#Assédio #Estupro #Teen

O dia após o abuso...

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Joupa

Segunda chegou e eu encontrei a minha amiga a qual tinha me providenciado belos sonhos naquela noite!

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Esse é um relato de dias após um relato antigo meu: Se aproveitando da minha amiga bêbada.
Para ter mais sentido recomendo que leiam aquele antes...

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Segunda chegou e a ansiedade estava a mil, será que Gabi tinha percebido algo, eu olhava as fotos que tirei dela naquela noite e a ansiedade se misturava com tesão, de alguma forma eu queria provar ela de novo...
Nós tínhamos a mesma aula na segunda, esperava ela chegar sozinho no corredor da sala.
Não demorou muito e aquela aluna exemplar havia chegado antes da aula, olhava para um lado e outro e meu deu bom dia, respondi um pouco com medo, era muita tensão, até aquele momento eu não sabia se Gabi se lembrava daquela noite.
- Oi, bom dia!
- Bom..
minutos de silêncio tomaram conta do corredor e depois foram interrompidos pela minha fala que muito eu ressentia em falar
- E ai?! como foi a sexta?
- Me diz você..
Aqui meu coração gelou, o que significava isso, eu tenho que dizer algo, ela quer explicações, vou ser condenado aqui e agora?
- EU.. porque eu? dizer oque
Respondi assustado, não consegui disfarçar
- Ué? é que você era o único sóbrio de todo mundo ali, eu não me lembro de nada...
-AAAAhhhh, entendi
Nunca senti tanto alívio, pelo visto ela não lembra de nada, por um momento estou livre.
-Nem sei como fui pra casa, acho que alguém pediu um Uber pra mim, estava dormindo no sofá... Estou acabada até hoje, acho que exagerei...
- Tem que tomar cuidado mesmo..
Mais alguns minutos de silêncio tomaram conta do ambiente, ela calma, e eu pensando em milhares de coisas, o sentimento de medo tinha passado... O que eu faria a seguir?
A aula começou, sentei ao lado dela e tivemos mais uma aula normal e tediosa, ela devia estar pensando em qualquer outra coisa, mas aquele dia não sai da minha cabeça, eu estava maquinando alguma oportunidade de ter perto daquela sensação de novo, mas não podia me expor, não naquele momento...
Terminou a aula, cada um foi para o seu canto e eu também segui meu caminho com os pensamentos presos na memória, visitando aquelas fotos quando ninguém estava por perto..
Foi em um momento de reflexão que tive uma ideia que me colocaria no páreo novamente, havia uma sala que eu sabia que sempre estava aberta mas sempre vazia, abandonada em uma área escura do prédio, verifiquei e aquela sala estava do mesmo jeito.
Então segui o meu plano, mandei uma foto dela daquela noite pro email dela, com um email novo, escrito...

"""Noite inesquecível não é mesmo? Vá até a sala b55 as 15h e me espere vendada... Se eu fosse você não desobedeceria..."""

Acompanhei de longe os passos dela, não sabia se meu plano iria funcionar ou se ela ia denunciar o email, falar com alguém, esperei ela sair do laboratório dela e fui seguindo seus passos sem ela perceber, não parecia nervosa...
Parou em uma cafeteria e ao tirar o celular pra fazer o pix estranho algo que viu, fez o pix, sentou em uma cadeira na cafeteria e abriu o telefone, vi o desespero no seu rosto, o medo, como deixou cair a colher que misturava o café, nem ligou para a colher no chão, abandonou o café e foi correndo para fora do prédio.
Tive que observar mais de longe, só via ela no meio do jardim andando de um lado para o outro, trinta minutos aparentemente sem saber oquê fazer.
Saiu de lá e entrou no prédio apressada, olhando para baixo e triste, seu rosto não transcrevia desespero, mas sim solidão e entrega. Entendi que naquele momento ela já tinha desistido de qualquer outra alternativa que lhe fizesse bem, que fosse diferente ao que eu queria.
Provavelmente colocou na balança o peso de ter sua foto estampada em todos os grupos, ou de acontecer até algo pior com ela se não obedecesse o que eu queria.
Ela parou em uma banca de brechó na faculdade e comprou um lenço vermelho estampado, colocou no bolso e foi em direção ao bloco B, faltava ainda 20 minutos para o horário combinado.
A faculdade estava vazia, segunda era um dia que muitos faltavam e naquele horário muitos já tinham ido para casa, as aulas eram mais de manhã.
Fui até a sala e a vi lá, vendada com o pano vermelho, sentada, ansiosa, mexendo os pés e batendo a perna, ansiedade e medo ocupavam aquele lugar, eu abri a porta e ela levantou com medo, tentou andar na sala e acabou caindo.
Fechei a sala e fui em sua direção, levantei ela...
-Quem é você?
Ela me perguntou com a voz tremula.
Não respondi nada, apenas tampei a sua boca com a mão e
-Shhhhhhhh
Acariciei seu rosto suavemente, verifiquei se a venda estava bem posicionada e agora com mais calma apreciei aquela menina que estava totalmente entregue a mim.
Vestia uma blusa de alça preta, e um short de legging até o meio das suas coxas, cabelo cacheado, nariz gordinho, rosto de desespero me dava mais tesão ainda...
Peguei em seu pescoço por trás e cheguei meu rosto bem perto, dando-lhe um belo beijo na boca, ela estava meio dura, resistia ao beijo mas não me afastava, não sabia se medo ou prazer ainda a segurava ali.
Sua respiração estava bem ofegante e suas pernas tremiam.
Joguei o cabelo dela para trás e abaixei levemente uma de suas alças da blusa, ela ficou mais nervosa, ameaçava levantar a alça mas novamente recuava, respirava fundo, mas em silêncio.
Abaixei uma alça completamente, expondo um dos seios para fora, fiz o mesmo com a outra alça, agora seus dois peitos estavam 100% expostos, andei para trás, puxei meu celular e tirei uma bela foto daquela cena, não queria ficar no mesmo ponto de onde tinha saído e então sem ela vê coloquei meu celular para gravar tudo.
Voltei nela, toquei em seus ombros descendo para o peito e acariciando ele, dei leve apertadas e vi descer do seu rosto uma lágrima que caiu rapidamente em um dos seus peitos, o silêncio agora se confrontava com um choro baixo mas intenso, profundo.
Peguei no peito dela com vontade e com a boca chupei seu peito, dando leves sugadas, aquilo me enchia de prazer.
Puxava sua cintura ao meu encontro o que tornava aquilo cada vez mais intenso, mudei o peito, queria saber qual era o gosto do outro, e era igualmente doce.
Voltei a beija-la agora mais fervorosamente, apertava seu peito, sua coxa exposta, sua bunda, puxava seu cabelo, mordia sua boca, ainda recebendo um choro silencioso como resposta.
Parei os movimentos e forcei ela para baixo, para que se ajoelha-se, percebendo o que eu ia fazer ela se desesperou.
- Não, não, por fav...
Segurei sua boca e a balancei forte para que não chamasse a atenção de quem não devia, enfiei meu pau na sua boca, mesmo sem querer ela aceitava as investidas minhas, forçando sua boca a fazer os movimentos tradicionais do boquete, cada vez mais intenso, ela agora ja desistindo de reagir fazia os movimentos por conta própria, um vai e vem intenso em meu pau, as vezes parando e engasgando com seu próprio choro, mas continuando aquilo que fazia.
Senti um pico de adrenalina e tesão, puxei a boca dela para um boquete mais profundo e intenso, enchendo sua boca com as minhas gozadas que nunca tinham sido tão volumosas, ela acabou cuspindo tudo em mim, manchando minha calça, mas tudo que tinha que ser feito já foi. Respirei com calma enquanto ela chorava e cuspia o resto de leite em sua boca.
Tinha terminado o que queria ali, joguei ela pra trás, peguei meu celular e fui embora correndo.
Tinha acabado de viver o momento mais intenso da minha vida.
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Continua....
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