#Coroa #Gay #Teen

Amigo Médico da Família - Parte 3

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Théo

Médico da minha família descobriu que curtia a dar o cu e resolveu me colocar para mamar. Após esse episódio minha família o convidou para um churrasco em casa.

Quem quer saber o antes, é só ler "Amigo Médico da Família" e "Amigo Médico da Família - Parte 2".

Como parei no último conto, eu tinha quase certeza que havia visto alguém na janela do quarto dos meus pais, vi a fisionomia de uma pessoa sumindo quando minha mãe apareceu. Depois que o Seu Luiz foi ver o machucado da Maria continuei na piscina por um bom tempo com a ansiedade atacando, muitos pensamentos passando pela cabeça, mas não vi mais nada na janela, e ainda sim não tive coragem de ir até onde todos estavam até que minha mãe veio me perguntar se eu não iria almoçar. Sai da piscina, mal me enxuguei na toalha e ja coloquei a bermuda que eu estava e fui pegar comida.
Maria era esposa de um dos amigos do meu pai, ela era bem estabanda, todo churrasco entre eles ela tinha que quebrar alguma coisa, e lá estava ela com a mão enrolada em um pano. Pelo que o Seu Luiz falou, não era nada grave, só lavaram e enrolaram no pano para diminuir o fluxo de sangramento.
Ninguém me deu muita atenção, nem mesmo o Seu Luiz, ele não viu o que eu vi, ou o que achei que tinha visto, mas acredito que ele tenha decidido evitar contato visual depois da brincadeirinha na piscina, apesar do susto tinha um clima sexual entre a gente absurdo. E sempre que ele estava no meu alcance de visão eu visualizava cada centimetro daquele corpo sem camisa, a cada vez ele ficava mais soltinho enquanto bebia.
Depois de comer, alguns foram para a piscina, outros ficaram na churrasqueira e eu fui para o quarto. Nesse momento fiz questão de dar uma boa olhada para o Seu Luiz, mas apenas pra guardar a imagem dele todo desinibido na minha memória, as chances de rolarem algo de novo eram mínimas, assim eu achei rs
Fiquei no quarto o dia inteiro, minha mãe apareceu poucas vezes para ver se eu queria comer mais, mas neguei e a cada vez reparei que ela estava bem mais bebada que na vez anterior.
Lá para as 17h quase todos tinham ido embora, ficou em casa apenas o Seu Luiz que já estava bem "feliz" e com o rosto vermelho, a Maria e seu esposo, o Alberto, que era um coroa magrelo narigudo gostoso, além dos meus pais e eu obviamente.
Então ouvi uns barulhos de vomitos e fui ver o que estava acontecendo na area da piscina. Minha mãe vomitava bastante no próprio jardim. Meu pai batia nas costas dela pedindo para ela por tudo pra fora e seu Luiz logo atrás falando que provavelmente ela estava vomitando por ter misturado uisque e cerveja, meu pai concordou já que minha mãe não é de beber. Como ela não parava de vomitar, todos decidiram que seria melhor levar ela no hospital. Seu Luiz se ofereceu para ir junto, mas logo mudou de ideia, não seria legal verem ele bebado por lá então ligou para um amigo de plantão e avisou que um casal de amigos iria e pediu para ele dar uma atenção especial, e assim Maria e Alberto foram para casa desejando melhoras. Seu Luiz ficou para ajudar a carregar minha mãe para o carro com meu pai e quando eles colocaram ela confortável no banco de trás, meu pai pediu que eu tentasse arrumar o máximo possível da bagunça. Na mesma hora o seu luiz disse que ficaria para me ajudar.
"Não é justo com o menino" ele disse "coitado passou o dia todo no quarto e não vai me custar nada e caso precise de mim eu estarei por aqui"
Meu pai estava preocupado com a minha mãe, só queria sair logo então não fez objeções a proposta nada inocente do seu luiz e então sairam para o hospital.
"Enfim sós" seu Luiz disse assim que a garagem fechou e ouvimos o carro se afastando.
"Eu estou preocupado com a minha mãe, na verdade, preferia ter ido com eles" e me virei para começar a arrumar as coisas. Na verdade, meu cu estava piscando, mas não me sentia confortável em fazer nada com a minha mãe naquele estado.
Seu Luiz veio por trás de mim e me abraçou, senti seu pau já duro empurrar minha bunda e ele sussurrou
"Eu sou o médico aqui" sua barba rosou minha orelha "se ela estivesse em perigo eu teria ido. mas ela só precisa de uma glicose e vai ficar bem" e me deu um beijo no pescoço. E eu desmoronei, não queria admitir que tinha sido dobrado tão fácil, mas estava entregue. Como não falei nada ele me deu outro beijo no pescoço, outro e mais outro, passou a ponta da sua lingua da base do meu pescoço até meu ouvido e deu uma mordiscada na minha orelha e sempre no vai e vem na minha bunda e sem perceber eu já estava ofegando. Ele virou meu rosto com as suas mãos grossas e asperas e me deu um beijo, colocou a lingua grossa dentro na minha boca e eu deixei ele se aproveitar de mim sentindo sua lingua invadir minha boca enquanto forçava seu pau dentro da bermuda na minha bunda.
"Me mostra seu quarto" ele mandou.
E eu puxei ele pelas mãos. Assim que entramos, ele me continuou a beijar meu pescoço por trás, mas dessa vez foi descendo alternando entre beijo e lambida pelas minhas costas e eu me sentia no paraiso, e com a mão foi me fazendo deitar de bruços e ele deitou por cima de mim colocando todo o peso de um macho em alfa em cima do meu e não parou de me beijar e lamber em nenhum momento. Tirou minha bermuda e minha sunga.
"Agora deixa eu ver esse cuzinho" ele abriu minhas nadegas e deu uma cheirada, a sua barba raspando fez meu corpo inteiro arrepiar. E sua lingua invadiu meu cu, não aguentei e comecei a gemer. Sua lingua me invadia com força, era grande e grossa. Ela queria me conhecer por dentro e era como se ele conseguisse entrar cada vez mais fundo com ela.
"Vem me mamar" disse ela depois de um longo tempo me fazendo delirar chupando meu cu "pra deixar bem lubrificado pra vc sentir o que é uma macho de verdade dentro de você"
E eu sentei na cama enquanto ele em pá. Ele tirou a bermuda, mas ficou de sunga e eu entendi que ele queria que eu tirasse, e eu não queria decepcioná-lo.
Dei uma lambida no pau por cima da sunga, senti aquele gosto de cloro, mas não me importei, estava gostoso misturado com o gosto de rola dele. Fui e voltei ao longo do pau dele por cima da sunga algumas vezes até que tirei e a pica pulou na minha cara. Aquele cheiro de pica, mijo e cloro me fez salivar e cai de boca e foi a fez dele gemer. Queria aquele macho saciado, queria ele satisfeito e dei tudo de mim mamando, chupei e passei a lingua no seu saco, não era cabeludo, mas tinha pêlo. Ele segurou minha cabeça e começou a fuder a minha boca, não demorou muito e ele gozou com 4 jatadas bem fartas, começou a escorrer porra pelos bancos da minha boca, mas limpei com os dedos e lambi eles depois. Eu olhei pra cima e ele estava me olhando com uma cara de cachorro safado.
Deitou comigo na cama. Achei que ele fosse descansar, mas ele me fez deitar de ladinho com as costas virado para ele e ele voltou a me beijar, e fez o que eu amo o que ela fez, colocou os dedos entre o meu saco e em cu e começou a massaegar enquanto me beijava e eu sentia sua pica dura nas minhas costas melando tudo. Não demorou muito e ele colocou o pau na minha bunda, me preparei para sentir dor, fazia tempo que eu não dava, e sua rola era bem grossa, mas ele sabe meter. Sua cabeça entrou e ele voltou a fazer o que eu amava, e voltou a me beijar, me relaxando e aos poucos foi metendo o restante e eu apenas fui me sentindo flutando e então começou a socarainda me beijando. Para mim, naquele momento nada importava, só existia eu e ele. Ficamos metendo assim por uns bons minutos até que ele se levantou e eu fiquei admirando aquele macho. Já estava escurecendo, meu quarto estava com as luzes apagadas, mas as luzes de fora iluminavam bem e ele e que visão abençoada. Até hoje não encontrei macho mais gostoso Ele me colocou de barriga para cima, com as mãos grossas colocou minhas pernas eu seu ombro, segurou com força minha cintura e socou de uma vez e ai eu gritei. Não de dor, mas de prazer. Estava sendo deflorado por um perfeito macho de verdade. Nem nas minhas maiores punhetas imaginei que aquilo fosse acontecer, ele metia com vontade, com força, a cada estocada seu saco batia na minha bunda e eu revirava os olhos e ele me encarava firme, quase em piscar me vendo delirar na sua pica. Senti ele metendo mais rápido, fico mais ofegante e eu comecei a me punhetar. Não demorou e gozamos juntos. Ele me leitou mais do que antes e senti a porra dele me invadindo e minha porra voou pela minha barriga e urramos juntos. Ele continuou com a pica dentro de mim, ela não amolecia ainda, e ele me olhava com sede, com fome, como se não tivesse fodido há anos.Segurou minhas coxas ele se deitou por cima de mim, por cima da minha porra e me deu um beijo. Ficou em um vai e vem gostoso com o meu cu lotado de porra.
"Vamos banhar" ele disse depois de uns minutos e o lavei para o meu banheiro.
No banho ainda o mamei bastante até ele gozar de novo na minha boca e ai o pau dele amoleceu e eu me senti satisfeito com dever cumprido. Até perdemos a hora no banho, quando saimos já era noite e ainda não tinhamos arrumado nada.
Quando meus pais chegaram, estavamos terminando de arrumar tudo.
"Ainda estão aqui" perguntou meu pai surpreso.
"Sim" respondi pensando em uma desculpa "ficamos mais um pouco na piscina. Como a mão está?"
"Melhor, só precisa descansar"
E meu pai e o seu Luiz levaram ela para cama enquanto eu continuei arrumando tudo, não demorou muito e eles voltaram. Meu pai foi até a geladeira, pegou cerveja que ainda tinha e ofereceu para o Seu Luiz, que recusou, disse que já tinha bebido demais, mas com insistência do meu pai aceitou e ficou bebendo de pouco em pouco enquanto nós três terminamos de limpar tudo.
Seu Luiz foi embora logo em seguida mesmo meu pai pedindo pra ele ficar. Eu fui para meu quarto fazer minha lição e meu pai ficou bebendo sozinho na churrasqueira.
... to be continue ...

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