"Negrão devorador de passivas"
Fui abusado pela pretão gotoso brutamontes até me transformar no deposito particular dele
Como sempre, andava faminto à procura de macho que desse cabo de mim e lembrei-me de ir para a app de encontros gay. Eu não queria conversas fiadas, não queria um "vamos tomar um café" ou "sou romântico". O meu corpo, rechonchudo e pálido, estremecia com a necessidade macho, pau grosso. Só queria ser usado e bem aberto.
O polegar parou num perfil interessante. A imagem carregou pixel a pixel, revelando um tronco largo, escuro, coberto por uma camiseta que parecia prestes a rasgar sob a tensão de músculos e a carne macia por baixo. O nome de utilizador estava escrito em letras garrafais: "Negrão devorador de passivas". Chamou-me também a atenção o facto dele mencionar que tinha 19 cm de pau e 7 de diâmetro. Fiquei louco na hora porque nunca tinha levado com nada tão grosso.
Engoli em seco, sentindo a garganta seca, sedenta por leitinho de macho. Na bio não tinha rodeios. "Não tenho tempo para treta. Se aguentas, aparece. Se não, nem perca o meu tempo."
O meu cuzinho começou a piscar como um louco desejoso por ser comido por aquele velho negrão. Cliquei na foto e tinha mais imagens. Um homem negro, robusto, com uma barriga proeminente e peluda que sugeria poder e conforto em simultâneo, pernas grossas e peludas, como troncos de árvores e um olhar que parecia furar o ecrã. Não hesitei e a mensagem foi enviada antes que a racionalidade pudesse interferir:
— Estou disponível. Quero ser devorada.
A resposta chegou quase instantaneamente.
— Anda agora. — E mandou a localização.
Trinta minutos depois, estava parado à porta de um prédio antigo. O interphone zumbiu e a porta de entrada pesada abriu-se com um rangido metálico. Subi as escadas, as pernas a tremer ligeiramente, não pelo esforço, mas pelo medo, no qual o cenário não era muito agradável. No terceiro andar, a porta do apartamento 3B já estava entreaberta. Empurrei-a e entrei.
O hall era escuro, cheirava a tabaco e a um aroma masculino forte de almíscar e suor que me deixaram logo a alucinar. Antes que os meus olhos se pudessem ajustar, uma voz grave e rouca ecoou da sala.
— Fecha a porta e tira a roupa. Tuda.
Prontamente obedeci como uma boa puta que sou. O meu corpo nu e pálido contrastando violentamente com a escuridão do apartamento. Caminhei em direção à luz da sala, onde a figura se revelou na sua totalidade.
Sentado num sofá largo de couro preto, o "Negrão" era ainda mais impressionante do que nas fotos. Ele era uma montanha de carne escura, careca, tinha uma barba farta e branca, ombros largos ocupando metade do sofá e um corpo peludo, com alguma gordura, mas bastante músculo também. Ele vestia apenas um boxer branco que mal continha o volume do que escondia. O homem não se levantou. Apenas olhou para mim, avaliando-me como uma peça de carne.
— Então és tu a puta da passiva que quer ser devorada?
O homem riu, um som rouco e profundo que vibrou no meu peito.
— Aproxima-te. Vê se o que tens aqui aguentas. — Ordenou ele.
Caminhou até ao sofá, já todo a babar por aquele brutamontes. O homem acenou com a cabeça, indicando o chão entre as suas pernas abertas. Entendi logo que ele queria que eu me ajoelhasse. Ao nível dos meus olhos, estavam agora a par com a virilha que pulsava atrás do tecido branco. O cheiro era inebriante, uma mistura crua de masculinidade que fez a minha cabeça girar de desejo.
— Tira fora! — Mandou o homem.
Estendi a mão e puxei o elástico do boxer para baixo. O membro do homem saltou livre, pesado e espesso, batendo na minha cara. Com os olhos arregalados, pensei em desistir. Era uma arma de carne escura, veias salientes a serpentear ao longo da haste, a glande larga e rosada a brilhar com pré-ejaculação. As dimensões eram aterrorizantes, muito além da média, um pedaço de carne desenhado para esticar e romper limites. Lembrei-me que adoro ser tratada como uma puta, por isso tinha que agir como uma. Sem hesitações e sem rodeios, abocanhei como pude devido à espessura abismal daquele bastão
— Aaaaaa… que maravilha" — murmurou o homem agarrando a minha cabeça, forçando-me para baixo, para eu engolir o máximo daquela jeba. Amarrou no meu cabelo e puxou-me a cabeça para trás, deixando um rasto de fios de pregozo e saliva:
— Cheira. Sente o que te vai abrir." — e nesse momento enfiou o meu rosto na virilha dele.
Inalei profundamente, o aroma forte a encher os pulmões. Lambi e beijei toda a sua região inguinal, enlouquecendo com o seu cheiro de macho viril. O homem soltou um grunhido de satisfação, empurrando a minha cabeça com as duas mãos sem me deixar por onde escapar. Após alguns minutos, voltou a amarrar no meu cabelo e comandou:
— Abre a boca. Vamos ver o que essa boquinha de quenga consegue fazer!
Ao abrir a boca o máximo, como ele me ordenara, aproximou-se do meu rosto e cuspiu lá para dentro. Não perdeu tempo e empalou-me naquele pau imenso, empurrando os quadris para a frente, introduzindo a cabeça enorme no meu orifício húmido. Ele não esperou. Começou a mover os quadris lentamente no início, mas ganhando ritmo, usando a minha boca como um objeto, uma luva de carne quente e húmida para o seu prazer. Eu engasgava, as lágrimas a formarem-se nos cantos dos olhos, a saliva a escorrer pelo queixo e a cair no chão, mas ele não se afastou. O abuso na minha garganta profunda era apenas um aperitivo. Alguns minutos depois ele declarou:
— Chega!
Puxou-me a cabeça para trás novamente, libertando o membro com um som pop húmido. O meu peito a arfava e os fios de saliva a ligar os meus lábios à glande dele. Ele mandou-me logo:
— Vamos ao que interessa. Vira-te e põe-te a quatro. Agora!
Gatinhei para o centro da sala, sobre o tapete áspero a roçar nos meus joelhos, curvei-me, apoiando as mãos no chão e arqueando as costas e ofereci o meu cuzinho rechonchudo ao homem. Ouvi o som do homem a levantar-se do sofá, os passos pesados a aproximarem-se. Depois, senti a presença quente e dominadora por trás de mim e ele exclamou.
— Esse cuzinho é apertado!
Começou a passar uma mão grande e áspera pelas minhas nádegas, apertando com força suficiente para deixar marcas.
— Vamos ver se ele rasga ou se cede.
Não houve dedos, não houve língua, não houve lubrificação para além do suor e da saliva que restava. Senti a cabeça enorme do membro do homem a encostar ao meu anel contraído. A pressão foi imediata e brutal. Ele amarrou-me a cintura com ambas as mãos, afundando os dedos na minha carne e puxou para trás enquanto empurrava com os quadris.
Um grito agudo e feminino escapou da minha garganta quando a glande forçou a entrada. A dor foi aguda, como se estivesse a ser rasgado ao meio. O meu corpo começou a tremer e a crer escapar da tortura, mas as mãos do homem mantiveram-me preso no lugar.
— Cala a boca e leva, cadela. Pediste para ser devorada. Então pega. — sussurrou ele no meu ouvido, fazendo-me dilatar rapidamente, sentindo o meu buraquinho deveras húmido.
O homem não parou. Empurrou mais, polegada após polegada da carne espessa e dura a invadir o meu canal. Senti cada veia, cada textura da pele do homem a arrastar nas minhas paredes internas, esticando-as além de qualquer limite que eu já tinha conhecido. A dor misturava-se com um prazer tortuoso, uma sensação de estar completamente cheio, possuído, reduzido apenas a um recipiente para o prazer de outro.
Quando o homem finalmente bateu com a pélvis contra as minhas nádegas, eu estava a ofegar, o corpo todo a soar, os braços a tremer tanto que mal conseguia sustentar o meu peso. O homem estava todo lá dentro, fundo, ocupando todo o espaço disponível. Sentia-me impotente, pequeno, totalmente à mercê daquela força bruta.
— Pronto! Agora vem a parte divertida! — O homem grunhiu, começando a mover-se.
O ritmo foi implacável. O homem puxava quase até sair, apenas para voltar a enterrar-se com força total, fazendo a pele das minhas nádegas baterem ruidosamente contra a pélvis dele. O apartamento encheu-se com os sons da carne a bater na carne, os grunhidos pesados do homem e os meus gemidos de puta gulosa, que agora eram uma mistura de dor e êxtase puro. O homem não poupou. Cada golpe era um lembrete do tamanho dele, da sua força, da sua total dominação sobre o meu corpo que estava a usar.
Eu sentia o meu próprio membro minúsculo a pingar, a bater no meu estômago com o embalo do movimento, mas não me masturbava e nem era preciso. A estimulação interna, a pressão constante na minha próstata e a sensação de ser usado como um objeto eram suficientes para me levar ao limite. O homem apertou a cintura de Lucas com mais força, e aumentou a velocidade, transformando os golpes numa fúria rítmica.
— Vais sair daqui toda arregaçada, puta. — O homem rosnou, a voz tensa com o esforço.
A dor inicial tinha dado lugar a um entorpecimento quente, uma sensação de flutuar enquanto o meu corpo era sacudido violentamente. Fechei os olhos, entregando-me completamente ao turbilhão de sensações, deixando-me ser devorada viva por aquele homem negro, poderoso e implacável, exatamente como o seu nome prometia. O ritmo foi estabelecido de imediato, cruel e sem misericórdia. Aquela posição deixava-me completamente exposto, como um mero objeto para o uso.
A voz dele ecoou, grave e carregada de escárnio, vibrando contra as minhas costas dizendo:
— Aperta essa cona, sua puta. Não me deixes entrar tão fácil.
Tentei obedecer, contraindo os músculos abdominais e o ânus ao redor da espessura que me invadia, um esforço desesperado para agradar, para ser digno daquela atenção brutal. A contração apenas aumentou o atrito, intensificando a sensação de ser partido ao meio. Eu gemia muito, abafado contra o colchão, sentido-me abusado, humilhado e inútil, como eu adoro.
Ele gargalhou, num som seco e sem humor. Retirou-se de dentro de mim quase completamente, deixando apenas a glande presa na entrada, e depois, sem aviso, cravou-se de novo até a base. Voltei a gritar como uma cadela no cio, que me fez arfar em busca de ar.
Aquele macho não parou; ele começou a foder com fúria, uma série de estocadas profundas e rápidas que visavam apenas o seu próprio prazer, tratando-me como um acessório descartável.
— Isso mesmo, grita vadia! — Ele rosnou, curvando-se sobre o meu corpo abaixo dele.
O calor do seu corpo pesado cobria-me, como uma prisão de carne e suor.
— Ninguém te ouve aqui. Podes gritar à vontade como a cadela que és.
Uma mão grande e áspera agarrou o meu cabelo, puxando a cabeça para trás com um puxão violento. Fui forçado a olhar para o teto, os olhos borrados por lágrimas involuntárias, a boca aberta em um 'O' silencioso, enquanto o ar era expulso dos pulmões a cada golpe.
— Olha para mim quando te fodo! — Imperou ele embora eu não conseguisse focar em nada além das sensações que me devastavam.
Soltou a cintura com a outra mão e trouxe-a para o meu rosto, esmurrando levemente a minha bochecha antes de forçar dois dedos grossos dentro da sua boca e exigiu:
— Chupa os meus dedos. Molha-os bem.
Lambi os dedos instintivamente, a língua tremendo, saboreando o gosto salgado e ácido da pele do meu pretão. Era uma delícia, sentir-me usado em ambas as extremidades. Alguns momentos depois, retirou os dedos molhados e, sem cerimónia, levou-os até ao meu ânus, espalhando a saliva ao redor do seu pauzão que me penetrava, aumentando a lubrificação apenas para facilitar a minha própria destruição. Ainda descontente com o que tinha feito falou:
— Apertado demais ainda. Vou ter que arrombar isto direito.
Ele mudou o ângulo, levantando uma das minhas pernas e apoiando-a no ombro, abrindo-me ainda mais. A nova posição permitiu um acesso mais profundo, atingindo lugares dentro de mim que eu nem sabia que existiam. Soltei um gemido bem de puta, cravando as minhas unhas no tapete. Aquelas estucadas eram como choques elétricos que subiam pela minha coluna, misturando-se com um prazer tortuoso que fazia o meu pau pequeno babar ainda mais.
— Gostas disto, não gosta? — Sussurrou ele no meu ouvido, fazendo os seus lábios roçarem no lóbulo, mordendo a cartilagem com força suficiente para deixar uma marca.
— O teu corpo nasceu para ser usado. És só um buraco sempre pronto para ser depósito de macho!
As palavras eram combustível para me fazer sentir mais excitado e já nem sentia dor absolutamente nenhuma. Eu sentia-me inteiramente preenchido, completamente possuído por aquele demónio negro de pau grosso. Ele aumentou a velocidade dos golpes, tornando-os descompassados, indicando que o seu clímax se aproximava.
— Vou-te encher até transbordar! — Rosnou aquele touro para mim, com a respiração pesada e ofegante.
— Vou-te deixar marcada, para cheirares a mim por dias.
Libertou a minha perna, voltando a ficar de 4 para ele e agarrou as minhas nádegas com ambas as mãos, separando-as com força bruta para observar a penetração. A visão do seu pau escuro desaparecendo no meu corpo pálido e roliço, pareceu excitá-lo ainda mais. Eu gemia desesperadamente, completamente alucinado pelo tesão, sem me conseguir controlar.
— Sua arrombada, vai chorar mais quando eu acabar! — Insultou-me ele, batendo nas minhas nádegas, deixando uma marca vermelha instantânea na pele pálida.
Eu já nem conseguia formar palavras. Eu apenas gemia, um som contínuo e animalesco, enquanto aquele brutamontes me usava com uma força que parecia inesgotável. Eu sentia o ânus a latejar, tentando fechar-se, mas sendo forçado a permanecer aberto, exposto e vulnerável.
O pretão inclinou-se novamente, cobrindo o meu corpo com o seu peso, esmagando-me contra o tapete. O movimento tornou-se mais curto, mais intenso, focado na fricção interna.
— Minha, és toda minha! — Grunhiu ele, possessivo.
Com um rugido final, o homem cravou-se profundamente uma última vez, segurando-me no lugar, impedindo-me de fugir, mesmo que eu quisesse. Senti o membro pulsar dentro dele, inchando ainda mais antes de começar a ejacular. O calor do líquido espalhou-se profundamente, enchendo-me, marcando-me por dentro. Era uma sensação húmida e quente, a prova final da minha submissão.
Permaneceu imóvel por alguns segundos, o peito colado às minhas costas e o coração batendo forte. Lentamente, ele soltou-me, permitindo que a minha cabeça caísse no tapete, exausta. Ele retirou-se com um som húmido, deixando um enorme vazio dentro de mim, gotejante, usado.
Ainda ofegante, deu-me um tapa leve na coxa, um gesto de despedida casual.
— Limpa-te vadia! — Ordenou ele, levantando-se e ajustando a própria roupa.
Eu sentia-me satisfeita tendo sido uma boa puta que foi. O leitinho daquele boi negro a escorrer lentamente pelas minhas pernas, misturado com o suor e um pouco de sangue. Enquanto me tentava recompor, o Negrão surpreende-me com um beijo brutal, forçando a língua na minha boca, misturando o gosto de suor, saliva e sémen, antes de empurrar-me contra a parede e começar a foder-me de novamente, mas desta vez de pé, com golpes rápidos e impiedosos. O pau dele nem tinha amolecido. Como saiu após se vir dentro de mim, foi da mesma maneira que entrou dentro outra vez. Parecia um cavalo insaciável e eu estava a adorar ser a sua égua. Ele dava fortes tapas nas minhas nádegas com uma mão, enquanto a outra estava na minha boca, com os 4 dedos lá dentro, deixando o polegar de fora. Foi assim que não aguentei mais tempo e me vim mesmo sem tesão, numa explosão de sensações. O negrão não quis saber e continuou até me inseminar novamente, abundantemente, como um animal.
Ele ordenou-me que me limpasse e que desaparecesse e assim fiz. Antes de ir embora disse-lhe:
— Obrigado senhor por me fazer de sua puta e seu depósito. — Ele rapidamente retorquiu:
— Amanhã quero-te aqui à mesma hora. Essa cona ainda está fechada demais.
E assim foi. No dia seguinte voltei a ser dilacerado por aquele garanhão preto sem dó nem piedade. Não fodemos tantas vezes, mas come-me até hoje.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)