#Gay #Incesto #Teen

Meu irmão mais velho me transformou em brother de putaria

991 palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Grok_o_perv

Eu sempre admirei meu irmão mais velho, mas comecei a ter tesão nele. Ele aproveitou a oportunidade para me transformar em mais do que irmão, virei seu brother.

Meu nome é Lucas, tenho 14 anos. Moro com meus pais e com meu irmão Matheus, que tem 21. A gente sempre foi muito grudado. Meu pai viaja bastante a trabalho e minha mãe trabalha em turno noturno no hospital, então quase todas as noites fica só eu e o Matheus em casa.

Matheus é aquele irmão que todo mundo acha foda: alto, corpo sarado de quem treina jiu-jitsu todo dia, tatuagens, barba e aquele jeito de macho alfa. Eu sou bem diferente: magrinho, cara de menino, voz fina e ainda sem nenhum pelo no corpo. Mas ele nunca me tratou como irmãozinho chato. A gente divide o mesmo quarto desde sempre, joga videogame juntos até tarde, dorme na mesma cama quando tá frio e eu vivo usando as roupas dele.

Tudo começou numa quarta-feira de muito calor. Matheus chegou do treino suado pra caralho. A camiseta branca tava colada no peito, marcando os músculos, e o cheiro dele tomou o quarto inteiro assim que ele abriu a porta.

— Porra, tá quente demais hoje — ele resmungou, tirando a camiseta e jogando em cima da minha cama.

O cheiro era forte. Suor de homem misturado com o cheiro natural dele. Eu senti uma coisa estranha na barriga. Fingi que tava no celular, mas não conseguia parar de olhar pro volume grande dentro da bermuda dele. O pau dele marcava grosso, pesado, meio de lado.

Ele sentou na cama dele, abriu as pernas sem cerimônia e me olhou.

— Tá olhando o quê, Lucas? — perguntou com um sorrisinho.

Fiquei vermelho na hora.

— Nada... só... você tá muito suado, mano.

— Tá achando nojento? Vem cá.

Eu levantei e fui até ele. Matheus segurou minha nuca de leve e puxou meu rosto pro peito dele.

— Cheira aqui. Cheira o suor do teu irmão mais velho.

Meu coração bateu forte. Encostei o nariz no peito peludo e suado. O cheiro era azedo, forte, gostoso de um jeito que eu não entendia. Meu pinto pequeno ficou durinho dentro do short.

— Gostou, né? — ele falou baixinho. — Pode cheirar mais embaixo se quiser...

Ele guiou minha cabeça pra baixo. Passei pelo abdômen e parei bem em cima da bermuda. O cheiro do pinto dele era muito mais forte. Quente, suado, macho.

— Não precisa ter vergonha, Lucas. Todo moleque sente curiosidade nessa idade. Eu também sentia.

Ele abaixou um pouco a bermuda e a cueca. A rola dele pulou pra fora, grossa, grande, com veias e a cabeça rosada. Tava meio dura, pesada, com cheiro forte de suor.

— Pode tocar, mano. Não vou contar pra ninguém.

Minha mão tremia quando segurei. Era quente, grossa, pulsando. Comecei a mexer devagar. Matheus gemeu baixinho e encostou a cabeça na parede.

— Isso... aperta mais na base, assim...

Fiquei um tempo punhetando ele. Depois ele mandou eu tirar meu short e a cueca também. Quando viu meu pinto durinho, pequeno e lisinho, ele sorriu.

— Bonitinho teu pinto, Lucas. Agora vem, deita aqui do meu lado.

A gente deitou na cama dele. Ele começou a me punhetar devagar com a mão grande enquanto eu continuava mexendo na rola dele. Depois ele virou de lado, aproximou o rosto e lambeu a cabeça do meu pinto.

— Caralho, mano... — eu gemi baixinho.

Ele enfiou meu pinto inteiro na boca quente e molhada. Eu quase gozei na hora de tanto tesão. Depois ele me virou de bruços na cama.

— Relaxa... vou te ensinar uma coisa que os caras mais velhos fazem no vestiário.

Ele cuspiu bastante no meio da minha bunda e começou a esfregar a rola grossa entre minhas nádegas. Eu tava tremendo inteiro.

— Vai doer um pouquinho no começo, mas depois fica bom pra caralho — ele sussurrou no meu ouvido, deitado em cima de mim.

Senti a cabeça grossa pressionando meu cu virgem. Ele foi empurrando bem devagar. Quando a cabeça entrou eu soltei um gemidinho alto, apertando o travesseiro. Matheus tapou minha boca com a mão.

— Shhh... aguenta, putinho. O irmão mais velho tá te iniciando.

Ele foi enfiando aos poucos até quase metade da rola tava dentro de mim. Depois começou a estocar devagar, cada vez mais fundo. O quarto encheu com o barulho molhado de saco batendo em bunda e meus gemidos abafados.

— Isso... tá tomando a rola do irmão direitinho... teu cu é apertado pra porra, Lucas...

Ele acelerou aos poucos. Segurava minha cintura fina com força e metia cada vez mais fundo. Eu tava babando no travesseiro, meu pinto pequeno esfregando no lençol.

Quando ele tava quase gozando, tirou a rola, me virou rápido e enfiou na minha boca.

— Chupa. Quero gozar na tua boca hoje, mano.

Não deu nem dez segundos. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e jorrou uma porra quente, grossa e muito. Tinha tanto que escorreu pelo canto da minha boca e pelo queixo.

Ele ficou ofegante, olhando pra mim com um olhar diferente, satisfeito.

— Engole, Lucas.

Eu engoli quase tudo, sentindo o gosto forte e salgado.

Depois ele me puxou pro peito dele, suado e quente, passando a mão no meu cabelo.

— Amanhã vou te ensinar a sentar gostoso na rola do irmão. E depois vou te ensinar a tomar duas rolas ao mesmo tempo... mas isso é segredo nosso, beleza?

Eu só balancei a cabeça, ainda com gosto da porra dele na boca.

— Beleza, mano...

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos