Mãe cuidando do seu filho
Como era bom sentir de novo o gosto de porra! Mas era a porra do meu filho, que eu tinha acabado de provar pela primeira vez
Era quase hora do meu filho chegar do trabalho quando o celular tocou. A voz feminina do outro lado da linha me tirou o chão. Era uma enfermeira. Ela informou o nome do hospital e o endereço. Meu filho havia sofrido um grave acidente de moto. Corri desesperada, o coração na boca.
Quando cheguei à emergência, quase todos os amigos dele — motoboys como ele — já estavam lá. Eles me abraçaram, tentaram me acalmar e disseram que ele estava sendo operado. Naquela noite longa e angustiante, percebi o quanto meu filho era querido. Vários deles passaram a noite inteira ao meu lado na sala de espera.
Quando finalmente me deixaram entrar no quarto, mal reconheci o rapaz na cama. Braço e perna engessados, o rosto cheio de hematomas, o corpo todo machucado. Os médicos disseram que ele teve muita sorte. Podia ter sido muito pior.
Os meses seguintes foram exaustivos. Eu acordava cedo, passava no hospital antes do trabalho, voltava à noite. Não sei como não perdi o emprego, mas não conseguia pensar em outra coisa. Quando ele finalmente recebeu alta, coincidiu com minhas férias — uma bênção, porque eu teria que cuidar dele em tempo integral.
Ainda com a perna e um braço engessados, além de um dedo imobilizado, ele precisava de ajuda para quase tudo: comer, trocar curativos… e tomar banho na cama.
Todas as manhãs eu o lavava com esponja, trocava os lençóis, cuidava dele como quando era pequeno. Mas ele já não era mais criança. Longe disso.
Naquela manhã específica, enquanto passava a esponja molhada pelo seu peito definido, não consegui ignorar o que via. Abdômen marcado, coxas grossas e musculosas, ombros largos. Ele tinha se transformado num homem bonito e forte. E então meus olhos desceram.
A calça do pijama estava esticada ao máximo. Uma protuberância grossa e evidente marcava o tecido. Meu filho estava com o pau completamente duro.
Ele também me olhava. Seus olhos não paravam de descer para o meu decote, onde meus seios grandes e pesados balançavam levemente enquanto eu me inclinava sobre ele. Sua respiração ficou mais pesada.
Sem dizer nada, ele usou a mão que conseguia mexer para puxar devagar a calça do pijama para baixo. O pau saltou para fora, grosso, latejante, a cabeça inchada e rosa apontando direto para mim. Era bem maior do que eu imaginava. Veias salientes pulsavam ao longo da extensão. Uma gota brilhante de pré-gozo já escorria da fenda.
Eu continuei passando a esponja, mas minhas mãos tremiam. Quando a esponja deslizou pela barriga dele e roçou de leve na base do pau, ele soltou um gemido rouco. No segundo seguinte, aconteceu.
Com um espasmo forte, seu pau deu um pulo na minha mão e jorrou. O primeiro jato grosso e quente acertou em cheio meu rosto — bem na bochecha e no canto da boca. O segundo atingiu meu queixo e escorreu pelo meu pescoço. O terceiro caiu pesado sobre o meu decote, molhando o vale entre meus seios.
Fiquei paralisada, sentindo o calor viscoso da porra do meu filho escorrendo pela minha pele.
Ele ficou vermelho de vergonha, murmurando desculpas sem parar. Mas eu… eu não conseguia me mexer. Porque, para meu desespero, meu corpo estava reagindo de forma completamente errada.
Meus mamilos estavam duros como pedras, pressionando o tecido da blusa. Minha buceta latejava, molhada demais, encharcando a calcinha. E o cheiro levemente salgado e masculino da porra dele estava me deixando louca.
Fui até o banheiro quase correndo. Diante do espelho, vi meu reflexo: rosto e colo sujos com o sêmen grosso do meu filho. Em vez de nojo, senti um desejo selvagem. Abri a boca, estiquei a língua e lambi uma gota grossa que estava no meu lábio inferior. O gosto salgado, cremoso e quente explodiu na minha boca.
Não resisti. Passei o dedo pelo queixo, recolhi mais porra e enfiei na boca, chupando devagar. Meu Deus… como era bom sentir gosto de porra novamente. E era a porra dele. Do meu filho. Isso só me deixou ainda mais molhada.
Quando voltei para o quarto, ele ainda estava de pau duro, latejando, a cabeça brilhando. Sua expressão era de dor e tesão misturados.
— Tá doendo muito… — ele murmurou, envergonhado.
Eu sabia exatamente o que ele precisava. Com o braço e o dedo imobilizados, ele não conseguia se masturbar direito.
Ajoelhei-me ao lado da cama, olhei nos olhos dele e sussurrei:
— Deixa a Mãe cuidar de você, meu amor… só dessa vez, tá?
Segurei o pau dele com a mão quente. Estava latejando forte, a pele aveludada e quente. Comecei a masturbar devagar, sentindo cada veia, cada pulsação. Ele gemia baixinho, os olhos semicerrados.
Minha buceta pingava. Eu estava tão excitada que chegava a doer. Enquanto masturbava meu filho, imaginava aquele pau grosso entrando em mim, me abrindo, me enchendo.
Ele gozou pela segunda vez com um gemido longo e profundo. Jatos grossos e brancos espirraram sobre a barriga dele, alguns chegando até o peito. Fiquei hipnotizada olhando aquela porra quente escorrendo pela pele definida.
Quase me inclinei para lamber tudo. Quase.
Depois de limpá-lo, fui direto para o banheiro novamente. Tranquei a porta, sentei no vaso, puxei a calcinha para o lado e enfiei dois dedos na minha buceta encharcada. Enquanto me masturbava furiosamente, as imagens não paravam na minha cabeça: o pau dele na minha cara, jorrando na minha boca, eu engolindo tudo… eu de quatro, ele me fodendo por trás enquanto apertava meus seios… eu chupando ele devagar, lambendo suas bolas, engolindo até o fundo da garganta.
Gozei tão forte que minhas pernas tremeram e quase caí do vaso. Mordi o braço para não gritar.
A partir daquele dia, tudo mudou.
Eu vivia excitada. Toda manhã, enquanto cuidava dele, meu corpo reagia. Meus seios ficavam mais sensíveis, meus mamilos marcavam a blusa, minha buceta ficava molhada só de olhar para ele. E ele também não escondia mais. Eu sentia seus olhos famintos nos meus seios, na minha bunda, nas minhas coxas.
Eu sabia que a caixa de Pandora tinha sido aberta. E nenhum de nós dois queria fechá-la.
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Comentários (1)
Bruna Japinha: Boaaaa! Assim mesmo, a primeira do meu filho vai ser na mommy aqui. T: Bruna Japinha
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