um cara normal como qualquer outro com meus dezoito anos, branco e magro. Sequer eu era notado ao não ser por gente interessada no meu cu ou algum conhecido da família. O quê a sociedade espera do cara novo e nesta idade? Estudar, trabalhar, não se meter em confusão etc.

Consegui um emprego e iniciei uma faculdade e as portas do sexo se abriram, ou melhor, escancararam. Quieto e na minha, novo, cara de garotão, mulher sequer olhava para mim. Por outro lado, choviam as piscadas de machos interessados em comer meu rabo. O convite para caronas não eram por acaso.

Interessado em caras mais experientes e vividos, comecei a pegar carona com um moreno de quarenta e três anos. Alto e careca, bastaram três caronas a noite para que caísse de boca na sua chamativa rola comprida e aplicasse um boquete bem quente! Engoli a pica quase toda após ser forçado, punhetei e enchi a boca de porra para beber aquilo que consegui. O problema? O sujeito era casado!

Eu estava só começando a entender como funciona as coisas e uns dois meses depois, eu já tomava cerveja em boteco aos Sábados após a aula e desta maneira eu conheci o dono de bar, cara simples, negro e alto, pançudo e careca. Usava um boné. Sotaque carioca, o cara tem bom sorriso no rosto comprido, trinta e sete anos, não demorou muito para eu mamar sua pica preta grossa e cabeçuda no banheiro após ele fechar o local.

Nesta daí, excitei depressa e meu cu piscava pedindo rola. Empinei e deixei o caralho atravessar para gemer muito com caretas e o pau conquistou rápido. O gostoso era o vai e vem que botou fogo bem na portinha e muito provocador, ele dizia:

- Tem que levar pica preta neste rabão.

- AI, COME, FODE TUDO!

O bom era sua enterrada puxando meu corpo e fazendo eu rebolar. Meu rabo estava recebendo tratamento vip e botou para meter até meu pau babar! Gaguejei de boca aberta e olhando o nada sentindo um líquido transparente ficar no cai não cai!

Metendo rápido, ele falou que meu cu era bom demais e foi reduzindo até gemer e gozar dentro!

- AAAHHHH, OHHHHHH, AHHHH CARALHO, CU DA PORRA!

Tirou e meu cu ficou escorrendo porra no chão. Eu virei e mamei muito o pau experimentando o resto de leite e aprovei. Cu doendo e quente, melado, limpei com papel e vesti para sairmos dali. O cheiro de rabo fodido obrigou a sentar no fundão do ônibus. Tomei banho em casa.

Este cara acompanhou toda minha vida universitária elevando meu nível sexual bem depressa. Cada foda com ele era uma conquista ao meu cu e acalmei nesta vara que encaixava perfeitamente no rabo.

Os contos seguem.

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rá18 #Gay

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