#Gay #Grupal #Voyeur

Foda dentro do ônibus de viagem

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Thiago puta

Quando se é puta, qualquer lugar serve pra dar o cu, dessa vez eu dei no ônibus. Me comeram gostoso

Eu sou um jovem de 21 anos, vou contar da minha viagem de ônibus pra São Paulo, escolhi viajar a noite, não minto, entrei com segundas intenções, mas pensei que o máximo que conseguiria era alisar um pau na surdina.
​A viagem interestadual começou, nao demorou para anoitecer. O ar-condicionado gelado arrepiava a pele quase como uma carícia embalando o sono, misturando-se ao ronco grave e constante do motor que fazia o banco vibrar levemente sob nossos corpos. Quase todos os passageiros dormiam pesado, cabeças tombadas, alguns roncos baixos se misturando ao barulho da estrada. Apenas uns poucos pontos de luz azulada de celulares quebravam a escuridão densa.

​Eu ocupava o assento do corredor na penúltima fileira. Ao meu lado, na janela, por sorte minha, um homem de uns trinta e poucos anos, corpo torneado, barba bem cuidada e uma bermuda larga de moletom cinza que mal escondia um volume enorme entre as coxas grossas. Meu joelho roçou no dele de propósito. Ele não recuou. Desci a mão devagar e comecei a acariciar aquela coxa musculosa, sentindo o calor da pele sob o tecido fino. Ele se ajeitou, cruzou os braços e encostou a cabeça no vidro, fingindo dormir. Essa foi minha deixa.

​Meu coração martelava. Subi os dedos trêmulos até em cima da coxa; não houve resistência. Fui subindo lentamente em direção ao alvo: a mala no meio das pernas dele. Quando encostei, o pau reagiu no mesmo instante: inchou rápido, endurecendo e pesando contra minha palma através da bermuda. Fiquei ali, olhando nervoso para os lados, esfregando aquela vara grossa que pulsava quente, enquanto meu próprio cacete latejava dolorido, preso e babando dentro da calça de moletom.

​Fiquei alisando aquela jeba que devia ter uns 20 cm, grossa pelo visto, um exemplar perfeito de macho. Só de sentir o pau duro dele sob a bermuda já estava realizado; conseguiria passar a viagem inteira bulinando-o.

​Mas ele se espreguiçou de repente. Puxei a mão rápido, coração acelerado — e se ele estivesse realmente dormindo? Porém, no mesmo movimento, ele passou o braço por trás de mim, a mão grande descendo direto para minha bunda. Sem titubear, eu já levantei um pouco o quadril, facilitando o acesso. Seus dedos grossos invadiram minha calça e cueca sem cerimônia, procurando o buraco. No instante seguinte, já enfiei minha mão por dentro da bermuda dele e finalmente agarrei o pau pelado: quente, latejante, a cabeça inchada melada de pré-gozo viscoso.

​Seus dedos apertaram minha nádega com força e, sem aviso, enfiaram fundo. Dois de uma vez. Meu anel ardeu, abrindo-se ao redor daquela invasão grossa enquanto eu bombeava o pau dele com vontade, sentindo as veias saltadas latejarem contra meus dedos.

​O tesão era animal. Eu sendo arrombado por aqueles dedos brutais no meio do ônibus escuro, o balanço do veículo ajudando o vai e vem ritmado dentro do meu cu, enquanto eu masturbava aquele estranho com fome, o cheiro almiscarado de macho subindo discreto por baixo da roupa.

​Foi então que notei movimento atrás. O cara da fileira do fundo — uns 45 anos, cara marcada, corpo robusto — tinha acordado. Seus olhos estavam cravados em nós, a mão já enfiada dentro da bermuda, punhetando devagar o cacete duro enquanto assistia aos dedos grossos entrarem e saírem do meu buraco.

​Nesse momento, uma passageira se levantou e veio caminhando pelo corredor em direção ao banheiro do fundo. Rápido, o cara ao meu lado disfarçou, pegou uma manta fina que estava dentro da mochila em seus pés e jogou sobre nossas pernas e barrigas, cobrindo até a cintura. Eu baixei de vez a bermuda dele e continuei batendo uma punheta gostosa naquele pau latejante por baixo do tecido. Ele retirou os dedos do meu cu e falou no meu ouvido:

​— Vira de lado pra mim, putinha.

​Abaixou minha calça o suficiente para minha bunda ficar acessível para sua rola. Logo que me posicionei de costas para ele, senti a rola pressionar a cabeça grossa e babada contra minha entrada. Com o sacolejo do ônibus, ele meteu tudo de uma vez. A ardência foi violenta — meu cu queimou como fogo ao redor daquela rola grossa e quente que me invadia até o fundo. Mordi o lábio com força para não gemer, agarrando o apoio do banco, sentindo cada centímetro me rasgando por dentro. Ele começou a foder com estocadas curtas e profundas, o pau deslizando no meu intestino, batendo forte contra a próstata a cada balanço do veículo.

​Outra pessoa passou pelo corredor. Nós congelamos: o cacete dele enterrado até o saco dentro de mim, pulsando quente, enquanto eu apertava a base com força por baixo da manta. O coração quase saía pela boca. Qualquer barulho, qualquer movimento errado e estaríamos fodidos. Quando a pessoa voltou e sumiu, ele retomou com mais brutalidade, metendo fundo, arrombando meu buraco sem dó.

​O cara do fundo não perdia nenhum detalhe, a mão se movendo cada vez mais rápido dentro da bermuda, olhos vidrados na cena escondida. Eu aproveitava e olhava com cara de puta safada o outro batendo punheta, mostrando que eu estava ali levando rola.

​— Caralho, que puta — o cara que se masturbava movimentou a boca, formando a frase mudo; foi leitura labial mesmo para entender.

​O macho me fodendo começou a ofegar baixo contra meu ouvido. As estocadas ficaram descontroladas, mais fundas, mais violentas. Senti o pau inchar ainda mais dentro de mim, as veias pulsando contra as paredes do meu cu. Ele agarrou minha coxa com força bruta, deu três estocadas selvagens e gozou. Jatos grossos e quentes explodiram bem fundo, enchendo meu intestino com porra quente e viscosa. Ele grunhiu rouco, abafado, enquanto continuava metendo devagar, esvaziando cada gota, o sêmen escorrendo quente ao redor da rola ainda dura.

​Meu cu piscava e apertava ao redor dele. O risco, o lugar público, as pessoas passando a centímetros de nós, a manta mal disfarçando a foda... tudo me deixou louco de tesão.

​A noite ainda era longa. O ônibus seguia cortando a escuridão, e eu continuava com o cu repleto de leitinho quente, o coração acelerado pelo perigo constante. Mas, no momento, estávamos meio saciados; nos arrumamos e seguimos viagem. Por debaixo da manta, eu ainda segurava o pau dele, meia bomba, que mesmo assim enchia minha mão.

​Algumas horas depois, o ônibus fez uma parada longa numa rodoviária de beira de estrada. As luzes amareladas do terminal entravam fracas pelas janelas. Quase todos desceram para esticar as pernas, fumar ou ir ao banheiro. O cara ao meu lado me olhou com um sorriso safado e murmurou baixo:

​— Vem.

​Eu o segui até o banheiro masculino do fundo do terminal. O lugar era velho, cheirava a mijo, desinfetante barato e macho suado. Entramos na última cabine e trancamos a porta. Ele encostou na parede, baixou a bermuda até os joelhos e deixou o pau semiduro balançando pesado.

​O outro cara — o do fundo do ônibus — apareceu logo em seguida, entrando na mesma cabine apertada. Os dois me olharam com fome.

​— Chupa — ordenou o mais novo, segurando o cacete pela base e batendo na minha cara.

​Ajoelhei no chão sujo sem pensar duas vezes. Peguei primeiro o pau do cara que tinha acabado de me encher de porra. Ainda tinha gosto salgado do sêmen misturado com meu cu. Enfiei na boca quente, sugando com vontade, sentindo ele endurecer rápido contra minha língua. O cheiro forte de macho, suor e sexo enchia minhas narinas.

​Enquanto eu mamava fundo, a garganta engolindo até a base, o cara mais velho se posicionou ao lado e começou a bater punheta bem na minha cara, o pau grosso e quente roçando minha bochecha, deixando rastros de pré-gozo na minha pele. Eu alternava: chupava um com fome, babando muito, garganta se abrindo, enquanto o outro esfregava o cacete na minha cara, batendo punheta cada vez mais rápido. O pau do mais novo batia no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar, lágrimas começando a escorrer dos olhos. Eu não parava — sugava com mais força, língua girando na cabeça inchada, chupando as bolas pesadas, voltando a engolir tudo.

​— Isso, engole tudo, putinha — rosnava o mais novo, segurando minha cabeça e fodendo minha boca sem piedade.

​O mais velho gemia baixo, punhetando furiosamente, o pau roxo de tão duro batendo contra minha testa, minhas pálpebras, meus lábios esticados ao redor da rola do outro. Eu chorava de tesão e sufocamento, baba escorrendo pelo queixo, lágrimas descendo pelo rosto enquanto mamava sem parar, garganta queimando, nariz escorrendo. O pau do mais novo inchou na minha boca, ele deu um grunhido e gozou forte, enchendo minha garganta de porra grossa. Engoli o máximo que pude, mas parte escorreu pelos cantos da boca.

​Mal terminei de engolir, o mais velho agarrou minha cabeça e enfiou o cacete na minha boca, metendo fundo, fodendo minha boca igual a uma bucet*, sem se importar com meus engasgos e quanta baba escapava. Em poucos segundos ele também explodiu, jatos quentes batendo direto na minha garganta, me fazendo ter um acesso de tosse; eu estava literalmente sufocado com porra de macho.

​Eu estava ajoelhado, rosto todo melado de porra, baba e lágrimas, chorando de tesão puro, o cu ainda latejando da foda anterior, o gosto forte de dois machos dominando minha boca. Comecei a bater uma punheta sozinho agora no banheiro, meus machos já de volta no ônibus. Quando vejo porra no chão, sem pensar, baixo a cabeça para lamber e gozo no exato momento em que estou lambendo o chão do banheiro.

​Tento me recompor do jeito que dá. Olhos vermelhos, cabelo uma zona, roupa babada. Jogo minha blusa por cima de tudo, tentando disfarçar o estrago, e subo no ônibus. Vejo o senhor da punheta falando aos cochichos com um cara ao lado dele que me olha de um jeito safado. O cara do banco ao meu lado já está com a manta no colo; vejo o desenho da rola dele no tecido.

​A viagem ainda não tinha acabado; ninguém havia jantado. Acho que a comida da viagem seria eu.

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