#Coroa #Gay #Incesto #Teen

Amigo Médico da Família - O Pai

2.7k palavras | 1 | 4.14 | 👁️
Théo

Quem quer saber o antes, é só ler "Amigo Médico da Família" , "Amigo Médico da Família - Parte 2" e "Amigo Médico da Família - Parte 3". Do médico ao papai.

Como contei em Amigo Médico da Família - Parte 3, o Seu Luiz foi embora e meu pai ficou bebendo sozinho. Minha mãe continuava dormindo em sono profundo e eu voltei para o meu quarto e quase tive um surto, pois assim que entrei senti cheiro de sexo no ar. Minha cama estava desarrumada e com porra seca nos lençois. Peguei o cobertor que estava no chão e cobri os lençois e abri a janela. Se do nada eu começasse a limpar meu quarto meu pai desconfiaria então só fiquei quieto esperando que ele não fosse entrar lá. Mal liguei a televisão e a porta abriu.
Meu pai botou a cabeça pra dentro, abriu a boca para me perguntar algo, mas parou, olhou ao redor. Certeza que sentiu o cheiro, minha boca estava seca. Olhou pra mim e perguntou sério.
"Vou acender a churrasqueira, sobrou bastante carne. Vai querer jantar?"
"Sim pode ser" consegui responder vendo nos olhos dele que ele sabia o que tinha acontecido ali. E ele saiu sem dizer mais nada.

Antes de continuar o conto preciso falar um pouco sobre meus pais.
Primeiro meu pai: Eu e ele não tínhamos exatamente um relacionamento amoroso, mas também não eramos distantes. Nem mesmo quando eu era criança. Ele nunca foi carinhoso comigo, mas sempre esteve presente na minha vida e agia como pai, assim como nunca deixou faltar nada em casa.
Minha mãe: Minha mãe e eu tinhamos um relacionamento distante. Na verdade, uma vez minha avó brigou feio com ela dizendo que ela só me teve para segurar meu pai. No dia minha avó tentou magoar minha mãe, mas foi eu quem ficou magoado e desde esse dia me mantive longe da minha mãe.
Meus pais entre si: Eles nunca foram um casal de verdade, amoroso entre si e por muitos anos não entendi o por que não separavam como vários pais de amigos meus, pelo menos seria melhor do que viver em uma família como a nossa. Mas, em frente aos amigos e familiares, eles fingiam que sempre estava tudo bem.

Voltando ao conto.

Continuei parado onde eu estava por vários minutos tentando raciocinar sobre o que diria ao meu pai se ele me perguntasse algo, como falei, ele agia como pai, sempre me cobrava respostas das coisas, então sabia que uma hora ele me perguntaria sobre aquele cheiro e achei melhor mentir. Eu sabia bem das consequências em cima do Seu Luiz e eu não queria prejudicar meu macho, pelo contrário, só queria dar prazer para ele. Então liguei a televisão e o video game e continuei agindo como se nada tivesse acontecido, mas com a guarda levantada pra mentir descaradamente.
Um tempo depois ouvi meu pai me chamando, dei pausa no jogo e sai. Minha meta era comer o mais rápido e voltar o mais rápido. Cheguei na churrasqueira e ele estava sem camisa, apenas de bermuda terminando de cortar a carne.
"Não vai acordar a mãe?" perguntei.
"Do jeito que ela bebeu só acorda amanhã, pode ter um terremeto agora q ela vai continuar roncando"
E então ele fez algo que nunca havia feito, me serviu. Pegou um prato, colocou comida e me deu, mas sem olhar no meu rosto. Aceitei agradecendo e sentei pra comer.
Ele saiu e entrou dentro de casa, fazer o que eu não sabia. Voltou poucos minutos depois mais sério do que antes. Era óbvio que o clima estava estranho entre a gente, eu não sentia raiva nele, mas ele estava diferente, não atrevi a encarar ele nos olhos, então continuei de cabeça baixa comendo. Ele se serviu e sentou bem na minha frente. Comemos por uns longos minutos. A cada garfada, ele dava um longo gole de cerveja.
"Foi gostoso?" do nada ele perguntou e automaticamente levantei a cabeça. Seus olhos estavam vermelhos e pude senti o bafo de cerveja, ele estava bem mais bebado.
"A comida está gostosa sim, pai" respondi "obrigado" - e voltei a olhar rápido para o meu prato que estava quase vazio
"Não perguntei da comida, perguntei se foi gostoso"
Olhei de novo para ele sem entender ou fingindo la no fundo que não entendia. Ele continuava a me encarar. Seus olhos tinham curiosidade
"Gostoso o que" perguntei
"A foda com o Luiz" sua pergunta suou natural como se estivesse colocando o papo em dia
Continuei a encarar ele. Eu imaginava que ele fosse me perguntar sobre o cheiro, mas que não seria direto. Minha cabeça estava a milhões tentando decidir o que falar, mas nada via a tona.
"Théo, eu sou seu pai, caso tenha esquecido. Eu conheço você" - nos seus lábios surgiu um sorrisinho que me surpreendeu - "Talvez não sejamos o exemplo de e filho que a igreja hipocrita da sua mãe fala sobre familia, mas eu conheço você"
"Não estou entendo, pai, o que o senhor quer dizer"
"Théo, eu sempre fingi que não via as coisas porque você é moleque, mas sei sobre suas brincadeiras com seus amigos, troca troca. É normal, sempre aconteceu, mas nunca imaginei que você seria putinha a ponto de dar pra um cara mais velho"
Minha boca estava seca, eu não sabia o que falar.
"Vai negar? Aquele cheiro de cu fudido no seu quarto é o que? Aquela porra seca no lençol é o que? Eu fui conferir agora pra ter certeza" - então ele entrou em casa pra ver meu quarto - "Fora vocês dois na piscina mais cedo que vi pela janela" - a cada palavra eu queria sair correndo, mas para piorar, meu pai não falava com raiva, ele estava até calmo e dava um sorrisinho de canto vez ou outra.
"Não me trate como um idiota, filho, por favor. Já basta sua mãe fazendo isso - ele continuou - "então vou perguntar de novo. Foi gostoso?"
Minha boca abriu e fechou.
"Não foi gostoso? Ele te forçou a algo?" - ele me pressionou - "Porque na piscina você estava quase gozando revirando os olhos"
E ele me encarou por longos minutos. Esqueci totalmente da comida. E então respondi.
"Não, ele não me forçou pai" - baixei os olhos pra comida.
"E foi gostoso?" - ele perguntou de novo.
"Sim"
"E há quanto tempo tem acontecido isso?"
"Só hoje e chupei ele na consulta"
"Sabia que estava estranho aquela proximidade dele depois da consulta" - disse meu pai dando risada - "Luiz sempre foi foguento, mas quando tinhamos sua idade ele era minha putinha"
Levantei minha cabeça e o encarei chocado.
"O que ele?" - ele brincou me olhando - "Acha que só você se diverte aos 14, moleque?" - ele apontou o garfo pra mim - "sabe quantos amiguinhos seus eu já deixei me mamar? Aquele Diego, nossa que boquinha de veludo, mas eu sei que você mama ele. Poxa, filho, meu filho deveria ao menos ser um pouco ativo que nem o papai"
Eu continuava a encarar ele tentando processar. Meus amigos, o Seu Luiz. Um mundo que eu achei que fosse um segredo meu, mas meu pai sabia de tudo.
"Fica tranquilo, vai continuar sendo um segredo, mas será nosso segredo" e me deu uma picadela.
Fiquei em silência com um misto de vergonha e incredulidade. Meus amigos mamando meu pai, MEU PAI. Será que eles comentavam pelas minhas costas? E pior, contaram para o meu pai o que fazíamos.
Sem falar nada levantei pra sair da mesa, mas meu pai se estigou sobre a mesa e segurou meu braço e me mandou sentar.
Continuava olhando para o prato, mas sentia os seus olhos em mim.
"Desde quando fiquei sabendo das suas peripécias fiquei preocupado de acontecer alguma coisa com você" - ele disse "mas pelo jeito, você sabe o que está fazendo. Já tive sua idade e sei muito bem que sabemos exatamente o que estamos fazendo"
Ele se levantou e sentou do meu lado, passou a mão na minha nuca e disse "está tudo bem, não estou julgando você ou brigando"
Seus dedos massageavam minha nunca. Diferente do Luiz, meu pai era um homem definido, tinha pouco pêlo. Jogava futebol e treinava sempre.
Uma lágrima escorreu dos meus olhos e ele limpou ela com um dedo e com as duas mãos me fez olhar para ele. Estávemos bem perto e ele me beijou, recuei rápido, mas ele forçou outro beijo. Eu não queria, mas lembrei dos meus amigos mamando meu pai e fiquei com raiva, era meu pai, meu macho e deixei... ele pegou minha mãe e colocou em cima da sua bermuda, senti ela imensa de dura. Minha mão subiu para seu abdomem e senti ele duro. Nossa, como ele era gostoso. Ele voltou a segurar minha nunca e puxou para baixo, ele tinha tirado a rola pra fora da bermuda. Diferente do seu luiz a dele era grande e grossa, mas cai de boca, não consegui engolir tudo, fui até metade. Mas mamava, chupava, lambia todo o pau dele com uma putinha no cio. Do nada um fogo e um tesão brotaram em mim afastando toda vergonha e medo, eu só queria continuar ali sentindo a pica dele na minha boca.
"Putinha gostosa que tenho em casa - ouvi ele disse lá de cima ofegante. Ele me pegou pelo braço e me levou para o quarto de visitas. Entendi o porque, meu quarto ficava ao lado do da minha mãe e para evitar que nos ouvisse fomos para o de visitar que era ao lado da sala. Mas ao pensar na minha mãe a puta dentro de mim se atiçou, lembrei de toda a mágoa por ela e quis dar mais muito para o macho dela. Quando entramos no quarto ele me abraçou e me deu um beijo bem gostoso.
"Fica de quatro na cama pelado" - mandou "ja voltou". E saiu.
Voltou alguns segundos depois assim que fiquei de quatro. Olhei para trás e vi que ele estava com lubrificante nas mãos.
Agradeci mentalmente porque eu iria sofrer com a pica dele, e se agachou atras de mim e olhou meu cu
"Aquele safado andou esfolando você muito bem para quem te comeu so uma vez" - ele comentou olhando meu cu. Era obvio que eu tinha dado para o Lúcio, mas em vez de falar isso eu disse.
"A pica dele é bem grossa" - eu sabia o que isso causar, meu me olhou com selvageria, quase como desafio ele disse.
"Grossa é" e se levantou com a rola mais dura do que nunca. Passou o lubrificante nela e meu cu, e meteu de uma vez. Se eu não tivesse dado mais cedo teria sofrido muito mais, mas ainda sim senti meu cu se alargar e exclamei de dor. Logo senti a mão do meu pai cobrindo minha boca e pai do seu peso sobre minhas costas.
"Isso é rola grossa, viado" e meteu mais uma. Mais outra e mais outra e eu apertava com força os lençois. Doia, mas estava gostoso. Eu sentia aquele homem tremendo de prazer e logo a dor se tornou apenas prazer e quando ele percebeu meu corpo relaxado tirou a mão da minha boca, colocou as duas mãos na minha cintura e aumentou as estocadas. Ele fodia com força, com fome, seu saco batia na minha pele com tudo e fazia aquele barulho inconfudível de foda. Estava gostoso demais, tão gostoso que nem nos preocupados da mãe ouvir. Aos poucos fui baixando mais meu corpo na frente empinando mais a bunda e sentia ele ir mais fundo com mais vontade, logo ele iria gozar. Consegui pegar no meu pau a tempo de sentir o pau dele inflando e esvaziando porra no meu cu e logo gozei também. Ele ainda estava me leitando quando terminei de gozar. Quando ele tirou a pica de dentro de mim senti um vazio no meu cu, meu corpo desabou na cama.
Meu pai deitou ao meu lado. Ele estava todo suado, seu corpo definido brilhava e eu sentia aquele cheiro de macho. Olhei para o seu pai todo babado semi bomba.
A foda com o seu Luiz foi gostosa, mas com o meu pai foi outro nível.
Ele virou o rosto para mim.
"Foi uma delicia" - eu disse
"Eu sei que você gostou" - e me deu um beijo de lingua bem demorado.
Ficamos na cama por uns bons minutos ainda nos sentindo sem falar mais nada. Minha cabeça ainda processando tudo, até então eu não tinha visto meu pai com outros olhos, mas agora eu via o macho que eu tinha casa e disse a mim mesmo que a partir daquele dia aquele macho teria meu cu sempre que quisesse. Depois de um bom tempo levantamos e fomos limpar o que ficou na churrasqueira depois da janta. Quando terminamos pensei em ir banhar e deitar, mas meu pai me puxou para a piscina e eu falei
"E a mamãe"
"Janela esta fechada e ela não acorda agora, ja disse"
Entramos na água. Ele me deu outro beijo. Me puxou pelas pernas colocou em volta da sua cintura e me apoiou na parede de piscina, senti a cabeça da pica procurando meu cu. E me beijou de novo enquanto forçava a entrar no meu cu, doeu por causa da agua, mas ele entrou, foi forçando para dentro e eu também fui sentindo prazer. E de novo ele me fudeu com força. Não demorou muito e me leitou de novo, mas dessa vez me beijando.
Eu me colocou sentado na borda da piscina e começou a me punhetar, gozei pouco, mas gozei.
Ele dormiu na minha cama naquele dia, mas foi para a cama da minha mãe um pouco antes de acordar e nossa relação mudou obviamente. Passei a ser sua putinha, ele sempre me comia.
E descobri com o tempo a história dele da minha mãe.
Meu pai sempre amou fuder viado, mas minha mãe fez de tudo para segura-lo e me teve, mas isso não foi o suficiente para fazer ele amar ela. E ironicamente, o macho que ela queria que a amasse agora me amava do jeito que ela queria ser amada. Com o passar dos anos eles separaram e eu fiquei com o meu pai. Ela simplesmente sumiu das nossas vidas.
Eu e meu pai continuamos tudo as escondidas. Até mesmo dei para ele e para o Seu Luiz, teve vezes que vi ele fudendo e seu Luiz e gozei muito. Outros caras nos ajudaram a ter mais diversão, mas tudo isso vou pensar se conto ou não.

Comentários (1)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Roberto: Que delícia. Conta tudo sim, como foi fuder com os dois, como papai comeu o Luiz e sobre os outros caras e o que fizeram. Conta tudo e com detalhes.

    Responder↴ • uid:1iert5az