#Gay #Teen

Dando pro amigo da minha irmã na adolescência

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Thiago P.

Essa é real... Na época achavam q menino dormir no quarto de menino não era problema...

Estou trancado no meu quarto, inventando histórias eróticas. Uso IA pra deixar com mais detalhes, pra criar uma atmosfera real. Mas hoje estou com dificuldade de criar um bom roteiro. Descarto todos. A IA cria a cena de sexo, mas acho pouco verossímil e descarto de novo. Fico olhando pro teto, o celular na mão, o corpo quente, a mente rodando em círculos. Nada encaixa. Nada parece verdadeiro o suficiente.
Aí me lembro de uma vez.
Um amigo da minha irmã dormiu em casa. Não era a primeira vez que ele vinha, mas aquela noite foi diferente. Colchão no chão, bem ao lado da minha cama, que era baixinha, quase da mesma altura do colchão ao lado. A casa já estava quieta há horas. Minha irmã no quarto dela, porta fechada. Meus pais no deles. Só a televisão ligada baixinho em algum lugar da sala, aquele barulho constante de novela ou filme que ninguém estava mais assistindo. A luz do corredor apagada. O quarto escuro, só a claridade fraca que entrava pela fresta da porta.
Eu fingi que estava dormindo. Respirei fundo, devagar, o corpo solto, a boca entreaberta. Esperei um tempo longo. Contei os segundos na cabeça. Ouvi a respiração dele mudar de ritmo. Ele se mexeu no colchão, o tecido rangendo baixinho. Eu continuei imóvel. Depois estendi o braço. Devagar. Muito devagar. A mão atravessou o vão estreito entre os colchões e pousou primeiro na coxa dele. Senti o calor da pele através do short fino. Subi devagar, os dedos rastando o tecido. Achei o pau. Já estava meio duro. Fiquei ali, só segurando, a palma aberta por cima, sentindo ele crescer na minha mão. Latejando. Esquentando. Engrossando.
Ficamos assim por um tempo que pareceu eternidade. Eu sem me mexer, ele sem falar nada. Só a respiração dele um pouco mais pesada, o peito subindo e descendo mais rápido. Eu jurava que o lance de estar dormindo estava colando. A mão continuava ali, apertando de leve de vez em quando, sentindo as veias, a cabeça inchada batendo contra a palma através do short. Meu próprio pau já estava duro, preso contra o colchão, latejando de leve a cada segundo que passava.
Até ele falar baixinho, quase no meu ouvido, a voz grave e baixa:
— Vira a bunda que eu vou foder seu cu…
Meu corpo travou. O coração disparou tão forte que eu tive certeza que ele escutava. O “estou dormindo” desmoronou naquele segundo. Ele não esperou resposta. A mão dele já estava na minha cintura, firme, os dedos apertando a carne. Me puxou. Me virou de costas pra ele de uma vez só. As molas do colchão rangeram. Senti o short e a cueca sendo puxados pra baixo num movimento só, até a metade da coxa. O ar frio do quarto bateu na minha bunda exposta. A pele arrepiou.
Ele se encaixou atrás de mim. O pau quente e duro raspou entre as nádegas, a cabeça grossa deslizando pra cima e pra baixo no meio das bandas. Ouvi ele cuspir na mão. Passou a saliva no próprio pau e depois no meu cu, os dedos abrindo um pouco, o polegar pressionando o anel. Testando. Depois a cabeça entrou.
Doeu. Uma dor gostosa, quente, que subiu pela espinha e se espalhou pelas coxas. Eu segurei a respiração. Ele parou só o suficiente pra eu me acostumar, a cabeça latejando dentro de mim, e empurrou mais. Lento. Fundo. Centímetro por centímetro. Até o osso da bacia dele bater na minha bunda. Ficou assim um segundo inteiro, respirando quente no meu pescoço, o peito colado nas minhas costas.
— Relaxa… — murmurou quase sem voz.
Começou a meter. Devagar no começo, mas até a cabeça sair e entrar novamente, o anel se abrindo e fechando em volta dele. Depois mais rápido. O colchão rangia baixo a cada estocada. Eu enterrei o rosto no travesseiro pra não gemer alto. Cada vez que ele entrava fundo, raspava exatamente no ponto que fazia meu pau latejar contra o lençol, pingando pré-gozo. Ele segurava minha cintura com uma mão e com a outra apertava minha bunda, abrindo mais, os dedos cravados na carne.
O ritmo aumentou cada vez mais . O som de sexo, da saliva e da pele batendo ficou mais alto. Suor já escorria entre a gente. O cheiro da foda começou a subir no quarto escuro, misturado com o cheiro dele — sabonete barato e suor de adolescente. Eu empurrava a bunda pra trás sem perceber, buscando mais. Ele notou. Riu baixinho, quase sem som, e meteu mais fundo, mais forte.
Em algum momento ele parou de ir até o fundo e ficou só esfregando a cabeça grossa no anel, provocando, saindo quase por completo e entrando de novo só a ponta. Eu gemi baixo no travesseiro. Empurrei a bunda pra trás de novo, pedindo sem palavras. Ele riu outra vez e voltou a foder de verdade — mais rápido, mais fundo, o som da pele batendo agora constante. Suor escorria pelas minhas costas, pela minha bunda. O cheiro de sexo estava forte.
De repente ele parou. Saiu de dentro de mim de uma vez. A sensação de vazio bateu forte. Antes que eu pudesse reclamar ou me mexer, a mão dele agarrou meu cabelo e me virou de frente. Me puxou pra baixo, pro colchão dele. O pau dele, molhado da minha saliva e do meu cu, bateu no meu rosto.
— Chupa — falou baixo, a voz rouca.
Eu abri a boca. Ele enfiou. O gosto era salgado, quente, misturado com o gosto do meu próprio cu. A cabeça grossa bateu no fundo da minha garganta. Eu engasguei de leve, mas ele não tirou. Segurou minha cabeça e começou a meter na minha boca, curto e fundo. Eu chupava, a língua enrolando em volta, a saliva escorrendo pelo queixo e pingando no colchão. O cheiro dele estava forte agora, tão perto. Eu sentia as bolas batendo no meu queixo a cada estocada. Minha mão foi pro meu próprio pau, apertando, masturbando devagar enquanto ele me usava a boca.
Ele gemeu baixo. Apertou mais meu cabelo.
— Isso… chupa direito, viadinho…
A palavra me fez tremer. Eu chupei mais fundo, mais molhado, a saliva fazendo barulho. Ele meteu mais rápido na minha boca por um tempo, depois puxou pra fora de novo. Um fio de saliva ainda ligava a cabeça do pau dele aos meus lábios.
Ele me virou de novo, de costas. Me ajeitou no colchão, a bunda pra cima. Enfiou de uma vez, sem aviso. Dessa vez entrou mais fácil, já aberto, já molhado. Gemei no travesseiro. Ele começou a meter forte, sem a delicadeza de antes. Fundo. Rápido. O colchão batendo no chão. A mão dele apertava minha bunda com força, abrindo, fechando, batendo de leve de vez em quando.
— Porra… que rabo gostoso — murmurou, a voz quebrada. — Viadinho… segura essa porra toda…
Ele metia sem parar, o som alto demais pro quarto quieto. Eu sentia ele latejando dentro de mim, as veias, a cabeça batendo fundo. Meu pau pingava no lençol, latejando sem eu tocar. Ele se curvou sobre mim, o peito colado nas minhas costas, a boca no meu ouvido.
— Vou gozar… segura tudo dentro… aperta esse cu…
Eu apertei. Travei o cu com força em volta do pau dele no momento em que ele gozou. Quente. Espesso. Latejando. Jatos longos enchendo. Ele gemeu baixo, quase um rosnado, e continuou metendo enquanto gozava, empurrando a porra mais fundo. Eu segurei. Apertei o máximo que consegui, o anel pulsando em volta dele, impedindo que vazasse.
Ele ficou enfiado, ofegante, o corpo pesado sobre o meu. A respiração quente no meu pescoço. Depois de alguns segundos saiu devagar. Eu continuei apertando, o cu fechado, a porra quente presa lá dentro. Senti ela se mexer, quente, pesada. Uma gota quase escapou, mas eu travei de novo.
Ele ainda estava ofegante quando puxou meu short de volta, ajeitando como se nada tivesse acontecido. Se deitou no colchão ao lado, a respiração aos poucos voltando ao normal.
Ficamos em silêncio. Só a respiração dos dois no quarto escuro. O cheiro de sexo ainda forte. A porra quente dentro de mim, eu apertando pra não deixar sair. O medo de alguém ter ouvido alguma coisa. O coração ainda disparado. Eu deitado de lado, o short meio torto, o cu latejando, cheio, e a certeza de que aquela noite não ia ser esquecida tão cedo.

Comentários (2)

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  • PH: Enfia a IA no cu porra, vsf kkkkkkkkkk

    Responder↴ • uid:8kqsybuzra
  • Lipe QR mlk: IA? VAI TOMAR NO COOL KKKK

    Responder↴ • uid:40vozue620c