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Escravo Familiar: Capítulo 34 (Sonhos de Leite)

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Tártaro

Chegamos em casa cerca de vinte minutos depois. Papai embicou o carro no portão de casa e parou, esperando que eu desembarcasse e fosse abrir o portão da garagem.

Desafivelei o cinto de segurança e abri a porta do carro, saindo em seguida. Caminhei até o portão e cumprimentei um dos vizinhos que morava ao lado de casa.

— Boa tarde!

O vizinho fez um menino de cabeça para mim, e dei continuidade à minha tarefa. Abri a trava do portão, que estava apenas encostada, e em seguida o puxei para abrir.

Papai desceu o freio de mão do carro e arrancou para dentro do portão. Quando ele terminou de entrar com o carro, puxei de volta o portão para fechar e coloquei a trava novamente.

— Papai, vou ver mamãe primeiro antes de ir tomar banho, ok?

— Tudo bem, querido!

Saí de perto dele e fui rumo às escadas. Subi o primeiro lance, depois o segundo e o terceiro. Quando cheguei à porta da casa de mamãe, bati.

TOC TOC TOC.

Rodei a maçaneta, mas a porta estava trancada.

— Mamãe! Gritei.

Ela demorou alguns minutos, mas logo veio abrir.

— Oi, filhote! Entre!

Entrei em casa e fomos direto para a cozinha. Eu me sentei à mesa e ela foi para o fogão.

— Como foi seu dia?

— Foi bem, papai, te disse onde eu estava hoje?

— Não, e sinceramente acho que prefiro não saber exatamente.

— Uai, mãe, como assim?

— Ah, meu amor, é que prefiro não saber com quem você está transando; assim não fico tendo visões inapropriadas de você.

— Entendi. Nesse caso, então, a partir de hoje não iremos ter conversas sobre minhas aventuras com os homens da nossa família.

— Concordo! Mas como você está?

— Estou bem, mamãe, cansado dessa rotina, porém bem. Não posso falar que vou desacelerar ou parar com isso, porque sei que não consigo, e também papai vai querer me matar.

— Entendo, filho. Vamos mudar de assunto? Quer comer?

— Quero!

Mamãe pegou as panelas na geladeira e começou a esquentar. Nesse tempo de espera, conversamos sobre outros assuntos da família, como: quando mamãe pretendia ver os parentes e se planejava alguma festividade.

Era por volta das 19:00 quando saí da casa da mamãe e desci para casa.

Quando cheguei, fui direto para meu quarto. Separei uma roupa limpa e peguei tudo que normalmente eu uso para o banho. Saí do quarto e fui para o banheiro, tranquei-me e comecei a tirar minhas roupas, usei a privada e, em seguida, fui para debaixo do chuveiro.

Tomei um banho caprichado, lavando meu corpo por dentro e por fora. Olhei para a água que escorria pelas minhas pernas e a água estava na cor de um rosa claro. Fiquei um pouco preocupado, mas naquele momento optei por esperar e terminar meu banho.

Depois de enxaguar o sabão, desliguei o chuveiro e me sequei. Em seguida, peguei um pequeno espelho no armário do banheiro e comecei a analisar meu cuzinho.

Ele estava inchado e quase roxo. Terminei de me secar e, em seguida, apliquei meu creme e coloquei minhas roupas, saindo do banheiro em seguida.

Fui para meu quarto, passei um perfume e fui atrás do meu pai. Subi as escadas para o andar de cima da casa, passei pelo corredor e fui até a sala, mas papai não estava lá. Então fui direto para seu quarto.

A luz estava acesa, e papai estava tomando banho no seu banheiro. Fui direto para lá e abri a porta, entrando em seguida.

— Pai, acho que estou com meu cuzinho machucado. Agora, quando fui tomar banho, a água saiu vermelha. Sequei-me e troquei-me, mas estou preocupado.

— Vish, meu filho, espera papai sair do banho que eu já vejo para você!

— Tá bom!

Saí do banheiro do meu pai e me joguei em sua cama.

Uns 20 minutos depois, papai saiu do banheiro pelado e seco e veio até mim.

— Deita de bruços, meu amor, para eu verificar seu rabinho.

Deitei-me de bruços em sua cama, papai segurou na minha cintura e colocou-me de quatro, em seguida abriu minhas nádegas e olhou.

— Ai, amor, está inchado e um pouco roxo. Vou passar uma pomada que tenho guardada, espera um segundo.
Continuei na posição enquanto ele ia até o criado-mudo ao lado da cama, e retirava uma pomada em bisnaga e vinha para passar no meu cuzinho.

Ele desrosqueou a tampa e aplicou uma porção da pomada no seu dedo. Depois abriu minhas nádegas e começou a passar.

— Huuuuuuuuuum! Gemi com o incômodo.

Papai aproveitou e pegou mais uma porção da pomada e enfiou dentro do meu cuzinho inchado.

— Hããã!

Ele enfiou seu dedo todo melado pela pomada dentro do meu cu, rodando e fazendo um vai e vem leve. A sensação era de dor e prazer ao mesmo tempo; eu dava pequenas reboladas e olhava para sua expressão séria, fazendo caretas.

Papai ficou ali, com o dedo no meu cu, alisando minha próstata e espalhando a pomada, por uns cinco minutos, até que retirou o dedo e beijou minhas nádegas. Deu dois tapinhas nela e eu me levantei, coloquei a roupa e dei um beijo nele, agradecendo.

Saí de seu quarto e fui para o meu, sentei com cuidado na minha poltrona e peguei meu computador. Em seguida, fui escutar minhas músicas e relaxar um pouco até a hora de dormir.

Por volta das 23:00, desliguei todos os eletrônicos e fui escovar meus dentes. Saí do quarto e fui para o banheiro, fiz xixi e escovei meus dentes. Logo em seguida, voltei para meu quarto.

Deitei na cama e peguei meu celular, vi se tinha alguma mensagem e nada. Apaguei a tela e me aconcheguei na cama, cobrindo-me.

Assim que meu corpo esquentou, caí no sono profundo.

...

...

...

~~ Estava em um lugar diferente; tudo à minha volta era branco e fofo, como se fossem nuvens ao meu redor, ou até mesmo espuma. De início, não dava para saber exatamente o que era, e aos poucos começou a aparecer uma sombra. Meu consciente e inconsciente se fundiam e não sabia exatamente onde estava e o que estava sentindo. Mas logo entendi que, naquele momento, eu estava sonhando.

A fumaça branca foi tomando forma do que parecia ser algodão doce, ou apenas uma fumaça densa branca que aos poucos foi se dissipando e revelando um cenário de um sonho lindo.

A minha frente apareceu uma porta branca de madeira que vazava fumaça. Fiquei olhando com ansiedade e sentia um certo puxar em meu corpo, como se a porta possuísse ímã.

Fui arrastado, meus pés no sonho se desenrolavam sem que precisasse dar comando, meu cérebro entrava em pane, com uma ansiedade exagerada, eu tropeçava em meus próprios pés e tentava a todo custo me manter de pé.

A porta à minha frente estava cada vez mais próxima, a fumaça que saía dela, cada vez mais densa e nebulosa, até que tropecei em algo e fui arremessado contra ela. Então eu caí, caí, caí, caí, caí sem parar; parecia que o suposto buraco não tinha fundo. Minhas roupas foram rasgadas com a pressão do vento contra meu corpo; eu me desesperava com o frio e a angústia de não ter nada em que eu pudesse me segurar. Até que então tudo mudou.

O tempo do ambiente parou, e fiquei flutuando em um absoluto nada. Mas logo comecei a ser esticado como chiclete, o tempo começou a correr desesperadamente e fui atirado no fundo daquele ambiente nebuloso.

BUUUM! Bati no chão de bruços, colocando a mão no rosto para me proteger.

Um tempo depois, a fumaça começou a se dissipar ao meu redor. Meu coração no peito batia errando as batidas, e eu estava como se corresse uma maratona, ofegante, cansado e suado.

Olhei para todos os lados do lugar, branco igual leite, buscando uma saída ou talvez alguém. E então, olhando para o nada, apareceu um ponto preto que foi se aproximando e ganhando formas, expandindo-se. De início começou a aparecer uma cabeça masculina que ganhou um cabelo loiro e liso com um corte social, depois ganhou um rosto de um rapaz branco com vinte anos e pele de seda, olhos escuros, sobrancelhas feitas, uma barba raspada, um corpo de tronco magro sem pelos, braços torneados por trabalho braçal, mas não musculosos, um quadril largo, com uma deliciosa virilha com pelos loiros aparados, e um delicioso cacete duro branco de 16 centímetros com a cabeça rosada aparecendo, em seguida um par de bolas pequenas e firmes sustentadas por um delicioso saco firme no meio das pernas de cochas e panturrilhas grossas, e com musculatura definida, uma bundinha nua empinada e pequena sem pelos, e com um cuzinho rosado e lisinho pronto para receber um delicioso beijo grego.

Em seguida, surgiram um par de pés brancos de tamanho 39, lindos, quadrados e largos, com unhas aparadas, aparecendo em minha frente.

Ele piscou para mim com um olhar meigo e com um sorrisão na cara, e foi se aproximando. Fiquei chocado com o que via; ali, na minha frente, encontrava-se um parente meu, que era muito querido por mim, o meu delicioso e carinhoso cunhado Vitor.
— Olá, meu cunhado, sentiu minha falta? Ele aproximou-se de mim no sonho e segurou na minha face, tascando um delicioso beijo quente e molhado de língua.

Seus lábios rosados e finos deslizavam nos meus de mesmo aspecto, beijando-me com carinho, um beijo quente, molhado que fazia meu corpo estremecer.

Suas mãos robustas começaram a alisar meus braços, deslizando seguidamente para meu peito largo, acariciando-o, depois encaminharam-se para minha barriga até chegarem à barra da camiseta do meu pijama branco e azul e, logo, ele a ergueu, fazendo com que eu a retirasse pela cabeça, levantando meus braços.

Em seguida, ele se aproximou do meu corpo, entrelaçou os braços em minha cintura e levou seus lábios aos meus, dando bitocas em minha boca.

Muá, muá, muá, muá, muá…

Enquanto isso, suas mãos atrevidas encontraram o cós da minha calça quadriculada azul e, parando de me beijar, afastou-se de mim um pouco. Com os dedos, ele os enfiou no cós da calça e a puxou para baixo junto de minha cueca, deixando-me pelado, e logo voltou a me beijar.

No sonho, eu já estava descalço, então não tinha por que retirar nada dos meus pés 41. Nós nos beijamos por um longo tempo até que ele resolveu se afastar.

Fiquei um pouco triste com seu distanciamento, mas logo ele agarrou em minhas mãos, levando-me para uma cama branca, grande e quadrada, que se materializou ao comando do estalar de seus dedos.

Em seguida, jogou-me nela, fazendo eu cair todo arreganhado para ele, vindo em seguida por cima de mim, voltando a me beijar e deslizar suas incríveis mãos macias pela minha cabeça careca, deslizando pela minha face, pescoço até agarrar meu peito esquerdo.

Em seguida, ele parou de me beijar e foi descendo com a boca pelo meu queixo, beijando, mordiscando, lambendo. Passou pelo meu pescoço, caprichando no chupão que deixou marcado no meu pescoço.

Depois desceu lambendo meu peito, sugando forte meus mamilos e apertando-os em seguida. Logo se encaminhou para minha barriga, depositando vários beijos e várias lambidas e mordiscadas que me alucinavam.

Quando chegou no meu púbis, ele lambeu, deixando-o molhado. Com os dentes, mordiscou a pele com os pelos pubianos aparados, fazendo-me estremecer.

— Está tudo bem aí em cima, cunhado? Ele perguntou-me com sua voz doce, forte e baixa.

— Sim! Ah! Respondi em um sussurro.

Depois, com a língua, encaminhou-se para o início do meu cacete, que, naquela altura, já estava com uma ereção de aço. Com a mão direita quente, segurou em meu cacete e deslizou o prepúcio, revelando a cabeça rosa que brilhava melada pelo líquido de pré-gozo. Ele olhou para mim com uma cara de safado e expôs sua língua vermelha e molhada para fora, aproximou devagarinho do meu cacete e encostou a ponta da língua bem na base inferior do meu pinto, fazendo-me urrar de prazer.

— Ãããããh!

Em seguida, lambeu-o, deslizando a língua da base até a ponta da cabeça, e caiu de boca, chupando meu pau até ele encostar em sua garganta.

— Ãããããh! Gemi alto, contorcendo-me todo e segurando em seus cabelos loiros.

Encolhi minhas pernas para ter melhor controle de meu corpo nu e logo acabei entrelaçando-as em seu pescoço, fazendo-o afundar mais a cara na minha virilha.

— Isso, Vitinho, chupa meu pau, meu macho. Huuum!

Ele começou a subir e descer com mais agilidade com a boca, com o dedo indicador, começou a acariciar a entrada do meu cu sem parar de me chupar nenhuma única vez.

— Isso, meu gostoso, estou quase gozando, mais rápido.

Quando ele escutou aquilo, parou, saiu do meu pau e colocou minhas bolas na boca, sugando-as, molhando-as com sua saliva grossa que escorria até a entradinha do meu cuzinho.

Em seguida, ainda chupando alternadamente meu cacete duro com meus testículos, segurou firme em minhas pernas e ergueu-as, dobrando-as em seguida até meus joelhos estarem encostados no colchão ao lado da minha cabeça, deixando assim meu cuzinho rosa e apertado à disposição da sua deliciosa boca.

Aproximou-a da entrada e depositou uma quantidade de saliva na entrada. Em seguida, com a ponta da língua, começou a enfiar sua saliva para dentro do meu cu.

Quando senti sua língua dentro de mim, comecei a apertá-la com meu cuzinho, gemendo, tentando rebolar e movimentando-a como se quisesse dar bundadas em sua cara.

Quando se sentiu satisfeito, desceu minhas pernas, subiu em cima de mim, vindo até minha boca, e me beijou de língua, buscando a minha com a sua, fazendo com que elas duelasse em minha boca e eu pudesse sentir o gosto do meu próprio cu, misturado com o gosto da sua língua.

Aproveitei que ele estava entregue e o virei, ficando em cima dele. E, assim como ele fez, eu fui saindo aos poucos de sua boca gostosa e quente, passando pelo seu delicioso maxilar, beijando-o, lambendo-o ali e aqui.
Passeei pelo seu pescoço com a boca, beijando-o; depois fui para seu peito magro, chupando seus mamilos, sugando-os e deixando-o enlouquecido.

Depois desci para seu delicioso abdômen magro, lambendo, e enfiei a língua em seu umbigo, fazendo-o gemer, mordendo os lábios. Em seguida, desci para sua virilha, primeiro cheirei.

FSSSS

Imendando em seguida em seu cacete duro até chegar na cabeça rosa e brilhosa. Seu cheiro era divino; ele exalava um cheiro de macho limpo que transpirava pouco, mas que me alucinava. Quando cheguei à ponta da cabeça do seu pinto, já emendei um boquete molhado, bem caprichado, descendo até sua virilha, fazendo seu delicioso pau de 16 centímetros, grosso, deslizar até minha garganta.

Ele urrou alto nessa hora, enlouquecido, contorcendo-se com o prazer.

— Ããããã! CARALHO, PEDRO!

Comecei a descer e subir com a boca no seu cacete, sugando e rodando a língua na sua grossura. Quando ele achava que iria gozar, retirei-o da boca, lambi o corpo da sua pica e fui para suas deliciosas bolas.

Coloquei uma de cada vez na boca, sugando-as com volúpia, castigando-o ao máximo e, a todo momento, tentando controlar seu orgasmo.

Ele se segurava em minha cabeça com um calcanhar, afundando minha boca e meu nariz nos seus deliciosos bagos perfeitos, depois me soltou e ergueu suas pernas, oferecendo-me seu cuzinho rosado, virgem de macho dominante.

Abri suas nádegas e cheirei seu cu. Fssssssssssssss! Caralho, que cheiro gostoso de cu de macho. Beijei, muá muá, e depois comecei a lamber, molhando bem seu cuzinho rosado que piscava loucamente.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum!

O gosto do seu cu era divino, gosto de macho que exala testosterona vinte e quatro horas por dia, nos trezentos e sessenta e cinco dias do ano.

Quando me dei conta, estava abaixando suas pernas e descendo, beijando-as até chegar aos seus pés, 39 quadrados, lindos, com as unhas aparadas e com um delicioso chulé que misturava salgado a um doce calmante.

Ergui levemente o pé direito e o levei até meu nariz, absorvendo fartamente seu chulé quente, deliciando-me.

Fssssssssssssss! Fssssssssssssss!

Ergui-os e cheirei as solas, lambi-as, beijei-as, depois abriu seus dedos e cheirei entre eles, logo lambi e beijei os dorsos veiudos deles.

Em seguida, deslizei seus pés até meu cacete duro, coloquei uma sola grudada na outra, deixando um vão entre elas, e, com meu cacete duro, deslizei-o pelo vão, fodendo seus deliciosos pés chulezentos.

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup.

Pffffffffffffffffffffffff!

— Huuuuuuuuuum!

Gozei, lavando seus pés com minha porra, e em seguida desabei no chão. Ele pressionou meu pau com seu pé por um tempo e, depois, levou-o até minha boca, e pude chupar até deixar tudo limpo. Cheirei-os novamente e logo ele os retirou, deixando-me ofegante no chão.

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Levantei depois de um tempo; ele pegou nas minhas mãos e me colocou na cama. Virou-se de lado e, batendo do seu lado, pediu para que eu deitasse ali.

Deitei-me de costas para ele e empinei minha bunda; ele segurou na minha perna esquerda e a ergueu. Em seguida, cuspiu nos dedos e enfiou um, depois dois dedos no meu cuzinho, abrindo caminho para em seguida colocar seu delicioso cacete. Logo posicionou a cabeça do seu delicioso pau na entrada do meu cuzinho e começou a forçar.

— Huuuuuuuuuum! Gemi

A cabeça foi entrando, deslizando pouco a pouco para dentro de mim, até as suas bolas fartas encostarem nas minhas nádegas.

Quando se instalou, esperou uns minutinhos para que eu me acostumasse, e logo começou a se movimentar com bombadas lentas, em um entre e sai calmo com reboladas que me tiravam imensos gemidos.

— Huuum, huuum, Vitinho, que delícia, meu príncipe, fode meu cuzinho!

— Huuum! Cuzinho delicioso, macio, apertado, assim como deve ser.

O Ploc Ploc era baixo, porém nossas peles se chocavam constantemente. Enquanto isso, ele desferia palmadas em minha bunda, fazendo-me gemer ainda mais alto.

— Aãããããã!

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT.

O cheiro de sexo embriagava-nos e deixava-nos entregues um ao outro.

O tempo passou e ele aumentou seu ritmo, desferindo golpes que me alucinavam.

— Aaaaaaah!

Vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup vup.

Quando ele ia gozar, pisou na minha cabeça com o pé direito, permitindo que eu sentisse seu delicioso chulé. Algumas bombadas depois, retirou o pé e se inclinou sobre mim, gemendo no pé do meu ouvido: — Huuuuuuuuuum! — cravou fundo no meu cu, segurou meu pau com a mão, batendo uma punheta forte, e gozamos juntinhos, gemendo alto.

— Haaaaaaaaaaaaa! Pffffffffffffffffffffffff

Acordei em um tranco forte, gritando.

— Aaaaaaah! sentindo meu corpo entrar em curto. A minha porra espirrou no cobertor fartamente, lavando-o junto com uma parte da cama. Eu estava arfando como se tivesse corrido uma maratona, estava todo suado e quente.

Virando-me na cama, peguei meu celular no criado-mudo e olhei a hora: 8:00. Ofegante, levantei, retirei minhas roupas de cama — com cobertor, lençol e fronha — e as levei, pelado mesmo, para a lavanderia.

Voltei para meu quarto e comecei a me preparar para mais um dia, e que esse dia fosse tão bom e tão intenso como foi esse sonho.

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