#Gay #Teen

Para todos os românticos 2. Descobertas

1.5k palavras | 0 | 5.00 | 👁️
Thiago puta

Leo e Andre continuam saindo, Leo aprendendo o que é ser amado e como fazer sexo com outro homem.

​O parque de diversões era uma cacofonia de estímulos. O cheiro de óleo queimado das engrenagens misturava-se ao aroma doce e enjoativo das maçãs do amor. Para Léo, era a primeira vez de tudo, 16 anos, primeiro namorado, acabara de perder a virgindade, cada luz de neon que piscava parecia um holofote sobre sua própria insegurança. Ele caminhava com os ombros tensos, as mãos escondidas, até que André, já mais experiente nos seus 17 anos, estendeu a mão com aquela sua luz natural que parecia ignorar o julgamento do mundo.

​André não perguntou. Ele simplesmente envolveu a mão de Léo com a sua. O calor da palma de André era firme, uma âncora de carne e osso no meio daquele oceano de estranhos. Léo sentiu os dedos de André se entrelaçarem aos seus, e o choque inicial de pavor — o medo de ser visto — foi lentamente substituído por uma sensação de proteção. Eles caminharam assim por entre as barracas, os ombros se roçando ocasionalmente, uma dança de proximidade que fazia o sangue de Léo pulsar mais forte nas têmporas.

​Quando subiram na roda-gigante, a cabine balançou levemente, isolando-os do ruído lá embaixo. À medida que subiam, a cidade se tornava um tapete de luzes distantes. No ponto mais alto, onde o vento soprava mais frio e a estrutura parecia suspensa no vazio, André se aproximou. O espaço era pequeno, obrigando-os a uma intimidade inevitável. André segurou o rosto de Léo, os polegares traçando a linha da mandíbula com uma possessividade calma. O beijo ali, nas alturas, foi profundo e faminto; Léo sentiu o gosto de André, a firmeza de sua língua explorando a sua, e por um momento, a vertigem da altura foi substituída pela vertigem do desejo.

​Ao chegarem ao apartamento de André, vazio, pois seus pais tinham ido viajar, o silêncio era denso, carregado da eletricidade que haviam acumulado entre as luzes do parque. André guiou Léo para a suíte, um ambiente de luz âmbar e tecidos pesados. Léo ainda tinha o tremor nas mãos, a incerteza do que viria a seguir.

​— Vem cá — André disse, a voz baixa, conduzindo-o para o banheiro de mármore escuro.

​André sentou Léo na borda da banheira e, com uma paciência pedagógica e desprovida de qualquer julgamento, explicou o processo da higiene íntima. Ele pegou os objetos necessários, mostrando como a água morna deveria ser usada para garantir o conforto.

​— Não é só sobre limpeza, Léo. É sobre você se sentir livre para sentir tudo, sem nenhuma preocupação na cabeça. O prazer precisa de espaço — explicou André, a mão acariciando o joelho de Léo.

​Léo ficou sozinho por alguns minutos. O som da água e o cuidado com o próprio corpo trouxeram uma consciência nova. Ele se sentia preparado, não apenas fisicamente, mas psicologicamente, para o domínio que André exercia sobre ele. Ao sair, enrolado em uma toalha branca, encontrou André já nu na cama, um monumento de pele morena e músculos relaxados, observando-o com uma intensidade que fazia o ar parecer rarefeito.

​Léo deixou a toalha cair, sentindo-se pequeno sob o olhar de André. André estendeu a mão e o puxou para cima do colchão, posicionando-o de costas.

​— Eu quero sentir cada parte de você — murmurou André.

​Ele começou a descer pelo corpo de Léo com beijos lentos, deixando um rastro de umidade e calor. Quando André chegou entre as pernas de Léo, o mundo de Léo parou. André abriu as pernas dele com firmeza, expondo a intimidade rosada e ansiosa de Léo.

​André começou a usar a língua com uma maestria que Léo nunca imaginara. Ele não foi direto ao ponto; ele explorou as dobras, a pele sensível das coxas, o períneo, até que sua língua, quente e ávida, se concentrou na entrada apertada de Léo. Léo arqueou as costas, os dedos enterrando-se nos lençóis, soltando um gemido que foi abafado pelo som da sucção de André. A língua de André trabalhava em círculos, invadindo levemente, saboreando Léo com uma fome que era quase devocional. O contato da saliva com a pele sensível criava arrepios que subiam pela espinha de Léo como descargas elétricas.

​Depois de torturá-lo com prazer, André se sentou e guiou Léo para que ele fizesse o mesmo. O pau de André estava colossal, latejando com o desejo contido. Léo, ainda inexperiente mas movido por uma necessidade visceral de agradar, envolveu a cabeça com os lábios. O calor era imediato. Ele deslizou a língua pela haste, sentindo as veias pulsarem, e depois engoliu o máximo que pôde. André xingou baixo, a mão cravada no cabelo de Léo, o quadril movendo-se em um ritmo que exigia submissão. Léo sentia o gosto salgado, a plenitude da carne prechendo sua boca, e o cheiro de sexo que agora impregnava o quarto.
​André não aguentou mais a espera. Ele virou Léo de bruços, deixando-o na posição de quatro, o cu exposto e brilhando pela lubrificação natural e pela língua de André. André lubrificou os dedos e começou a abrir o caminho, sentindo a resistência inicial que logo se transformava em acolhimento.

​— Você está tão apertado... tão perfeito — sussurrou André no ouvido de Léo, enquanto sua mão livre desferia um tapa seco e firme na nádega direita de Léo. O som estalou no quarto silencioso, e a pele de Léo ficou instantaneamente vermelha. O choque da dor foi um gatilho de prazer extremo; Léo gemeu alto, o corpo tremendo.

​André se posicionou. A cabeça grossa de seu pau pressionou contra a entrada de Léo. Com um empurrão decidido e lento, ele penetrou. Léo soltou um grito abafado no travesseiro, sentindo a sensação de ser preenchido, de ser rasgado e completado ao mesmo tempo. André parou por um segundo, deixando que o corpo de Léo se acostumasse com a invasão, e depois desferiu outro tapa, desta vez na nádega esquerda, selando o início do ritmo.

​O movimento começou. André fodia com uma força bruta, as mãos cravadas nos quadris de Léo, controlando cada centímetro da penetração. O som da pele batendo contra a pele era rítmico, um metrônomo de luxúria. A cada estocada, André acertava a próstata de Léo, arrancando dele gemidos que beiravam o delírio. Léo sentia o peso de André sobre suas costas, o calor do peito dele contra sua pele suada, e a sensação de que estava sendo marcado, de dentro para fora.

​André o virou de costas, levantando as pernas de Léo até que os joelhos tocassem os ombros. Nesta posição, a penetração era ainda mais profunda. Eles se olhavam nos olhos, a conexão crua e absoluta. Léo via o desejo selvagem nos olhos de André, e André via a entrega total nos de Léo.

​— Olha o que você faz comigo — disse André, a voz quase um rosnado, enquanto aumentava a velocidade.

​Léo sentia o prazer subir como uma onda incontrolável. Ele se masturbava freneticamente, em sincronia com os movimentos de André. O atrito era perfeito, o calor era insuportável. O quarto cheirava a esforço físico, lubrificante e a essência pura de dois homens que se pertenciam.

​Léo gozou primeiro, um orgasmo que pareceu durar uma eternidade, o sêmen jorrando sobre seu próprio peito e no estômago de André em jatos quentes e espessos. O cu de Léo se contraiu violentamente ao redor do pau de André, e esse foi o limite. André soltou um rugido baixo, enterrando-se o mais fundo que podia, e despejou toda a sua porra dentro de Léo, sentindo as pulsações de seu próprio clímax ecoarem através do corpo do outro.

​Eles desabaram um sobre o outro, ofegantes, os corações batendo no mesmo ritmo acelerado. André beijou o ombro suado de Léo e depois sua testa, um gesto de carinho que selava o domínio exercido.

​— Viu só? — sussurrou André. — Você é meu. Em qualquer lugar. Mas aqui... aqui você é todo meu.

​Léo apenas assentiu, exausto e completo, sentindo a segurança que só aquela possessividade conseguia lhe dar.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos