Rapidinhas na praia
Entrei no elevador, desci e fui comprar pão. Aguardei na fila para ser atendido. Pedi um litro de leite e voltei para o apê. Fiz um lanche e esquentei o leite tomando café da manhã. Uma mordida no pão e pensei longe. Contive meus desejos, poderia ser problema. Eu não queria dar margem para loucuras e ao mesmo tempo o tesão subia e precisava controlar. Praia, Dezembro, quase final de ano, ganhei uns dias extras antes das festas. A aprovação no Ensino Médio veio como liberdade dos meus pais.
Lavei o prato, xícara e abri a porta da sala. Botei uma sunga antes e o faxineiro do prédio saiu do elevador com rodo, vassoura, pano e balde. Olhou e deu um bom dia, respondi. Fui até o batente da porta e dei um “ei”. Olhou e passou a mão no saco como era seu costume. Fiz um sinal chamando com o dedo, veio e mandei entrar. Já foi perguntando se não daria problema e disse que não, fechei a porta.
Fazia tempo que ele estava de olho e agora teria sua recompensa. A tara estava no ar e ele tirou o pau preto para fora da calça. Belo pau já duro, uns 19 cm para mais. Elogiei o caralho e falou que tinha que ser rápido. A tara do faxineiro de quarenta e dois anos, preto, baixo e magro pelo jovem branco com dezoito anos, magro estava na dureza do pau. Só ajoelhei e segurando na base, paguei um boquete caprichado com mamadas rápidas, chupadas nas bolas e já fiquei em pé pedindo rola ao abaixar a sunga.
Na parede ao lado da porta, o sexo rolou ali mesmo. Empinei a bunda e senti a rola preta atravessar meu cu para foder com rapidez e muita cabeçada. Tirou e melou o rabo mandando mais pica e não deu tempo para que eu reagisse. Caí no hipnótico deixando a rola fazer aquilo que tinha que ser feito: foder meu cu, arrombar e gozar dentro! As fortes cabeçadas só aumentaram o tesão e tarado que ele é, mandou enterradas e o vai e vem foi aumentando meu tesão. Amo cara tarado e quando posso, dou sem dó. Gemendo baixinho com ais e caretas, pressionado contra a parede fui sentindo prazer no corpo e a rola preta estava mandando bem. Tara é tara e ele não deu margem para erros: travou minha cintura após uns oito minutos e jogou duas cargas de esperma lá dentro. Cara bom de pegada, eu estava transpirando e respirando rápido, tomei o fôlego recebendo gozada com gemido dele.
- Não conta para ninguém.
- Nunca.
Sentir aquele esperma viscoso e melado descendo pelo meu cu, indo até as minhas bolas, escorrendo pelas pernas foi uma conquista. Dei uma piscada com sorriso e chamei o cara de gostoso confirmando o poder do seu caralho preto no meu cu. Safado, falei:
- Aparece mais aqui.
Levantou a calça e eu botei a sunga para abrir a porta e deixar o faxineiro na paz. Sorrimos, agradeci e fechei a porta indo ao banho sorridente.
O cara queria, eu fiquei excitado, aconteceu! Ninguém viu, não demos bandeira, ficou entre nós. Matei a tara dele e aliviei o meu rabo necessitado naquele momento. Fazia três meses que não dava e o bom que tinha feito uma rapidinha para aliviar. Ele ainda meteu novamente no meu rabo dois dias depois, desta vez no corredor do apê, ele colado na parede e eu curvado com a bunda empinada! Mandou leitada na minha boca e gostei, sorrindo, elogiando.
Eu fechei o ano com pé direito pensando em mais sexo para o novo ano. Faço escondido, curto pau, pintando eu vou para cima. Terminei o ano pensando em novas oportunidades. Nunca mais esqueci o faxineiro de pau preto. Delicia de caralho.
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