Generosidade de corno
O Sol escaldante de dezembro batia sobre o bairro nobre de Jardim Europa quando eu, Rodrigo, decidi que seria o dia em que finalmente mostraria àqueles miseráveis quem mandava ali. Tenho 45 anos, empresário de construção civil, barriga de chope saliente sob camisa polo Lacoste branca, cabelo ralo castanho penteado para disfarçar a calvície, 1,72m de altura — sempre me senti inferior aos outros homens por ser baixo e gordo.
Minha esposa, Carla, aos 42 anos, é o oposto: alta, 1,78m, pernas longas e grossas de ex-jogadora de vôlei, cabelos loiros longos, seios grandes e firmes (implantes de silicone de R$ 25 mil que paguei), bunda empinada e redonda. Sua pele é branca e macia, olhos verdes. Usava aquele vestido curto de verão branco que eu sabia que os pobres iam adorar — embora ela tenha reclamado, dizendo que não queria "aqueles fedidos" perto de nossa casa.
Nossa filha, Júlia, completava 19 anos naquela semana. Morena dos cabelos cacheados até a cintura, 1,65m, corpo de academia malhado mas feminino, seios médios e naturais com mamilos rosados grandes, bunda empinada de quem faz agachamento, barriga chapada. Vestia shorts jeans curtíssimos e uma blusa cropped rosa que deixava a barriga de fora. Ela também protestou: "Pai, por que você quer fazer isso? Eles são nojentos!"
Mas eu não ouvi. Queria ser visto como o "rico generoso", o "filântropo". Chamei cinco moradores de rua que sempre vi no semáforo próximo — todos entre 30 e 50 anos, sujos, barbudos, roupas surradas, cheiro de suor e álcool. Havia um negro alto e musculoso (chamavam de "Negão"), dois brancos magros e altos ("Zé" e "Careca"), um moreno baixo e forte ("Marreta") e um ruivo alto e gordo ("Barrigudo").
Montei a churrasqueira no quintal, comprei dez quilos de carne, cerveja em abundância. À medida que a bebida fluía, sentia-me o dono da festa, contando vantagens sobre meus negócios, minha casa de três andares, meu carro importado. Carla e Júlia ficaram no canto, desconfortáveis, enquanto eu forçava conversa com aqueles homens que olhavam para minhas mulheres com olhares que eu achei que eram de inveja.
Quando o Sol se pôs, por volta das 20h, restavam apenas os cinco. Eu estava bêbado, confiante. Foi quando tudo mudou.
"Ei, ricão," o Negão se levantou, seus 1,90m impondo-se sobre mim. "A gente viu como você fica se exibindo. Agora é hora de você ver quem manda de verdade."
Antes que eu pudesse reagir, Marreta me agarrou pelos braços por trás. Barrigudo deu um soco na minha barriga, fazendo-me dobrar de dor. "Fica aí, corno," Zé riu. "Vamos divertir um pouco essas duas gostosas que você tem aí."
Carla tentou correr, mas Careca foi mais rápido. Agarrou-a pelo cabelo loiro e a puxou para o gramado. Júlia gritou, mas Negão a pegou, erguendo-a facilmente. "Solta minha filha, seu animal!" gritei, recebendo outro soco de Marreta.
Eles me arrastaram para uma cadeira de plástico no centro do quintal, amarrando meus braços com cordas de varal. "Vai assistir, corno de merda," Barrigudo cuspiu no meu rosto. "E depois a gente vai ver se você é homem mesmo."
O que se seguiu foi um pesadelo de horas. Primeiro, arrancaram as roupas de Carla à força. Seu vestido branco rasgou facilmente. Ela ficou nua, tentando cobrir os seios grandes e a buceta depilada, mas eles não deixaram. Negão a forçou de joelhos, abrindo suas próprias calças surradas. "Chupa, puta rica," ordenou.
Carla chorava, mas obedeceu quando Careca deu um tapa forte em seu rosto. O pau de Negão era imenso, negro, grosso como uma latinha de cerveja, com veias saltadas. Carla mal conseguia abrir a boca para recebê-lo. Ele a forçava, empurrando até suas bolas grandes e peludas batiam no queixo dela. "Isso, engole essa pica, sua puta de luxo," ele gemia.
Enquanto isso, Júlia era despida pelos outros três. Seus shorts foram rasgados, a blusa arrancada. Ela tentava resistir, mas Marreta, apesar de baixo, era extremamente forte. "Olha essa bucetinha rosada," ele comentou, tocando na vagina virgem de minha filha. "Ainda mais apertada que a da mãe, pelo jeito."
"Por favor, não," Júlia suplicava, mas Zé já estava nu, seu pau branco e longo, curvado para cima, pulsando. Ele a forçou a deitar no chão de cimento e a penetrou sem cerimônia. Júlia gritou de dor — seu primeiro sexo sendo um estupro brutal. Zé movia-se rápido, sem piedade, agarrando seus seios médios e apertando os mamilos rosados até ela gritar mais alto.
Carla, enquanto chupava Negão, foi posicionada de quatro por Careca. "Olha essa bunda," ele elogiou, dando tapas fortes nas nádegas brancas e macias, deixando marcas vermelhas. Sem preparação, ele enfiou seu pau seco no cu de minha esposa. Carla soltou um grito abafado pelo pau na boca. Careca era magro, mas seu pau era grosso, e ele socava sem dó, fazendo Carla se contorcer de dor.
"Chupa melhor, sua vagabunda," Negão puxava o cabelo loiro dela, forçando-a a engolir mais, até ela engasgar. Ele gozou profundamente em sua garganta, fazendo Carla engasgar com o esperma quente e grosso escorrendo pelo canto da boca.
Marreta não perdeu tempo. Assim que Zé saiu de Júlia, ele entrou, seu pau curto mas extremamente grosso dilatando a buceta já arrombada de minha filha. "Tá gostoso, princesa?" ele zombava, enquanto Júlia chorava descontroladamente.
A humilhação aumentava. Barrigudo se aproximou de mim, ainda amarrado, com o pau de fora — pequeno, gordo, fedendo. "Você é um corno, sabia?" ele riu, batendo o pau no meu rosto. "E olha o seu," ele puxou minha calça, expondo meu pênis semi-ereto e pequeno, de uns 12 centíros. "HA! Pau de mosquito! Sua mulher deve sofrer com isso, ricão."
Os outros riram. "Corno de pau pequeno," Careca gritou, enquanto metia no cu de Carla. "Vai ver homem de verdade foder suas mulheres!"
A orgia se intensificou. Eles alternavam entre mãe e filha. Carla foi colocada deitada, e Negão, já duro novamente, penetrou sua buceta molhada de esperma, enquanto Careca voltou ao seu cu. A dupla penetração fez Carla gritar como nunca ouvi — dois paus grossos a esticando simultaneamente, seus seios balançando violentamente com cada socada.
Júlia sofreu o mesmo. Zé e Marreta a pegaram de quatro, Zé na buceta, Marreta no cu. "Mais apertada que a mãe," Marreta comentava, socando fundo no reto de minha filha, fazendo-a gemer de dor misturada com prazer forçado.
Mas o pior veio quando propuseram a tripla penetração. Barrigudo deitou Carla sobre si, seu pau entrando no cu. Negão veio por cima, metendo na buceta. E Zé, de pé, forçou seu pau na boca de Carla. Ela estava completamente esticada, três paus a preenchendo totalmente, seus olhos revirando, baba escorrendo, gemidos abafados.
Júlia recebeu o mesmo tratamento. Careca deitado, buceta. Marreta por trás, cu. E o Negão, de frente, forçando sua filha a chupar seu pau sujo de esperma e do próprio sexo de Júlia. "Chupa tudo, sua putinha," ele ordenava, enquanto ela engasgava.
Eu assistia tudo, amarrado, chorando de vergonha e excitação involuntária. Meu pau pequeno estava duro, para humilhação de todos. "Olha o corno gostando," Barrigudo zombou, mostrando para os outros. "O cuzão dele tá duro!"
Eles gozaram múltiplas vezes. Carla foi enchida de esperma — na boca, no cu, na buceta. Júlia também, com o líquido branco escorrendo de seus orifícios arrombados. Quando terminaram, depois de horas de abuso, deixaram-nos ali, nuas, sujas de esperma e suor, enquanto roubavam minha casa — dinheiro, eletrônicos, joias.
Antes de irem, Negão se aproximou de mim, ainda amarrado, e urinou em meu rosto. "Próxima vez que quiser se exibir, lembra disso, corno de pau pequeno. Suas mulheres agora são nossas putas."
Quando conseguimos nos libertar, Carla e Júlia não me olhavam nos olhos. Eu, o "rico generoso", fiquei nu, humilhado, coberto de urina e vergonha, com meu pau pequeno exposto, tendo assistido minha esposa e filha serem usadas como prostitutas por cinco mendigos. Minha vontade de me exibir me custou tudo — minha dignidade, minha família, e o respeito de quem eu amava. Mas naquela noite, enquanto tomávamos banho em silêncio, eu não conseguia esquecer a imagem de Carla sendo triplamente penetrada, gemendo, e percebi que parte de mim, aquela que eu escondia, nunca mais seria a mesma.
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