#Corno #Traições

Viúva de marido vivo

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Estou tão confusa que decidi expor o que aconteceu comigo na esperança de que acalme meu interior.

Tenho 37 anos, me casei logo que terminei a faculdade e tendo um filho aos 26 anos, numa gravidez de alto risco e que me impossibilitou de engravidar novamente. Nos primeiros anos da minha vida conjugal o sexo teve um papel normal, tendo altos e baixos como acontece com a maioria dos casais.

Meu marido foi criado de forma tradicional, sempre foi respeitoso e delicado comigo, mas nunca me deu muita abertura para falar, principalmente sobre meus desejos e daquilo que gosto na cama. No início até que tínhamos variações, mas depois tudo foi se restringindo a uma ou duas posições.

Na realidade eu fui me acostumando a isso. A minha preocupação era agradá-lo e, principalmente, nestes últimos quatro anos, eu quase não gozei porque nossas transas são as famosas rapidinhas. Eu deito, abro as pernas, ele vem por cima, me penetra com delicadeza, goza, vira de lado e dorme. Além da qualidade não ser legal a quantidade é quase que inexpressiva. Às vezes, ficamos meses sem transar.

Tentei conversar com ele por umas duas vezes, pois tenho um belo corpo, pernas e coxas bonitas, sem mesmo ter celulite e perguntei se tinha alguma coisa errada comigo ou se estava acontecendo algo. A resposta veio de uma forma ríspida, do tipo, você também vai me estressar agora.

Claro que eu sei que ele está passando por problemas na empresa e decidi ajuda-lo. Sugeri que eu poderia lecionar meio período contribuindo no orçamento e a resposta, mais uma vez, foi ríspida: Faça o que quiser.

É difícil ouvir isto e engolir, mas entendo que ele quer o melhor para mim e para o meu filho. Sempre tentou nos dar o melhor, embora em determinados períodos o dinheiro parecia sumir e depois voltava ao normal. Cheguei a suspeitar que ele tinha outra mulher ou que tinha algum vício com apostas, pois ele gostava de jogar, mas nunca investiguei mais a fundo.

O fato é que no ano passado, conversei com a Dedé, uma amiga da faculdade, que conseguiu me encaixar na escola em que trabalhava. Assim, passamos a conviver juntas, a sair aos sábados ou domingos à tarde, indo ao shopping seja para almoçar, fazer compras ou até mesmo só para passear, já que meu marido não se dispunha mais a sair de casa.

Este isolamento do meu marido já vem de anos. Para não falar que ele não sai de casa, aos sábados ele leva o meu filho ao clube para o menino jogar futebol e volta no final da tarde. Tudo bem que ele não se importa que eu saia, mas eu me sinto uma viúva de marido vivo. Nós não saímos juntos, não vamos a um restaurante, não passeamos e quando cobro a resposta é a mesma: Não estou com vontade de sair.

Comecei a me abrir com a Dedé a respeito destes problemas. Ela ficou casada pouco tempo, se divorciou e não teve filhos por opção própria. Ela me disse que, atualmente, teve e tem alguns parceiros sexuais, mas que não quer envolvimento emocional. Palavras dela: “A hora que tenho vontade de dar, saio com um parceiro e pronto. Você tem que aproveitar a vida e sexo é vida. Ainda mais você, bonita e com este corpo maravilhoso”.

Isso me fez repensar a vida. Será que eu sou feliz? Será que eu ainda amo meu marido ou só estou acomodada com a situação? Como seria fazer sexo sem envolvimento? Será que vivo um romantismo que não existe mais? Conseguiria ficar pelada na frente de outro homem que não fosse meu marido? Ficaria à vontade? Conseguiria deixar esta pessoa me possuir?

E foi aí que tudo começou. Dedé me diz que uma amiga vai comemorar o aniversário e fechou uma casa noturna só para os convidados. Só se paga a consumação. Claro que eu queria ir, afinal quanto tempo fazia que eu não ia a uma festa assim. Minhas festas se resumiam, quando ele se dispunha a ir, a poucos aniversários da família dele já que meus familiares se resumem a minha irmã e alguns primos que vivem no interior de Minas.

Falei com meu marido para irmos juntos, mas a resposta foi a mesma de sempre: Não tenho vontade. Insisti dizendo que tinha muita vontade de ir e para a minha surpresa ele disse: Vai.

Fiquei confusa com esta resposta. Como assim? Vai.... Perguntei se ele ainda me amava e ele respondeu que sim, mas não queria ir a um lugar que não conhecia ninguém. Mais uma vez, engoli seco.

Naquela semana, várias vezes alternei a minha opinião e em ir e não ir, até que no dia da festa tomei a decisão. Fui ao salão de beleza, ajeitei o cabelo, as unhas, comprei um vestido novo e sexy.

Em casa, por volta das dez da noite, eu estava pronta. Linda, cheirosa e com a esperança que meu marido, ao me ver, me dissesse vou junto, não vou deixar você ir sozinha. Inclusive, propositalmente, tirei a aliança do dedo aguardando a reação dele. Porém, não sei se ele percebeu, mas fez uma cara de dar dó e ouvi: Você está bonita. Boa festa e volte logo.

Até hoje não sei qual foi a intenção dele. Seria a de eu ficar com pena e não ir à festa? Seria de arrependimento e não querer dar o braço a torcer? Confesso que eu quase desisti de ir, estava me sentindo mal com aquele clima, mas o Uber já estava me esperando.

Encontrei Dedé na festa e estava me sentindo meia deslocada. Logo ela me levou para tomar um drink e embora eu não seja de beber achei que o álcool iria me desinibir um pouco. E foi o que aconteceu, passei a me sentir um pouco melhor e fui para a pista de dança.

Dançando comecei a perceber um rapaz, bonito, sozinho, me olhando com frequência, mas em momento algum se aproximou. Dedé havia sumido e a música parou um pouco. Fui para um local menos agitado para respirar um pouco e estava tão distraída que não percebi aquele rapaz chegar.

Ele falou algo engraçado, eu ri e ele se apresentou. Era Diego. O que eu vou escrever aqui pode parecer estranho, mas foi o que senti. Sabe aquela sensação na adolescência quando você via um menino bonito e que vinha conversar com você. Um nervoso que você contém e não entende de onde está vindo.

Aos poucos fomos conversando e esta névoa estranha foi dando lugar a outra coisa. Eu não sei explicar o porquê, mas estava com tesão. Eu podia sentir minha região intima começar a ficar úmida, minha respiração ficar mais rápida e fui tentando me conter e me acalmar.

Ouvimos uma música lenta e ele me convidou para dançar. Eu não fazia isso há muito tempo. Sua mão se posicionou sobre as minhas costas, me arrepiei porque sua boca estava muito próxima do meu pescoço que é meu ponto fraco. Eu estava cada vez mais excitada e fui permitindo uma conexão, digamos, mais íntima, pois podia sentir que ele também estava excitado. Aquilo estava gostoso demais, pena que durou pouco, porque o ritmo das músicas foi trocado.

Olhei no relógio e me assustei, já era uma hora da manhã e eu havia pensado em retornar para casa por volta da meia-noite para não causar muitos problemas. Disse ao Diego que precisava ir ao banheiro e não sei se ele notou algo, mas me deu um cartão com seu telefone e e-mail.

A Dedé me viu e fomos ao banheiro porque eu me sentia completamente molhada de tesão. Isso nunca havia acontecido comigo. Parecia que eu estava no cio. Dedé falou comigo que o cara era um gato mesmo, mas precisa tomar cuidado com os homens.

- Mas eu não vou sair com ele. – Disse eu, completamente assustada com aquela situação – Já é tarde, preciso ir embora.

Fui para casa na esperança de, quem sabe, meu marido querer fazer sexo, mas quando cheguei ele já estava dormindo.

Na segunda-feira, mais calma, conversando com ela falei que ele tinha me passado o contato, que tinha um sentimento de arrependimento de ter ido sem meu marido, mas que tinha sido bom. Ela me disse que havia pesquisado e que era primo da dona da festa, recém viúvo e gente extremamente do bem.

Dedé insistia para que eu ligasse para ele, mas eu estava indecisa. Não era vergonha, mas era uma parte moral que ficava me atormentando. Eu continuava com tesão e cheguei a me insinuar a meu marido, que me atendeu, porém daquela forma rapidinha que não me satisfez. Pelo contrário, me deixou com mais tesão ainda.

Na semana seguinte, tomei uma decisão e mandei um e-mail para ele, achando que ele não iria responder e talvez nem se lembrasse mais. Foi um texto curto que ele respondeu com um convite para almoçarmos no sábado. Marcamos num shopping longe da minha casa, embora meu marido estivesse no clube, poderia aparecer algum conhecido se fosse em algum lugar perto da minha casa.

Dedé me acompanhou, assim também tinha um álibi se alguém visse. Só que chegando lá, ela me deixou sozinha e ficou nos observando. Almoçamos, conversamos e para a minha surpresa ele foi muito sincero, mostrando muito o seu caráter.

Não queria se envolver com ninguém, pelo menos naquele momento, porque havia acabado de perder a mulher que amava, mas que procurava alguém, uma amiga, para compartilhar alguns momentos, principalmente sexo e sem compromissos.

Foi aí que eu também fui sincera e disse que era casada. Ele ficou espantado e me disse que isso traria algumas preocupações e a maior delas é que ele não queria ser responsabilizado se meu casamento tivesse um fim.

Por incrível que possa parecer, fui eu quem insisti, dizendo que não o responsabilizaria e que gostaria de ser amiga e fazer sexo com ele, desde que fossemos discretos e tivéssemos muito cuidado.

Isso até hoje me surpreende. Como eu pude chegar a essa condição? Estava me oferecendo a um homem que mal conheço. A minha intuição me dizia que eu iria me realizar sexualmente nas mãos dele, não sei porque.

Nos despedimos com um beijo no rosto e assim que ele se afastou Dedé veio ao meu encontro. Contei a ela que combinamos de nos encontrar, no próximo sábado, na casa dele. Dedé sorriu e disse que tinha um plano, caso eu me sentisse à vontade com ele.

O plano era eu dizer para o meu marido, no sábado pela manhã, que ela havia me ligado e tinha torcido o pé, estando com ele imobilizado e precisando de ajuda. Assim, caso eu gostasse e Diego gostasse, poderíamos ficar juntos até domingo à tarde, tendo bastante tempo para transar.

No sábado eu estava muito indecisa, mas também ansiosa. Não consegui falar pessoalmente para o meu marido e ele foi para o Clube com meu filho. Mais uma vez eu não sabia o que fazer e tive que decidir: mandei uma mensagem dando a desculpa do pé da Dedé e recebi uma resposta, um simples: Tá.

Fiz uma pequena mala, chamei o Uber e fui. Assim que cheguei, Diego rapidamente abriu a porta e entrei. Era um sobrado bonito, bem localizado, pequeno, aconchegante. Me disse que tinha vendido o apartamento em que morava e comprado o sobrado para começar uma nova vida.

Almoçamos e ficamos conversando sobre nossas vidas. Embora eu estivesse com muito tesão que parecia estar sendo reforçado por fazer algo errado, percebi que ele não tinha pressa. Diego é um cara inteligente, com um papo agradável e foi me deixando cada vez mais à vontade.

Claro que notei ele olhar para as minhas pernas várias vezes, afinal eu estava com um vestido curto, mas em nenhum momento ele forçou alguma situação. Fomos conversando, sentados no sofá e tudo foi acontecendo naturalmente.

O tempo foi passando, fui percebendo que era um homem respeitoso e que não me submeteria a algo que eu não quisesse fazer. Parecia que ele estava analisando minhas reações e temia fazer algo que me fizesse ir embora. Todo este clima aumentou o meu tesão e fez com que eu tomasse a iniciativa. Ele estava de bermuda e coloquei minha mão sobre a perna dele acariciando-a.

Ele passou a mão por trás do meu pescoço e me abraçou levemente. Eu não aguentava mais de tesão e minha mão foi em busca do pinto dele sobre a bermuda. Podia sentir o aumento de volume. Com calma, abri a bermuda e puxei a cueca fazendo o pinto dele dar um pulo para fora.

Talvez fosse pouco maior do que o do meu marido, mas era bonito, pulsava na minha mão. Puxei a pele para expor a cabecinha e desci a cabeça para começar a chupar. Fazia muito tempo que eu não fazia isso, mas percebi seus sussurros quando eu aumentava a sucção. Logo ele falou:

- Se continuar assim vou gozar rápido. É melhor irmos para o quarto.

Subimos. Ali fui tirando o vestido, o sutiã e a calcinha naturalmente. Aquelas perguntas que fiz no início do texto quando repensei minha vida, agora tinham resposta: eu estava completamente desinibida. Diego estava de frente para mim e o empurrei, levemente, para que deitasse naquela cama.

Eu estava muito feliz. Pela primeira vez na vida comandava o espetáculo. Me posicionei sobre ele, ajeitei o seu pinto e sentei. A penetração foi macia, sem dor e uma sensação de preenchimento que nunca havia sentido inundou a minha mente. Falei para ele que podia gozar pois não podia mais engravidar.

Comecei a fazer os movimentos de subir e descer lentamente. Diego me ajudava segurando na cintura. Havia um grande espelho no quarto e eu me olhava e não me reconhecia. Era como se não fosse eu.

Acelerei os movimentos e fechei os olhos curtindo aquele momento. Comecei a rebolar quando sentava e acho que não chegou a dois minutos, quando o orgasmo veio. Diego começou a socar forte e firme, aumentando o meu prazer. Foi muito intenso e segundos depois Diego parou. Acho que percebeu que eu estava satisfeita. Saí de cima dele e deitei ao seu lado dizendo:

- Nossa... Vi estrelinhas.... Fazia muito tempo que eu não sentia isso.... Mas você não gozou .... Quer vir por cima.

- Calma. – Disse Diego – Até que horas você pode ficar?

Para ser bem sincera, eu tinha planejado transar e voltar para casa, mas eu estava tão feliz, tão encantada com aquele momento que disse que meu álibi era até a tarde do dia seguinte.

- Então não temos pressa. Descanse e se recupere. – Disse ele.

Achei isso legal da parte dele e ficamos ali, deitados, pelados, assistindo televisão e conversando, talvez por pouco mais de uma hora quando ele me convidou a tomar banho juntos.

Nossa, pensei, duas coisas que nunca tinha feito antes com meu marido. Primeiro nunca me deixou comandar a transa e agora banho juntos. Topei e gostei da novidade.

Debaixo d’água. Nos tocando, nos ensaboando e enxaguando um ao outro. Diego me virou de costas, senti o pinto dele, duro, na minha bunda enquanto sua mão brincava com a minha pepeca e beijava meu pescoço. Um misto de sensações deliciosas que foram me incendiando.

Voltamos para o quarto e eu tinha um único pensamento: queria dar. Ele me deitou na cama e começou a chupar meus seios, desceu para a barriga e chegou na minha vulva. Eu me sentia quente, segurava a cabeça dele firmemente para que não saísse dali. Sua língua brincava na minha pepeca e eu estava relaxada e entregue.

Ele se ajoelhou na cama e começou a esfregar a cabeça do pinto na minha pepeca, sem penetrar. Isso foi se tornando uma tortura que me fez, praticamente, implorar:

- Me come.... – Disse eu completamente inebriada de tesão.

Ele veio por cima e começou a me penetrar lentamente. Eu não sei explicar, mas sentir o pinto dele dentro de mim era diferente. Encaixava gostosamente. Ele aumentava e diminuía o ritmo, claramente para não gozar. Até que, não conseguiu segurar mais.

Socando com força ele aumentou o ritmo. Senti uma forte sensação na coluna que se irradiou para o meu corpo inteiro. Eu suspirava, me contraia e um orgasmo veio, forte, intenso, como eu nunca havia sentido antes.

Quando abri os olhos vi que ele estava deitado sobre mim, inerte, respiração ofegante e claro, havia gozado. Quando se recuperou me disse:

- Que é isso.... Que tesão de mulher você é....

Saiu de cima de mim e deitou-se ao meu lado ficando minutos ali, sem trocarmos uma única palavra.... Somente curtindo aquele momento de paz. Até que decidi me levantar, pois o esperma dele escorria da minha vagina. Fui tomar um banho e logo ele veio, mas não fizemos nada ali.

Pode parecer estranho, mas jantamos, assistimos um pouco de televisão e voltamos para o quarto. Diego queria mais, porém disse a ele que estava exausta e era a pura verdade.

Ele dormiu rapidamente, mas eu estava pensativa, afinal tinha feito um ato muito ruim além de mentir para o meu marido. Agora, estava deitada na cama, pelada, com outro homem. Sendo bem sincera, era um misto de arrependimento e de felicidade e esta alegria é que me preocupava, pois sabia que não queria me envolver, mas também não posso negar: foi uma transa muito diferente.

E eu me perguntava: o que afinal foi tão diferente e tão bom. Será que foram as preliminares que há tempos não fazia com meu marido? Será que foi o fato de ele me deixar comandar, cavalgando do meu jeito? E esta última, foi um simples papai-mamãe, mas porque foi tão gostoso? Será que é a forma de encaixar? Será que é o ângulo da penetração? Será que é a intensidade da força que ele coloca? Por que eu gozei com tanta intensidade?

Enfim, peguei no sono pesado e acordei por volta das onze e meia da manhã do domingo, com Diego deitado ao meu lado. Na realidade, ele já havia feito café e uma garrafa térmica estava em seu criado-mudo. Tomei um gole enquanto ele me acariciava e o tesão começou a aparecer.

Seu pinto já estava duro e ficamos fazendo carinho um no outro, até que ele me disse:

- Fica de quatro.

Obedeci e fiquei de lado para o espelho. Podia ver ele brincar atrás de mim, pincelando enquanto eu rebolava. Até que ele foi enfiando e eu gemendo de prazer. Suas mãos me seguravam pela cintura como se dissesse daqui você não escapa, mas quem queria escapar. Pelo espelho, via um macho possuindo uma fêmea.

Eu nunca tinha visto as minhas reações durante uma transa e o espelho me proporcionava isso. Isso foi me dando mais tesão, me fazendo sentir mulher com a obrigação de satisfazer a um homem.

Só que Diego permanecia socando forte e gostoso. Comecei a sentir aquelas sensações e eu, que sempre fui quase muda no sexo, me surpreendi dizendo:

- Vai.... Me come.... Soca gostoso que eu estou quase gozando.... Vai... Isso... Isso... Me come.

Diego aumentou a intensidade e o meu orgasmo veio mais uma vez. Delicioso. Tão intenso que fui perdendo as forças e minhas pernas foram dobrando e fui deitando de bruços. Diego continuava a me comer sem se importar com isso. Podia sentir o peso dele nas minhas costas.

- Rebola.... Rebola... – Ele falava.

Eu não tinha forças para isso e sentia que ele estava prestes a gozar. Tentei me movimentar, mas seus braços entraram por baixo das minhas axilas praticamente me imobilizando. A penetração ficou cada vez mais forte e meu tesão começou a aumentar.

Ele ficou socando até que soltou um grito como um animal ferido. Dentro de mim, senti seu pinto pulsar e acho que isso me fez gozar novamente, porém com menos intensidade.

Depois de alguns minutos, levantei e disse a ele:

- Vou tomar um banho. Preciso ir embora.

Ele não disse nada. Peguei minha calcinha, sutiã, vestido e fui para o banheiro. Ali, liguei o chuveiro e algo estranho aconteceu. Não entrei no box, apenas fiz que tomei banho. Eu estava toda melada do esperma dele, mas queria ter uma lembrança física deste dia. Coloquei a calcinha assim mesmo, me vesti e saí do banheiro.

Diego me perguntou se eu não queria ficar mais um pouco, mas disse que o final de semana tinha sido muito intenso e gostoso, mas precisava ir embora. Ele me falou que respeitava a decisão e que não iria me importunar e que as portas estariam sempre abertas, era só ligar.

No caminho de casa, no Uber, eu só ficava pensando no que tinha feito e como iria encarar meu marido.

Assim que cheguei e entrei, dei de cara com ele, que mal me olhou. Nem mesmo perguntou como estava a minha amiga Dedé. Rapidamente fui tomar um banho, pois achava que estava cheirando a sexo. Guardei a minha calcinha ainda molhada de esperma e do meu gozo.

Fiz o almoço, trocamos algumas palavras e foi isso. Na manhã seguinte, depois que ele foi embora, fui cheirar a minha calcinha. Queria sentir o Diego. Achei isso doentio e acabei lavando-a.

Isso aconteceu em janeiro deste ano e com o meu marido tive apenas uma relação, daquelas rapidinhas dele. Achei uma boa desculpa para dar a ele no feriado de primeiro de maio. Logo no início do meu casamento, ele e meu irmão, tiveram uma sociedade que não deu certo e ambos brigaram, não se falam mais, inclusive meu irmão, com a família, foi morar em outra cidade iniciando um negócio próprio.

Disse a meu marido que estava com saudades do meu irmão e a resposta foi simples e seca: Vai.
Mandei uma mensagem para o Diogo e ele me disse que não vê a hora, só que estou com medo de fazer novamente. Serão três dias e sei que meu marido não vai me telefonar, mas a parte moral me atormenta, enquanto o desejo aumenta.

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