#Zoofilia

Cadela da Padaria - Parte 2

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InterMan

Bem, continuando essa mini série de contos, se não leu o anterior, sugiro que leia para entender melhor como que adotei a cadelinha. Link: /2026/04/conto-129489. O conto é extenso, mas preferi contas os detalhes de tudo para melhor entender os outros contos.
Como mencionei antes, fiquei uns anos sem pet, depois deste tempo, por um acaso da vida, encontrei e pude adotar a cadelinha protagonista destes contos.

A nossa primeira noite com ela no meu apartamento foi incrível. Depois de eu gozar com ela na sala, com meu pau atolado na boca e leitar a garganta e focinho dela, tomei banho e fui dormir. Estava feliz, pois sabia que teria um putinha e amiga para compartilhar minhas pervertidas ideias solo em casa.
De madrugada acordei para ir ao banheiro urinar e na passada para o banheiro fui na sala conferir como ela estava. A cadela permanecia no tapete da sala, dormindo, enroladinha sobre o próprio corpo, e ao perceber o barulho meu do banheiro, somente levantou a cabeça e ao perceber que era eu, seu macho de poucas horas antes, voltou a dormir na mesma posição sobre o tapete. Voltei a dormir e pela manhã, já na sexta-feira, feriado por algum motivo religioso, não tinha que ir trabalhar. Fiquei em casa, e me permiti dormir até um pouco mais tarde. Ainda não havia dado nenhum nome para ela, precisava encontrar um que fizesse justiça aquele achado maravilhoso. Não apenas uma putinha, mas também uma companheira e amiga. Pensei em alguns nomes como: Fiona, porque ela estava bem feinha, coitada kkkkk, Cacau por causa dos pelos caramelos escuros, e Bela. Optei por começar a chamar ela de Bela, mas como ela era pequena, acabei carinhosamente chamando de Belinha.

Durante a manhã, por ser feriado, não pude levar ela no veterinário, mas aproveitei para limpar todo o apartamento e ir em um hipermercado comprar coisas para ela (cama, ração, alguns sachês, biscoitinhos, brinquedos, etc). Na volta, cheguei em casa e ela estava de boa, deitada em cima do meu sofá, de início fiquei bravo, mas depois relaxei pq afinal de contas havia banhado ela e ela estava limpinha. Fiz o almoço, brinquei com ela e dei os petiscos que ela gostou bastante. Não queria apenas uma cadela para meter, eu queria a confiança e carinho dela para ser mais do que apenas isso.
De tarde, depois do almoço, fiquei no sofá deitado assistindo TV, alguma coisa aleatória no YouTube, quando ela veio e se deitou no tapete ao piso bem embaixo de mim. Fiquei olhando ela e percebi que estava realmente bem magra, mas que ainda assim era uma cadela bonita e certamente não levaria muito tempo para ela ficar linda. Desci meu braço e fiquei passando a mão sobre ela e fazendo carinho enquanto assistia TV.

Passou um tempo e ela continuava ali, brincando com minha mão, mordiscava e brincava, e eu sempre mexendo com ela. Até que em um dado momento fiquei de bruços no sofá e com o braço que descia pra ela virei ela de barriga pra cima e fazia cócegas na suas costas e pescoço, agora mais ativamente, e ela parecia se divertir. Em um dado momento ela deitou de barriga pra cima e abriu as pernas, me permitindo perceber sua bucetinha preta por fora, sem nada de pelos, apenas aquele pele escura e lisinha virada para cima enquanto fazia cócegas em sua barriga, sentindo aquelas tetas, que percebi que certamente já havia parido uma cria. Estavam gordinhas, levemente flácidas, típicas de cadela que já teve cria e amamentou a ninhada. Confesso que senti tesão e meu pau começou a endurecer na bermuda. Como estava de bruços, sem cueca e apenas de bermuda de futebol, deitado sobre umas almofadas no sofá, meu pau logo cresceu e com o peso do meu corpo, ficou aquela sensação que quem é homem aqui vai entender, sabe quando vamos 'fuder' o travesseiro? Tipo aquilo kkkkk. Meu pau é bem babão, e logo senti que molhei o tecido da bermuda. Continuei a fazer carinho nas tetas dela e na barriga desce de leve para a bucetinha aproveitando que ela continuava de barriga para cima. Desci de vagar e com carinho com minha mão entre suas perninhas, sua barriga macia e quentinha, a sensação era muito gostosa. Finalmente chegando perto daquela buceta, o calor do corpo dela aumenta e ela parecia estar curtindo porque em momento algum tentou sair. Muito rápido, pouco antes de chegar na buceta dela, levei dois dedos na boca e cuspi deixando-os bem molhados para facilitar a exploração e brincadeira.
Me mantive na mesma posição, deitado de bruços, meu pau estalando de duro e meu coração acelerado pelo tesão que sentia, com meus dedos molhados com meu cuspe, cheguei com dois dedos sobre sua buceta. Ela deu um leve choquizinho, meio que uma tremida nas pernas de leve mas não saiu da posição. Falei com ela:
- Ei, calma aí garota, deixa o pai brincar aqui com você lindona...

Minha vontade era de meter fundo os dedos e obviamente minha pica naquela cadelas, mas eu precisava ir com calma para não traumatizar. Com um dedo molhado passando de leve, mas bem de leve sobre a rachinha dela, me forcei a me mover levemente de lado, mas ainda quase que de bruços no sofá, e com a outra mão deixar sobre a barriga dela fazendo carinhos e evitando que ela se virasse ou saísse daquela brincadeira gostosa.

Ela parecia gostar, eu mais ainda, meu pau babava muito e sentia o tecido molhado com a pressão do meu corpo sobre as almofadas so sofá. Meu dedo indicador deslizava muito de leve sobre a racha da sua buceta e como quem é experiente sabe, o calor é bem alto, mesmo que fora do cio.
Belinha parecia que curtia aquela sensação e como que por instinto não fechava as pernas, mantinha aberta, barriga esparramada para cima e o rabo balançava de leve embaixo, em momento algum tentou sair e isso me deu confirmação de que ela curtia aquilo tanto quanto eu.
Meu coração acelerado, meu pau duro feito pedra e meu dedo dedilhando aquela carne macia, ainda que por fora daquela buceta, estava bem gostoso. Mas eu queria mais, queria sentia ela por dentro, e já que certamente não conseguiria com meu pau, ao menos com meus dedos eu teria que sentir ela ser minha, precisava sentir aquela buceta ser minha de alguma forma e foi exatamente neste ponto que eu novamente muito rápido cuspi nos dedos e levei até a entrada da buceta dela. Quando ela sentiu meus dedos mais molhados sobre ela, percebeu que eu iria invadi-la e soltou um leve suspiro...
Foi o que faltava para eu tentar colocar um dedo para dentro!

Afastei seus lábios com um dos dedos, já bem molhados com meu cuspe e com o dedo indicador, fui passando de cima para baixo bem macio sobre aquele pedaço de carne preta por fora mas bem rosa por dentro. Era linda, perfeita...meu pau pulsava na bermuda e eu me lembro de soltar um - Ahhhhhh! quando senti meu dedo tocar naquela buceta macia, quente e molhada pela minha saliva.
Por instinto comecei a fazer pressão de vai e vem com minha cintura sobre as almofadas e meu pau deslizava já bem lubrificado pelo meu pre-gozo sobre o tecido macio da bermuda.
Meu dedo continuava indo e vindo, subindo e descendo sobre aquela rachinha, e ela entregue, sem se mover, apenas respirava com a boca aberta, como se estivesse curtindo tudo aquilo...
Eu precisava de mais, queria sentir ela por dentro e foi isso que fiz...desci com meu dedo, ela deitada, a entrada da buceta fica para baixo, em direção ao ânus, e ao sentir o caminho dourado da felicidade de um macho, ela se retorceu de leve, eu com uma das mãos segurei seu pequeno corpo sobre o peito, fazendo carinho: - Shiiiiii...calma aí princesa...papai vai só sentir você...deixa eu entrar aqui meu bebe...shiiiii...calma...shiiiii
Ao colocar meu dedo na entrada, sentindo o caminho, sentindo a entrada do seu canal, estava quente pra caralho! Empurrei de vagar, puta que pariu, que sensação louca e que me deu muito tesão. Meu pau pulsava forte contra as almofadas e meu próprio corpo.
Continuei a empurrar meu dedo de leve, com medo de machucá-la, mas com muito mais tesão de sentir ela. Sua buceta era absurdamente apertada, mas não apertada firma, era macia, apertada porque ela contraía a buceta no meu dedo...imaginava ela fazendo isso na minha pica e aumentava a pressão sobre meu pau nas almofadas... - Ahhhh! Gostosa!
Ela parecia que apesar de contrair, sugava meu dedo para dentro, as paredes macias e molhadas se fechando em volta, pulsando, quente e escorregadia, aquela textura aveludada da pele contra meu dedo, conforme ia colocando mais, sentia ela resistindo, apertando forte como se não pudesse, mas quisesse me sentir dentro dela.
- Caralho, está muito apertada.
Soltei sem pensar, estava hipnotizado de tesão e minha cintura mexendo num vai e vem moderado fazendo meu corpo exercer pressão contra meu próprio pau naquele sofá com almofadas macias que eu queria e imaginava que fosse sua buceta que estava ali pronta para eu foder.
- Porraaaa!
De leve, girei meu dedo lá dentro e empurrei mais um pouco...ela gemeu de leve, baixinho.
Comecei e mexer meu dedo com mais precisão, tirava de leve e colocava de novo. Continuei a empurrar meu dedo e cheguei a um lugar mágico. A mistura perfeita de calor, umidade e aperto. Cada vez que tirava um pouco, eu metia mais e novo...Ouvia aquele barulho molhado "ploc" quando mexia meu dedo e aquilo me dava muito mais tesão.
Com o tesão cada vez mais alto e vendo que ela não parecia querer sair, meti um pouco mais meu dedo e senti o anel dela, apertava meu dedo de uma forma que só quem já sentiu vai entender. É dificil explicar a sensação, como se ela apertasse mais forte, com mais pressão, quase fechando o fundo da buceta.
Mas eu sabia que não era o fundo, ja tive cadela e comia muito pra saber que depois dali tem muito mais e é muito gostoso. Ela apertava como se quisesse me travar dentro dela, coisa do instinto do animal, de querer manter o macho preso e não permitir que escape para que a cópula seja 100% efetiva.
Meu corpo suava pelo tesão, meu sangue percorria minhas veias com uma rapidez e calor árduo que me faziam corar e minha boca abrir na tentativa de respirar melhor.
Meu pau indo e vindo contra as almofadas, assim como meu dedo dentro daquela bucetinha que eu queria entrar…
Continuei deslizando meus dedos a perder a noção do tempo e ao fazer isso minha cabeça só pensava que eu precisava meter meu pau naquela buceta.
Levantei e me coloquei de cócoras atras dela, ela se mantinha deitada, meu dedo ainda dentro dela e eu pela abertura da bermuda que usava coloquei meu pau pra fora e levemente punhetava sentindo todo babado.
Acho que pelo cheiro da minha pica babada ou pelo tesão que ambos estávamos, ela saltou em um pulo e se colocou em pé com a língua no meu pau e na minha coxa.
Aquilo foi surreal de bom!

Quer pica né safada!

Disse eu num estilo quase abafado e ofegante.
Peguei e tirei a bermuda, deixei meu corpo e minha pica livre para ela se lambuzar e lamber bem. E assim foi, ela mandou muito bem nas lambidas. Enquanto ela lambia vorazmente meu pau, com um braço esticado sobre o corpo dela, colocou uma das mãos embaixo do seu rabo e afastei, com a outra bem molhada de saliva, voltei a meter meu dedo e percebi que ela estava mais “aberta”.
Parecia que em pé sua buceta estava mais livre e também mais quente…meu pau pulsou no mesmo instante que senti meu dedo escorregar para dentro daquela bucetinha apertada.

Eu precisava sentir ela no meu pau, mais que isso: necessitava!
Vem cá gostosa, deixa eu brincar nessa buceta!

Virei ela de costas para mim, em pé na minha frente sobre o tapete da sala, eu de cócoras, meu pau apontando para cima e aquela buceta molhada pelo meu cuspe e levemente aberta pelos meus dedos estava ali, na altura no meu pau, gemi sem pensar e com uma das mãos em sua cintura e a outra segurando meu pau e apontando para a entrada da sua buceta, senti pela primeira vez aquele calor direto na minha pica.

CARALHOOO!!!! AHHHH! Gostosa, PQP!

Comecei um vai e vem para cima e para baixo bem de vagar, nos seus lábios pretos, sentindo a cabeça do meu pau passar entre aqueles beicinhos macios e acredite: muito quente!
meu corpo tremia de tesão e meu coração batia forte.
Ela parada na minha frente ofegante e eu ali com meu pau passando na sua buceta, a gente estava quase se fundindo de tesão e eu queria mais, muito mais.
Meu tesão estava nas alturas com aquilo e quase que por instinto de macho fui colocando meu pau pra cima, direcionando minha pica para a entrada daquela buceta de cadela que me fazia delirar.
Ela sentiu uma pressão e arqueou as costas e eu segui firme…de vagar senti seus lábios abraçar a cabeça do meu pau e nesse momento gemi, não nego, gemi gostoso por sentir aquele calor e umidade na minha pica.
Ahhhh! Caralho!!!! Que delícia!!!
Meu corpo tremeu pelo tesão alto e não sei explicar, mas veio uma puta vontade de gozar que foi impossível controlar.
Deixei fluir aquela sensação incrível e somente deixei rolar.
Meu pau inchou, senti minhas bolas contraírem e simplesmente meu leite percorrer meu pau e explodir dentro dos beicinhos daquela buceta!
AHHHHHHH! TOMA LEITE PORRAAA!!!!!
Foram uns 8 jatos fortes de porra que parecia que a dias não gozava. Ela sentiu e tentou sair, mas segurei e firmeu meu pau com a cabeça dentro dela. Obviamente vazava para fora, e sujou o tapete, as pernas dela e meu saco.
Meu saco doía de tanto tesão e de tão forte que foi sentir aquela gozada. Mas foi uma das meljot3s que dei nos últimos tempos.

Depois de me recuperar, fiquei observando ela lambendo a buceta e pensei: aproveita, lambe bem, porquê vou leitar muito nessa buceta. Brinquei com ela e depois fomos dar um passeio na rua e deixar ela correr um pouco, obviamente com coleira. Voltamos para casa e novamente gozei com a cabeça do meu pau dentro da buceta dela, mas desta vez aproveitei mais tempo metendo um dedo e tentando colocar dois.
Quero comer ela fora do cio assim como fazia com a Liza, mas é um processo longo, que estamos percorrendo.

Em breve volto com mais histórias!
Espero que estejam gostando, se puder, comente o que achou, a opinião de vocês é importante incentivo a continuar escrevendo.
Vlw

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