#Gay #Teen

O homem veio dar um jeito na geladeira, e acabou me fodendo

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Como uma putinha no cio, deixei de tomar banho, e disfarçadamente, fiquei me exibindo para ele, tirando o sabão do meu corpo, com toda a delicadeza.

No outro dia, pela manhã, parecia "déjà vu"...o cheiro do café e o burburinho na cozinha, me davam a impressão de que já tinha vivenciado aquilo, só que dessa vez meu cú não estava ardendo...estava apenas lambuzado. Resolvi tomar um banho antes de me juntar a eles.
_Vou tomar um banho....tá Janjão?
_Para que tomar banho agora filho? Só vai gastar a água e a luz do homem...a gente vai se sujar todo para arrumar a casa!
_Relaxa Sandra(minha mãe) tá tudo bem, deixa o menino. Vai lá Milton...já já te levo uma toalha.
Janjão entrou no banheiro, e quando me deu a toalha, deixou sua rola à mostra, ele estava com o zíper da calça aberto.
Peguei o pau, e fiquei alisando.
_Dá uma chupadinha...só para eu ficar me lembrando dessa noite...
Iniciei a mamada, e ele abriu o botão da calça, arriando um pouco, para que eu pudesse pegar as suas bolas. Pena que fomos interrompidos. Por sorte, Jajão estava encostado na porta, pelo lado de dentro.
_Abre Milton...quero fazer xixi.
Era meu irmão, Gustavo.
Janjão foi ligeiro, se arrumou rapidinho, e saiu da frente da porta.
Gustavo empurrou a porta de novo, e observou Janjão ao lado, e eu, mais ao fundo, me enxugando.
_Quero fazer xixi. Repetiu.
_Tudo bem...entra. Falei.
_Termina logo aí, e vai tomar seu café, senão vai esfriar. Falou Janjão, saindo do banheiro.
Enquanto mijava, Gustavo ficava me olhando.
_O quê que foi? Perguntei.
Ele riu, e falou:
_O homem te viu pelado.
_E o quê que tem? Você já me viu várias vezes lá em casa...
_É...mas eu sou seu irmão...
_Ah Gustavo...não tem nada demais, ele veio me dar a toalha, e me viu, foi só isso....
_É...mas e se ele sair falando para todo mundo que viu seu pipiu?
Só ai me dei conta da inocência dele. Até então estava preocupado, achando que ele tivesse ouvido alguma coisa lá de fora, ou imaginado outras bobagens, acabei rindo da sua fala.
_Gustavo...criança é que gosta de fazer fofoca, adulto não faz isso. Falei.
_Eu não sou fofoqueiro.
_E isso é bom...continuei assim, não é tudo que a gente vê, que tem que sair contando para os outros...agora vai, lava as mãos, e vamos...
Nesse dia, Janjão tinha um bico para fazer, e não iria nos ajudar, mas minha mãe, acabou pedindo um favor para ele, e eu confesso que gostei.
Minha mãe tinha uma consulta médica para o Guilherme, e precisava deixar eu e o Gustavo aos cuidados de alguém, ela estava com medo de nos deixar sozinhos em casa à tarde. Sem serviço para esse dia, Janjão aceitou cuidar da gente.
_Ai Janjão...acho que estou abusando da sua boa vontade....
_Tudo bem Sandra...sempre que puder eu faço questão de ajudar. Disse ele, mexendo nos meus cabelos.
Acabei deixando escapar um sorriso, e minha mãe percebeu.
_Acho que eles gostam de você...olha só, o Milton só andava emburrado, agora até sorri...
_Ele é bonzinho...é que vocês estão passando por um momento difícil....
Nesse clima ameno, voltamos para casa.
É...a chuva tinha sido bem mais forte, perdemos nossas camas, era de madeira compensada. Só o berço do Guilherme que era de madeira e mais alto, escapou da perda total. O guarda roupas, e o armário da cozinha, ficaram inutilizados na parte de baixo, minha mãe decidiu ficar com eles, e aproveitar a parte de cima...pela primeira vez eu a vi chorar...
Perdemos o pouco que tinha na geladeira, e ainda ficamos com medo de ligá-la, era muito barro na região do motor.
_Vai lá Milton...troca essa roupa, coloca uma mais velha, e vamos começar....não tem jeito...
Peguei uma roupa que não usava há muito tempo, uma camiseta que ficou colada no meu corpo, e um short, de um antigo conjunto de pijama, que também ficou coladinho no meu corpo.
_Nossa mãe...essa daqui não dá mais não...tá muito apertada...
_Tá bom filho deixa...vai sujar mesmo, depois você já joga fora...
_É....tá bom...
Guilherme ficou no berço, Gustavo no quintalzinho, e eu e minha mãe, começamos a faxina. Eu fui para o quarto, e minha mãe ficou com a cozinha.
Um tempo depois, ela me chama.
_O que foi mãe?
_Esse é o Moacir, ajuda ele a levar a geladeira lá para fora...ele vai limpar e ver se ainda dá para funcionar...
O homem me mediu de cima a baixo, deu um sorriso, e estendeu a mão.
_Prazer. Disse.
Eu o cumprimentei, e fui ajudá-lo.
Voltava para o meu serviço no quarto, e virei para trás para ver se estava tudo bem com o Gustavo. Vi o homem em pé, ao lado da geladeira, observando meu caminhar. Ele deu um sorriso cínico, e foi mexer na geladeira.
Fiquei irritado, não fui com a cara dele...o brilho nos seus olhos e aquele sorriso malicioso, me fez lembrar do safado do meu padrasto, apesar dele usar barba.
Terminei de limpar o quarto, e fui ajudar minha mãe na cozinha.
_Agora falta pouco, vou deixar você terminado Milton e vou lá na loja comprar pelo menos duas camas de abrir e fechar...senão a gente não dorme hoje...vou levar o Gustavo para ele não ficar atrapalhando. Disse minha mãe.
_Não mãe...a senhora vai me deixar sozinho com esse cara estranho, que a gente nem conhece direito?
_Relaxa Milton o vizinho falou que ele mora na terceira rua de cima...e aqui não tem nada, acha que ele vai roubar alguma coisa daqui? Além do mais, preciso ver se eles entregam ainda hoje as camas....ah, e quando ele terminar, o dinheiro combinado está ali no armário.
Assim que minha mãe saiu com o Gustavo, o homem pediu água.
_Acho que a da mangueira aí da frente, está mais fresquinha. Falei.
_Ah tá...posso pegar daqui?
_Pode...
_Se incomoda se eu tirar a camiseta? Tá muito calor...
_Não...por mim tudo bem...
Até que ele tinha um corpão, não era musculoso, mas era bem definido.
Moacir tinha 32 anos, moreno, não era alto, devia ter no máximo 1,70m e era casado.
Já tinha terminado de limpar a cozinha, e lavava a louça, enquanto observava pela janela, Moacir tomando água direto da mangueira.
_Tá fresquinha mesmo...vou aproveitar e refrescar o corpo também. Falou.
Moacir começou a jogar água pelo corpo, e quando a bermuda dele ficou toda molhada, deu para notar um certo volume, e aquilo me incomodou, e ele percebeu que eu fiquei olhando.
Ele riu, fechou a mangueira, e voltou para o serviço dele.
Fiquei morrendo de vergonha, e irritado comigo mesmo, não entendia porquê tinha ficado admirando aquele homem com cara de safado.
Terminei de lavar a louça, resovi tomar um banho, e fui falar com ele:
_Você ainda vai demorar?
_Estou terminando...porquê?
_Quero tomar um banho...
_Ah...pode ir...qualquer coisa eu espero...
Quando cheguei na porta da cozinha, não resisti e olhei para trás.
Ele me observava, e assim que me virei, ele deu uma ajeitada na rola.
Meu corpo esquentou, e até tropecei quando entrei em casa. Era só o que me faltava...fiquei com tesão por aquele idiota.
Entrei no banho, comecei a me ensaboar, e notei um vulto passando em frente à porta do banheiro. Não foi difícil perceber isso, a parte de baixo da porta era toda corroída.
Achei que aquele cara tinha ido no quarto pegar alguma coisa, até pensei em sair rápido do banho, mas logo ele voltou, e parou em frente à porta do banheiro. Pelo jeito, ele estava me observando pela fechadura...na hora meu pau ficou duro.
Como uma putinha no cio, deixei de tomar banho, e disfarçadamente, fiquei me exibindo para ele, tirando o sabão do meu corpo, com toda a delicadeza.
Ele ainda me acompanhava no banho, e um fogo incontrolável tomou conta de mim. Ensaboei o dedo, enfiei no meu cuzinho, e com a outra mão, fiquei batendo uma punheta.
O tesão era tanto, que em poucos minutos gozei.
Achei melhor parar, e terminar o banho.
Na hora em que eu desliguei o chuveiro e comecei a me enxugar, ele saiu de trás da porta.
Sai do banheiro, e fui conferir se no quarto estava tudo no lugar.
Quando eu fui para a cozinha, Moacir estava na porta. O seu pau estava duro atravessado de lado era nítida a silhueta sob a bermuda. Ele ficou me observando, caminhar na sua direção.
Agora, seu olhar penetrante, me deixa ainda mais excitado.
_Terminou? Perguntei.
_Sim....me ajuda a trazer de volta? Preciso testar se ainda está funcionando...
_Tá bom...
Ele vira de lado e faz sinal para eu passar. O espaço era apertado, eu sabia das suas intenções, e entrei no jogo. Virei de costas para ele, e passei, esfregando minha bundinha no seu pau duro. Deu para sentir a extensão. Como se nada tivesse acontecido, caminhei até a geladeira.
De volta à cozinha, ele liga a geladeira, e a mesma começa a funcionar.
_Beleza...perfeito...só faltou uma cerveja gelada para comemorar. Disse ele, dando mais uma ajeitada no pau.
Eu estava possuído pelo desejo. Me virei de costas para ele, me estiquei todo, empinando a bundinha, peguei o dinheiro no alto do armário, e lhe entreguei.
_Com esse dinheiro, acho que vai dar para você tomar bastante cerveja lá no bar...
Moacir contou o dinheiro, separou metade, colocou na mesa, e falou:
_É verdade...mas eu não quero beber tanto, agora tô precisando de uma outra coisa...posso deixar isso aqui se você fizer um "negocinho" para mim....
Aquela cara safada, aqueles olhos brilhantes, eu sabia o que ele queria, mas me fiz de inocente, peguei o dinheiro sobre a mesa e perguntei:
_E que "negocinho" é esse?
Como um raio, Moacir avança sobre mim, me abraça forte, e sua boca vai de encontro à minha. Sua língua, grossa, invade minha boca e começa a explorar o interior, enquanto que suas mãos descem, entrando pelo meu calção, e vão direto apalpar minhas bandinhas.
Sem ação, fiquei estático, sem saber o que fazer, não esperava um início tão "caliente".
O beijo ardente continua, e um de seus dedos me penetra. A essas alturas, meu calção já estava no chão, e nesse momento, solto um gemidinho, e saio do transe, timidamente, coloco minha língua para se movimentar e retribuir aquele beijo caloroso. Minha mão, lentamente, chega ao seu pinto, e gruda nele, ainda sob a bermuda. Não satisfeito, desço o ziper, abro o botão, puxo a bermuda para baixo, e faço saltar sua rola dura.
Volto a pegar a rola, e deslizo minha mão por toda a sua extensão. Brinco com o seu saco, e passo a acariciar o pau que não para de pulsar na minha mão.
Moacir mexe as pernas, e faz sua bermuda ir parar no chão. Ele estava peladinho na minha frente.
Quando comecei a punhetá-lo, sua boca descolou da minha, ele virou o rosto para cima, e soltou um gemido gostoso.
Olho para baixo, e vejo na minha mão, um pau moreno, roliço, 17 ou 18cm, basicamente da mesma grossura que o do Janjão. A cabeça bem vermelha me chama a atenção. Me sentindo atraído, desço meu rosto, deslizando pelo seu corpo, sentindo aquele cheiro de macho suado.
Já longe da timidez, quando chego com o rosto na sua rola, abocanho, e dou início ao boquete. Moacir se aproveita do meu corpo inclinado, enfia o dedo até o talo, e passa a socá-lo forte no meu rabinho.
Não durou nem cinco minutos, e já recebi um jato forte, farto e quente na minha boca. Na sequência, mais alguns jatos, e a posição não ajudou, acabei babando e deixando parte cair no chão.
Moacir ergue meu corpo, e volta a me beijar, tirando parte do seu néctar que acabara de sugar. Ele me vira de costas, e me apóia na mesa. Minha camiseta é arrancada, e sua boca vem direto no meu pescoço....ele morde minhas orelhas, meus ombros, e desce, me causando calafrios. Quando sua boca chega na minha bundinha, minhas pernas tremiam tanto, que eu quase não conseguia ficar de pé. Bastou sua língua passar pelo meu anelzinho, que não parava de piscar, para meu corpo explodir... gozei...gozei muito, gemendo alto.
Depois do gozo, consegui controlar melhor a tremedeira, e curtir sua língua no meu cuzinho.
Após deixar meu cuzinho todo lambuzado de saliva, Moacir se levanta, passa saliva na rola, e encaixa na minha portinha.
_Empina bem a bundinha, para entrar gostoso. Pediu.
Fiz o que ele pediu, e Moacir foi implacável, socou a rola com tudo, até o talo.
_Ahhhhiiiii caralho...calma...
Segurando forte na minha cintura, ele soca sem parar. Foram várias estocadas...quinze, vinte minutos direto, sem pausa, até que ele solta um gemido mais alto, me agarra firme, cravando a rola, e solta um jato forte. Nesse momento, eu também gozo.
Estávamos suados, e com os corpos colados, debruçados sobre a mesa. Sua boca volta a brincar na parte de trás das minhas costas, ela vai mordiscar meu ombro, meu pescoço, minha orelha...ele beija minha bochecha, e sua boca procura a minha novamente...ele volta a me beijar. Sinto o seu pau, que ainda estava dentro de mim, começar a inchar novamente.
Enquanto me beija, ele inicia o vai e vem, e assim fica, por um bom tempo, até que me agarra pela cintura, e a "selvageria" recomeça. Estocadas fortes, gemidos altos, e sem pausa.
Minhas pernas estava doendo, quando ele falou:
_Passaria a tarde inteira fodendo esse seu cuzinho gostoso, mas tenho que ir...ahhh...vou gozar...
_Espera um pouco, deixa eu gozar junto com você. Pedi, já acelerando na punheta.
_Não vai dar...não vai dar...ahhh...não aguento mais...ahhhh....
Apertava meu pau com a punheta, esboçava um rebolado na rola dele, e implorava para que não a tirasse de dentro de mim....até que atingi o clímax....
_Ahhhh....ahhhhh...caralho...é gostoso demais ...ahhhh.....ahhhh...uhhhhhh....
As pernas fraquejam, ele me agarra, e assim ficamos, até que recuperasse o fôlego, e as forças.
_Olha...se não fosse aquele shortinho apertado, você até se passava por um menino comum, mas uma coisa é certa, quando vê uma rola...ah... aí você vira uma fêmea...uma putinha dengosa no corpo de um menino...ufa...gostaria de um dia foder de novo esse cuzinho...
Nos despedimos, e eu fui limpar a sujeira. Depois, fui tomar outro banho.
Nas nuvens, tirei o Guilherme do berço, e fiquei brincando com ele.
_Nossa...que alegria é essa???
Era a minha mãe chegando, seguida por um rapaz, trazendo as camas.
_Ah...nada...só tô brincando com ele....ó, o cara conseguiu arrumar a geladeira...
_Ai...nossa que bom. Disse ela, pagando o rapaz que trouxe as camas.
_Ó mãe...ele deixou isso aqui.
_Ué...porquê? Não era o combinado?
_Não mãe...quer dizer...era...mas...mas ele disse que não era tão complicado, por isso o desconto ...é...é isso...
_Ai nossa...que bom...caiu do céu, precisei pagar o carreto...vou até o mercado comprar algo para a gente comer...
Fiquei em casa, todo feliz, cuidando dos meus irmãos pequenos...

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