Lança Perfume
Sempre ouvi dizer que toda panela tem sua tampa, só não esperava que a minha não fosse o meu marido.
Tenho quarenta e cinco anos e me considero no auge da minha forma física e de bem com a vida. Meu marido é bem mais velho e até então eu não tinha base para comparação em relação à sexo porque me casei virgem e sem nenhuma experiência. Acostumada com arroz e feijão, me surpreendi com um banquete.
Digo isto porque me habituei com o trivial que meu marido sempre me ofereceu. Não que fosse ruim, mas hoje vejo que faltava tempero. O pior é que eu me horrorizava com histórias de traição.
Sei que a atitude que tomei não foi a correta. Moralmente, fico arrasada quando penso, porém, só mesmo sentindo na pele é que se pode ter noção do que nos leva a agir desta forma. Acho que todos temos desejos secretos.
Depois de tantos anos de casamento, nossas relações estão cada vez mais espaçadas e até cheguei a falar com ele sobre isso em algumas vezes, o que fez que se aumentasse a frequência temporariamente, mas cansei de cobrar e me acomodei porque também passei a não ter mais desejo por ele, embora continuasse a cuidar do meu corpo, de me vestir bem, porque sempre gostei de chamar a atenção.
Isso era o resumo minha vida atual até que algo aconteceu. Eu gosto de cantar e passamos a frequentar um videokê, no bairro da Pernha em São Paulo, onde tem uma turma boa, mas como meu marido é mais reservado, passamos a ficar sempre num cantinho e assim, fizemos poucas e superficiais amizades.
Meu marido canta de vez em quando e a maioria das vezes fica sentado tomando cerveja. Com o passar do tempo, frequentando quase todos os finais de semana, notei um homem muito bonito, sempre só, que ficava me olhando fixamente enquanto eu cantava.
Também passei a notar que quando ele cantava músicas que tinham versos de amor, de relacionamento, de desejos ele olhava para mim e logo desviava o olhar, disfarçando. Que safado, eu pensava. Esta espécie de jogo foi me atraindo e passei a entrar nele, assim quando eu cantava, também em alguns versos, olhava para ele. Claro que ele percebeu.
Foi assim por umas duas ou três semanas e este clima de sedução foi aumentando, até que eu resolvi provoca-lo e cantei a música Lança Perfume da Rita Lee. A letra é instigante porque tem frases com “cheiro de coisa maluca”, “eu sou nenê e só sossego com beijinho” e claro e mais provocante: “Me vira de ponta cabeça, me faz de gato e sapato, me deixa de quatro no ato e me enche de amor”.
Nestes versos eu olhava diretamente para ele e meu intuito era provocar, mas era uma espécie de brincadeira. Quando terminei de cantar, fui ao banheiro e na volta, o homem veio em minha direção, esticou a mão me entregando, discretamente, um pequeno pedaço de papel e foi até o bar.
Olhei para a mesa onde meu marido estava, porém ele havia saído para fumar. Peguei o papel, mas fiquei com vergonha de olhar. Parecia que o mundo inteiro estava me vigiando. Coloquei no bolso e fui me sentar, curiosa e aguardando a volta do meu marido.
Assim que chegamos em casa, me certificando que não tinha ninguém olhando, abri o papel e havia um número de telefone celular. Pensei comigo mesma na loucura que eu havia feito e despertado a atenção daquele homem que agora queria falar comigo.
Demorei para pegar no sono porque estava refletindo sobre tudo o que havia acontecido e se tinha ou não de ligar para ele. Sinceramente, eu fiquei confusa como se fosse uma adolescente novamente.
Confusa porque, à princípio, era uma brincadeira e parece que evoluiu para uma coisa séria. Tinha aquele friozinho na barriga que eu não sentia a muito tempo. Era uma sensação gostosa, como se você estivesse viva novamente. Aquele homem estava provocando algo que parecia morto dentro de mim e eu sabia que aquilo poderia ser perigoso.
Ligar ou não ligar? Eis a questão. Um lado de mim dizia: Esqueça, não dê satisfação. Porém, eu tinha medo de que isso fosse despertar algo naquele homem e eu precisava desfazer aquela impressão que ele, provavelmente, tinha de mim. Eu não sentia nada por ele, apenas o achava muito bonito, só isso.
Por outro lado, não vou negar que estava me deliciando com este joguinho, mas acho que era o momento certo de encerrar aquilo e para isso, seria melhor pedir desculpas pelo mal-entendido.
Meu ego estava a mil, tanto que, no domingo, depois de tomar banho, fiquei me olhando no espelho completamente nua. Mulher, você está linda e gostosa, pensei. Olhei meus seios, que são pequenos e que a lei da gravidade ainda não agiu sobre eles, minhas pernas, minhas coxas grossas, minha vulva completamente fechadinha. Ainda sou uma garotinha, como diz a música.
Na segunda pela manhã resolvi dar um fim nisso. Em vez de ligar, mandei uma mensagem no whatsapp:
- Oi.... Tudo bem?
Minha intenção era que assim que ele respondesse, dizer que foi uma brincadeira e pedir desculpas, porém recebi o seguinte texto:
- Oi.... Tudo sim.... Gostaria de falar pessoalmente com você, sei que é casada e não quero te atrapalhar. Também sei que é importante para você a discrição, então poderíamos nos encontrar no estacionamento do shopping, hoje na hora do almoço? Assim que você chegar me manda uma mensagem dizendo onde está e eu vou até o seu carro. Será uma conversa rápida e discreta, prometo.
- Ok. – Respondi.
Achei que realmente seria melhor conversar pessoalmente, assim não daria margens a interpretações erradas. Assim que cheguei ao shopping mandei uma mensagem dizendo onde estava meu carro e logo ele apareceu.
Saí do meu carro e ficamos frente a frente, nos cumprimentando com um sorriso e antes que eu pudesse falar algo, ele tomou a iniciativa dizendo:
- Sou muito franco e direto. Você é uma mulher linda e maravilhosa, mas não quero me envolver com você, porém percebi que temos o mesmo desejo: transar. Eu tenho certeza de que vamos curtir muito. Eu trabalho home office, sou discreto e tenho um local perfeito para o nosso encontro e ninguém ficará sabendo. Se não quiser ou não estiver pronta eu entendo e não vou te procurar.
Diante da minha perplexidade e do meu silêncio, ele completou:
- Você tem meu número.
E ele foi embora, sumindo entre os carros. Continuei parada por alguns instantes tentando entender o que aconteceu. Sempre gostei de homens que tomam a iniciativa, mas, a princípio este cara é um cafajeste para me fazer uma proposta como essa.
Fui almoçar, meio indignada e voltei para a casa. Foi quando algumas coisas passaram pela minha cabeça. Eu era parcialmente culpada daquela situação. Como já disse, entrei naquele jogo de sedução, mas extrapolei, cantando aqueles versos e olhando fixamente para ele.
E aí veio o pior, ou será que é o melhor? Comecei a imaginar ficando de quatro pare ele. Como seria? Como seria o pinto dele? Eu gozaria com ele me comendo? O que mais ele faria comigo?
Eu não fazia sexo há meses e muitas imagens começaram a invadir a minha cabeça. Aquilo, para mim parecia loucura, porque eu estava ficando cada vez com mais tesão. Até conseguia desviar a atenção e me concentrar em outras coisas, porém, às vezes, do nada, essas imagens voltavam acendendo meu desejo.
Veio o final de semana e nos encontramos no videokê. Ele cantou algumas músicas e como de costume, fixou seu olhar em mim. Meu marido estava ao meu lado, mas aquelas imagens vinham à minha cabeça. A minha musculatura da pélvis começou a se contrair, involuntariamente, e aos poucos fui me sentindo molhada.
Me dirigi ao banheiro, passando ao lado dele que sorriu para mim. Fiquei me perguntado, como poderia estar tão excitada enquanto me limpava. Voltei para a mesa ficando com meu marido, mas me sentia incomodada porque estava com tesão.
Foi aí que tomei uma atitude inesperada. Me levantei e cantei, novamente, Lança Perfume olhando para aquele homem. Quando voltei à mesa com meu marido, ele não havia percebido nada, mas pedi para irmos embora com a desculpa que estava com dor de cabeça, mas na verdade, me sentia envergonhada.
Foi um final de semana estranho. Quanto mais eu tentava não pensar naquela situação, mais eu pensava. Até que na quarta-feira não aguentei mais e mandei a seguinte mensagem para ele:
- Onde e quando?
A resposta veio com o endereço. Seria no dia seguinte, a partir dez horas da manhã. Marcamos em frente à entrada do shopping e ele me pegaria como se fosse um Uber, para não despertar suspeitas.
Cheguei ao local quinze minutos antes. Estava nervosa, constrangida pois sabia muito bem o que iria acontecer e as consequências. Sem querer justificar, mas justificando eu pensava que tinha me devotado anos e anos para meu marido, para minha família e praticamente me anulado, porém agora eu teria um momento de prazer que não deveria ser compartilhado com eles. Era só isso.
Ele chegou e eu entrei no carro. A primeira coisa que ele me disse foi:
- Não se esqueça que é sem envolvimento.
Isto, de certa forma, mais uma vez me tranquilizou. Ele continuou dizendo que havia se separado há pouco tempo e que eu era a primeira mulher que despertou o interesse dele sexualmente. A conversa não demorou muito porque logo chegamos a umas ruas tranquilas e ele pediu que eu abaixasse a cabeça, para que assim eu não corresse nenhum risco de ser identificada. Parecia cena de filme.
Escutei o barulho de um portão abrir, depois se fechar e ele me disse que agora estava tudo bem. A garagem era fechada e não dava para ver do lado de fora. Confesso que, nessa hora, caiu a ficha e fiquei com um pouco de medo. A gente vê tantas coisas na televisão, embora eu soubesse o que estava indo fazer num lugar estanho, com um cara que mal conheço. Mas eu não sei, ele me passava uma certa segurança.
Quando o desejo nos domina os perigos passam a ser meio desprezados e, por isso, não aconselho ninguém a seguir o que fiz, ainda bem que deu tudo certo. Ele não é um psicopata. Aliás, a minha vida inteira sempre gostei de situações de risco, tanto é que estou escrevendo a minha história, podendo até ser reconhecida.
Entramos. É uma casa confortável, com uma sala pequena, passamos pela cozinha, pelo banheiro e paramos no primeiro quarto. A casa é bem decorada, limpa, cheirosa e a cama no quarto é daquelas bem grande.
Mais uma vez, eu estava nervosa, envergonhada afinal era a minha primeira vez com outro homem. Não sei se ele percebeu, mas me abraçou por trás e começou a beijar meu pescoço e aí me entreguei completamente.
Meu pescoço é meu ponto fraco. Logo senti suas mãos apalpando meus seios por cima do vestido e empurrei meu corpo para trás, sentindo um pinto duro na minha bunda. Ele falava baixinho, ao meu ouvido, que eu era muito gostosa, que ia me fazer gozar.
Eu estava estática, em transe. A mão direita dele entrou pelo meu vestido e foi me tocar por cima da calcinha. Ele esfregava e manipulava a mão com força o que me fazia contrair. Quando seu dedo entrou por dentro da calcinha, não aguentei e disse:
- Me come....
- Claro que eu vou te comer. – Respondeu ele. – Mas não precisa ter pressa.
Me virou de frente e começou a me beijar. Sabe aquele beijo molhado, que as línguas entram, se enroscam, que os lábios são mordidos levemente. Aquele beijo cheio de desejo e achei engraçado porque não me sentia apaixonada por ele, mas não queria que ele parasse de me beijar.
Aos poucos, fomos tirando a roupa um do outro até que ficamos pelados. Seu corpo era bonito, proporcional, um pinto bonito, grosso, cabecinha rosada, cheio de veias e fiquei com muito tesão ao ver aquilo, afinal era bem diferente do meu marido e como já escrevi, fazia meses que eu não fazia sexo.
Da minha parte, estava com a bucetinha depilada e em chamas. Deitamos na cama e ele começou a chupar meus seios que estavam durinhos. Sentia o calor da sua boca quando os abocanhava. Sua língua deslizava pelos meus mamilos e o biquinho estava completamente duro. A cada chupada ali aumentava minha satisfação.
Ele desceu pela barriga, pela virilha, beijando, lambendo, mordiscando, parecia uma fera que abateu sua caça e estava se deliciando com o banquete. Chegou a minha vulva e começou a beijá-la.
Sua língua entrou dentro de mim e lembro de ter soltado um grito. Rimos. Ele continuou a me chupar, a me lamber com carinho, com delicadeza. Com certeza ele sabia o que estava fazendo e por isso, segurei firme sua cabeça para que não saísse dali. Meu marido nunca me chupou porque não gosta nem de receber, nem de fazer sexo oral. Até hoje respeito, mas me questiono.
Depois de alguns minutos, disse a ele que queria chupar seu pinto. Eu estava louca para experimentar, pois já havia visto em filmes, mas nunca tive esta experiência. Pode parecer estranho para vocês que estão lendo, mas é verdade. Sabia a teoria, mas a prática só foi em casa chupando banana.
Ele deitou e eu me acomodei ao seu lado. Comecei apalpando e aproximei meu rosto. Podia sentir o cheiro de macho e a cabecinha estava molhadinha. Sabia que tinha que ter cuidado e coloquei meus lábios, minha língua encostou na glande, me fazendo sentir um sabor salgadinho.
Coloquei a boca inteira e fui descendo, engolindo o que podia. Fui lembrando o que vi nos filmes, lambendo toda a extensão até o saco, babando, sugando e acho que me saí bem, porque logo ele disse para parar que senão ele iria gozar. Adorei chupar um pau.
Ele veio por cima, num papai-mamãe. Nos beijamos novamente e senti seu pinto entrar dentro de mim. Neste momento, lembrei que ele estava sem camisinha, mas ao mesmo tempo veio o pensamento: Você não engravida mais e ele tem sabe disso.
Claro que existia o risco de uma doença, mas acho que isso era improvável na nossa situação, embora não se deva confiar, porém estava tão excitada e ele não parecia ser um cara promíscuo.
Logo minha mente se acalmou e passei a aproveitar o ato. Minutos depois, trocamos, abri minhas pernas e fiquei na posição de frango assado. Ele ficou brincando, roçando a cabecinha do pinto dele na entrada da minha bucetinha. Isso foi me deixando louca de tesão porque eu esperava que fosse colocar dentro e não colocava.
Até que ele enfiou tudo de uma vez, o que me fez gemer alto. Eu até me surpreendi porque comecei a falar, coisa que eu nunca havia feito durante uma relação. Não sei porque isso aconteceu, mas lembro que eu gemia e falava coisas do tipo:
- Isso.... Vai.... Aiiii.... Me come.... Aiii.... Me come.... Isso....
Ouvindo isso, ele alternava, ora tirando completamente o pinto para fora e enfiando de uma vez, ora deixando parte dentro e variando a força e velocidade. Era uma sensação agradável, parecendo uma gangorra, com meu tesão sendo aumentado e reduzido. Tive a impressão que ele percebia quando eu estava prestes a gozar e diminuía.
Isto se arrastou até que veio aquela sensação deliciosa, aqueles segundos que te desconectam do mundo e o prazer é a única coisa que se sente. Gozei, ficando completamente mole e entregue, enquanto ele continuava a me comer por mais um tempo até me encher de esperma.
Deitamos, lado a lado e ficamos nos admirando, e ele disse:
- Puta que o pariu.... Que tesão você é....
Lembro de ter respondido algo do tipo que ele tinha acendido a minha chama de fêmea. Ficamos deitados, conversando e eu me sentia bem, confortável com ele e embora tivesse gozado, ainda estava com tesão. Falamos das nossas vidas, das nossas experiências, até que quase uma hora depois, eu toquei no pinto dele e comecei a massageá-lo, afinal eu queria mais.
Aquilo ficou duro novamente e resolvi tomar ainda mais a iniciativa. Resolvi cavalgar ajudada pelas mãos dele na minha cintura que me impulsionavam para cima e para baixo. E assim foi, no meu ritmo, eu controlando a força e ele mantendo a ereção até que gozei novamente, sentada, rebolando sobre ele.
- Nossa.... – Disse eu – Agora estou exausta, mas você ainda não gozou. Quer me comer?
- Calma. – Respondeu ele – Vamos almoçar e mais tarde continuamos.
Sinceramente, eu esperava um encontro rápido, uma simples relação e iria embora, mas estava tão bom, tão humano, tão natural que acabei me surpreendendo. Acabei almoçando, conversando, descansando e lá pelas três da tarde, voltamos ao quarto.
Deitamos na cama de conchinha e ele tentou me penetrar na bunda, mas não deixei. O danado ainda tentou beijar meu pescoço para me atiçar, mas eu fui firme. Peguei no seu pinto e encaixei na minha bucetinha e de ladinho ele foi me comendo e me acendendo, falando bobagens, baixinho no meu ouvido mais uma vez.
Eu já estava com bastante tesão quando ele pediu que eu ficasse de quatro. Obedeci e recebi aquela penetração gostosa e que mais uma vez me levou à loucura de falar durante a transa. Não entendo como posso ter este tipo de reação que nunca foi comum para mim. Mas o fato é que eu, mais uma vez, estava entregue.
Ele me segurava pela cintura, me puxando forte, enquanto eu me afastava. Era um entra e sai delicioso, tão maravilhoso que podia sentir minha vagina se contraindo abraçando o pinto dele. Isto sem falar daquele barulho característico dos corpos se chocando com força.
Foram minutos de uma transa que, infelizmente, ouso dizer que foi a melhor da minha vida. Digo infelizmente por causa que não foi com meu marido. Eu me senti preenchida, fêmea, mulher e até mesmo como uma menina adolescente.
Diante do que descrevi, claro que gozei e acho que foi um orgasmo múltiplo. Foi diferente, prolongado, com alguns picos de excitação, com uma espécie de choques no corpo e com uma sensação de estar em transe.
Quando voltei a mim, ele ainda me comia. Socava forte e eu não tinha mais forças para nada, somente pedi para ele parar um pouco. Precisava descansar e caí na cama. Foram minutos de êxtase, de paz, não sei explicar.
Sabia que quem havia me proporcionado este prazer imenso ainda não havia gozado e tinha que fazer algo, porém não dava mais para dar. Estava com a buceta inchada, dolorida e sem vontade. A bunda? Tenho medo da dor então também descartei. Portanto, resolvi chupar.
A esta altura ele tinha saído do quarto, ido até a cozinha e voltado com um copo com água. Me sentei na cama, tomei a água e ele ficou em pé, na minha frente, perguntando se tudo estava bem. Seu pinto estava mole.
Acariciei com as mãos e coloquei na boca. Pude sentir aquilo crescer a cada chupada que eu dava. Logo estava duro como uma pedra e me dediquei a dar o máximo de prazer a ele.
Fiquei mamando até que ele me disse que iria gozar. Me ajeitei e os jatos de esperma atingiram o meu rosto. Quente, melecado, experimentei para saber o gosto. Não é ruim, mas é estranho. Talvez seja a textura, não sei. Mesmo assim, limpei a glande dele e acho que uma próxima vez, se houver, dá para engolir numa boa.
Estava exausta, plenamente satisfeita, me troquei e pedi para ele me levar embora. Foi uma sensação estranha, pois eu até queria ficar, mas não porque tinha me apaixonado e sim pelas sensações que senti.
Antes de sair, comentei que foi maravilhoso e ele me disse que para ele também, mas que não me procuraria para não atrapalhar a minha vida. Se eu quisesse repetir era só ligar e que também eu respeitasse se ele estivesse num relacionamento com outra mulher.
Por fim, comentou que gostaria de ter comido a minha bunda e que eu iria gostar. Falei que tinha medo da dor e ele me aconselhou a comprar lubrificante, um plug anal e brincar todos os dias que eu iria me acostumar.
Me deixou no shopping e eu fui para casa tomar um longo banho. Naquela noite, assim que meu marido e filho chegaram, disse para esquentarem o jantar que eu não estava bem, estava cansada e fui dormir.
Fiquei deitada na cama, pensando em tudo o que aconteceu. Meu marido veio deitar, viu que eu estava acordada, mas nem mesmo perguntou se estava tudo bem, se eu estava com alguma dor, se precisava de algo. Simplesmente deitou e dormiu e dessa vez não o culpo, afinal quem fez besteira fui eu.
Na manhã seguinte, entrei numa loja de produtos eróticos e comprei o lubrificante e o plug anal. Todos os dias, brinco um pouco com ele e me sinto mais confortável.
Não vou negar que estou com vontade de repetir, mas não sei se tenho coragem. No videokê continuamos nas brincadeiras das músicas, mas ele nem chega perto de mim. Realmente, não sei o que fazer.
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