#Gay #Incesto #Sado #Teen

Meu pai me mostrou quem é que manda na casa

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Novinho Dudu

Eu só faço aquilo que quero.

A situação é seguinte: quando você faz o que acha certo, também dá espaço para que outras pessoas se comportem de acordo com as suas próprias réguas de decisões. E confesso que esses dias as minhas réguas foram mais sujas e quentes do que meu pai poderia imaginar. Seria bom entender que me jogar de uma vez nas mãos do seu amigo enorme me faria perceber o mundo de outro jeito. Não reclamo, jamais faria isso. Quem reclamaria de cavalgar com força na tora daquele homem? Mas eu sou um moleque de 17 anos, como eles dois enchem a boca para falar. Estava mais que na hora de me comportar como tal.

Não é que eu tenha deixado de amar meu pai, isso é outra coisa que jamais faria. Fui para nossa casa no sábado de manhã assim que ele me avisou que estava voltando da viagem de negócios que Cael jogou no seu colo em troca de umas trepadas comigo. Arrumei nossa cama com lençóis limpos e cheirosinhos, montei um café da manhã delicioso, arrumei o resto da casa, botei uma cueca branca apertadinha do jeito que ele gosta e deixei os banheiros impecáveis, afinal sabia que em pouco tempo o guloso chegaria pra me comer ali de chuveiro ligado e pica nervosa pra entrar de uma vez no meu cu.

Até aconteceu como eu esperava, mas primeiro eu faria o homem correr alguns riscos. É meu jeitinho pervertido, sabe…

Entrei num Uber pro aeroporto, esperei o homem na boca do desembarque. Exalava um cheirinho de gengibre e rosas do meu pescoço, o perfume caro que meu pai gosta que eu use quando vamos nos encontrar depois de uns dias longe um do outro. Deve ser por isso que o motorista não parava de me olhar e lançar um sorrisinho de quem estava com vontade de aprontar uma safadeza. Se eu não tivesse apressado pra encontrar meu pai teria feito uma putariazinha ali mesmo no carro com aquele sem vergonha. Deixei a cueca apertando minha bunda larguinha e firme, cabelo penteado e ainda molhado como quem sugere um banho demorado. Avistei quando ele apareceu com o rosto cansado e o andar lento de um homem trabalhador. Chega a ser irônico. Ee me recebeu com um sorriso assustado, talvez ansioso por saber que descobri seu plano pervertido. Eu fiz diferente e não demonstrei nenhuma raiva: corri e grudei meus braços no pescoço largo do meu cara, grudei minhas pernas no tronco e emendei nossas bocas de uma vez, sem chance de correr de mim. Ninguém recusaria um beijo desses, mas a realidade tem um peso, e meu pai temeu os olhares ao redor.

“Seu medroso, ninguém aqui sabe que você é meu papai, pode me beijar com gosto. Não tava com saudade do seu filhinho safado?” brinquei de um jeito sensual no ouvido dele.

“Mas você sempre vai parecer muito novo pra mim” respondeu desconfiado. “Olha o jeito que você fica pequenininho no meu colo?”

“Eu não sou mais criança, pai” falei manhoso com mais beijinhos na barba dele, emendando pelo pescoço.

“Pra mim você sempre vai ser meu moleque, me neném.”

“É isso que te excitada, não é?” Provoquei com uma rebolada no colo dele.

“Claro que isso me deixa de pau duro, o problema tá exatamente aí. Esse seu cheiro, essa sua pele… Você sempre me deixa no ponto de cometer loucura.”

Desci do colo só pra ver que eu tinha acordado águem ali embaixo. Dando uma mordidinha no lábio e lançando meu olhar mais tentador, fiz meu pai entender que meus planos são tão perigosos quanto os dele. Fui devagarinho na frente em direção aos banheiros, vi quando ele coçou a testa apreensivo.

“Aqui não” sussurrou mandando voltar.

“Tá com medo de quê? Eu quero aqui, papaizinho.”

Ele não resistiria a minha voz infantil chamando assim.

Ouvi o safado falar “aqui não” enquanto fechava a porta do banheiro exclusivo para pessoas com deficiência, e depois de novo quando me empurrou na parede, largou sua mochila no chão e se meteu na minha boca caçando um jeito de sugar minha língua. “Aqui não, meu amor” ele falou já suspirando pesado colocando a pica pra fora, já que estava no ponto de furar o tecido de tão dura. Quando agarrei ele tremeu inteiro da cabeça aos pés, um jeito delicioso de dizer que estava com saudades. Disse outro “aqui não, meu bebê” quando me coloquei de joelhos e abocanhei a coisa inteira, fazendo a cabeça inchada incomodar minha garganta e arrancar engasgos molhados. Para as bolas pesadas e cheias de leite sobraram uma massagem delicada que expulsaram gemidos grossos da boca do meu pai.

“Já falei que aqui não, minha putinha” repetiu quando me puxou pra ficar de pé e beirando a violência me pressionou contra a parede com a bunda virada na sua direção. Respirava pesado como alguém que estava prestes a cometer o primeiro crime da vida, ou a primeira confissão. Nesse caso, meu pai estava mais que acostumado a me pegar assim de costas, bunda empinada, sorriso no rosto e o cu piscando implorando pra ser maltratado.

Comeu apressado do jeito que a gente gosta. Uma, duas, três vezes botando dentro, tira, esfrega na bunda, morde o pescoço, suspira o óbvio no meu ouvido.

“Numa dessas a gente vai ser flagrado e eu vou botar a culpa todinha em você, seu safado.”

“Bota a pica também, tá tirando pra quê? Meu cuzinho tava com saudade dessa rola, me dá logo. Não tira não, quero seu leite lá dentro. Vai, pai, bota logo.”

Botou de novo uma, duas, três, quatro… Perdi a conta de quantas socadas ganhei e de quantas vezes meu corpo bateu contra a parede gelada do banheiro. Botou leite forte com gemidos grosseiros, coisa de homem que há dias não fazia isso, mas depois me abraçou e ficou um tempinho respirando com o rosto enfiado nos meus cabelos pra matar a saudade que sentia do filho.

“Seu cheiro é inconfundível. Eu posso caçar em todos os moleques da cidade, de qualquer lugar, nenhum cheira igual.”

“Tem cheiro de quê?” Virei. Queria ver os olhos do meu homem quando declara amor por mim.

“Porra, filho. Como assim tem cheiro de quê? É seu cheiro, só seu. Tem uma coisa de suave, é doce, mas é sujo também. Te deixa mais sensual, me faz querer te usar o tempo inteiro.”

“Você pode me usar desse jeito, não tem nenhum problema. Deixei a casa arrumadinha pra você bagunçar enquanto me come em todo cômodo” falei com um sorrisinho sacana.

“Posso te botar pra rebolar no meu colo sentado no sofá?” Meu pai guardava o pau depois de limpar.

“Onde quiser, paizão, a condição é que eu não queira dar pra mais ninguém de tanto ser esgotado pelo meu próprio pai, quero terminar exausto de aguentar essa rola pesada no me cu” sussurrei em segredo.

“Eu tenho uma rola pesada pra te alargar todinho, mas falando desse jeito parece que você andou querendo dar pra mais alguém.”

“Mas eu quis mesmo” respondi sério.

Me arrumei e fui saindo, quando abri a porta ele tentou cobrir o volume que a pica ainda dura estava fazendo na calça de tecido mais fino. Voltei a porta por segurança, botei o sorriso mais sem vergonha na cara e falei baixinho outro segredo nosso: “eu quis e dei, pai. Abaixa essa pica, vou pedir nosso uber.”

Promessa é dívida. Rebolei mesmo no colinho do meu pai quando chegamos em casa e ele nem se preocupou em tomar café porque já estava bem servido do meu rabo, e foi me vendo deslizar bem devagarinho na pica que ouviu sair da minha boca como foi gostoso trepar com Cael sozinhos.

“Tá falando isso pra me deixar com raiva?”

Ia responder, mas senti meu pai apertar minha cintura e me fazer colocar o caralho pesado dele inteiro dentro do meu cu numa sentada a força.

“A escolha de ficar bravo é só sua, eu disse que faço o que quero” respondi quando recuperei o controle dos meus movimentos.

Não quis gozar assim mesmo eu implorando.

Jogado de bruços na cama, bunda lá no alto, a pica escorregando pra dentro, as bolas estalando quando batem na minha cerne melada. Gemi baixinho que João fez gostosinho, mas nunca chegaria aos pés de Cael ou do meu pai.

“Quem é João, Eduardo?” Parar as socadas e perguntar cheio de ódio atrás de mim quase me fez rir.

“Eu não te falei do João Gabriel?”

“Porra, filho… Não me falou de caralho nenhum sobre isso, moleque. Agora você tá querendo brincar comigo. Que porra esse cara te fez?”

Suspirei porque ainda tinha uma rola dura pulsando alojada dentro do meu cu. Me encaixei direito nela, fiz meu pai gemer baixinho e fui rebolando de costas, falando manso, até manhoso. Parecia que eu estava comendo aquela pica, não o contrário.

“Foi porra mesmo, pai. Mandei a foto depois de gozar na quadra da escola, mas esqueci de falar quem me fez gozar. Vacilei.”

“Não acredit…”

“Vai me deixar falar?” Gemi antes de provocar. Estava encaixado perfeitamente, é o dom do meu pai. Ele sabe como ninguém o jeito certinho de caber inteiro dentro do rabo do próprio filho.

“Você tá fodido na minha mão.”

“Shhhh! Calado… Ai, que delícia, pai. Bota mais, que agora eu que falo.”

Foi difícil continuar confessando meu pequeno delito pervertido enquanto rebolava pra rola totalmente dura do cara montado nas minhas costas, mas fui falando devagarinho entre gemidos que João Gabriel é um moleque bonitinho do segundo ano, tem só 15 anos, mas é alto e todo entrocadinho por causa do vôlei. Precisei só de dois dias pra fazer ele cair na minha armadilha. Do nada meus amigos ficaram íntimos dos amigos deles e de repente formamos um grande amontoado de adolescentes. Ele chegou suado, bola embaixo do braço, regata mostrando o suvaco pingando. Sorri, mas não para ele, olhava o mamilo saindo pela lateral. Ele ajeitou e perguntou se estava bom do jeito que tinha deixado, ficou todo vermelho quando respondi que tava melhor antes. No meio do papo o braço dele roçou o meu e deixei o toque se estender por alguns minutos só pro garoto sacar que eu estava gostando dele.

João tem olhos lindos, redondinhos num tom de castanho luminoso. O jeito que ele olha pra gente beira o carinhoso, deve ser aquele moleque bem criado, de família tradicional, pai e mãe estáveis, educação em ordem. Mais alto pouca coisa que eu, ombro aberto, vai ser um adulto poderoso, mãos enormes para um garoto. No dia seguinte foi ele que me procurou, chegou encostando demais, falou que demorou a me achar. Na bermuda fininha do nosso uniforme a piroca dele pareceu mais inchada, marcando suavemente. Ele me viu admirando e ficou constrangido. Perguntei se não ia lavar o rosto no banheiro, tava suando depois do vôlei. Não sei se queria mesmo isso ou se meu olhar meigo foi convincente demais.

Ele tirou a regata e me deixou ver seu peitoral em desenvolvimento. Não tem nada de adulto nele, tudo é jovem, fresco e lisinho, sem nenhum pelo ao redor do peito, a pele chega a brilhar de tão lisa. O mamilo rosadinho estava duro e a bermuda caindo me mostrou uns pelinhos crescendo na descida para a virilha. Achei lindo. Pensei ali que meu pai era mais peludo que João e fiquei admirando. Deveria cheirar tão limpo.

Ele tava de olhos fechados lavando o rosto na pia, uns dois moleques entraram rindo e falaram pra mim que o banheiro das meninas era do outro lado. A gente zoava mesmo um com o outro, respondi que olhar os meninos era mais gostoso. João Gabriel me encarou medroso quando ouviu isso, mas eu sorri e deixei o moleque desconcertado.

Encarando meu novo amigo, andei até a cabine, mas fui devagarinho pra ele acompanhar cada centímetro do meu corpo em movimento. Entrei, deixei a porta aberta, virei de frente pra e coloquei a bermuda na altura das coxas. Eu já estava de pau duro, é claro, e a cueca deixou tudo a mostra. João Gabriel tremeu com umas gotinhas de água escorrendo no queixo completamente liso, sem nenhuma barbinha.

“Fico assim ou viro de costas?”

“É… Hmmm…”

“Vai, me fala. Quer ver meu pau ou eu te mostro a bunda?”

“Vira de costas” ele falou depois de me fazer esperar uns segundos me olhando nervoso.

“Resposta inteligente. Vem me comer!”

Não tínhamos tempo, só muita pressa e um tesão adolescente acumulado. João fechou a porta quando entrou e eu senti ele lutando com a bermuda pra tirar a pica pra fora e encaixar rápido em mim. Primeiro coloquei as mãos pra trás e agarrei, olhei por cima do ombro e era linda. Branquinha, pequena, mas grossa. A cabeça pra fora da pele era rosada, já estava melada e os pelos eram escurinhos contrastando com a pele clara da virilha. Masturbei bem rapidinho, empinei, cuspi nos meus próprios dedos e encaixei.

“Você leva todo mundo que te cerca ao limite, seu safado.”

Depois de interromper a minha história erótica com o garoto do segundo ano, meu pai segurou forte no meu quadril e pareceu querer aplicar uma punição ao meu corpo descendo com força, batendo sua virilha em mim, sua barriga nas minhas costas e suas coxas nas minhas pernas. Parecia também querer me mostrar as diferenças do seu corpo adulto em comparação ao corpo juvenil de João. Entre os dois fico com minha vontade de ser feito de puto, na preciso decidir. A pica cavou fundo, me fez perder o ar por causar dor, mas recuperei e voltei a rebolar domando meu pai outra vez.

“Você escuta e aguenta minha rebolada. Me vira de frente, quero te olhar enquanto mete.”

De frente, me encarando nos olhos, ouviu que João Gabriel foi metendo com tremor, o que me fez rir um pouquinho, mas também gemi quando ele perdeu o ar por socar rápido demais. Parecia que nunca tinha entrado numa bunda antes, metia atropelado pelos próprios movimentos, perdido numa frequência que precisava de prática. Fiz o que era preciso: segurei pelas mãos dele e forcei a me abraçar, ele colocou a cabeça no meu ombro e grudou o corpo inteiro no meu. Fui eu rebolando, então. Encaixado, grudadinhos, fui guiando os movimentos, mostrando que pode sim ter pressa, mas também é preciso ter malícia. Decorou rápido, tinha cara de ser o mais inteligente da sala. A mão no meu quadril aprendeu o movimento e ele foi botando devagarinho aproveitando cada centímetro da rola dentro do rabo do moleque mais velho e mais safado. Não demorou a gozar e quando fez isso pedi que não tirasse, podia gozar todo dentro. Outra vez tremeu grudado em mim. Quando vestiu a roupa e saiu perguntando se eu não ia, respondi que não podia ir assim tão rápido, mas fiz questão de chamar de volta e o moleque foi hipnotizado pelo meu olhar perverso. Bem pertinho ficamos nos olhando até finalmente encostar a barriga dele na minha.

Falei que não precisava ter medo, nem sair correndo, porque eu não ia contar nada daquilo pra ninguém, mesmo que tivesse sido uma delícia ser comido pelo novinho da turma de vôlei da escola. Cheio de um sorrisinho fofo o moleque foi abrindo a boca e eu sabia que estava doido pra me beijar.

Quando fiquei sozinho joguei fora a porra rala do meu rabo e bati a punheta que não deu tempo de fazer antes por estar ocupado ensinando o moleque como trepar. Gozei no sanitário, mas deixei minha piroca melada e mandei uma foto pro meu pai dizendo: “não tem graça gozar sem você aqui, papai.”

Encaixado entre minhas coxas, meu pai me olhava parecendo não acreditar que eu estava fazendo esse tipo de coisa, mas ao mesmo tempo era previsível, esse era o meu nível de safadeza. Era só olhar em que posição estava e o que fazia. Por isso sorri, me ajeitei, peguei uma das mãos grandes dele, coloquei em cima da minha rola durinha e pedi misturando carinho e safadeza.

“Prefiro que você me faça gozar, papai. Bate uma enquanto enche meu rabo de porra assim mesmo me olhando?”

“Quer comparar qual te come melhor?”

“Quer entrar mesmo nesse jogo? Porque aí temos que colocar seu parceiro de jogada em cena, não acha?”

De novo na tentativa de me punir o homem começou a socar fundo, mas suave nos movimentos, queria que que aproveitasse a punheta com seus dedos enormes. Eu gemi imediatamente, impossível ficar de boca fechada quando um homem muito maior que você pega assim dessa forma.

“Não ache que vai me castigar por ter feito uma merda botando você fácil pro Cael. Não é assim que as coisas funcionam na minha casa.”

“Na nossa…”

“Agora você escuta” ele falou sério sobre mim. Encaixou melhor, precisei abrir mais as coxas por causa da largura da cintura dele, gemi alto porque a punheta ficou mais nervosa. “Eu mando em você, meu putinho. Eu decido o que vai ser feito, eu coordeno essa porra, sua vida é minha, eu sou o seu pai.”

“Fala de novo” gemi de olhos apertados.

“Eu sou o seu pai” repetiu mais bravo, socando mais forte. “Não vai bancar o adultinho aqui. Seu corpo ainda é meu, seu gemido e sua cara de viado safado também. Seu cuzinho melado piscando nesse caralho é meu e essa gozada que vou te arrancar agora também é minha.”

Meu pai bateu uma tão forte pra mim que minha barriga começou a doer, parecia que estava arrancando um tesão profundo que há dias não sentia. Era como se aquilo tudo estivesse acontecendo pela primeira vez, não sei se por raiva ou saudade.

“Eu sou…” Parei pra gemer e me contorcer. “Eu sou seu, papai.”

“Isso, assume que ninguém te come gostoso desse jeito. Fala logo que é só meu e goza na mão do seu pai. Assim, pode tremer, mas goza gostoso na mãozona do seu papai que eu vou despejar vitamina nesse seu rabo guloso.”

Não precisou pedir muito. As minhas esporradas pareceram sincronizadas com as dele no meu rabo. Cada jatada do meu suquinho esbranquiçado que voou no meu peito liso foi acompanhada por uma dele muito mais grossa sendo jogada lá no fundo do meu corpo, onde é mais quente, mais apertado e totalmente propriedade dele.

Gozei tanto que meu pau ficou sensível como nunca e tive espasmos quando seguiu me masturbando, querendo que meu corpo aprendesse outro nível de subordinação. Não consegui me livrar dos dedos que me apertavam e me arrancaram gemidos altos, quase gritos. Mas uma hora ele parou porque também tinha gemido mais alto que o normal e finalmente me beijou. Muita língua, uma saliva grossa e salgada, um lábio pesado e grudento. Beijo de dois amantes, além de pai e filho.

“Acabou. Cael nunca mais vai poder se orgulhar de tocar em você por uma necessidade minha.”

“E se a necessidade for minha?” Saiu feito um suspiro cansado.

“Aí você bota a culpa no seu tesão, não no seu pai. Quase morri de remorso e excitação em pensar no meu filho sendo arrombado por um cara daquele tamanho.”

“Mas não foi a primeira vez, ele me comeu no cinema, já esqueceu disso?” brinquei.

Ele me beijou de novo e se ajeitou tirando a rola um pouquinho amolecida. Eu sabia que treparíamos mais vezes em seguida e não me apressei pra me limpar. Devia ser perto das onze da manhã, nenhum dos dois pensava em se alimentar.

“Impossível esquecer o jeito que você adorou sentar pra ele naquele cinema imundo” meu pai respondeu depois de morder meu queixo e aspirar o cheiro do nosso sexo impregnado no meu pescoço. “Uma coisa é eu te botar pra ser amassado por aquele monstro pra sanar sua vontade de ser um puto sujo, outra coisa é você ser vendido.”

“Não foi a pior coisa que você já fez” analisei e ele riu.

“Você quer mesmo me fazer sentir culpa, né?”

A gente rodou na cama e eu fiquei por cima. Dei uma rebolada com nossas picas brincando meladas presas na barriga dele. Foi minha vez de morder o queixo e deixar umas mordidas no pescoço do meu pai. Ele agarrou cada banda da minha bunda com as mãos grandes apertando por puro prazer de me ver reclamar.

“Eu gosto de te ver sentir culpa por me vender pro seu amigo pauzudo, mas não sentir nadinha por arregaçar meu rabo na própria cama. Comer o filho é menos pior que vendê-lo?”

Ele gargalhou, me agarrou e a gente girou outra vez no colchão. Nessa altura os lençóis já estavam pelo chão, tudo que tinha arrumado horas antes não passava de um grande cenário de prazer e amor ao extremo.

“É delicioso botar meu menino pra sofrer nessa piroca” falou agarrando a coisa já dura de novo.

“Gosta quando eu guardo tudo dentro? Você me ensinou direitinho, seu pervertido.”

“Palavra pesada” ele fez careta.

“Para de fazer cena e me come de novo. Pra compensar suas merdas, só muito sexo. Eu ainda não te usei o suficiente.”

Precisamos do final de semana inteiro pra calar nosso desejo insano de trepar pesado pela casa inteira. Fizemos amor no banho pra limpar nossa sujeira da manhã inteira antes do almoço, depois ele ganhou uma mamada demorada de tarde enquanto assistia um filme sem muita importância. Era mais interessante admirar como minha boca aprendeu a se abrir inteira para a vara que entra dura pulsando forte demais. Foi de madrugada quando perdemos o sono e em outra manhã ao acordar, quase todas às vezes não deixou a própria porra esperar muito tempo no meu rabo, estava lá pra mamar e sugar o que colocou em mim. Foi em pé na bancada da cozinha me olhando pelo nosso reflexo exposto na mobília. Foi nas escadas quando a gente desceu pra colocar o lixo e ele me puxou pra beijar no cantinho. Mamei ali rapidinho depois que ele me chupou e só paramos porque nós assustamos com um barulho repentino vindo de outro apartamento. Ele me fez prometer que transaríamos nas escadas assim que possível.

Promessa é dívida aqui em casa.

A verdade é que não importa quantos homens como Cael passem pelo meu corpo, ou meninos como João Gabriel me usem para aprender os movimentos de uma trepada ligeira no banheiro da quadra, é meu pai quem tem o dom de tocar no lugar certo e parar na hora exata entre uma socada e outra pra me olhar no meio da cara e sussurrar que ninguém nunca estará no nível dele. Seria injusto mentir, e eu não curto mentiras.

Ser um puto? Sempre. Mentir? Jamais.

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