Depois que o Fabinho quase comeu meu cuzinho
Percebendo que eu estava gostando, ele vai mais além, enfia o dedo no meu reguinho, e o leva até tocar meu anelzinho.
Férias escolares, mês de janeiro, passava o dia brincando na rua, com o meu irmão, e nossos amigos. Na época, vivia pensando em putarias, adorava ficar batendo punheta no banheiro. Também gostava, quando terminávamos uma brincadeira, e ficava aquele monte de moleque falando besteiras.
Era doido para fazer troca troca, mas tinha medo do meu irmão, achava que se ele soubesse, iria contar para o meu pai...e aí, era surra na certa.
Numa tarde, brincávamos de bola, meu time tinha perdido, e ficamos de próximos. Assistíamos ao jogo que estava rolando, e traçávamos um plano para ganhar a próxima partida, quando Fabinho se levantou, se afastou um pouco da gente, abaixou o calção, e começou a mijar. Ele ficou de frente para mim, e eu fiquei impressionado com o tamanho do pinto dele, era grande, devia ter uns 15/16 cm. Fabinho era mulato, tinha 14 anos.
Os outros meninos estavam assistindo ao jogo, e nem se importaram com o que o Fabinho estava fazendo. Eu aproveitei, disfarcei, e voltei meu olhar para o pinto do Fabinho. Ele estava terminando de mijar, e quando começou a balançar o pau, nossos olhares se cruzaram. Imediatamente, me virei para o campinho.
Bem, jogamos até o início da noite, aí fomos para casa.
Na hora do banho, fiquei pensando no pinto do Fabinho, e bati uma punheta, imaginando um troca troca com ele.
Acho que umas duas semanas depois desse episódio, eu, meu irmão e mais uns sete meninos, fomos brincar de esconde esconde.
Juninho ficou de procurar a turma, e o restante foi se esconder. Pensei em ir para uma cabaninha, no mato, próximo do campinho, mas achei muito perto do "pique", e também vi meu irmão indo para lá. Resolvi procurar outro lugar.
Lembrei da casa em construção na rua, e corri para lá.
A obra estava parada há alguns meses, a casa até tinha portas, mas ainda estava sem as janelas. Entrei na casa, e quando fui fechar a porta, vi o Fabinho chegando, correndo.
_Aqui é meu esconderijo. Falei.
_Agora não dá mais para eu procurar outro lugar, vou ficar aqui também...
Acabei deixando ele entrar.
_Aqui, sem janelas, ele acha a gente facinho, vamos lá no quartinho de ferramentas nos fundos. Falou.
_Mas e as ferramentas? Perguntei.
_Não tem mais nada lá...tá tudo limpo.
Entramos no quartinho, e deixei a janela só um pouquinho aberta, para ver o movimento lá fora.
Fiquei olhando pela janela, e Fabinho falou:
_Me dá sua mão...
_Prá que?
_Vai...me dá sua mão...mas continua olhando aí. Insistiu.
Coloquei a mão para trás, e ele colocou seu pau na minha mão, até me assustei.
_Ei....que isso???? Falei, puxando a mão.
_Kkkkk...vai falar que não gostou? Naquele dia você ficou olhando eu mijar....
_É...é....é que eu achei seu pinto grande....
_Então...agora ele está duro...o que achou? Dá uma pegadinha...
Bem de pertinho, chamava mais a atenção, achei grosso também. Curioso, acabei pegando. Estava quentinho, e bem duro. O gozado, é que na hora me deu vontade de beijar aquela cabecinha rosada, ela destoava do corpo escuro.
Ele colocou sua mão sobre a minha, e começou a punhetar. Depois, me deixou fazendo isso sozinho. O pior é que era gostoso ficar mexendo no pau dele, era lisinho, e no saco começavam a aparecer os primeiros pelinhos...acabei mexendo nele também...
_Olha a diferença...sua mão branquinha no meu pau escuro. Disse.
_É mesmo...
_Sua bunda também é bem branquinha? Perguntou.
_Claro né....que pergunta idiota...
_Deixa eu ver?
_Tá...mas é só ver...
Abaixei o calção, e ele arregalou os olhos.
_Nossa...bem bonitinha...cheinha...e é bem branquinha...caramba....é lisinha. Disse ele, já passando a mão.
Gostei do elogio, e acabei não reclamando da passada de mão. E logicamente se você não fala nada, a tendência é continuar...e foi o que ele fez. Ficou elogiando, e passando a mão nas minhas bandinhas. Enquanto isso, eu continuava com o pau dele na mão.
Abusado, Fabinho passou o dedo bem de leve no meu reguinho.
_Aaahhhhiiiiii...nossa Fabinho...assim dá um negócio....
_Gostou né?
_É...é gostoso...
Nisso, ele passa o dedo novamente, e meu corpo estremeceu.
Percebendo que eu estava gostando, ele vai mais além, enfia o dedo no meu reguinho, e o leva até tocar meu anelzinho.
Meu corpo arrepiou e estremeceu todo. Soltei um gemido mais alto, e apertei o pau dele com a mão.
_Tá gostando né? Quer ver ficar mais gostoso? Vira para a janela, e fica olhando se vem alguém!
Como estava gostando da putaria, obedeci, e me virei para a janela, ficando de costas para ele.
Sentí um negócio mais grosso passando no meu reguinho.
_Ahhhiiiii...ei....é seu pinto??? Perguntei.
_É...é mais gostoso não é?
_O pior é que é. Respondi todo abobado.
_Quer ver mais um negócio? Abre mais as pernas e inclina mais o corpo...mas continua olhando a janela...
Fiz o que ele pediu, e o abusado do Fabinho, enfiou a cabeça da rola, no meu reguinho, e seguiu até tocar meu cuzinho.
_Aiiiiiiii.....nossa....Gemi mais alto.
Sentí um calafrio gostoso, e meu corpo estremeceu tanto, que instintivamente, acabei rebolando na cabeça do pinto dele.
_Deixa eu enfiar? Pediu.
_Ai Fabinho...acho melhor não. Falei todo receoso.
_Poxa...você tá gostando...só a cabecinha então.
Eu queria experimentar, então, falei:
_Jura que guarda segredo?
_Juro...
_Tá bom...eu deixo...mas só a cabecinha...
_Legal...mas fica olhando pela janela para ver se vem alguém...
Com o pinto colado no meu buraquinho, ele força...força...e nada.
_Nossa...é bem apertado. Comenta.
Com o pinto já babando, ele volta a tentar...e nada.
Fabinho ainda tentou mais um pouco, e não conseguiu.
_É melhor parar Fabinho...tá começando a arder, vai me machucar. Falei.
_Ah vai...só mais um pouquinho...
_Não...não...tá começando a doer. Falei.
Quando fui levantar o calção, ele segurou minha mão.
_Espera um pouco, estou quase gozando... vamos ficar assim até eu gozar...
Nunca tinha visto um gozo de verdade, fiquei curioso.
_Tá...mas sem enfiar...
Voltei a me inclinar, e Fabinho ficou "brincando" de cutucar a cabeça do seu pau no meu buraquinho. Ele simulava uma metida, fazendo vai e vem.
_Ah Rael(Israel,meu nome)...vou gozar...vou gozar...
Em segundos, um líquido quente é despejado na minha portinha. Acabou lambuzando meu reguinho e minha bunda também.
Passei a mão naquela meleca gosmenta, limpando minha bunda, e subi meu calção.
_Foi gostoso Rael...sua bundinha é gostosinha, outro dia vamos tentar de novo?
_Tá...mas agora é melhor a gente ver como estão as coisas por lá...
_É mesmo...eu vou sair primeiro, depois você sai. Disse ele.
Quando cheguei no "pique", já havia uma discussão, o grupo pego tinha sido salvo, e Juninho falou que não ia procurar mais...alegou que o pessoal estava se escondendo longe.
No meio da discussão, resolvi sair e ir embora, precisava tomar um banho, meu reguinho ainda estava melado.
Cheguei em casa, e na hora do banho, bati uma punheta lembrando da putaria com o Fabinho.
Troquei de roupa, e fiquei na minha cama, lendo um livro.
Uns dez minutos depois, meu irmão chega no quarto.
_O quê que aconteceu na brincadeira agora à tarde? Chegou me perguntando, todo nervoso.
_Ué...que eu saiba...nada demais...
_Nada demais Rael...então porque o Naldo contou pra todo mundo, que ouviu o Fabinho falando para o Gegê, que tinha comido seu cú, na hora do esconde esconde???
Meu rosto esquentou, devo ter ficado vermelho.
_É mentira dele...não aconteceu nada disso! Falei.
_Tá bom...levanta e vamos lá na casa do Fabinho. Se o Naldo estiver mentindo vou dar na cara dele.
Meu irmão estava muito nervoso, e por mais que o Fabinho não tivesse comido meu cuzinho, tinha rolado uma putariazinha.
_Eu não vou em lugar nenhum...já disse que não aconteceu nada...que é mentira dele.
_Você ficou vermelho quando falei...está mentindo...mas tudo bem, quando o pai chegar eu falo para ele...aí nós vamos ver como é que fica...
Ai caramba...aí já era surra na certa. Tentei convencer meu irmão que não precisava de nada disso, mas ele estava irredutivel.
_É melhor a gente ir lá agora...ou o pai vai saber...
_A gente não precisa ir lá...se eu te contar a verdade...você jura que não conta nada para o pai?
_Eu não vou jurar nada...conta logo!
Sem saída, contei tudinho, exatamente como tinha acontecido.
_Seu viadinho do caralho. Disse meu irmão ao final da história.
_Mas ele não me comeu...
_Pelo que você está falando, foi só porquê ele não conseguiu enfiar...mas pegou no pau dele, e deixou ele gozar na sua bunda...
_Você ainda vai falar para o pai? Perguntei preocupado.
_Não sei...não sei...nem sei se acredito nessa sua história...
_Mas eu falei a verdade...
_É...mas no começo falou que não tinha acontecido nada...agora...já disse que deixou ele gozar na sua bunda...quer saber? Tira o seu calção!
_Oxi....pra que?
_Vai logo...tira o seu calção, quero ver um negócio!
Meu irmão estava muito irritado, e acabei obedecendo.
_Tá bom...mas fala mais baixo, a mãe vai acabar ouvindo. Falei, já tirando o calção.
Fiquei de joelhos na cama, como ele pediu, e Vavá(meu irmão), foi bem atrás de mim, e abriu minha bunda. Confesso que fiquei arrepiado, mas do jeito que ele estava nervoso, até me segurei para não soltar gemidos. Vavá ainda enfiou o dedo até tocar meu cuzinho, então, logo em seguida, se afastou.
_É...tá fechadinho....
_Ainda vai falar para o pai? Perguntei aflito.
_Por enquanto não...mas todo dia vou ver seu cú, e se aparecer com ele aberto, aí eu conto...
No outro dia, o clima na vila esquentou, diante do meu irmão, Fabinho desmentiu o que o Naldo disse. Naldo ainda insistiu, mas meu irmão ameaçou dar uma surra nele caso seguisse com a história.
Os ânimos se acalmaram, e passamos a jogar bola. Pelo menos naquele dia, deixei de ser o assunto...a história com o Fabinho, rolava desde cedo na vila.
No início da noite, após o banho, meu irmão entra no quarto, e pede para ver meu cuzinho.
_Pára Vavá...nem precisa...não sai de perto de você hoje...
_Tá bom....vou esperar o pai chegar então...
_Mas eu não sai de perto de você....
_Combinado é combinado....
Mesmo contra a vontade, obedeci.
O pior, é que aqueles dedinhos mexendo na minha bunda, me deixavam com mais fogo ainda.
Mais tarde da noite, meu pai chegou, e falou com meu irmão:
_Geová...um amigo meu tem uma gráfica, e ele está precisando de gente lá...falei de você, e ele pediu para aparecer lá amanhã cedo...umas 10h.
No outro dia, quando meu irmão foi sair para ver o emprego, ele me disse:
_Se liga viu? À tarde estou de volta, e se acontecer de algo...já sabe...
Assim que ele saiu, fui para o campinho, e encontrei o Gegê no portão da casa dele.
_Vamos lá no campinho ver se tem mais alguém para jogar bola? Perguntei.
_E o Vavá?
_Ah...meu irmão foi ver um emprego agora cedo.
_Vou trocar de roupa, vou colocar uma mais velha...entra aí, não tem mais ninguém em casa. Disse ele.
Entrei, e conversando, acabei indo até o quarto dele.
Gegê começou a falar do "pipa" que ele tinha feito, e que se não tivesse ninguém no campinho ele iria soltar....só que nisso, ele foi tirando a camiseta, e logo tirou o calção também, com a cueca e tudo, ele ficou pelado na minha frente. E não pude evitar de notar o pau dele duro. Não era igual ao do Fabinho, era um pouco menor. Como ele não parava de falar, acabei ficando ali, observando.
Gegê era moreno, e também tinha 14 anos.
Ele colocou a camiseta, mas o pau ainda estava à mostra. Enquanto pegava um calção na gaveta, ele virou para mim e disse:
_Eu sei que o Fabinho mentiu só porquê não queria confusão com o seu irmão!
Mudei a fisionomia, e caminhei para sair do quarto.
_Espera. Falou, caminhando na minha direção.
_É melhor eu ir embora Gegê...
_Calma Rael...eu sei da verdade e sei que você gostou...
_O Fabinho falou demais...foi só isso.
Gegê segurou meu braço, me impedindo de sair. Mas ele foi além. Desceu sua mão até a minha, e a levou, sem dificuldades, para o seu pinto. Segurando minha mão, ele me induz a punhetar seu pau. Eu estava gostando da brincadeira, mas o medo do meu irmão era maior que minha vontade de continuar.
_Tá Gegê...já chega...é melhor eu ir embora. Falei, tentando soltar a mão do pau dele.
_Não...espera. Disse, me impedindo de soltar seu pau. _Eu sei que ele não conseguiu te comer, mas comigo...vai ser diferente. Completou.
Nisso, Gegê já foi abaixando meu calção, e apalpando minha bundinha.
Me lembro que no meio do meu gemido, eu soltei um "não Gegê", mas ele não deu ouvidos, e seu dedo entra no meu reguinho, e toca meu buraquinho. Meu corpo esquenta, sinto meu rosto avermelhar.
Me vendo estático, em transe, Gegê tira a minha mão do seu pinto, e se posiciona atrás de mim, me abraçando em seguida. A essas alturas, meu calção já estava no chão.
Sou direcionado até a cama, e apóio as mãos nela. Minhas pernas ficam levemente abertas, e a cabeça do pinto penetra meu reguinho, até tocar minha portinha.
Meus corpo incendeia...era gostoso demais. Gegê brinca dando umas cutucadinhas. A gente gemia bastante, eu estava ficando fora de si, queria demais ser penetrado, e foi numa cutucada mais forte, quase me penetrando, que a imagem do meu irmão veio à mente. Nessa imagem, ele observava meu cuzinho aberto. Me bateu um desespero, saí do transe, me desvencilhei do Gegê, e assustado, me sentei na cama.
_É melhor parar...é melhor parar...meu irmão vai descobrir...
_Relaxa Rael...só tem nós dois aqui...eu guardo segredo...
_O Fabinho falou a mesma coisa e você viu no que deu...
_Mas eu juro que não conto...vai...só a cabecinha então...
Não tinha como, mesmo que fosse só a cabecinha, ia ficar aberto...
_Não...não...meu irmão está no meu pé, ele vai descobrir...
Em pé, na minha frente, com o pinto duro quase na minha cara, ele insistia, querendo comer meu cuzinho. Sentado na cama, assustado com a idéia do meu irmão descobrir, eu resistia às suas investidas.
_Chupa meu pinto então. Pediu.
_Chupar?
_É....vai chupa...pô Rael...tô no maior tesão...vai, só uma chupadinha...
"É...isso meu irmão não ia perceber". Pensei.
Fiquei olhando o pinto, que estava bem pertinho do meu rosto, era roliço, não era muito grosso, e a cabeça bem vermelhinha chamava a atenção.
_Vai Rael...eu não sou igual ao Fabinho, eu juro que não vou contar nada....
Peguei o pau dele, me aproximei mais um pouquinho, e passei a língua na cabecinha, que já estava toda melecadinha. O gosto era meio amargo, mas achei gostoso. Em seguida, abocanhei.
_Ahhh....iiiissooooo....ai...ai...cuidado para não raspar os dentes. Disse ele.
Segui mamando e babando no pau dele, com mais cuidado.
_Ahhh Rael...que boquinha gostosa...ahhh... deixa eu gozar na sua boquinha vai...deixa...ahhh..
Gegê segurou minha cabeça, e passou a foder minha boquinha, só que ele enfiava quase todo o pau, e me fazia engasgar, as lágrimas saiam dos meus olhos, mas estava gostando daquilo.
De repente, ele enfiou mais da metade do pau na minha boca, e segurou minha cabeça. Disse que ia gozar. Seu pau passa a estremecer, e não demoro a sentir os primeiros jatos, quentinhos. Não pensei em engolir, tive um pouco de nojo, achei que ele fosse terminar logo, e em seguida, poderia cuspir, mas ele foi despejando sua porra de tal forma que minha boca ficou cheia. Com o pau entalado na boca, fui ficando sufocado, e acabei engolindo um pouquinho. Como não achei ruim, acabei engolindo quase tudo, uma parte ainda escorreu pelo queixo.
_Ahhhh...caralho Rael...que boquinha gostosa. Disse Gegê, tirando o pau da minha boca.
_Você prometeu que não ia falar nada...
_Tá...eu prometo...mas a gente pode fazer de novo né?
_Vamos esperar. Disse, me levantando e pegando meu calção do chão.
_Nossa Rael...que bundinha gostosinha você tem...caramba...deixa eu dar uma metidinha vai? Disse ele, passando a mão.
_Não...ainda não...meu irmão está muito no meu pé...
_Porra...meu pinto ficou durinho de novo...olha só...dá outra chupadinha então. Disse ele, sem parar de alisar minha bundinha.
Deixei meu calção no meio das pernas, e quando fui me sentar na cama para chupar o pinto dele, ele falou:
_Não...fica em pé mesmo, assim fico mexendo na sua bundinha...vai dar tesão...
Era eu chupando o pau dele, e ele cutucando meu cuzinho com o dedo. Meu pinto ficou durinho. Pena que eu estava com medo do meu irmão...
Gegê ainda insistiu mais um pouco, tentando comer meu cuzinho, voltou a dizer que não era igual ao Fabinho....e mesmo doidinho para experimentar o pinto dele, até porque era mais fino que o do Fabinho, eu resisti. Não quis contar para ele que meu irmão olhava meu cuzinho todas as tardes...
Depois de bons minutos mamando, Gegê goza novamente na minha boca...e foi tão farto quanto a primeira vez, e novamente deixei escapar um pouco.
Nem fomos mais para o campinho, ficou tarde, voltei para casa para almoçar.
Almocei, e fiquei assistindo tv.
Já passavam das 14h, e meu irmão ainda não tinha voltado. Eu estava num comichão danado para voltar para a rua, queria brincar com o pinto do Gegê de novo. Não me aguentei, fui para a rua.
Chegando no campinho, vejo de um lado o Gegê soltando pipa, e do outro, o Fabinho conversando com o Xande.
_Caramba...não apareceu ninguém para jogar bola hoje. Cheguei comentando.
_Hoje tá devagar...e o seu irmão? Perguntou Xande.
_Foi ver um emprego...
Ficamos ali conversando, e um pouco depois, Xande foi embora.
_O quê você acha da gente ir lá na casa em construcão, fazer aquela brincadeirinha de novo? Perguntou Fabinho.
_Tá....e daí você conta para a vila inteira de novo....
_Pára de drama Rael...só falei para o Gegê...o Nildo que se intrometeu e saiu falando prá todo mundo....vamos lá vai...ó meu pinto como está. Disse ele, colocando o pinto duro para fora.
_Guarda isso caralho...pode aparecer alguém...
Olhei para o Gegê, que estava empolgado soltando o pipa, e cedi ao pedido do Fabinho.
_Tá bom...mas tem que ser igual da outra vez, sem enfiar...
Tudo combinado, nos levantamos, e saímos dali, rumo à casa em construção.
Assim que chegamos na casa, Fabinho já foi colocando o pau para fora. Eu acabei pegando, fiquei alisando, e logo, estava punhetando.
Fabinho abaixa meu calção, e fica apalapando minha bundinha.
_Nossa Rael...que bundinha bonitinha, lisinha, dá até vontade de beijar...
Eu estava com tanto fogo no rabo, que soltei o pau dele, me apoiei na parede, empinei a bundinha, e falei:
_Vem.. beija...
Fabinho se abaixa, e fica apalpando e beijando minhas bandinhas.
Ahhh.. estava tão gostoso, que eu fiquei balançando minha bundinha de um lado para o outro, me esfregando na boca dele.
Fabinho não se aguenta, se levanta, e me abraça por trás, enfiando seu pinto até minha portinha.
_Vai...continua rebolando agora...
Com a cabecinha da rola bem na entradinha, fico gingado meu corpo, arrancando gemidos dele.
_Ahhh...ahhh..caralho Rael.. deixa eu tentar de novo...ahhh..
_Não Fabinho...hoje não...vamos deixar mais para frente...vamos ficar assim...tá gostoso...
_Porra....tô quase gozando...
É...devia estar mesmo, dava para sentir meu cuzinho melecado. Acabei fazendo uma oferta:
_Se você quiser eu chupo...
_Você chupa?
_Chupo...quer?
_Claro. Disse, já me soltando.
Me agachei, peguei o pinto, fiquei passando a língua na cabecinha e em toda a extensão, depois, abocanhei.
_Uhhh...ohhh...nossa....que boquinha gostosa... ahhh...vai...vai...continua....ahhhh...
O pau do Fabinho era grosso, dava mais trabalho para chupar e evitar raspar os dentes, mas estava me saindo bem.
Estávamos descontraídos, nos curtindo, quando uma sombra vinda da janela, nos interrompeu.
_Caralho....vocês nem disfarçaram um pouquinho para virem aqui hein seus safados.
Era o Gegê, que foi falando e pulando a janela.
Em minutos, o pau dele ja estava à minha disposição também...não tinha o que fazer...
_Espera um pouco Gegê..deixa ele terminar. Disse Fabinho.
Gegê ficou se masturbando, e observando eu mamar a rola do Fabinho. Depois de um tempo, eu consegui fazer isso, chupar um e punhetar o outro.
Fabinho não aguentou muito tempo, e gozou. Foi muita porra, não consegui dar conta, caiu uma poça no chão.
Tirei o pau do Fabinho da boca, me virei para o Gegê, e comecei a chupar o dele.
Fabinho tirou meu calção de vez, e ficou pincelando seu pau melecado no meu cuzinho.
_Olha só Gegê...só vou sossegar quando comer essa bundinha branca gostosa. Dizia Fabinho, simulando uma metida.
Gegê riu, e logo em seguida, gozou na minha boquinha.
Quando eu me ergui, os dois começaram um esfrega esfrega no meu corpo, que quando me dei conta, já estava sem a camiseta, ou seja, estava peladinho no meio daqueles dois taradinhos.
Nesse roça roça, eu pegava o pinto de um, o pinto do outro, às vezes pegava os dois. Chupava um, chupava o outro, só não consegui chupar os dois, mas juntei as cabecinhas e fiquei lambendo.
Quando chupava o Fabinho, o Gegê ficava cutucando meu anelzinho com o seu pinto. Na hora que invertia, era a vez do Fabinho cutucar. Às vezes, eles exageraram na cutucada, e forçavam, eu dava uma travada, e me desvencilhava. Até hoje não sei como resisti à tentação naquele dia.
Ficamos ali na casa em construção por um bom tempo, e acabei ficando todo melecado de porra, eles gozaram na minha bundinha, no meu rosto. Por sorte, achamos umas roupas velhas, e consegui me limpar.
_Vamos amanhã à tarde lá na minha casa? Perguntou Gegê.
Ele ficava sozinho, os pais dele trabalhavam.
_Por mim tudo bem. Disse Fabinho.
_Ah gente...eu não sei...amanhã meu irmão está por aqui...e ele tá pegando no meu pé...
_Ah vai Rael...dá um jeito. Insistiu Gegê.
_Não sei...vou ver...amanhã cedo a gente se encontra no campinho e combina direito...mas acho que não vai dar...
Em meio às incertezas, saímos da casa em construção.
Cheguei em casa todo fogoso depois daquela putaria gostosa com os meninos. Estava doidinho para entra no banheiro, tomar meu banho e bater uma punheta.
Entro no quarto e dou de cara com meu irmão.
_Chegou cedo. Disse ele.
_É...não apareceu muita gente para brincar...
_Ficou brincando com quem?
_Pára Vavá...brinquei com que estava lá e pronto.
_Ficou nervosinho...deve ter aprontado...quero ver...
Putz...apesar de passar a roupa velha, minha bunda estava estava suja, com marcas de porra.
_Não tô nervosinho com nada, e não aprontei nada...vou tomar meu banho e te mostro.
Peguei minhas roupas, e saí, fui tomar meu banho.
Essa marcação cerrada do meu irmão já estava me irritando, mas não me impediu de bater uma gostosa punheta, lembrando daqueles dois safadinhos.
Depois do banho, fui para o quarto, realizar a "vistoria". Tirei meu calção, e fiquei de quatro na cama. Como sempre, meu irmão ficou em pé, fora dela. Abriu minhas bandinhas e colocou o dedo no meu cuzinho. Ele estava estranho, ficou passando o dedo, e dando umas cutucadas.
Vavá estava demorando, e aquilo estava me incomodando, tanto que meu pinto ficou duro.
_Vai logo Vavá...você tá demorando...
_Calma...tô vendo direito, você ficou o dia todinho fora...
O filho da mãe ficou passando o dedo nas bordinhas, e se aproximou tanto, que sentí a respiração quente dele na minha bunda. Acabei me arrepiando todo, e para não soltar um gemido, me virei com tudo na cama, e já fui subindo o meu calção.
_Pode parar...você já tá exagerando...
Mais tarde, quando meu pai chegou, ele foi conversar com meu irmão, ele disse que o dono da gráfica tinha gostado dele, e era para começar na segunda feira. Estávamos numa quinta feira.
_Que legal em Vavá? Vai trabalhar e ganhar seu dinheirinho hein? Comentei, quando fomos dormir.
_É...e você vai ficar livre para dar a bundinha prá todo mundo da vila...
_Nossa Vavá....é nisso que você está pensando?
_Claro...o lugar é longe, vou chegar depois que o pai aqui em casa...e quando começarem as aulas, vou ter que ir direto para a escola, praticamente nem vou te ver...o quê você acha que vai acontecer???
Meu irmão estava muito chato, nem comentei, me virei, e fui dormir...só que antes ,fiquei pensando no que ele tinha dito, e não achei uma má idéia.
No outro dia, no campinho, eu estava no mesmo time que o Gegê, e estávamos de próximos. Como meu irmão não tinha percebido o que tinha acontecido no dia anterior, combinei que iria na casa dele, logo depois do almoço.
À tarde, meu irmão saiu para brincar, e eu fiquei em casa. Uns dez minutinhos depois, saí, e fui para a casa do Gegê. Os dois safados já me esperavam.
_Gente, só não posso demorar muito, tenho que chegar em casa antes do meu irmão. Falei.
Fomos para o quarto do Gegê, e lá, fiquei peladinho, e começamos a putaria.
Chupei muito a rola deles, e adorei quando eles brincaram de deitar por cima de mim, e ficarem esfregando o pinto no meu cuzinho. Num dado momento, sentei no pau do Fabinho, sem deixar penetrar, fiquei rebolando, e chupando o pau do Gegê.
Nossa, o Fabinho gozou na minha bunda, e me deixou todo melecado.
No final, ele pediram para eu deitar de bruços, e ficaram passando a mão na minha bundinha, e se masturbando, depois, gozaram melecando minha bunda e minhas costas...fiquei com o corpo todo melado de porra. Tive que tomar um banho rapidinho antes de voltar para casa. Só não lavei meus cabelos, com medo da minha mãe perceber.
Sai correndo para casa, doido para bater uma punheta, mas ao chegar, vejo meu irmão de cara fechada sentado na minha cama.
_Onde você estava?
_Na casa de um colega da escola...
_Pela sua cara deve estar mentindo...
Joguei pesado.
_Se quiser a gente vai lá agora...só é um pouco longe...
_O gozado é que nem você nem o Fabinho apareceram hoje no campinho...e você disse que não ia sair...
_E mas saí...e cadê a mãe?
_Ela foi no centro comprar umas roupas para mim...e não muda de assunto...vai, abaixa o calção, quero ver agora...
_Vou tomar banho primeiro...
_Não...quero ver agora...
Abaixei o calção, e depois que ele cutucou meu cuzinho, falei:
_Pronto...satisfeito? Mudou alguma coisa?
_Não...mas alguma coisa me diz que você está aprontando...
_Já posso tomar meu banho?
_Vai....
"Acho que escapei de novo". Pensei.
Entrei no banho, e me acabei na punheta.
Saí do banho, fui para o quarto, e meu irmão ainda estava lá.
_O quê que foi? Perguntei.
_Tô pensando umas coisas...
_Esquece esse assunto Vavá...
_Você está aprontando...eu sei...eu te conheço, quando está mentindo você fica vermelho...
_Não tô aprontando nada...você viu que está tudo certo...
_É...eu vi...mas abaixa o calção, quero ver de novo.
_Ah pára Vavá...você acabou de ver...
_Mas quero ver de novo...vai abaixa...
_Já tá ficando chato esse negócio...
_Vai logo...antes que a mãe chegue...e fica de joelhos na cama...
Resmunguei, mas obedeci, abaixei um pouco meu calção, e quando fui me ajoelhar na cama, ele puxou mais meu calção, que foi parar nos tornozelos.
_Eita...prá quê tudo isso. Resmunguei.
_Vai logo...fica de joelhos...e abre as pernas...
Eu resmungava, mas gostava dessa "fiscalização", aquele dedinho passeando pelas minhas beiradinhas, me deixava num fogo danado, me deixava com mais vontade de ver os meninos no outro dia.
Meu irmão demorou um pouquinho, mas quando passou o dedo no meu buraquinho, sentí algo geladinho, parecia melequento. Achei estranho, mas não falei nada, fiquei curtindo seu dedo desfilando nas minhas beiradinhas.
Ele tirou o dedo, e com as duas mãos, abriu bem minhas bandinhas. Desligado, curtindo seus dedos tocando minha bundinha, não me dei conta, de imediato, que algo mais grosso colava no meu buraquinho. Foram frações de segundos para eu me tocar.
_Ei....aaaiiiiiii...o quê você está fazendo?
Tarde demais, nessa fração de segundos, meu irmão forçou, e antes que eu pudesse entender, metade da rola dele já estava dentro de mim. Ainda tentei escapar, mas suas mãos firmes me seguraram.
Vavá tinha 15 anos, era um dos mais velhos da turma, ele não era grandão, mas era forte, os outros meninos tinham medo dele.
_O quê eu estou fazendo maninho? Agora que vou ficar distante, aquela sua história com o Fabinho vai voltar à tona...e essa sua bundinha branca vai ser o assunto na vila, e vendo o fogo no rabo que você está nesses dias, tenho certeza que vai ter uma fila de moleques querendo foder sua bundinha...ahhhhh...eu só resolvi ser o primeiro, é isso...ahhhhh. Disse ele, terminando de enfiar a rola.
Eu estava confuso, atordoado, não sei explicar. Não estava acreditando que estava com o pau do meu irmão enfiado até o talo na minha bunda... era uma situação esquisita.
Não estava doendo, aliás, só doeu na hora que a cabeça passou. Só estava me sentindo aberto, era uma sensação estranha.
Ainda desorientado, fiquei em silêncio, e sentí meu irmão tirando quase toda a rola, e enfiando novamente. Lentamente, ele repetiu isso uma, duas, três vezes...na terceira vez, ele cravou mais forte, e literalmente colou seu corpo ao meu. Fiquei todo arrepiado, meu pinto enrijeceu, e soltei meus primeiros gemidos...o negócio era gostoso, mais gostoso do que eu imaginava.
Sem encontrar nenhum tipo de obstáculo, Vavá ergue um pouco mais o seu corpo, voltam a segurar firme minha cintura, e em ritmo lento, começa a foder meu cuzinho.
Adorando o entra e sai, já não escondo meus gemidos, e esse é o combustível para meu irmão acelerar as estocadas.
Num dado momento, ele pára, deixando metade do pau enfiado.
_Não era isso que você queria viadinho...não era isso? Dizia ele, dando tapas fortes na minha bundinha.
Descontrolado, passo a jogar meu corpo contra o seu pau, fazendo o vai e vem, gemendo e falando:
_Era...era...vai mete...mete...não pára...meeete...
Ele atende minha súplica, e volta a meter forte.
Minutos depois, mais uma sensação maravilhosa, seu pau pulsa dentro de mim, e passa a despejar sua porra quentinha no meu canal.
Pacientemente engatado, Vavá espera seu pinto parar de pulsar. Como a continuava duro, logo em seguida, ele volta a foder meu cuzinho.
"Choc...choc...choc..." era o som que predominava no quarto, a porra era lentamente expelida, e vazava, escorrendo pelas pernas.
Foram mais uns quinze minutos de macetadas, até que ele goza novamente.
Depois de mais uma gozada farta, ele tira o pau da minha bundinha, e fala:
_Arruma a bagunça aí...vou tomar banho.
O lençol estava limpo, só estava bagunçado. A única sujeira era a porra que tinha escorrido para o chão. Limpei com uma camiseta velha. Peguei meu calção que também foi parar no chão, e ainda com um foguinho, caminhei peladinho da cintura para baixo, até o banheiro.
Sem dizer nada, tirei a camiseta, e fui dividir o chuveiro com meu irmão. Peguei o sabonete da mão dele, e passei a ensaboar sua rola. Fiz com tanto carinho, que a danadinha ficou dura. Agora deu para ter uma idéia do tamanho, era menor que a do Fabinho, devia ter uns 14cm, era bem parecida com a do Gegê.
Fiquei com uma vontade danada de abocanhar a rola, mas fiquei com receio dele perceber que estava fazendo isso com os meninos. Achei melhor deixar para uma outra oportunidade, fiquei alisando e punhetando, até que ele pediu para eu virar de costas, e colocar as mão na parede.
Obedeci, fiquei na pontinha dos pés, e empinei a bundinha.
Com o cuzinho ainda melado de porra, ele não teve dificuldades em socar até o talo. Meu pau ficou durinho.
Enquanto Vavá socava o pau na minha bundinha, peguei meu pinto, e comecei a me masturbar. Acabei descobrindo, que a punheta é muito mais gostosa, quando se tem um pau enfiado na bunda. Me acabei, fiquei com o corpo molinho.
Vavá ainda meteu por mais alguns minutos, até gozar dentro de mim novamente.
Na hora que fui lavar a bundinha, sentí uma ardência no cuzinho. Terminado o banho, meu irmão foi para a sala assistir tv, e eu fui para o quarto, ler um livro, e tentar entender o que tinha acontecido.
À noite, na hora de dormir, quando Vavá deitou na minha cama, eu já fui tirando o calção do pijama, e mesmo com uma certa ardência no cuzinho, não ofereci resistência, deixei ele foder à vontade. Depois que gozou, fui no banheiro me limpar, e quando voltei para o quarto, o safado já estava dormindo na sua cama.
Meus pais não costumam entrar no quarto aos finais de semana, a não ser que passasse das 10h. E nesse sábado, fui acordado por volta das 7h, estava com o calção arriado, e a cabeça de uma rola, se preparava para me penetrar nessa hora. Me lembro que paramos, por volta das 8h.
O insaciável do meu irmão ainda me procurou no sábado à noite, e no domingo, manhã e noite.
Na segunda, ainda de férias da escola, cheguei pela manhã no campinho, e já encontrei o Juninho, o Nildo e o ,Xande. Nildo perguntou do meu irmão, e eu disse que ele tinha arrumado um emprego. Ficamos ali conversando, e logo chegaram Fabinho, Gegê, Cabeção, e outros garotos da minha idade, completamos os times, e jogamos bola até quase a hora do almoço.
Eu, Gegê e Fabinho voltávamos para casa, quando Gegê nos chamou para ir na casa dele à tarde.
_Prá mim não vai dar...tenho que sair com a minha mãe de tarde. Disse Fabinho.
_E você Rael? Perguntou Gegê.
_Eu vou...pode esperar...
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Comentários (2)
Lagartixa: Gozei pra caralho. O gozo foi no cabelo e na boca
Responder↴ • uid:7r053wnvv1Professor FTZ: Delícia de relato novinhos de Fortaleza a r r o b a l e o 2 0 1 4
Responder↴ • uid:beml65tfi9