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Lane Bliss e Daniel abrem o jogo sobre grupos de putarias desde 92 até hoje

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E aí, galera … aqui quem tá falando é o Daniel, o cara mais louco por bunda que já pisou nesse pedaço desde 2008. Vocês me conhecem: sou aquele maluco que filma, fotografa e vive cada putaria com todas as meninas da turma da Selma. Já gravei cena com praticamente todas, já cheirei, lambi e meti em cada rabo que apareceu por aqui. Mas hoje eu vou contar pra vocês uma coisa diferente. Hoje eu quero mostrar como é a vida NORMAL da Lane Bliss, a rainha da bunda que tá no meio das putarias liberais desde 1992, quando ainda era novinha com a prima e as amigas, fazendo festinha atrás de festinha. Ela posta TUDO no site da Selma e no Telegram VIP, mas agora decidiu mostrar o rosto de verdade. Porque se separou do marido, aquele cara que todo mundo achava “querido”, mas que passou mais de dez anos traindo ela nas mesmas festinhas sem que ela soubesse de porra nenhuma.

Lane Bliss mora numa casa simples pra caralho em Peixinho. Não tem luxo, não tem frescura. É tijolo à vista, parede azul descascando, porta de madeira velha com cadeado enferrujado e um quintalzinho apertado que mal cabe duas pessoas. Mas, meu Deus… a bunda dela ali dentro daquele espaço é o paraíso. Eu chego sempre no mesmo horário, final de tarde, quando o sol ainda tá quente pra porra. Ela tá fazendo os deveres de casa, como nas fotos que eu trouxe pra vocês verem agora.

Olha a primeira foto: ela de costas, short jeans claro enfiado até o talo naquela bunda grossa, tanquinho preto colado no corpo, cabelo preso com o lacinho azul. Tá ali, dobrada um pouco, segurando um saco de lixo, o sol batendo direto na pele morena já brilhando de suor. Vocês conseguem ver como o short entra todo no meio da bunda? A calcinha tá lá dentro, marcando o rego perfeito, deixando o tecido molhado do suor do dia inteiro. Eu adoro esse momento. Chego por trás, encosto o nariz bem no fundo daquele short e inspiro fundo. O cheiro é… foda. É suor de mulher que trabalhou o dia todo, pele quente, um leve cheiro de sabonete barato misturado com o aroma natural da bunda dela. É doce, é forte, é viciante. Ela ri baixinho e fala: “Daniel, seu porco… chega logo, vai”. Mas não afasta. Ela sabe que eu sou louco por isso.

A segunda foto é ela virada pra mim, sorrindo aquele sorriso safado que derrete qualquer um. Mão na cintura, short ainda mais enfiado, bunda empinada. Dá pra ver o volume da coxa grossa, a pele brilhando, o olhar de quem já sabe o que vem depois. É real, é cotidiano. Não tem maquiagem pesada, não tem filtro. É a Lani de verdade, da casa simples, depois de lavar roupa, varrer o quintal e suar pra caralho.

Aí entramos. As duas últimas fotos são dentro da casa dela. Olha o cenário: parede de tijolo cru, cama de ferro velha com lençol surrado, um radinho antigo, roupa pendurada secando, chão de cimento. Ela tá de camisolinha florida azul clara, curtinha, sem sutiã, o cabelo solto, aquele olhar de quem tá em casa e relaxada. Na primeira ela tá sorrindo pra câmera, mão na cintura, bunda marcando o tecido fino. Na segunda ela tá no meio de uma ligação, olhos arregalados, dedo em riste, mas ainda com a bunda empinada pra mim. É assim que ela vive. Simples. Real. E eu amo pra caralho.

Eu chego, ela ainda de camisolinha ou com aquele shortinho que vocês viram, e eu já sei o ritual. Sento no banquinho do quintal, ela vem andando devagar, rebolando sem querer. “Tá calor hoje, né?”, ela diz, rindo. Eu puxo ela pra perto, viro de costas e baixo o short bem devagar. A bunda salta pra fora, suada, quente, o cheiro batendo direto no meu nariz. A calcinha tá enfiada fundo no rego, o tecido molhado grudado na pele. Eu aproximo o rosto, encosto o nariz bem no meio e inspiro como se fosse a última vez. É um cheiro forte, maduro, de bunda que passou o dia inteiro no sol, suando, andando, trabalhando. Tem um leve toque de xixi do dia, um pouco de suor azedo, mas é o cheiro dela. O cheiro da Lani Bliss. A bunda mais linda e mais cheirosa de toda a região.

Ela adora quando eu faço isso no bequinho do quintal, exatamente como na foto. Ali, entre a parede azul e o portão, onde qualquer vizinho pode ouvir. Ela se apoia na parede, empina aquela bunda pra mim e fala: “Vai, Daniel… cheira direito, seu nojento”. Eu baixo a calcinha também. O cuzinho aparece, escuro, enrugadinho, brilhando de suor. Eu meto a língua ali sem dó. Lambo devagar, de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado, o cheiro invadindo minha boca. Ela geme, rebola na minha cara, me chama de porco, de tarado, de tudo que tem direito. E eu amo. Amo quando ela solta um peidinho quente, direto no meu nariz. Quem acompanha meus vídeos sabe: eu sou fissurado nisso. Eu abro a boca e inspiro, sinto o ar quente saindo dela, aquele cheiro forte e íntimo que só ela tem. Ela ri alto: “Tá gostando, seu doente? Toma mais um”. E solta outro, mais longo, bem na minha cara enquanto eu lambo.

Eu passo horas ali. Lambendo, cheirando, enfiando a língua fundo no cuzinho dela enquanto ela rebola e me xinga de um jeito que me deixa mais louco ainda. O sol vai baixando, o quintal fica mais escuro, mas a gente continua. Ela vira de frente às vezes, senta na minha cara, esfrega aquela bunda suada na minha boca até eu não conseguir respirar. E eu respiro. Eu quero tudo.

Galera, isso não é putaria de estúdio. Isso é a vida real da Lani Bliss. Casa simples, bunda perfeita, cheiro de verdade, sexo improvisado no quintal. Se você tá lendo isso e já tá com o pau duro ou a buceta molhada, sabe o que tem que fazer: entra AGORA no site da Selma e no Telegram VIP dela. Lá tem todos os vídeos e fotos que eu gravei com ela, tem os momentos que eu cheiro, lambo e como essa bunda inteira. Tem o dia que ela tava de shortinho branco e eu lambi até ela gozar só com a língua no cu. Tem tudo.

E agora… segura aí. Porque a segunda parte desse conto é com ela falando. A Lani vai contar, com a boca dela, como é sentir minha língua no cuzinho dela, como ela adora me chamar de porco e como ela goza quando eu inspiro o cheiro da bunda dela depois do sol quente.

Quer ouvir a voz dela? Quer ver ela rebolando e gemendo enquanto conta tudo? Então clica no link do site da Selma www.selmaclub.com e do Telegram VIP agora www.bit.ly/telemanu . A Lani tá esperando pra te contar o resto… e eu garanto: vai ser ainda mais safado do que você imagina.

Te espero lá dentro, seu tarado.
Beijo no cu da Lane.
Daniel.
Ei, meus amados tarados do site da Selma e do Telegram VIP dela… aqui quem tá falando agora sou eu, a Lane Bliss, em carne, osso e bunda suada. 😈

Depois de ler o que o Daniel escreveu sobre mim, eu ri tanto que quase mijei na calcinha. Ele é um porco mesmo, mas é o meu porco preferido. Então resolvi pegar o celular, sentar aqui no meu quintalzinho simples de Peixinho, ainda com a camisolinha florida que ele ama, shortinho branco enfiado no rego e a bunda quente do sol batendo, e contar pra vocês como é a minha vida de verdade. Porque agora que me separei daquele corno manso que passou mais de dez anos me traindo nas festinhas sem eu saber, eu decidi mostrar o rosto, o corpo e a história inteira. Sem máscara, sem frescura. Só eu, minha bunda famosa e a Turma Bliss.

Vocês que acompanham o já sabem quem nós somos. A Turma Bliss existe desde 1992, caralho! Eu era novinha, 18 anos recém-completos, e minha prima Baby Bliss (a rainha absoluta do anal, a maior puta anal dos anos 90) já liderava tudo. Éramos eu, ela, Sara Bliss, Bruna Bliss, Marcela Bliss e mais umas amigas casadas que adoravam dar o cu pra qualquer pau que aparecesse. Começamos nas festinhas liberais de Recife, quando internet era discada e a gente posava pra revistas de putaria underground. Baby Bliss era a estrela: loira, bunduda, boca de quem chupa até o talo e cu que aguenta rola grossa sem reclamar. Eu era a prima de bunda maior, a morena de shortinho jeans que todo mundo queria foder no beco depois da festa. Nossos contos no site contoseroticoscnn contam tudo: a iniciação do corno manso, o anal pesado na van estacionada, as lésbicas casadas que viravam putas no bacanal depois da igreja… tudo real, tudo filmado, tudo postado.

E adivinha? Ainda estamos ativas. De 1992 até hoje, 2026. A Turma Bliss nunca parou. A gente envelheceu, engordou a bunda, ganhou experiência, mas o tesão continua o mesmo. Sempre em busca de novos amigos, novos paus, novos narizes pra enfiar no nosso rego suado. E o lugar onde tudo acontece é o site da Selma Recife – www.selmaclub.com – e o Telegram dela, www.bit.ly/telemanu (ou selmagram, como a gente chama). Lá tem TUDO nosso. Fotos antigas em preto e branco das revistas dos anos 90, vídeos caseiros onde eu dava o cu pela primeira vez, as orgias com Baby Bliss mandando no meio de 10 caras, os peidos que eu solto na cara do Daniel enquanto ele lambe… tudo pra baixar, tudo pra ver de graça ou com o VIP. São décadas de material. É só entrar e procurar por “Lane Bliss”, “Baby Bliss e Turma” ou “Turma Bliss”. Tem mais de 300 arquivos meus só lá.

Mas vamos ao que interessa, porque eu sei que vocês querem é safadeza.

Ontem o Daniel chegou no final da tarde, como sempre. Eu tava terminando de lavar o quintal, suada pra caralho, shortinho jeans claro grudado na bunda, calcinha fio-dental enfiada fundo no rego. O sol tava forte, minha pele morena brilhando, o suor escorrendo entre as nádegas. Ele nem falou “oi”. Veio por trás, ajoelhou e enfiou o nariz bem no fundo do short, inspirando como se fosse oxigênio. “Porra, Lane… esse cheiro de bunda suada depois do sol é melhor que qualquer perfume”, ele gemeu. Eu ri, empinei mais e falei: “Cheira direito, seu nojento. Hoje tá bem forte, trabalhei o dia inteiro”.

Ele baixou o short devagar, como nas fotos que ele postou. Minha bunda saltou pra fora, grossa, redonda, marcada pelo tecido. A calcinha tava molhada de suor, grudada no cuzinho. Ele puxou pro lado e meteu a cara inteira. Língua lambendo o rego todo, de baixo pra cima, sentindo o gosto salgado, o cheiro forte de mulher que suou o dia inteiro. Eu adoro isso. Adoro sentir ele inalando o meu cheiro natural – aquele misto de suor, um pouco de xixi do dia, o aroma de bunda quente que só fica assim depois de horas no sol. Ele chama de “cheiro de puta real”. Eu chamo de “cheiro de Lane Bliss”.

Aí eu virei de costas pra parede azul do quintal, exatamente como na foto que vocês viram, apoiei as mãos e empinei. “Mete a língua no cu, Daniel. Lambe como você sabe”. Ele obedeceu. Língua dura entrando no meu cuzinho, girando, sugando. Eu comecei a rebolar na cara dele, gemendo baixo pra não acordar os vizinhos. E quando ele menos esperava… PRRRRRT… soltei um peido quente, longo, bem na boca dele. Ele não tirou o rosto. Pelo contrário, abriu mais as minhas nádegas e inspirou fundo. “Mais um, Lane… me dá mais”. Eu ri alto: “Seu porco doente! Toma então”. E soltei outro, mais molhado, enquanto ele lambia o cuzinho piscando. Quem lê meus contos no contoseroticoscnn sabe: eu adoro humilhar eles assim. Baby Bliss me ensinou desde os anos 90 – “bunda não é só pra meter, prima. Bunda é pra dominar, pra fazer macho virar cachorro”.

Ele não aguentou. Baixou a bermuda, pau duro babando, e meteu na minha boca primeiro. Eu chupei gostoso, babando tudo, olhando pra ele com aqueles olhos de puta safada que eu faço desde os 18. Depois ele me virou, empinou minha bunda no bequinho do quintal e enfiou tudo de uma vez no cu. Doeu pra caralho, como sempre. Pau grosso abrindo meu reto, me fazendo peidar a cada estocada. “Ai, porra… vai devagar, seu animal!” Mas ele não foi. Socou fundo, batendo aquelas bolas pesadas na minha buceta molhada. Eu gozei duas vezes só com ele no cu – uma gozada que escorreu pela coxa, brilhando no sol que ainda batia.

Quando ele gozou, jorrou tudo lá dentro, quente, grosso. Eu senti o cu piscando, apertando o pau dele, ordenhando até a última gota. Ele tirou devagar, o cu aberto, esperma escorrendo. E aí veio o melhor: ele ajoelhou de novo e lambeu o próprio gozo do meu cuzinho. “Limpa tudo, porco. Come o que você colocou”. Ele lambeu até ficar brilhando.

Isso é a minha vida normal, galera. Casa simples, bunda famosa, sexo improvisado no quintal, cheiro real, peido na cara, cu arrombado e gozo escorrendo. Nada de estúdio, nada de fake. É assim desde 1992, quando eu e Baby Bliss começamos a dar o cu pras câmeras e pros machos que apareciam. E continua até hoje.

Se você tá com o pau latejando ou a buceta pingando lendo isso, faz o seguinte agora: entra no www.selmaclub.com e no Telegram www.bit.ly/telemanu da Selma. Procura por Lane Bliss, Baby Bliss e Turma Bliss. Tem vídeos meus de ontem mesmo, tem as fotos antigas dos anos 90 onde eu era novinha e já mostrava essa bunda pra todo mundo, tem os contos completos no contoseroticoscnn contando cada festinha, cada corno que a gente fez, cada rola que entrou no meu cu. Tem material pra baixar e bater punheta (ou dar uma sentada) por semanas.

E se você quiser fazer parte da Turma Bliss… manda mensagem lá. A gente sempre tá aberta pra novos amigos. Quer cheirar minha bunda suada depois do sol? Quer lamber meu cu enquanto eu te chamo de nojento? Quer meter e sentir eu peidar na sua cara? É só chegar. Baby Bliss aprova, eu aprovo, a turma toda aprova.

Beijo no cu de quem tá lendo…
E vem logo, porque minha bunda já tá suando de novo só de imaginar você aqui.

Lane Bliss ❤️🍑
(Turma Bliss – 1992 até o fim do mundo)

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