O show de funk da Lala
Quando se é puta, baile funk vira quarto de motel, lala dá um show de buceta e é um espetáculo à parte.
O Baile da Quebrada: O Jogo da Lala
Olá punheiteiros, sentem aí que eu vou contar como foi o fervo lá na Quebrada ontem. O clima estava daquele jeito: o grave do funk batendo tão forte que eu sentia o meu silicone vibrar no peito. Eu sou a Lala, 22 anos, e se tem uma coisa que eu sei fazer é parar um baile. Shortinho jeans no limite, aquele que você tem que ficar puxando pra baixo pra não mostrar tudo, mas que no fundo você quer mais é que mostre.
Cheguei sozinha porque não tenho paciência pra segurar bolsa de amiga. Queria som, queria suor e, sinceramente? Estava com o fogo que nem o ar-condicionado (que nem existia lá) ia apagar. Comecei no meu canto, copão na mão, rebolando naquele ritmo de "tô nem aí pra vocês", mas de olho em quem prestava.
Não demorou muito e o cerco fechou. Três caras, bem do jeito que eu gosto: o Juninho, todo marrento de moletom; o Careca, com aquela cara de quem malha pra caralho; e o Gordo, que de gordo não tinha nada, só o volume na bermuda que parecia uma arma.
Eles chegaram cheios de marra, achando que iam me levar no papo reto. O Juninho já veio colando a pica no meu rabo: "Ô gostosa, rebola assim que eu te como agora". Eu nem virei. Só dei aquela olhada por cima do ombro, deboche puro: "Vai comer quem, garoto? Nem te conheço. Se quiser encostar, faz por merecer".
Mas a mão deles é boba, né? O Careca já meteu a mão na minha coxa, apertando com força, e o Gordo colou atrás, o pau dele latejando na minha bunda por cima do jeans. Eu senti o calor subindo, minha boceta já estava ficando daquele jeito, mas eu não ia entregar fácil. "Vocês estão muito emocionados", eu disse, dando um gole na bebida, enquanto sentia o dedo do Gordo puxar o fio da minha calcinha.
O som mudou, um proibidão pesado, e eu decidi que ia dar o show. Comecei a descer, mas com aquela cara de quem está brava, de quem manda. "Querem ver? Então olha", murmurei. Quando eu desci até o chão, o shortinho subiu todo e a calcinha vermelha ficou ali, gritando no meio da raba. Eles ficaram loucos. O Juninho já enfiou a mão por dentro do meu top, apertando meu peito com aquela mãozona suada. Eu dei um tapa na mão dele: "Calma, caralho! Tá com pressa de quê?".
Mas o tesão fala mais alto. Eu virei de frente pra eles, encostei no banco de madeira que tinha ali no canto escuro e abri o short. "Já que vocês estão tão querendo, vamos ver se aguentam". O Gordo não perdeu tempo, tirou o pau pra fora — um monstro, veia saltada, cabeça já brilhando. Ele tentou enfiar na minha boca de uma vez, e eu segurei o braço dele: "Ei, devagar. Quem dita o ritmo aqui sou eu".
Abaixei a cabeça e comecei a lamber, devagar, sentindo o gosto de macho, aquele cheiro de saco que deixa qualquer uma louca. Enquanto eu trabalhava na boca, o Juninho e o Careca não ficaram só olhando. O Juninho baixou minha calça e já meteu dois dedos na minha boceta, que estava encharcada. "Caralho, Lala, você tá derretendo", ele disse. Eu só fiz um barulho na garganta, porque o pau do Gordo já estava lá no fundo.
A coisa ficou séria. Eu estava puta de tesão, me sentindo a dona daquela porra toda. "Me bota logo nesse banco", mandei. O Gordo sentou e eu montei. Senti o pau dele abrindo meu cu, aquela ardência que faz a gente morder o lábio e querer bater neles. Desci com tudo. "Puta que pariu", gemi alto, o grave do funk encobrindo meu grito. O pau dele me preenchia toda, esticando meu rabo de um jeito insano.
O Careca não quis ficar de fora e já veio pela frente, enfiando a pica dele na minha boceta. Eu estava ali, sendo atravessada por dois paus, um em cada buraco, enquanto o Juninho fodia minha boca. Eu rebolava com raiva, com vontade, sentindo o suor deles pingando em mim. "Isso, seus putos, me fode direito!", eu gritava entre um engasgo e outro.
O povo passava, olhava, alguns paravam pra ver a "Lala da Quebrada" sendo servida, e isso só me deixava mais quente. Eu olhava pra eles com aquele olhar de desafio, como se dissesse: "É só isso que vocês têm?". Mas por dentro, eu estava explodindo. Meus orgasmos vinham um atrás do outro, a boceta esguichando no pau do Careca enquanto meu cu apertava o do Gordo com tanta força que ele já estava perdendo o fôlego.
O Juninho foi o primeiro a se entregar. Gozou na minha boca, jatos quentes que eu engoli com um prazer que vinha lá do fundo da alma. Logo depois, o Gordo deu aquelas estocadas brutais no meu cu e explodiu. Senti meu intestino encher de leite quente, uma sensação de preenchimento que me fez arquear as costas. Por último, o Careca, o bicho foi bruto, me deu uns tapas na raba e gozou tudo dentro da minha xoxota.
Eu desci do colo deles, as pernas tremendo, porra escorrendo por tudo quanto é lado. Me ajeitei, puxei o shortinho melado e dei um tapa no rosto do Gordo, só pra não perder a marra. "Até que vocês não são tão ruins", disse, limpando o canto da boca.
Voltei pra pista, rebolando com aquele peso entre as pernas, o cheiro de três machos em mim. O baile continuava, e eu? Bom, eu ainda tinha muita noite pela frente.
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