O segredo de papai: viciado em react
Acordei para mijar e descobri que meu pai bate punheta com macho na cam e assiste react
Eu sempre fui obcecado pelo meu pai. Desde moleque, depois de tomar banho com ele, eu trancava a porta do quarto e batia punheta pensando naquela pica grossa, peluda e veiosa. Agora, adulto e casado, o tesão continuava insano.
Naquela madrugada, acordei pra mijar e fui pelo corredor. A luz do escritório estava acesa. Quando me aproximei devagar, quase gozei só de ver a cena.
Meu pai, 35 anos, estava sentado na cadeira do escritório, calça arriada até os tornozelos, a rola grossa e dura na mão. Na tela do Flingster, um mucilon gostoso, uns 20 e poucos, completamente pelado, mostrava vídeos pornôs pesados e fazia react ao vivo. As tags dele estavam bem visíveis: gooner, perv, football, react.
O garoto colocava um vídeo atrás do outro de putaria pesada, comentando bem safado:
“Olha esse filhão levando rola do pai… caralho que delícia… bate gostoso pra mim…”
Meu pai gemia baixo, batendo no mesmo ritmo, abrindo as pernas peludas e enfiando o dedo no cu enquanto assistia. Eu fiquei escondido no escuro do corredor, pau latejando na mão, assistindo meu próprio pai sendo pervertido por aquele gooner. Quando o mucilon colocou um vídeo bem perv de incesto, meu pai perdeu o controle. Gemeu rouco “porra, filhão…” e gozou forte, jatos grossos subindo até o peito peludo. O mucilon gozou logo depois.
Voltei pro quarto tremendo e bati a maior punheta da minha vida.
No dia seguinte, à noite, entrei no Flingster com o coração na boca. Coloquei as tags: gooner, perv, football, react. Fiquei trocando rápido.
De repente… era ele.
Mesma cadeira, mesma iluminação, mesma pica grossa e peluda na mão. Meu pai.
Entrei na sala. Liguei minha câmera do peito pra baixo. Pau já babando.
Ele escreveu primeiro:
“Gooner aqui também? Curte react de putaria pesada, filhão?”
Eu respondi batendo devagar:
“Demais, papai. Quero ser teu filhão gooner hoje… me mostra o que tu curte.”
Ele gemeu alto. A rola deu um pulo na tela.
“Caralho… vem. Hoje o pai vai te mostrar um vídeo bem especial.”
Começamos a bater juntos. Ele colocou um vídeo de react e foi narrando pra mim, igual o mucilon tinha feito com ele. Eu chamava ele de “pai” o tempo todo, falando que sempre quis aquela rola madura.
Depois de uns minutos ele escreveu:
“Quer ver o vídeo do Matt? O ruivo gostoso que eu mais bato punheta…”
Eu respondi rápido:
“Manda, pai… quero bater junto com você vendo ele.”
Ele compartilhou a tela. O quarto de madeira e aquele ruivo gostoso na frente da càmera. O Matt estava metendo rola e meu pai e eu começamos a bater no mesmo ritmo que o ruivo enfiava.
“Olha como ele é gostoso, filhão… olha essa rola dele… eu fico louco imaginando chupar ele com a rola suja do cu do mlk”
Eu gemia de volta:
“Porra, pai… ele é uma delícia… bate pra ele junto comigo… quero gozar olhando pra ele com você.”
A gente acelerou. Meu pai abrindo as pernas, dedando o cu peludo, batendo forte enquanto olhávamos o Matt gemendo e gozando no cu do mlk. O tesão estava absurdo — pai e filho batendo punheta juntos pro mesmo ruivo gostoso.
“Vai, filhão… goza pra mim e pro Matt… goza pensando no pai te comendo…”
Ele gozou primeiro, gemendo alto “caralho, filho!”, jatos grossos e fortes voando na barriga e no peito. Ver meu pai explodindo assim me fez perder o controle. Gozei logo depois, sujando tudo, gemendo “pai… porra, pai…” enquanto o ruivo continuava pervando na tela.
Ficamos os dois ofegantes, paus melados, ainda olhando o Matt.
Antes de sair ele escreveu:
“Amanhã a gente bate de novo pro Matt, filhão?”
Eu respondi só com vários 🔥🔥🔥
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