Davi e seu pai Daniel: incesto é gostoso com sexo! (Temporada 1)
História grande porque há 10 capítulos inclusos. Sexo incestuoso entre professor e aluno, com bastante putaria e romance.
[publicando aqui após 2 anos de já está escrita porque escrevi temp. 2 recentemente, e depois vou tentar postar por aqui também, mas ao invés da temp. inteira, será 1 cap. por vez]
[todos têm 19 anos ou mais]
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[Cap. 1]
“Ei você, não acha que está atrasado demais pra chegar assim no primeiro dia de aula?”
“Desculpa, é porque eu tive um problema com meu irmão. Você é o professor?” perguntei ansioso, vendo aquele cara fodidamente lindo chegando perto de mim.
“Eu sou um dos professores” ele sorriu pra mim, me olhando de cima a baixo.
Eu percebi que estávamos sozinhos ali perto de uma sala de aula, até porque eu estava atrasado pro meu primeiro dia na faculdade e os alunos deviam estar todos na sala.
“Você é o filho do Daniel?” ele perguntou. E mesmo com a porta da minha turma bem ao meu lado pra mim entrar, eu esperei.
“Como você conhece meu pai? Por acaso--” mas eu fui interrompido, o professor da minha turma saiu da porta e eu tive um baita susto.
“Ah, você está aí Davi. Eu já ia lhe ligar” o outro professor saiu da sala, e eu quase gritei, porque depois que ele sorriu pra mim todo alegre e falou ‘surpresa’, eu entendi que meu novo professor da faculdade seria meu pai.
[1 dia antes...]
Eu me chamo Davi e tenho 21 anos, vim entrar na faculdade recentemente junto do meu irmão gêmeo Levi, e embora a gente fosse estudar na mesma instituição, nossos cursos eram diferentes. Eu também tenho um pai chamado Daniel de 42 anos que é muito pegajoso comigo, já que depois que meu irmão começou a namorar, papai não largava do meu pé. Ele é um homem forte e masculino, brincalhão e otimista, que se dá bem com muita gente. E não é porque é meu pai, mas ele é realmente bonito, e bastante charmoso com seus óculos de grau que faz parecer muito intelectual. Já eu, sou impaciente e impulsivo, e acho que a única coisa que puxei do meu pai foi a aparência, porque eu sou praticamente uma versão mais jovem sua.
Meu irmão é gay e namora um garoto chamado Leo, eu nunca fui com a cara dele, porque ele praticamente roubou meu irmão de mim. Antes era só eu e o Levi, e agora ele estava ocupado demais com seu namorado lindo e chato. Também já flagrei os dois transando algumas vezes, e mesmo eles não percebendo, eu percebi que o Leo tinha um pau enorme e que meu querido irmão estava levando tudo até o talo, gemendo e gritando por mais. Eu não gostava de imaginar meu irmão sendo fodido por outro cara, mas só de lembrar na cena, eu ficava duro.
E falando em foda, eu estava na cama quando meu pai Daniel invadiu meu quarto e eu tive que esconder meu pau duro embaixo do lençol.
“Porra pai! Vou começar a dormir de porta trancada agora” minha pica estava toda babada e eu queria gozar tanto. E pra piorar, o papai chegou já sentando do meu lado e eu me virei pra não encarar ele, porque porra, eu estava nu embaixo do lençol e ele era meu pai!
“Eu preciso que você acorde pra me ajudar numa coisa. E que cheiro é esse Davi?” sentir o papai tentar baixar o lençol e eu fiquei desesperado.
“Não é nada, pai! Sai do meu quarto e fecha a porta, por favor!” eu podia gozar só de tocar no meu pau, e acho que ficar pensando no meu irmão e seu namorado fodendo me deixou com um puta tesão logo de manhã cedo. Ah cara, eu tinha que gozar, mas o papai era insistente demais!
“Davi--"
“Pai! Só sai do meu quarto. Eu tô pelado e preciso vestir alguma coisa”
Puta merda, eu podia sentir ele respirando perto de mim.
“Não tem nada aí que eu já não tenha visto antes. Só que vou te deixar sozinho, mas te quero em 5 minutos na cozinha” ele riu depois de sussurrar no meu ouvido, e eu tremi com sua mão na minha coxa. Mas finalmente ele saiu do quarto, me deixando livre pra terminar minha punheta e gozar sem interrupção.
Cara, eu afastei o lençol e fiquei totalmente pelado na cama, com o corpo suado e pegajoso. Eu aumentei a velocidade da punheta, mas meu pai não saia da minha mente. Por que ele não podia ser igual a qualquer outro pai e respeitar minha privacidade?! Por que toda vez ele invadia meu quarto assim?! Eu só queria poder gozar em paz, e sei que pensar no seu irmão gêmeo transando com o namorado não é comum, mas porra, só de lembrar da cena do Leo metendo a pica na bunda do meu irmão gêmeo, me dava tanto tesão.
Meu corpo estava tão quente, e eu não parava de tocar uma punheta gostosa pensando nos dois, mas a imagem do meu pai veio na minha mente e eu tentei ignorar.
Minha pica dura feito rocha e babando na ponta, eu acabei erguendo o quadril e usei as duas mãos pra me punhetar gostoso.
“Aah caralho! Isso, isso!” puta merda, eu sentir que ia gozar, e meu corpo todo tremeu, sentindo meu suco de pica vim das bolas e sair pela cabeça do meu pau! Só que eu vi uma luz e foi quando a merda aconteceu.
A porta do quarto se abriu e o papai apareceu bem na hora que eu comecei a gozar.
“Aahh porra! Pai!”
Mano, minha rola jorrou tanto leite pro alto que voou na minha cara e no meu corpo todo. Cerrei os dentes pra não gemer, mas foi tão gostoso que revirei os olhos de tesão enquanto o papai me assistia gozar feito animal no cio bem na sua frente.
“Ahh merda... eu gozei pra porra...” murmurei cansado, vendo um último tiro de porra me melar mais na cara.
“Eu tô vendo...” foi quando papai disse alguma coisa que eu fiquei morto de vergonha. Ele soltou um riso, e eu fiquei vermelho, ouvindo ele dizer que é normal e que estava tudo bem.
“Porra pai, isso não é justo... eu não fico incomodando o senhor quando traz aquelas vadias pra casa" resolvi não me cobrir pra ver se ele ficava constrangido e ia embora, mas meu pai só fez chegar perto da minha cama e fiquei nervoso. Porra mano, como eu queria sumir agora.
“Eu nunca quis segredo entre a gente, Davi. Por isso lhe apresento as pessoas com quem eu saio”
Mas não é normal um pai ver o filho ejacular e ainda ficar brincando com isso. De semelhança a gente só tinha a aparência mesmo. Meu pai é um cara bacana e aberto pra tudo, mas eu não, e isso não ia poder continuar assim. Eu levantei da cama sem falar nada e decidi vestir algo pra sair do quarto que estava realmente cheirando a pica.
“Ei filho” ele pegou minha mão e eu corei porque minha mão estava toda pegajosa e melada com minha porra, mas meu pai não se importou e fiquei mais nervoso.
“Por favor pai, me larga--”
“Amanhã é seu primeiro dia de aula e o pai preparou uma surpresa pra você” ah cara, ele pareceu animado por alguma coisa, e do nada veio me abraçar de frente e eu me tremi todo.
“Pai, para com isso! É estranho demais!” puta merda, meu corpo nu estava todo melado de porra e ele parecia um tarado tirando proveito disso.
Mas de acordo com meu pai, isso era normal e eu não tinha que ter vergonha de nada. Que merda, e o pior de tudo era que ele é hétero, só ficava cada vez pior.
[Agora...]
“Surpresa Davi! Eu estava me apresentando pros garotos da turma, mas não parei de pensar em você, eu já estava preocupado com essa demora” papai me abraçou na frente do outro professor e eu tentei impedir que ele me beijasse na cabeça, mas meu pai era tão insistente que irritava.
“Para com isso, estamos em público, pai”
“Está tudo bem, Davi. Eu não me importo” disse o outro professor que eu nem sabia o nome. “Seu pai me falou muito sobre você, na verdade ele não parava de falar sobre como você era inteligente, esperto e bonito”
Papai sorriu bobo pra mim, e eu corei de vergonha. Ele me tratava como uma criança, mas porra, eu já tinha 21 anos e era meu primeiro dia na faculdade, não dava pra aturar isso. Não bastava ele me perseguindo no ensino médio, e aqui também, seria um inferno.
“Tá pai, já chega, você não tem uma aula pra dar?” me larguei dele e papai pareceu menos animado.
“Isso, eu já estou voltando, só preciso tirar uma palavra com o Marcos. Te vejo lá dentro, filho”
Cara, ele ia ficar me chamando de filho até na aula? Não bastava chegar atrasado e ser o centro das atenções, que agora seria tratado como o aluno de ouro e intocável por ser filho de um professor.
“Oi, você é o filho do professor Daniel? Ele disse que tinha um filho que ia cursar biologia com a gente também”
Porra, esse cara era lindo. Eu me sentei próximo a ele mais pro final das cadeiras e ignorei um assento vazio no início da fila. Como se o papai realmente achasse que eu ia sentar na frente igual no passado.
“Sim, ele é meu pai, mas acharia melhor que ninguém soubesse disso”
“Por que não? Ele é um cara super bacana e divertido, e com todo respeito, ele é realmente muito lindo. Um dos caras ali na frente até perguntou se o professor estava solteiro” ele disse essa parte baixinho, e eu tentei adivinhar de qual dos caras que ele estava falando.
Pra ser sincero, minha turma não tinha tanta gente, ou a sala era grande demais pra poucos caras matriculados. Só sei que o papai voltou e como se tivesse desapontado por eu sentar lá atrás, ele me deu um olhar desanimador.
Mas saber que ele veio pra cá só pra ficar perto de mim, me deixava revoltado. Eu só queria poder ficar na mesma turma que meu irmão, mas ele tinha que escolher o mesmo curso daquele namorado dele. E pensar que os dois deviam está agora juntinhos um do lado do outro na mesma sala, assistindo a uma aula que não era o pai deles.
Eu amo meu pai, é claro, ele é tudo o que meu colega disse e mais, é o tipo de homem que se dá bem com todo mundo, menos comigo, porque isso de ficar colado em mim, já estava chato. Mas fazer o que se sempre foi assim. Depois que o papai ficou viúvo, ele não arrumou mais ninguém, além das vadias que ele saia junto nos finais de semana. E claro que passou a me tratar do mesmo jeito que tratava a mamãe, que é ficar colado em mim, insistir em me beijar em toda parte e contar tudo sobre o trabalho.
Porra mano, eu parecia a nova esposa do meu pai. Que bizarro.
Depois que as aulas daquela manhã acabaram e ele se segurou pra não me apresentar pra turma inteira, eu esperei geral sair e fui conversar com o papai que já estava pegando suas coisas pra sair da sala também.
“Ei pai, você está bem? Não falou comigo a aula toda”
“Agora você quer minha atenção, Davi? Eu queria você aqui na frente pra ficar mais perto de mim, mas ao invés disso, você nem se importou em se apresentar pros seus colegas. Até parece que não gostou de me ter como seu professor”
Como eu ia falar pra ele que era verdade sem deixá-lo triste. Ah que situação! Eu amo meu pai demais pra vê-lo assim.
Eu acompanhei ele até a porta, mas antes de passar por ela, eu o segurei.
“Espera pai, não é bem assim, é porque fiquei tímido de passar uma impressão errada no primeiro dia. O senhor sabe que eu nunca faria nada pra te magoar”
“Esses garotos são legais, e bem engraçados também. Você tinha que ver eles brincando sobre eu está solteiro e se meu filho era tão lindo quanto eu. E é claro que eu respondi que sim, mas você nem se importou em falar com seus colegas”
Depois disso, eu tinha certeza que tinha algum tarado nessa turma afim do meu pai, só que ele era muito ingênuo pra perceber que essa sua calça deixa sua bunda extremamente marcada e empinada. Odeio admitir isso, mas se ele não fosse meu pai, até eu estaria babando por ele. Que droga ter que pensar nisso agora.
“Tá pai, me desculpa! Na próxima, eu vou me apresentar pra que todos saibam que você é meu pai, se bem que nem precisa, já que somos tão parecidos que--"
Cara, tomei um susto com ele me abraçando do nada e apertando meu corpo com força. Eu tinha esquecido que qualquer coisa, fazia o papai me apertar como se eu fosse um travesseiro.
“Eu sabia que você faria isso por mim. Eu te amo, filho. E você vai sentar na frente perto do papai, certo?” ele ficou tão animado de repente, que parecia estratégia sua me fazer dizer aquilo. Por estarmos tão juntos, eu conseguia sentir seu coração acelerando e por consequência, fiquei vermelho sentindo seu corpo no meu.
“Isso ainda estou pensando, mas por enquanto, vamos começar devagar... o ano é longo pra gente decidir o que fazer” o abracei de volta, e mesmo que eu ficasse envergonhado as vezes, o corpo do meu pai sempre foi tão aconchegante, caloroso, forte e masculino, e embora eu nunca falasse em voz alta, ele também era sexy, talvez mais do que o meu irmão...
“Davi, fala pro pai que você me ama também...” ele falou tão baixinho e cuidadoso, ainda sem querer me largar daquele abraço demorado, ele pareceu um tanto, amoroso demais.
“Eu te amo, pai... o senhor sabe disso”
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[Cap. 2]
“Pai, acho que vou dormir fora esse final de semana de novo”
“Seu namorado te chamou pra dormir com ele novamente, filho?”
Papai, eu e meu irmão gêmeo Levi estávamos jantando fora num restaurante que somos acostumados a vim. Era de se esperar que o Levi falasse que ia dormir fora de novo, ele dormia mais com seu namorado do que em casa com a gente. Era estressante imaginar meu irmão gêmeo fodendo com outro cara tão forte e de pau grande como o Leo.
“Pai, caso algum dia eu fosse morar sozinho com o Leo, o senhor estaria bem com isso?” ele perguntou e eu continuei comendo sabendo que meu pai jamais aceitaria, até porque ele demonstrou ser muito sensível após a mamãe.
“Vocês passam tanto tempo juntos. Não me impressiona você querer morar com ele, então tudo bem, filho"
Mano, papai falou na maior naturalidade e aceitação, que eu me engasguei com a comida. Foi quando o papai se apressou pra me dá um copo de água e ele deu uns tapinhas na minha costa.
“Você tá bem Davi? Quer que eu traga alguma coisa ou--"
“Eu não acredito que o senhor aceitou o Levi sair de casa pra morar com aquele garoto” falei indignado, mas sem levantar a voz porque estávamos em público.
“Seu irmão já é de maior, ele tem o direito de morar com quem quiser. E não é como se ele fosse parar de nos ver”
Ah cara, a imagem do meu irmão transando 24h com aquele garoto não saia da minha mente. Eu sabia que o Leo era um tarado e que só estava com o meu irmão porque ele tem um corpo lindo e a porra de uma bunda redonda, grande e gostosa. Ah que merda, eu parecia um pervertido pensando nisso, mas só era porque eu queria proteger meu irmão.
“Eu sei que você não gosta do Leo, mas tenho meus motivos pra querer ficar com ele, mesmo que você não goste! Já estou cansado de você Davi, isso irrita muito e quer saber? Eu não preciso de aprovação sua pra sair de casa” o Levi se levantou em direção ao banheiro, e ele parecia com raiva. Eu tinha estragado tudo.
Foi quando o papai sentou mais perto de mim e passou um braço no meu ombro. Comecei a corar porque eu sabia que ele ia tentar me tranquilizar. Só que meu pai é muito apegado a mim e as vezes seu jeito de dá carinho era estranho pra um homem tão grande e forte como ele.
“Eu sei que você não quer perder seu irmão pra outro garoto, mas ciúmes não ajuda”
“Não tô com ciúmes...”
“Você só precisa encontrar alguém pra namorar, aí vai tirar seu irmão da cabeça” o papai começou a cheirar meus cabelos e aquilo foi estranho pra porra.
“Como vou encontrar uma namorada se o senhor está sempre me beijando e me abraçando em todo lugar? Vão pensar que a gente é...” eu não consegui falar, e desvie o olhar dele porque o papai estava sorrindo pra mim de um jeito estranho e bonitinho.
“Davi, nós sabemos que você não é hétero” e riu de mim, me deixando mais vermelho.
“E daí se eu gosto de caras, o senhor fica tão perto de mim, que nunca vou conseguir arrumar alguém. E depois que o Pedro noivou e meu irmão está indo embora também, só sobra eu solteiro e sem ninguém pra amar” falei baixinho, sem me importar com o papai me perturbando.
“Pedro num é aquele seu amigo que namora o próprio pai? Faz tempo que não vejo o Eric também. Eles devem está aproveitando muito bem o tempo entre pai e filho...”
Ouvir o papai falar aquilo tão perto de mim, me deu tesão por imaginar os dois fodendo e também me deixou nervoso porque era meu pai ali, tão perto de mim que dava pra sentir sua mão firme e quente no meu ombro.
“Precisamos combinar de não fazer mais essas coisas estranhas” afastei o braço do papai de mim e voltei a comer.
“Que coisas estranhas, Davi?” papai perguntou e me admirou ele fingir não saber ao que eu me referia.
Eu não sei se o papai estava tentando me seduzir, porque pra ser sincero, ele sempre foi assim mais pegajoso comigo do que meu irmão, e tem a questão que ele é hétero, e tenho certeza porque já o ouvir transar com mulheres no seu quarto. Mesmo que ele fosse bissexual ou gay, não teria chance de pegar meu próprio pai, isso é nojento. Mas eu encarei ele de novo, e vi meu próprio rosto nele, uns anos mais velho, e era lindo...
[...]
Haviam passado 2 dias desde o primeiro dia de aula, e lembrei que hoje seria aula do meu pai de novo. Ele tem mestrado em biologia e não me admira ele pegar uma vaga de professor tão rápido assim. E após o café, nós três estávamos prontos pra ir pra faculdade. O papai costumava usar os óculos mais no trabalho, e com aquele corpo malhado, lembrava muito um ator pornô.
“Ei Davi, por que não senta no banco da frente comigo?” papai perguntou quando me viu abrir a porta do banco de trás do carro pra sentar próximo ao meu irmão Levi.
Puta merda, eu não podia simplesmente dizer que queria ficar perto do meu irmão, senão ia reforçar a ideia do meu pai que eu estava obcecado por ele.
“Tanto faz, pai” fechei a porta com certa raiva e sentei no banco do passageiro, na frente.
Ele estava sorrindo pra mim, mas eu olhei pra trás e vi meu irmão mexendo no celular, digitando alguma coisa com um sorriso na cara. Era o gay do Leo! Aquele garoto devia está mandando foto da rola pro meu irmão!
“Davi” papai chamou minha atenção, e fez um gesto que deu a entender que eu estava sendo ciumento de novo.
Virei a cara corado e aumentei o som, tentando não pensar no tipo de safadeza que meu irmão estava falando com o Leo. Não entrava na minha cabeça aquele garoto amar o meu irmão, eu que conhecia ele melhor que qualquer um, foi com ele que eu cresci e tive os melhores momentos da minha adolescência e infância. E hoje ele estava com outro garoto, e só queria saber de transar.
Quando chegamos, tomamos caminhos diferentes, e papai me acompanhou com o braço envolta de mim, passando meu ombro. Se não fossemos tão parecidos, era capaz de confundirem ele como meu namorado. Eu não sei porquê ainda deixava ele me tratar assim.
Antes de entrar, ele me beijou na cabeça e entrou primeiro, e vi que a turma continuava com o mesmo número de alunos dos últimos 3 dias. Só que alguns caras não estavam olhando pro rosto do meu pai, e sim pra sua bunda.
Puta merda, esses caras são uns tarados! Talvez eu não tenha reparado antes, porque ele é meu pai, mas quando desci meus olhos pra bunda do papai, ele estava realmente erótico com aquela calça justa exibindo seu rabo. Ah que porra, porque ele tinha que vim vestido assim?! Que raiva.
“Bom dia professor, como foi sua noite ontem?” ouvir um cara perguntar próximo a mesa do meu pai, e claro que seus olhos ficavam descendo pras suas pernas.
“Foi ótima, obrigado por perguntar Eduardo. E você passou bem?” papai parecia tão ingênuo sem perceber que aquele cara estava lhe comendo com os olhos.
“Foi muito divertido, pensei bastante no senhor” ele falou sério, mas meu pai riu grato achando que era algum elogio.
“Licença” chamei a atenção daquele cara pra mim, além de toda a turma e fiquei perto do papai. “Sei que faz 3 dias desde que começou as aulas, mas por ter chegado atrasado no primeiro dia, eu queria me apresentar brevemente”
Poucos deram valor, mas papai parecia feliz por mim.
“Como alguns sabem, me chamo Davi e tenho 21 anos. Escolhi o curso de biologia por causa do meu pai” foi quando olhei pro papai e ele estava contente por mim lhe mencionar na apresentação “Ele é um ótimo professor e espero um dia ser igual a ele. Enfim, tomara que sejamos bons colegas nesses anos pra frente”
Eu sabia que o papai estava se segurando pra não me abraçar ali mesmo, dava pra ver no seu rosto que eu ainda era o mesmo Davi de anos atrás. Mas por gosto pessoal, continuei sentado no meio pro fundo entre as cadeiras.
“E aí Davi, teu pai te forçou a se apresentar hoje?”
Esse era o Felipe, o que senta ao meu lado desde o primeiro dia. Ele é um cara legal e bonito também, mas diferente da maioria dos caras ali, ainda não o peguei olhando pra bunda do meu pai.
“Digamos que sim. Ele é muito sentimental, sabe?” falei e voltei a observar alguns caras olhando pra bunda do meu pai que estava de costas pra turma, procurando algo.
“Mano, desculpa falar, mas com um professor desse, fica difícil prestar atenção na aula” o Felipe brincou, se referindo a bunda do papai, mas eu não achei graça.
Era verdade que olhando assim, era impossível deixar de perceber sua bunda se mexendo a cada passo que meu pai dava. O que ele pretendia vestido daquele jeito?! E eu achando que meu irmão era o puto da família. Se bem que meu pai era hétero e não é do tipo que se exibe de propósito, e ainda em local de trabalho.
Só sei que enquanto a aula passava, eu sentia alguns alunos da frente pegando intimidade muito rápido com meu pai Daniel. Mas mano, no momento que vi um cara mexer na mesa do professor e derrubar umas canetas do papai de propósito, eu reparei nele piscando pra um amigo do lado com um sorrisinho e depois chamou a atenção do meu pai pra dizer:
“Professor Daniel, acho que caiu umas canetas aí no chão”
Ah não! Aquele cara estava assediando meu pai, eu não queria ver, mas seu celular tomou vários cliques embaixo da mesa de maneira nada discreta. E puta merda, porque meu pau tremeu quando vi a bunda do meu pai aberta na frente de todo mundo?! Eu não queria ver isso, eu não era um tarado, e ele era meu pai! Só que ver tantos caras fixando o olhar na bunda redonda e malhada do meu pai naquela calça justa, me deixou puto por dentro. E ele estava demorando tanto pra encontrar aquela última caneta.
“Aqui embaixo professor, acho que está atrás do lixeiro” aquele merda não parava de apontar a câmera do celular pro rabo do papai. Eu estava ficando irritado!
Eu tive que me levantar e pegar aquela maldita caneta.
“Aqui pai, essa é a última” dei e ele pegou, ajustando o óculos.
“Não precisava se levantar pra isso, mas obrigado filho” ele falou baixinho pra mim, e depois voltei pra cadeira, olhando ameaçador pra aquele cara que ainda não tirava os olhos do meu pai de maneira pervertida.
“Cara, relaxa” começou o Felipe, puxando a cadeira pra ficar mais perto de mim. “Sempre têm caras babacas assim em todo lugar”
“O que me irrita é meu pai não perceber que aquele cara e seus amiguinhos são uns tarados”
“É, mas nisso até eu tento não olhar, só que...” mas o Felipe não falou mais nada, e acho que deve ter sido impressão minha, porque juro ter visto sua mão ir pra debaixo da mesa.
[...]
Na volta pra casa, só ficou eu e o papai no carro, já que meu irmão Levi decidiu voltar com o Leo. Eu pensei no alívio de amanhã ser aula do professor Marcos, assim eu não teria motivos pra ficar encarando a bunda enorme do papai.
“Pai, por que o senhor não vestiu algo mais apropriado pra vim trabalhar?” perguntei ligando o som do carro, ciente que não voltaríamos pra casa agora.
“Mas essa é minha roupa habitual de trabalho. E não tem nenhum rasgo ou mancha, ou tem?” ele se mexeu de um jeito que suas pernas pareceram mais sexuais, e eu me odiava por imaginar isso, porque o tarado parecia eu.
“Não tem nada de errado, só que fica muito justo na sua bunda e...” mano, eu não acredito que eu estava falando isso.
“E por que você estaria olhando pra minha bunda, filho?” ele deu partida enquanto eu corava já me arrependendo de tocar no assunto.
“Pai, o senhor não acha que vestir uma calça justa dessa e tendo uma bunda tão grande assim, não ia deixar os outros distraídos?” falei levemente estressado.
“Você fica distraído olhando pra minha bunda? E por que você iria olhar pra minha bunda?” eu sentir seus olhos em mim, mas preferi não o encarar.
“Pai, quer saber? Esqueça tudo. Eu só quero chegar logo em casa” então aumentei o som, ignorando o fato do meu pau querer crescer dentro da calça.
[...]
Pela noite, eu ainda estava pensando no que aconteceu pela manhã. Aquele cara devia está batendo uma boa punheta olhando as fotos da bunda do meu pai no seu celular. Isso me perturbava e eu não consegui terminar de comer. Por que meu pai tinha que ser tão ingênuo desse jeito?!
“Pai, vou demorar no banho. Depois eu volto pra limpar os pratos”
“Tá certo filho, o papai te ama”
Que coisa, ele tinha que falar isso toda hora?
“Tá, também te amo, pai” falei e ele sorriu pra mim, dizendo pra não gastar a água do chuveiro toda.
Já fui ficando nu, e joguei minhas roupas no cesto, vendo que as roupas que o papai usou hoje também estavam ali, incluindo sua cueca...
“Não! Eu não sou como o Pedro! Não vou tá cheirando cueca do meu pai” enfim, liguei a água e comecei a me ensaboar.
Mas quando comecei a limpar meu pau, eu lembrei de quase ter ficado duro na sala de aula, e a imagem da bunda do meu pai aberta invadiu minha mente.
“Porra, porque o papai tem que ser assim?! Que raiva!” sussurrei pra mim mesmo, sentindo minha pica ficar dura. “Não, não! Isso é nojento, ele é meu pai!” só que quando percebi, já estava batendo uma punheta no chuveiro e como estava cheio de tesão, eu não podia resistir.
Ah cara, era tão gostoso pegar minha rola com as duas mãos e bater uma punheta gostosa no banho. Eu tentei não pensar no papai e na sua bunda fodidamente grande, só que a imagem do meu irmão e do Leo transando vinha a tona, porque pra piorar, eu já flagrei eles transando mais de uma vez. Lembrar que meu irmão gosta de sentar numa vara enorme daquela, e ainda gritar por mais, me deixava puto de tesão e de raiva. Eu desliguei o chuveiro e aumentei a velocidade da punheta e encostei na parede já fora do box, pensando naquela pica do Leo fodendo meu irmão sem camisinha só pra melar seu rabo de porra.
“Aahh isso, isso! Mmhh...”
É claro que eles estavam fodendo a essa hora, aquele garoto Leo transformou meu irmão num viciado em rola e eu odiava ele por isso! Eu queria meu irmão de volta, eu amava ele, eu ainda amo, tanto que minha pica doía pensando no quão gostoso devia ser o seu cuzinho...
“Ahh... aahhh...” eu cuspi mais na minha rola e continuei me punhetando, cada vez mais forte, querendo alguém pra foder, igual o Leo tem o meu irmão.
Aquele garoto ainda ia me pagar! Meu irmão deveria ser só meu, só meu... Ah porra, isso estava gostoso demais. Eu sentir que ia gozar, e mesmo com tesão, me sentir culpado por desejar meu irmão gêmeo desse jeito. Nós éramos tão unidos, e agora só me restou o papai...
“Papai... aah pai! Por que você é assim?!”
Puta merda, eu estava quase gozando, e eu tentei tanto não pensar, mas a imagem do rabo enorme do meu pai era muito nítida na minha mente e eu não pude evitar.
“Aahh pai! Pai, pai!!! Aaahh porra! Eu vou gozar--”
Porra, isso não podia está acontecendo. A porra da porta se abriu e era meu pai novamente! Por quê?! Por quê?! Por quê?!?!?!
“Filho, você... ôh meu Deus, você está...”
“Pai! Que porra-- aahhh!!!” eu gozei tão forte, e ele não tirava os olhos de mim! E mano, por ele está na minha frente, sentir que voou porra nele, mas eu não pude fazer nada, estava tão gostoso que só apontei minha rola pra frente e dei vários tiros de porra grossa e forte, melando minhas mãos e voando pra frente.
“Porra, isso é quente...” ouvir ele falar, e eu tinha certeza que pegou nele!
Mano, minha vida estava acabada! Mas eu ainda estava gozando e no último tiro de porra, eu deslizei pela parede e acabei sentado no chão, de pernas abertas com minha rola e bolas visíveis.
“Por que o senhor é desse jeito?! Aaahh que merda!” levantei os joelhos e cobrir os olhos, me negando a vê-lo melado com minha porra ainda quente.
Foi quando ouvir ele entrando e fechando a porta, e por que ele fez isso?! Era só ter ido embora e fingido que nada aconteceu.
“Filho, olha pra mim” ele falou, mas eu não quis olhar, era vergonhoso demais.
“Sai daqui pai, por favor! Me deixa sozinho” sentir ele colocar a mão na minha cabeça e aquilo me deixou mais nervoso, e o pior era que minha rola não estava totalmente mole.
“Eu não vou sair até você olhar pra mim”
Alguém por favor, me tira daqui!
“Tá, estou olhando, agora pode ir embora” falei nervoso, vendo sua bochecha melada com meu leite, deve ter sido no último tiro quando apontei minha pica pra cima e empurrei o quadril pra frente. Que droga Davi, você é um idiota!
“Eu também me masturbava muito na sua idade, as vezes até demais” ele falou, sentado na minha frente, e eu tive que encarar ele nos olhos enquanto continuava nu e todo pegajoso, até mais que ele.
“Tá, eu não precisava saber disso”
“É sério, e seu avô já me pegou fazendo bastante isso”
“Agora sei porque o senhor é assim também” acabei soltando um riso e ele sorriu pra mim.
“Quando você for brincar com seu pênis...” ele olhou pra baixo, e demorou tanto vendo meu pau e bolas que eu precisei chamar sua atenção de novo “Você pode falar pra mim, que eu não vou lhe incomodar”
“Pai, o problema é que você já incomoda. Toda vez que vou bater uma punheta, o senhor sempre me ver de pau duro, ou... ou gozando. E é vergonhoso”
“Você quer me ver me masturbar pra tudo ficar igual?” ele falou numa naturalidade tão grande que minha cara ficou vermelha de vergonha.
“Não, eu não preciso disso” falei apressando, impedindo ele de tirar seu pau pra fora. “Eu só quero minha privacidade nessa casa”
Não sei porquê estava tendo essa conversa com ele no banheiro, e ainda com ele melado de porra e tão perto de mim. Não tinha ninguém em casa, era só papai e eu, e cada movimento dele era imprevisível demais.
“Davi, eu quero que você durma comigo hoje” ele passou a mão na minha mão, a mesma que usei pra apertar meu pau e me punhetar com toda força.
“Está louco? Já não basta ter essa conversa ridícula com o senhor aqui dentro” foi quando me levantei já estressado e quando vi, o papai ainda estava sentado, com sua cara na altura da minha pica. “Pai! Já pode levantar, e sair daqui” falei cobrindo meu pau e bolas com as mãos.
“A gente só precisa de mais intimidade, assim você não vai ficar com tanta vergonha quando eu te pegar fazendo isso de novo”
“Como assim de novo? E por que está tirando a roupa? Eu não vou tomar banho com o senhor” mas antes de qualquer coisa, ele já estava nu, e puta merda, o papai tinha um corpo realmente gostoso. Se não fosse meu pai, já estaríamos transando nesse maldito banheiro.
“Vai ser como nos velhos tempos. Você lembra de quando você e seu irmão tomavam banho comigo?” quando ele se virou, automaticamente olhei pra sua bunda e minha pica deu sinal de vida de novo.
Ah não, se eu ficasse duro, era certeza que ele ia querer me dá uma mão amiga. Eu tentei ao máximo não olhar, mas por que ele teve que se abaixar desta forma? Era só puxar a cueca de uma vez.
“Pai, eu já terminei meu banho também, então, tô saindo” mas ele me pegou na mão e me puxou pro box junto dele. Ficou apertado, porque sua bunda era grande demais pra eu conseguir fugir.
“Não é questão de banho, Davi. Você precisa perder essa vergonha de ficar pelado perto do seu pai. Você sabe que eu não vou fazer nada com você” papai falou próximo de mim e eu tentei recuar, mas eu estava contra a parede.
Aquilo era errado. Ele podia não ser gay, mas eu era, e mesmo sendo meu pai, não dava pra ignorar aquele rabo enorme e tão perto de mim. Se eu pudesse pedir ajuda, mas nem meu irmão estava em casa, devia tá levando pica daquele seu namorado irritante.
Ah que droga!
“Pai, se eu tomar banho com o senhor, o senhor vai me deixa em paz?”
“E também precisa dormir comigo. Eu não conto pro seu irmão” e ele riu, ligando o chuveiro.
É claro, aquilo também! Por que isso não acaba logo?! Eu já estava ficando estressado, mas pior que ele tinha razão. Se fosse meu amigo Pedro ali, eu não teria vergonha de ficar pelado ou de até mesmo bater uma na sua frente, só que era meu pai...
“Tá certo pai, então vamos acabar logo com isso”
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[Cap. 3]
Tomar banho com seu pai devia ser normal, como tirar a roupa e esfregar o cabelo um do outro, mas acontece que meu pai tem um jeito de demonstrar carinho muito estranho, principalmente pra mim que tenho 21 anos. E mesmo que ele tivesse com seus 42 e fosse hétero, seus gestos eram bem suspeitos.
“Por que o senhor não me deixa lavar meu cabelo sozinho? Já não sou criança, sabia?” tentei afastar suas mãos de mim, mas papai insistiu.
Foi quando ia cair shampoo nos meus olhos que precisei fechar. Estávamos de frente um pro outro, e eu precisei fazer suas vontades pra ver se ele me deixava em paz durante algum tempo. É claro que eu estava preocupado em ficar de pau duro, mas por enquanto papai estava agindo um tanto normal.
“Eu já estava com saudade de tomar banho com alguém. E ainda bem que é você Davi, seu irmão nunca gostou que eu tocasse muito nele” suas mãos eram lentas, mas suaves nos meus cabelos, e eu comecei a desconfiar que ele estava prologando aquilo demais.
“Depois que a mamãe morreu, por que o senhor não encontra outra pessoa, ao invés de ficar saindo com aquela vadia”
“Não chame a Pamela assim, eu e ela somos só amigos de cama” papai disse com tanta naturalidade pra uma amiga que vem dormir aqui finais de semana só pra transar com ele. “E eu não preciso de ninguém por enquanto, já tenho você Davi” ele ligou o chuveiro e pareceu brincar com meus cabelos enquanto tirava o shampoo.
Eu queria poder falar que eu não conto como esposa, mas tive que esperar desligar a água. E eu fiquei vermelho de vergonha quando ele me puxou tão perto que nossos peitorais se tocaram. O papai tem um corpo de dá inveja, ele têm músculos nos lugares certos e na medida certa, e além do peitoral, braços e pernas, sua bunda era fodidamente grande, com o corpo levemente aparado de pelos. Digno de ator pornô, um ator pornô gay, mas infelizmente ele curte mulheres, e não que eu fosse tentar algo com meu pai, eu não curto incesto igual meu amigo Pedro, mesmo eu pensando no meu irmão gêmeo de maneira tão...
“Davi?” papai chamou e eu abrir os olhos “No que está pensando?”
“No Levi” falei sem pensar, me arrependendo em seguida.
“Você tem muito ciúmes do seu irmão, filho” papai chegou um tanto perto e eu me afastei um pouco “Já falei pra superar isso, e aquele garoto Leonardo é um garoto bom. Você deveria está feliz por eles"
“Garoto bom uma ova, ele só tá com o Levi porque tem um corpo bonito, aposto que ele só quer saber de fazer sexo...” deixei escapar, aquele garoto me irritava.
Por motivo nenhum o papai botou a mão no meu peito e eu corei forte. “Você por acaso ama seu irmão de um jeito romântico, Davi?” ele falou e meu coração bateu muito forte e claro que papai percebeu, mas eu jamais ia admitir.
“Eu só quero terminar o banho pra ir dormir, pai” tentei não pensar no meu irmão, mas a mão do papai me deixava nervoso. Foi quando eu não percebi por está atordoado demais, e ele me abraçou bem ali, com a gente pelado e com os paus se tocando. Fiquei tão nervoso, que nem pude reagir.
“Você sabe que sempre foi meu favorito desde pequeno, mas você precisa parar de pensar no seu irmão” papai pareceu sincero, mas a situação não me deixava pensar direito. Eu podia sentir seu corpo molhado em mim, junto do seu pau mole e o meu que tentei ao máximo evitar uma ereção.
Que porra!
“Pai... obrigado mas já pode se afastar, por favor...” claro que eu estava entrando em pânico, a porra da minha pica estava crescendo.
“A gente ainda precisa conversar sobre isso, mas promete pro pai que vai parar de pensar no seu irmão desta forma” ele só me encarou, sem sequer se afastar, e eu fiquei ofegante por ter a boca do meu pai tão perto da minha.
Porra, eu respirava tão forte. Minha boca se abriu e meus olhos desceram pra boca do papai... estava tão perto, e por alguma razão idiota veio meu irmão na mente, porque assim como eu, meu irmão era uma versão mais jovem do papai. E acho que ele percebeu, e não sei se isso foi bom ou ruim, só que papai se afastou de mim.
“Você continua pensando nele, não é?”
“Nele quem?” perguntei com a voz fraca e ainda corado, pensando em como seria beijar meu irmão na boca.
“O Levi. Seu irmão arruma um namorado, e dorme tanto na casa dele que vão até morar juntos. Mas você não consegue superar isso” papai pegou o sabão e colocou na minha mão, enquanto continuava a falar: “Você precisa encontrar alguém que cuida de você Davi, que te dê atenção e diga que te ama todo dia, mas você não--"
“Pai, você está se descrevendo” falei breve e vi ele corar também.
“Não diga isso, Davi! Eu sou seu pai!” então ele fingiu ligar o chuveiro só pra não me encarar, e ainda ouvir ele resmungando.
Eu tinha sérias dúvidas quanto a isso, mas mesmo que o papai fosse bissexual, não era incomum ele agir daquele jeito, já que sempre foi tão amoroso e gentil comigo, e apenas comigo. Então só ignorei como qualquer outra atitude estranha vindo dele.
“Deixa eu adivinhar, o senhor me deu esse sabão pra passar no seu corpo?” perguntei esperançoso que não, mas infelizmente ele disse que sim.
Aquela altura já não fazia diferença passar minhas mãos no seu corpo, levando em conta o que aconteceu, mas eu tinha um grande e grosso problema entre minhas pernas.
“Puta merda!” xinguei por impulso, vendo meu pau duro e latejando já soltando baba na ponta.
“O que foi, filho?” eu impedi que papai se virasse e fiz ele continuar de costas pra não ver minha rola pulsando atrás da sua bunda.
Porra, meu pau era grande demais pro papai não notar. E eu estava com tanto tesão, e isso era culpa dele e do meu irmão. Ter seu corpo fodidamente gostoso me abraçando pelado e pensar no meu irmão me condenou a isso.
Porra, porra, porra! Por que meu pai precisava ter uma bunda tão grande assim? Quanto mais eu olhava, mais duro eu ficava, e a vontade de agarrar seu rabo era grande demais pra resistir.
“Davi? Você--"
“Eu sei, eu sei pai” o interrompi já passando o sabão nas suas costas.
Precisei ficar muito afastado e meus braços estavam bem esticados, porque não apenas meu pênis é grande, mas a bunda do papai é bastante empinada e carnuda, do jeito que se eu me movesse só um pouquinho pra frente, a cabeça da minha pica ia encostar no seu rabo. E que bunda era essa, mano!
O impedir de se virar, porque o papai pediu pra ensaboá-lo na frente também, só que simplesmente não dava! Eu ia ser taxado de tarado e vindo do meu pai, isso era vergonhoso demais. Tentei só limpar suas costas, me recusando a tocar na sua bunda, e quando pensei que bastava, o papai tentou vim pra trás, e eu recuei, até me encostar na parede e ele empurrar seu corpo contra mim, fazendo sua bunda tocar no meu pau.
“Davi, isso é..." ele falou nervoso, e eu gritei por dentro.
“Não diga nada” falei baixinho, tentando ignorar o fato de eu quase penetrar meu pai só por ele ter encostado na minha pica. “Por favor pai, não diga nada” repeti de novo, e papai forçou um riso de nervoso.
Minha rola estava bem encaixada entre sua bunda redonda e gostosa, porque porra, mesmo sendo meu pai, não dava pra negar que ele era o sonho de todo ativo. Minha pica latejava tanto, e mesmo babando na ponta, eu precisei ensaboar seu corpo ainda.
Eu só conseguia ouvir papai respirando forte, enquanto minhas mãos apertavam seu peitoral de macho, fingindo ensaboá-lo nos peitos, só pra descer e tocar sua barriga, e chegar perto da virilha.
“Davi...” ele falou, e pela primeira vez sentir meu pai envergonhado do mesmo jeito que eu fico quando ele invade meu quarto e me vê batendo punheta. “Deixa que eu lavo aí embaixo” ele havia segurado minhas mãos, me impedindo de agarrar seu saco.
“Mas pai, o senhor precisa lavar sua rola também...” falei com certo tesão, e ele suspirou fundo, fechando os olhos e me deixando terminar de ensaboá-lo.
Eu sabia que isso ia acabar assim, e ele sabia que eu era gay e que ele tinha uma bunda fodidamente excitante pra nenhum homem conseguir aguentar. Eu passei a mover minha pica devagar entre sua bunda, roçando e sentindo seu rabo apertar minha pica, só pra fingir ensaboar seu pau e saco e perceber que até o papai estava ficando meio duro, talvez por eu está apertando seu saco ou por ter minha rola grossa roçando perto do seu buraquinho.
Eu estava num tesão do caralho, que até esqueci da porra do mundo, tentei não imaginar meu pai ali, mas era ele. Meu gentil e amoroso pai, com sua bunda masturbando minha piroca.
“Aah...” gemi baixinho roçando minha pica mais forte no seu rabo. “Pai... o senhor...”
“Apenas termine logo... Davi" foi quando ele pegou nas minhas mãos que estavam no seu pau, e me fez apertar sua bunda. “Eu sei que você gosta de homens com bundas grandes” papai forçou outro riso, me vendo agarrar sua bunda pra apertar meu pau ainda mais.
“Pai, me desculpa...” voltei a esfregar minha pica entre sua bunda numa velocidade rápida demais, até parece que eu estava lhe fodendo. O papai até me deixou empurrar ele contra a parede, só pra que eu tivesse mais prazer, e foi quando eu cair na real e percebi que isso era errado demais, mas eu estava gostando pra um caralho. “Aah sim, isso é tão gostoso!”
O papai as vezes olhava pra trás, vendo minha cara de tesão enquanto eu esfregava minha piroca com força, e mesmo que seu rabo fosse grande demais pras minhas mão, minha pica de cavalo foi o suficiente pra fazer o papai tremer, pensando se eu ia meter nele, porque vez ou outra eu esfregava a cabeça da minha rola no seu cuzinho apertado.
“Aah pai! Acho que... vou gozar...”
Mano, também ouvir ele gemer depois que apertei sua bunda com força e eu fiz aquilo de novo, lhe dando um tapa como se meu pai fosse qualquer puto. Eu fiquei com uma vontade do caralho de penetrar aquele cu, mas saciei a fome enfiando minha pica entre sua coxa e pedi pra ele fechar as pernas.
“Davi... devagar” papai pediu, mas puta merda, eu estava quase gozando, e dava pra sentir roçar no seu saco também, enquanto eu metia com força, causando barulho de sexo por empurrar minha virilha.
“Aah pai! Isso está bom demais, porra!” mano, eu meti, meti e meti meu pau entre suas coxas, e minha pica deixou ele tão babado que parecia que eu tinha lhe lubrificado com a baba da minha pica.
Aquele rabo delicioso deveria ser meu, eu estava louco de tesão que nem pensei direito, eu nem me importava dele ser meu pai, só sei que aquele rabo era perfeito pra minha piroca e eu sentir que ia gozar, a cada vez que eu penetrava entre suas coxas grossas e sentia seu saco pesado roçando na cabeça da minha pica.
“Ahh pai... o senhor tem uma bunda tão gostosa"
Cara, sua bunda devia tá marcada de tanto que eu estava apertando e dando tapas, mas foi só quando eu sentir que meu leite estava vindo, que eu mirei na sua bunda e urrei de tesão, sentindo meu corpo tremer e minha pica começar a jorrar leite grosso. “Ohh caralho!!!”
E puta que me pariu, mano! Eu tive que abrir seu rabo pra melar seu cu também, mas o papai segurou minha pica achando que eu ia meter nele e foi mais gostoso ainda. Foram uns 10 tiros de porra grossa na sua bunda enorme, enquanto minha boca vazava baba feito um animal, e o papai só veio soltar meu pau quando eu parei de lhe melar com meu leite grosso de macho.
“Aah... pai... me desculpa por te melar com minha porra... eu... eu não aguentei” fiquei ofegante pra porra e acabei que me agarrei nele com força pra não desabafar no chão. “Isso foi tão gostoso, pai... seu rabo é uma delícia...”
“Estou todo pegajoso...” ele falou tão baixinho e tímido, e tempo depois eu me desgrudei dele pra ver o estrago que fiz no seu rabo todo melado. Pedi pra ele abrir sua bunda, e ele fez isso. E mano, as bordas do seu cuzinho ficou toda melada com minha porra, eu pensei se com a força da minha ejaculação eu não tenha melado dentro do seu cu também.
Ele fingiu rir, e mesmo nervoso, se virou pra me encarar. Mas saber que sua bunda estava coberta com meu suco de pica foi fodidamente excitante.
“Por um momento achei que você ia gozar dentro...” ele falou desviando o olhar, e sua cara estava bem corada. Meu pai parecia tão lindo assim.
“Não, porque eu sei que o senhor é hétero...” falei vendo entre suas pernas escorrer minha porra e deixando ele mais melado ainda.
“Então se eu fosse gay, você teria transado comigo?”
“Pai, não fala essas coisas. A única coisa que aconteceu aqui foi o senhor me dá uma ajuda inocente, só isso...” mentir só pra ele parar de achar que eu teria fodido ele se pudesse. “Mas e agora? Já que tomei banho com o senhor, vai parar de ficar invadindo meu quarto sem permissão?” falei e encarei ele com certa timidez.
“Ficar mais íntimo de você foi justamente pra não ter mais vergonha de mim, Davi”
Papai fingia inocência, mas eu desconfiava que por dentro, ele era um tarado que tentava tirar proveito de mim, até porque isso é tudo culpa dele. Mas eu não sei o que sentir sobre isso, já que ele continua dizendo que é normal, mas essa porra está longe de ser normal. Foi quando eu aceitei que meu pai nunca ia mudar e que por algum motivo desconhecido, ele gostava de ficar cada vez mais próximo de mim.
“Vem, preciso que você limpe a bagunça que você fez na minha bunda” então ele me deu um sorriso, tentando fazer graça, e eu tentei não ficar duro de novo, porque seu traseiro estava quente e muito pegajoso com minha porra ainda persistente.
“Pai, as vezes fica difícil de acreditar que o senhor é hétero”
Então rimos e terminamos o banho pra ir pra cama.
[...]
Última vez que dormi junto do meu pai foi na infância, só que naquela época, meu irmão Levi também estava junto. Era divertido e inocente, mas agora...
“Filho, não vai tirar a roupa? Eu sei que você dorme pelado” papai falou naturalmente, tirando a roupa sem desviar os olhos de mim.
Eu olhei pra ele de cima a baixo, e ele parecia um puto de esquina de tão atraente e gostoso que era. Eu não acredito que eu estava sentindo tesão pelo meu próprio pai. Mas depois do que rolou, nossa vida nunca mais seria a mesma.
Eu ignorei o que o papai falou e só deitei na cama de costas pra ele, e de cueca, me cobrindo com o cobertor. “Boa noite pai” disse já de olhos fechados.
Ouvir ele tirando mais uma peça de roupa e depois deitou perto de mim, sem nem desligar a luz do abajur. Ele deitou tão perto que percebi que estava nu.
“Não posso dormir sabendo que o senhor está pelado. É estranho...” resmunguei sentindo ele me abraçar por trás e seu pênis encaixar na minha bunda.
“Era assim que eu dormia com sua mãe, você não gosta, Davi?”
Eu estava tentando ser paciente, mas ele continuava achando que eu era algum tipo de substituto da minha mãe, e aquilo me irritou. Me virei e ficamos lado a lado, se encarando com a luz fraca do abajur. “Pai, acho que o senhor--"
“Eu sei que você não é ela, Davi. Eu só quero alguém pra dormir comigo, mesmo que você não goste de mim ou--"
“Mas eu te amo pai" disse e vi ele mais alegre, dizer que o amava sempre o deixava mais feliz "Só que o senhor gosta de mulheres, e ficar brincando comigo assim não é justo” falei baixinho, e o silêncio foi cortado quando ele agarrou minha mão por debaixo do cobertor.
“Davi, preciso lhe contar algo” papai me assustou quando chegou tão perto que achei que ia me beijar “É sobre uma história antiga que eu tive com outro homem...”
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[Cap. 4]
Sou o Davi, e atualmente estou na faculdade às 10h30m da manhã, com outro professor que não é meu pai Daniel, embora seja seu amigo e colega de trabalho. O professor Marcos não é tão diferente do meu pai, pois ambos pareciam uns tarados vestindo calças apertadas daquele jeito. Eu tentei prestar atenção no que ele estava falando em aula, mas aquele volume na virilha era grande demais, até parece que ele fazia de propósito.
Ouvir outro cara perguntando algo ao professor Marcos, e então voltei a prestar atenção no assunto. Estudar biologia não era tão difícil, até porque meu pai Daniel era mestrado nisso...
O papai... ele devia está em outra sala agora, provavelmente com outros alunos encarando sua bunda deliciosamente grande e apertada na calça. Foda-se, eu achava meu pai gostoso mesmo, mas pelo o menos ninguém sabia disso.
“Pedro, como é viver com um pai daquele em casa?” ouvir o Felipe chegar até mim, ele é meu colega mais próximo da turma.
“O que quer dizer? É normal, claro... até parece que você não tem pai” eu sabia ao que ele se referia, mas eu nunca ia falar em público que meu pai era gostoso.
“Não, fui criado com meu avô. Eu também só estava curioso sobre o seu pai, porque você sabe, um corpo daquele não dá pra simplesmente ignorar” o Felipe riu baixinho e socou meu ombro amigavelmente.
Porra, até ele estava babando pelo meu pai. E pensar que aqueles outros 3 caras sentados na frente estavam até assediando meu pai com fotos e passando a mão na sua bunda de maneira nada discreta.
Será que eu estava com ciúmes? Que droga.
“Felipe, se eu te contar uma coisa, você promete não falar pra ninguém?” falei baixinho, e ele puxou a banca mais pra perto de mim.
“É sobre o seu pai, né?” ele esperou o professor voltar sua atenção pro slide e cochichou baixinho pra mim: “Se eu tivesse um pai como o seu, nem ia querer sair de casa”
Tarado.
“Mas é sobre ele e o professor Marcos. Descobrir que meu pai e ele tiveram um caso no passado”
E lá estava o professor com aquele pau e saco marcando na calça, não era atoa que ninguém parecia prestar atenção.
“Eles transavam?” Felipe perguntou e vi sua mão indo pra debaixo da mesa “Porra, aposto que seu pai foi o passivo, com uma bunda daquel--"
“Seu pervertido, eu falando que acabei de descobrir que meu pai é bissexual, e você pensando em sexo”
“Foi mal, é força do hábito” então ele riu, mas sua mão parecia está mexendo embaixo da mesa.
Meu pai, um homem tão masculino e profissional, já fodeu com outro homem, e ainda um homem casado. O professor Marcos tinha cara de ser um tarado, com sua rola marcando e sempre que ele andava, eu via aquilo mexendo junto do seu saco, que parecia ser bem grande. E pensar que até eu estava ficando excitado na sala de aula, porque o gay do Felipe parecia está tocando uma punheta com aquela mão tremendo.
“Ei Davi, quão grande você acha que é o pau do professor Marcos?” sua mão vibrou mais forte embaixo da mesa, e ele parecia não tirar os olhos do volumão do professor. “Tem como você perguntar ao seu pai depois, se ele aguentou tudo isso até o talo?”
Esse tarado, e eu achando que ele era diferente dos outros caras dessa turma, mas até eu acabei ficando de pau duro na calça, e apertava tanto na cueca que doía. Puta merda, será que o safado do meu pai aguentou aquela rola enorme na bunda e ainda pediu por mais?! O professor Marcos parecia não ligar com olhares no seu saco volumoso, ele até se alongou só pra empurrar sua virilha na cara de um dos garotos.
“Davi, olha aqui” o Felipe juntou sua mesa na minha e por estarmos atrás, só tinha alguns caras no nosso lado, mas até eles estavam prestando atenção na mala do professor putinho se exibindo. “Me dá uma mãozinha aqui, cara” ele sussurrou e eu vi ele puxando a rola pra fora da calça, e era quase tão grande quanto a minha.
Tremi de nervoso, olhando ao redor pra ver se mais alguém estava vendo, só que o Felipe voltou a falar do meu pai, e minha pica explodiu de tesão. Como eu ia dizer pra ele que eu já esfreguei minha pica na bunda enorme do meu pai até melar ele todo com minha porra.
“Se nos pegarem, eu te mato” falei baixinho, fingindo assistir a aula só pra masturbar aquela rola do Felipe. Tinha um cheiro forte de macho e eu sentir que era tão grossa quanto a minha porque nem fechava na mão.
“Aperta meu saco também, vai” ele cochichou pra mim, mas o outro cara do meu lado me olhou estranho desconfiado.
Ainda bem que a pica dele estava mirada pra baixo da mesa, senão todos já teriam visto aquela pica apontando pra cima. Porque mesmo que metade dos caras fossem uns tarados, tinha uns machos que estavam ali realmente pra focar na aula. Mas foda-se, o professor Marcos era culpado por vim sem cueca pra sala de aula, e culpado por ter enfiado sua pica enorme no cu do meu pai no passado.
“Aqui, deixa eu te ajudar também” o Felipe passou a mão por debaixo da mesa e puxou o zíper da minha calça fazendo um barulho suspeito.
“Que merda você tá fazendo, cara?” sussurrei pro Felipe e depois forcei um sorriso tranquilo pro professor Marcos, porque ele tinha olhado diretamente pra nós dois com um olhar suspeito.
“Vocês vão parar de cochichar aí atrás? Ou querem vim aqui pra frente pra podermos escutar melhor?” o professor disse tranquilo e metade da turma focou em mim e no Felipe.
Pensei em soltar seu pau, mas fiquei com medo da sua pica saltar pra cima. “Desculpa professor” e depois ele voltou a dá sua aula.
O Felipe segundos depois já desabotoou minha calça e quando puxou minha piroca pra me punhetar, eu cerrei os dentes de tesão sentindo sua mão apertar meu caralho. Porra cara, o moleque do meu lado pareceu saber o que estava rolando, mas pra minha sorte, ele ficou calado.
“É maior que a minha” o Felipe cochichou baixinho, e eu voltei a punhetar ele também.
A gente se encarou e ele sorriu safado pra mim, só pra apertar meu saco e eu quase soltar um gemido. Ele sabia como pegar numa rola, e por motivo nenhum a imagem do meu pai veio a mente, mais uma vez naquela manhã. E se ele e o professor Marcos estivessem transando até hoje e eu nunca soube? Mas não podia ser, porque meu pai continuava a sair com aquela puta, e ele me confirmou que fazia tempo desde a última vez que ele... transou com o Marcos.
Meu pai era um puto mesmo, e pior era eu por está punhetando um amigo em plena manhã com a porta da sala aberta, com chance do diretor passar ali e me ver com a pica dura embaixo da mesa.
“Ei, mais devagar... Felipe...” esse macho apertava minha pica com força enquanto me masturbava colado em mim.
Ele não falou nada, ao invés disso ele parecia focado na mala do professor, andando pra lá e pra cá como se quisesse que seu saco balançasse mais e atraísse mais olhares pra aquela pica fodidamente excitante. Mas ele me punhetava sem parar, cada vez mais veloz, e o garoto do meu lado estava nitidamente constrangido por presenciar dois pervertidos como a gente brincando com a pica na sala de aula.
“Ah porra...” eu tinha largado a pica do Felipe pra tentar fazer ele parar, mas o viadinho continuou apertando minha rola e me fazendo babar de tesão. “Cara, para...” apertei seu saco com força de propósito, e ele gemeu alto, fazendo dois caras da frente olharem pra trás e ver nossas mãos tremendo embaixo da mesa.
Porra, eu queria gozar tanto, e esse safado não parava por nada. Era tão gostoso ter sua pica sendo ordenhada por outro macho, mas esse puto parecia querer que o professor notasse, porque naquele ritmo, eu ia gozar e fazer voar porra pra todo lado, inclusive no moleque que estava na minha frente.
“Felipe, eu-- mmmhhm!!!” mano, meu corpo tremeu tanto com meu leite vindo, e tive que cerrar os dentes pra não gritar.
Antes do primeiro tiro de porra vim, o pervertido do Felipe se abaixou e enfiou a boca no meu caralho! Minha pica esquentou tanto com sua baba molhando minha rola, mas foi quando eu comecei a encher sua boca com meu leite grosso de macho, que eu percebi o professor Marcos olhando diretamente pra mim com uma cara de que sabia que o Felipe estava me mamando.
“Ahh!” que porra, tudo ficou nublado e eu revirei os olhos, já babando e empurrando a cabeça do Felipe pro meu pau. Eu empurrei até esse puto se engasgar com minha pica abaixo da sua gargante.
“Mmmhhm!!!” o filho da puta começou a gemer abafado no meu pau e eu tive que liberar ele depois de encher sua boca e barriga com minha porra grossa.
Puta que pariu, eu nunca fiz algo assim antes, e ainda tinha um cara do meu lado nervoso e imóvel como se tivesse presenciado uma cena de algum estupro e não tivesse coragem de contar pra ninguém.
“Cara... você goza muito” ele murmurou com a boca cheia, porque eu quase não entendi. E o viado ainda teve a cara de pau de me fazer agarrar seu pau de novo.
“O professor sabe” sussurrei, mas mesmo assim, tive que continuar punhetando aquela pica que estava melando minha mão com sua baba de rola.
“Quem liga, ele que é o tarado por vim assim pra faculdade” foi quando vi a boca do Felipe melada com porra, e alguns pentelhos do meu saco entre seus lábios. Qualquer macho ia saber que aquilo era sêmen, porque um homem conhece porra pegajosa e gosmenta quando vê, e essa sala estava cheia de macho.
Foi quando reparei que o cara do lado do Felipe estava de pau duro no seu short, batendo uma punheta discretamente. Já o do meu lado, continuava nervoso e quase febril, como se ver dois caras batendo punheta em sala de aula fosse algum crime.
“Ei Davi, você vai me chupar, né? Você precisa engolir a prova de que a gente gozou, senão estamos fodidos” foi quando ele me deu espaço pra enfiar a cara na sua pica e eu dei uma última olhada no professor que pareceu ciente do que estava rolando.
Porra, assim que eu sentir seu leite grosso encher minha boca, eu tive que enfiar mais pro fundo pra vim direto na garganta porque era tanto que eu podia deixar minha boca melada igual a dele.
“Mmmhm!” eu estava fodido.
[...]
Era o fim da aula e eu já estava de barriga cheia. Fui um dos primeiros a sair da sala, porque o professor parecia querer conversa comigo a sós, mas eu ainda não conseguia encarar ele de perto. Eu mamei a porra de um cara em público, e uns 4 caras viram, além do professor, que tipo de pervertido eu era?! Com certeza eu tinha puxado ao meu pai.
Tentei procurá-lo na sala que ele provavelmente iria está, só que não encontrei, e quando decidi ir pra sala dos professores, vi alguém que me fez meu pau tremer na calça de novo.
“Levi! Ei irmão, aqui!” gritei, e fui ao seu encontro.
“Ah, oi Davi. Galera, esse é o meu irmão gêmeo que falei antes” mas ele não parecia tão animado em me ver. E embora seus amigos tivessem sido legais comigo, eu ignorei a presença do seu namorado Leo e o chamei em particular num lugar mais isolado e distante, perto de umas plantas embaixo da sombra. Estávamos sozinhos.
“Precisamos conversar” me atrevi a tocar na sua mão, mas ele recuou.
“Ainda estou bravo com você. O Leo tenta ser bacana com você, mas você só o critica, e eu nem sei a porra do motivo. Isso irrita muito, Davi” meu irmão gêmeo estava com raiva de mim, e eu me sentir culpado, talvez papai estivesse com razão e eu deveria superar ele, mas não antes de tentar uma última vez.
“Ei, você lembra de quando a gente dormia na mesma cama e você ficava abraçado a mim porque era mais quente?” perguntei, vendo meu próprio rosto nele, e me certifiquei que não havia mais gente por perto e tentei segurar sua mão.
“Eu lembro, éramos pequenos, e você não me largava por nada. Mas o que tem?” sentir seus olhos descerem pra minha boca, e eu torci pra não ter resto de sêmen nos meus lábios.
“Eu sinto saudade daquilo, Levi” cheguei mais perto e quando ele recuou, eu pressionei ele contra a parede e ele ficou nervoso sem entender minha reação. “Eu sinto sua falta, irmão. E toda noite que vejo você me trocar pelo Leo, eu fico com ciúmes, porque se eu tivesse sido mais rápido, poderia ser eu no lugar dele” porra, meu coração batia tão forte e sua boca estava tão perto, e mesmo que eu ainda sentisse o gosto da pica do Felipe na minha boca, eu estava disposto a beijar meu irmão.
“Para com isso Davi, tá me assustando” ele tentou sair, mas eu pedi pra ficar, e como ele ficou, sentir que meu irmão gêmeo sentia o mesmo que eu, foi quando eu esperei um grupo de estudantes passarem, que voltei a encará-lo nos olhos.
“Eu te amo Levi, de um jeito que faz meu pênis ficar duro toda noite” e antes dele falar qualquer coisa, empurrei meus lábios nos deles e no mesmo instante chupei sua língua com a minha, fazendo ele sentir o gosto da pica e da porra do Felipe.
Mas mano, pela primeira vez, beijei meu irmão gêmeo na boca, e foi tão gostoso sentir sua língua na minha que o abracei com toda força e tesão, descendo minhas mãos pra sua bunda, naquele mesmo lugar onde seu namorado Leo o penetrava com tanta força.
Eu sentir que ele era meu, finalmente meu irmão ia abandonar seu namorado pra ficar comigo. Eu o amava tanto, e ele era tão gostoso, com aquela boca molhada e língua forte. Minha pica até ficou dura sabendo que ele também estava me beijando de volta e com vontade. Porra, eu podia chupá-lo o dia todo, mas esse dia acabou no momento que ouvir alguém parar bem próximo a nós dois.
Eu sabia, devia ser seu namorado Leo e eu ia receber um soco na cara agora mesmo, só que pelo meu irmão valia a pena. Mas quem me dera fosse o Leo, porque na verdade foi outro homem, alguém muito importante na minha vida.
“P-Pai?!”
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[Cap. 5]
“P-Pai?” gaguejei surpreso, afastando a língua da boca do meu irmão Levi e encarando meu pai que parecia magoado.
“Davi, você...” ele olhou de mim pro meu irmão, e foi quando a gente se separou, mas eu ainda podia sentir a boca do meu irmão na minha de tão vivo que foi aquilo.
“Pai, não é culpa do Levi, eu que...” mas quando vi o papai chegando perto de mim, eu gelei.
Ele parecia... acabado. E foi quando ele ignorou a existência do meu irmão e chegou até a mim com uma cara triste que eu percebi que eu praticar incesto não foi o problema. O papai colocou sua mão no meu ombro por um momento e me encarou nos olhos, ele estava tão triste, e me sentir o pior filho do mundo.
“Pai, o senhor está bem?” desta vez foi o Levi que perguntou, mas o papai nem sequer olhou pra ele.
Papai permaneceu me encarando como se segurasse seus sentimentos, e então falou pro Levi: “Você pode ir embora com seu namorado hoje, Levi. Preciso ficar a sós com seu irmão” o papai dispensou meu irmão como se nem fosse seu filho, e eu sentir que ele estava com muita raiva de alguém, e eu torcia pra que fosse comigo.
Meu irmão deu uma última olhada pra mim, e de repente saiu dali, provavelmente indo em direção ao seu namorado do outro lado.
“Pai? O senhor está com raiva de mim?” sentir seu punho apertar no meu ombro, e fiquei com medo dele perder o controle.
“De você não” então o papai pareceu forçar um sorriso falso, e eu entendi que ele estava sofrendo por dentro. “Eu nunca ficaria com raiva de você, Davi”
“Então por que o senhor pareceu irritado quando mandou o Levi sair daqui?” só foi eu falar o nome do meu irmão que ele apertou meu ombro de novo como se estivesse com raiva. Momentos depois ele parecia está pensando em algo que acabou me puxando pra um abraço forte, e eu sentir que precisava abraçá-lo de volta. Tudo ficou em silêncio, e deu pra ouvir o som do vento, e seu coração pulsando contra o meu. Meu pai tinha uma aparência muito máscula, e eu não pensei nisso antes, só que agora era evidente que ele estava escondendo algum sentimento.
“Por que você insiste tanto em ficar com seu irmão? Eu não gosto de ver você assim” ele pousou a cabeça no meu ombro e sentir o papai cheirar meu pescoço “Você sempre foi meu favorito, e eu jamais poderia ficar com raiva de você, Davi. Você sabe disso, filho...” o papai me abraçou com tanta força que sentir meu corpo espremer e aquilo doeu, mesmo que eu também tivesse um corpo levemente musculoso.
“Pai, está me machucando” no mesmo instante ele afrouxou seus braços, mas continuou me acariciando lentamente enquanto permanecia inalando meu cheiro. Eu sabia do seu jeito protetor, amoroso e carinhoso comigo, só que até eu estava ficando preocupado com aquilo. “O senhor quer dizer alguma coisa? Pode falar comigo, pai...” falei baixinho, sentindo seu coração acelerar e ele suspirar no meu pescoço.
“Sim, eu já devia ter feito isso há muito tempo” então ele me encarou, voltando a ficar sério e eu sabia que vinha problema. “Eu proíbo você de chegar perto do seu irmão daquele jeito”
“O quê?!” quase gritei, indignado e o papai parecia saber que eu reagiria assim. “Mas ele me beijou de volta! O Levi me ama, pai! Ele me ama igual eu amo ele!” tentei me afastar dele com certa raiva, só que papai não parecia querer me largar e eu só desviei o olhar.
“Não Davi, seu irmão ama o Leonardo. E você sabe disso”
“Está enganado, o senhor não sentiu o que eu sentir! Ele me beijou de volta e ainda consigo sentir sua língua na minha boca” falei com certa vergonha, mas eu estava puto pelo papai não aceitar. Sei que éramos irmãos, mas eu pensei que ele fosse entender.
“Seu irmão só reagiu por impulso! Eu sei disso, porque ele já me falou que ama o Leonardo mais do que qualquer um. Eles estão juntos a mais de 2 anos, tenha consciência disso, filho”
“E o Levi e eu estamos juntos desde o berço! Mas aquele viado do Leo tinha que aparecer e estragar tudo!” tentei sair dali, porque eu estava irritado demais pra pensar direito. Eu queria ver meu irmão.
“Não, você vai ficar aqui” ele me puxou de volta e eu fiquei sem forças pra revidar. “Estragar a vida amorosa do seu irmão não vai lhe fazer bem. Mas eu estou aqui pra lhe ajudar com isso” ele diminuiu mais o tom, e quando papai quis me abraçar de novo, eu não conseguir entender se ele estava com raiva ou se queria me dá carinho.
Só que eu era ciente disso tudo, eu sabia que meu irmão amava o Leo, mas ele precisava me amar mais, afinal eu sou seu irmão gêmeo, ninguém nesse mundo poderia amá-lo mais do que eu, certo? Mas infelizmente quando sentir a língua do Levi na minha boca, percebi que ele só estava com tesão, não me parecia amor, e me sentir um idiota pelo papai está certo. E eu poderia está sendo muito iludido e possessivo por achar que o Levi desistiria de morar com seu namorado pra ficar comigo de vez. Era muito egoísmo meu.
Que droga, nem pra fazer sexo com ele, eu ia conseguir? Que porra!
Fiquei um bom tempo em silêncio sentindo o papai me abraçando e demonstrando seu jeito afetuoso de pai, mesmo após ele abrir minha mente e foder com meu cérebro. E após pensar com certa tristeza, eu precisei aceitar e acabei apertando o papai também, em busca de consolo. “E o que eu faço? Tô cansado de pensar nele toda noite, e saber que ele está transando com outro”
“Então é no seu irmão que você pensa quando se masturba?” papai disse num tom desanimador e eu sentir uma certa ferocidade vindo dele. Mas aí ele olhou na minha cara e percebi seu rosto corado “Davi, você gosta da minha bunda?” eu gelei ao ouvir aquilo, e mais ainda quando ele agarrou minhas mãos e as desceu pra sua bunda. “Eu vou te ajudar a superar seu irmão. Eu faço qualquer coisa por você, filho” ele falou essa parte cochichando no meu ouvido e eu tremi “Qualquer coisa, é só você pedir”
“Pai...” tremi, entendendo que meu pai estaria disposto a ser meu objeto sexual só pra mim superar meu irmão, só que não me parecia justo “O senhor não precisa fazer isso...” mas eu queria tanto. Nem me importei de está num local público, os alunos e a maioria dos professores já deviam está indo embora. Só sei que eu apertei aquele rabo com firmeza e por um momento veio meu irmão na cabeça, mas a bunda do meu pai era muito maior e ele também tinha um corpo mais gostoso e sexual que meu irmão.
E porra, mano, se antes eu estava iludido e desesperado pelo meu irmão, agora eu só queria esse rabo pra mim. Meu pai parecia ser o meu remédio contra a angústia e frustração.
“O papai sempre estará disponível pra você, filho” ele gemeu baixinho quando eu afundei minha mão na sua bunda, sentindo aquele tesão de rabo fazendo minha pica endurecer, mas logo o papai disse num tom sexual: “Me use como quiser, eu nunca irei negar nada pra você, Davi” após uma pausa, papai completou: “Eu te amo tanto filho"
“Eu... eu também te amo pai” nos encaramos e eu apertei seu rabo mais forte, provocando um gemido nele.
Eu amava aquele traseiro fodidamente enorme e malhado da academia, e o papai estava de boas em eu abusar do seu corpo, e de todos os presentes que ele já me deu, dá seu corpo pra mim foi o meu presente favorito.
“Obrigado por ser o melhor pai do mundo” sorri safado e esfreguei meu pau duro nele, ainda sem largar seu rabo.
“Você sabe que é tudo pra mim, Davi” sua voz saiu pouco ofegante e o tom era ansioso.
“As vezes acho que o senhor é louco de paixão por mim, pai” forcei um riso de nervoso, mas o papai permaneceu me encarando sério e... possivelmente apaixonado? Ele pareceu tão radiante e lindo daquele jeito.
Eu podia não separar meu irmão do seu namorado Leo pra ficar comigo, mas ao menos eu tinha meu pai com seu corpo de macho delicioso e sua bunda fodidamente gostosa para mim fazer o que bem entender. Nunca imaginei meu pai como um objeto sexual, mas ele fazia minha pica tremer e por algum motivo estranho, sentir que precisava mais do meu pai do que meu irmão. Afinal, o papai sempre me deu tudo, além de me trazer a este mundo.
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[Cap. 6]
Eu deveria está dormindo, mas me encontrei num quarto estranho e quente, e a sensação era de ter algum cara mamando no meu pau. Foi tão forte e fundo que parecia engolir minha pica até as bolas, e as vezes sentia chupar minhas bolas também, só pra apertar como se quisesse ordenhar minha rola. Mano, mesmo embaçado, tinha certeza que um macho estava pagando um boquete pra mim, com sua língua rodeando meu pau e deixando tudo babado, e esse alguém estava tão faminto por leite que mesmo delirando de prazer eu entendi que era um sonho.
Aquelas chupadas profundas e babadas eram reais pra porra, tinha que ser, porque aos poucos vim acordando e sentindo uma boca gulosa engolindo minha rola até o talo, subindo e descendo provando da minha pica como se quisesse beber meu leite de macho.
“Hhmm...” gemi antes de acordar, e quando me dei conta da situação, sua boca parecia se afastar do meu pau e eu abrir os olhos “P-Pai?”
“Bom dia filho” papai falou com a voz trêmula e nervoso, me dando um sorriso em plena manhã. “Eu não quis lhe acordar” e então voltou a me punhetar, apenas com as mãos “Entrei aqui e vi que seu pau estava bem duro, e pensei em lhe dá uma ajudinha...” disse ele num tom erótico por está com as mãos na minha rola babada.
“P-Pai... aah!”
“O papai só usou as mãos, eu juro...” mas mesmo com pouca luminosidade no quarto fechado, eu vi sua boca melada e babada como se tivesse chupado meu pau, e a sensação de antes foi tão gostosa que eu queria de novo.
“Você mente muito mal, pai” minha voz estava sonolenta, mas ainda tive força pra agarrar o cabelo do meu pai entre minhas pernas e fiz ele me mamar gostoso igual antes “Assim, chupa mais forte... aahh”
“Mmhhm... mmmhh...”
Mano, meu pai era tão bom mamando numa rola que parecia um boqueteiro profissional. Meu corpo tremia sempre que ele engolia toda minha pica e ia direto no fundo, atingindo a parede da sua garganta e descendo mais fundo no seu esôfago.
“Aahh porra! Que delícia! Vai pai... engole tudo” gemi forte vendo aquele safado do meu pai sumir com minha pica na sua garganta.
Seu nariz foi de encontro com meus pentelhos de tão fundo que ele estava e eu nem consegui raciocinar quanto tempo o papai estava com minha pica atolada no fundo da sua boca, apertando minhas bolas e ficando sem respirar porque minha rola grossa estava bloqueando sua passagem de ar, além da sua boca fodidamente aberta tentando engolir minha pica grossa, mas meu pai era um safado do caralho e ele estava engolindo tudo. Foi quando ele afastou sua boca lentamente e eu sentir sua língua percorrer todo meu pau babado.
“P-Pai... ooh porra! O senhor deixou meu pau... todo molhado e pegajoso” caralho, aquilo foi tão gostoso e eu só conseguir sentir a respiração forte do papai contra minha rola, esquentando minha pica e vendo que tinha vários fios de saliva da sua boca pro meu pau enorme.
“D-Davi... aahh... ahh... você cresceu tanto, especialmente aqui...” esse puto gostoso que era meu pai agarrou minha pica tentando fechar sua mão, mas era impossível. Eu tinha orgulho de ser tão pirocudo, mesmo isso assustando alguns caras.
“Vai pai, me faça gozar” ordenei me sentindo superior, porque mesmo que ele fosse meu pai, ele havia me dado seu corpo pra eu fazer o que bem quisesse. E eu queria meu leite no seu estômago.
“Filho, eu queria te dizer... uma coisa... antes...” ele falou ofegante, mas eu nem dei chance e já fui virando ele na cama pra deitá-lo de cara com minha rola. Eu me posicionei melhor como se fosse fazer um 69, mas na realidade é que eu só queria meter minha pica na sua garganta como se fodesse um rabo.
“O senhor precisa aprender a não falar de boca cheia” me sentir dono da situação e empurrei meu pau direto na sua boca, fazendo sua garganta se abrir e moldar no formato da minha pica.
Puta merda, eu fui metendo e metendo com força, cheio de tesão com o papai tendo a garganta macetada pelo meu pau enorme de cavalo.
“Hmmmm! Mmhhm!!! Mmhhm!!! Mmhh!!!” ele gemia abafado sempre que eu atingia sua garganta e voltava, deixando só a cabeça da minha pica dentro e enfiando de volta até minhas bolas pesadas baterem no seu nariz que respirava forte e com urgência.
“Aaahh sim pai! Você é o melhor! Isso, isso! Aaahh!!!”
A droga da cama tremia tanto que achei que fosse quebrar. Eu empurrava tanto meu quadril que minha rola estava até machucando o papai, mas esse puto nem resistia, ele já sabia seu lugar de submisso.
Enfiei e enfiei meu pau com força, recebendo o melhor boquete da minha vida, e o foda era que esse puto que engolia minha piroca e fazia sons eróticos com a boca era o meu pai, e não qualquer macho. O mesmo homem que me deu a vida, agora era meu objeto de foda e ainda o homem mais importante na minha vida. E quer saber? Eu estava amando.
Comecei a suar de tanto que machucava sua garganta deliciosa, até minha rola estava vazando porra e se misturando com a baba do meu pai que ainda usava sua língua pra lamber a cabeça da minha pica sempre que eu deixava ele respirar, só pra voltar a fazer sexo com sua boca.
“Espero que esteja com fome, papai”
“Aah... Davi-- mmmhh!!! Mmmhhh!!!”
Voltei a meter o pegando de surpresa e o papai fez um som erótico de engasgo muito gostoso. Minha pica estava banhada em saliva e cada vez que eu empurrava meu pau, sentia espirrar baba e melar o rosto do meu pai que continuava ali, sendo fodido na cara. Mas esse puto estava gostando tanto que eu via sua pica também grande quase gozando na cueca que queria rasgar. Mas eu foquei em meter nele e sentir que estava pra gozar.
“Aahh isso, pai! Mama gostoso no pau do seu filho, seu safado! Aaahh porra! Sua boca é a melhor, pai!” mano, minha boca começou a salivar e eu nem percebi que estava babando feito um animal, porque a boca do meu pai era o melhor buraco que eu já fodi.
“Mmhhh!!! Mmmhhh!!! Mmmmhhhm!!!”
Caralho, eu não aguentei mais e meu corpo vibrou com o primeiro tiro de porra vindo e eu revirei os olhos cheio de tesão, sentindo minha boca salivar enquanto prendia minha pica dentro da boca do meu pai.
“Aaahh!!! Isso! Isso! Hhmmm!!!” pressionei tanto minha piroca na garganta do papai que ele estava até sufocando, mas eu ia fazê-lo engolir toda minha porra quente e grossa.
O papai gemia abafado enquanto se engasgava com minha pica, e eu contei 8 tiros de porra contra sua garganta e continuei gozando ainda tão grosso e forte, sentindo minhas bolas peludas de macho se espremer e esvaziar até a última gota de leite. E parecia que meu corpo estava produzindo mais sêmen só pra que eu despejasse tudo no estômago do papai, o forçando a engolir meu suco de pica.
Só foi quando tremi uma última vez sentindo a última gota de porra sair que eu desabei e bati de cara contra sua rola dura na cueca. Mano, aquilo foi tão intenso que ainda sentir minha pica jorrando mais leite quando o papai afastou sua boca da minha rola e apertou minhas bolas.
Fiquei totalmente exausto, como se toda minha energia tivesse ido embora com meu gozo. Só sei que mesmo com o papai tossindo vez ou outra, sentir ele lambendo meu pau enquanto ficava mole e momentos depois ele me virou pra ficar de barriga pra cima e se posicionar ao meu lado.
Eu estava tão cansado pra qualquer coisa que quase não reparei nele me abraçando na cama, com seu corpo de macho e sua pica esfregando na minha perna.
“Davi... estou tão orgulhoso de você, filho... aahh” ele falou num tom sexual, e passou a esfregar sua rola com mais força em mim. “O papai te ama tanto, filho... aahhh! Seu cheiro é tão bom... Davi... Davi...” o papai repetia meu nome entre gemidos e foi quando ele tossiu outra vez e entendi que minha porra era pegajosa e grossa demais pra ele engolir tudo de uma vez.
“P-Pai... você engoliu tudo?” perguntei sentindo sua pica babando na minha cintura, sem me importar com ele me agarrando e lambendo meu pescoço feito o macho safado que ele era.
“Sim, Davi” então ele tossiu de novo “O papai bebeu todo seu leite com bastante proteína...” ouvir ele gemer enquanto me cheirava e me lambia forte.
Eu continuava tão cansado ainda, e mesmo quando o papai gemeu e melou meu corpo com seu sêmen quente e abundante, eu permaneci deitado, com o papai e eu pelados na cama, e sua respiração pesada e forte esquentando meu pescoço já lambido por ele.
Se passou 10 minutos e o papai não parava de me beijar e sussurrar que me ama. Me sentir refém do seu amor outra vez, e por ser nosso primeiro sexo oral entre pai e filho, eu não podia saber se ele era carente assim após o sexo ou se o motivo era eu.
“Pai...” falei e minha voz saiu falha, até que tentei mover meu corpo e isso me lembrou que nós dois estávamos deitados cheios de suor e com a cama úmida do sexo. E por ter ele tão perto de mim, tive cuidado pra não beijá-lo na boca quando virei o rosto.
“Sim, filho... o que foi?” ele perguntou animado e por eu ter demorado pra responder, sua mão desceu pro meu pau “Você quer gozar de novo? Minha barriga pode está cheia, mas--"
“Não é isso” o interrompi, já suspirando “É porque o senhor ainda não me largou, e não para de dizer que me ama e tudo mais... eu fico sem jeito” corei, e não entendi como àquilo poderia me deixar tão tímido, mesmo após ter feito sexo oral com ele.
“Mas eu sou seu pai, Davi. Eu tenho que cuidar de você e falar que te amo, porque você é tudo pra mim” foi quando ele me puxou pra deitar sobre seu peito e eu sentir o quão melado meu pai estava, e porra, seu peitoral de macho era grande e delicioso, até sentir vontade de lhe mamar no peito. “Você gosta disso, filho?” ele passou a me acariciar nos cabelos, mas eu estava focado em outra coisa.
“Sim...” respondi automático, vendo seu peito levemente aparado subir e descer com sua respiração regular e coração batendo forte.
“Eu vou cuidar de você... todo dia” sua voz parecia distante e sensual, e foi gostoso ter o papai me acariciando com suas mãos fortes de homem.
“O senhor é tão gostoso...” foi a última frase que disse antes de abocanhar seu peito e chupar um dos seus mamilos.
Papai pareceu surpreso, mas me incentivou a chupá-lo no peito, como se eu fosse seu neném e ele meu pai peitudo e macho pronto pra satisfazer minhas vontades.
Eu amo meu pai tanto, mas eu tinha certeza que ele me amava mais.
[...]
“Davi mano, se alguém te pegar olhando pro teu pai assim, vão achar que vocês fodem em segredo” a voz do Felipe me trouxe de volta a realidade e eu parei de ter pensamentos pervertidos olhando a bunda do meu pai dando aula.
Era o dia de aula do meu pai, e desta vez não apenas os caras estavam com desejo de foder o rabo do meu pai, mas eu também. Ver ele andando naquela roupa e explicando anatomia animal era tão sexy que meu pau tremia na base.
“Foi mal Felipe, eu só estava pensando demais” voltei a sentar normal, sem deixar ele ver meu pau crescendo na calça.
“Pensando no seu pai?” ele cochichou e voltou a olhar as pernas do meu pai “Posso nem julgar, seu pai é um tremendo de um gostoso”
“Não quero te ouvir falando isso enquanto eu estiver perto, seu tarado” soltei um riso vendo ele apertar o saco de propósito pra me sacanear.
“Tá beleza, vou esperar chegar em casa pra bater uma punheta pro teu pai” mesmo zoando, ele pareceu falar sério, só que eu não ligava muito, o Felipe parecia o tipo de cara que não foderia meu pai pelas minhas costas.
Mas o que me preocupa é aqueles alunos da frente pegando intimidade com meu pai e ele nem perceber que era com segundas intenções.
Quando deu a hora do intervalo e alguns alunos começaram a sair, eu pensei em ficar com o papai e quem sabe fazê-lo chupar meu pau dentro da sala vazia, porque não dava pra segurar o tesão que eu sentia por ele, ou quem sabe, só ficar junto dele e ouvir ele dizer que me ama, porque eu parecia está ficando apaixonado pelo meu próprio pai, o que era estranho.
De longe, meu pai era o cara mais gostoso da faculdade, além de ser um gato com aquela barba aparada e óculos sexy lembrando um ator pornô. Só que o Felipe me chamou pra comer alguma coisa, e eu tive que deixar meu pai sozinho com aqueles mesmos caras que mais assediavam ele.
“Vamos Davi, quem sabe a gente não se encontra com seu irmão de novo”
Acabei cedendo e fui com o Felipe me encontrar com meu irmão e seus amigos. Após ter beijado meu irmão naquele dia, a gente ainda não tinha conversado sobre, só que dava pra ver que ele realmente amava seu namorado Leo. Me sentir mal por ter cogitado roubá-lo pra mim, não seria justo ele só ter tesão. Mas quando se tratava de sexo, meu pai era o cara ideia pra isso, todo aquele corpo masculino e rabo visivelmente sexual, eram só meus. O pior é que eu me sentia indiferente perto de outros caras, eu não queria saber de flertar, nem tentar algo como namoro, porque o papai me fazia sentir como se eu fosse sua nova esposa, mesmo ele sendo quem mama no meu pau e engole toda minha porra.
“Davi, está pensando no quê? Teu lanche vai esfriar aí” Felipe falou, me trazendo a realidade.
Estávamos eu, o Felipe, meu irmão Levi, seu namorado Leo e mais 2 caras amigos seus comendo próximos a lanchonete da faculdade. E pela primeira vez, não sentir ciúmes vendo o Leo beijar meu irmão na minha frente. Será que eu superei ele tão rápido assim?
“Que foi, cara? Não fica me olhando assim enquanto estou com teu irmão” o Leo riu me encarando “Tenho medo de está beijando o gêmeo errado”
Foi quando a gente riu e eu pensei na hipótese de ser beijado pelo Leo por engano, mas aposto que até ele conseguia diferenciar meu irmão de mim. Mesmo descontraindo, pensei no papai e em como seria nosso futuro de agora em diante. Não dava pra arrumar um namorado e simplesmente esquecer o que aconteceu entre a gente. Só que eu não queria um namorado, porque nenhum macho era melhor do que ele, com aquele jeito carinhoso e safado pra cima de mim, me abraçando sem motivo e recentemente se oferecendo pra masturbar meu pau com seu corpo, aquilo tudo me fazia esquecer que existiam outros homens no mundo e eu sonhava que isso nunca acabasse.
“Ei Davi” o Felipe cochichou perto do meu ouvido e eu fiquei atento “Sei que teu irmão e o namorado dele estão quase se comendo, mas tenta não ficar duro, senão fica difícil esconder esse teu pauzão aí” ele apertou meu pau embaixo da mesa na brincadeira e eu tremi.
“Mano, não é por causa deles que eu estou assim” falei observando se alguém tinha visto.
O problema era meu pai ser fodidamente gostoso e eu não parar de pensar em quando que íamos deixar de ficar nas mamadas pra eu comer aquele seu rabo enorme com meu pau de cavalo. Até parece que ele me criou pra chegar o dia em que o dono do seu rabo seria eu.
“Foi mal galera, acho que preciso ver meu pai” dei tchau e não parei pra explicar essa minha atitude aleatória.
Porra, meu pau estava doendo de tão apertado na calça e eu precisava do papai pra saciar meu tesão. Quem sabe a gente fizesse nosso primeiro sexo anal na faculdade, e eu sabia que se eu pedisse, ele jamais ia recusar dá seu cuzinho pra eu masturbar meu pau dentro, gozando nele e enchendo seu rabo com meu leite grosso.
E mesmo que restasse pouco tempo, eu poderia chegar nele e falar o que eu realmente quero pro nosso futuro sexual entre pai e filho. Mas o que eu vi quando cheguei na sala me deixou irado cheio de fúria.
“P-Pai... o que esses caras estão fazendo com o senhor?!”
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[Cap. 7]
Adentrei a sala de aula, e quando avistei meu pai pressionado com um cara na sua frente e outro atrás, e o terceiro do lado também lhe tocando de um jeito sexual e perverso, eu me irritei e cerrei o punho de raiva.
“P-Pai... o que esses caras estão fazendo com o senhor?!” falei e eles olharam pra mim. Os 3 com uma cara de que estavam gostando, e meu pai como se não soubesse como reagir.
Mesmo vestidos, eu vi que estavam todos de pau duro se esfregando no meu pai como se ele fosse um pedaço de carne. Foi uma visão perturbadora com várias mãos em cima do papai. Estavam lhe agarrando por dentro da calça com as mãos na sua virilha e bunda, além dos peitos e tentando lhe beijar, mas o papai só virava o rosto e estava agora me encarando preocupado.
“Filho? Não é o que... aah... parece” ele tentou se soltar, só que dois daqueles caras estavam lhe pressionando muito “Já mandei pararem com isso vocês três...” ouvir o papai falando pra eles, só que ainda não o soltavam.
Eu estava paralisado, mas meus punhos doíam de tanto que cerrava as mãos. E ver aquele pau daquele babaca roçando na bunda do meu pai me deixava com o sangue fervendo. Foi quando ouvir um daqueles idiotas falarem:
“Calma aí professor, tem espaço pro seu filho aqui também” ele piscou pra mim me incentivando a participar, e eu acabei indo, ignorando sua língua lambendo o pescoço do meu pai e o pau do seu amigo ainda lhe pressionando na bunda, enquanto o outro prendia as mãos do meu pai e lhe tocava por dentro da calça.
Foi questão de segundos pro meu punho bater na sua cara e o derrubar no chão, o baque dele caindo assustou os outros e eu sentir minha mão arder de tão forte que bati nele.
“Que porra você fez?!” outro cara gritou, e quando fui lhe socar também, sentir o papai me segurando com força.
“Me solta! Eu vou acabar com a cara desses filhos da puta!” gritei com raiva vendo aquele outro merdinha se levantar do chão e eu sorri de satisfação quando vi seu rosto vermelho e ele gemendo de dor.
“Pare com isso Davi! Já chega!” papai me agarrava forte e gritava pra que eu me acalmasse, mas eu estava com tanta raiva que se o papai não fosse mais forte do que eu, eu já estaria enchendo aqueles babacas de porrada. Logo o papai disse pra eles: “Vocês três saiam daqui. E por favor Eduardo, não conte a ninguém sobre o que meu filho fez, por favor” ele falou como se a culpa fosse minha, e eu fiquei frustrado por vê-lo implorando para que não falassem nada sobre isso.
“Não se preocupe professor, vou deixar essa passar porque tenho consideração pelo senhor” foi quando vi eles saírem da sala e fecharem a porta, deixando o papai e eu sozinhos.
Como aquilo foi acontecer justamente àquela manhã? Por que o papai não reagiu e ainda botou a culpa em mim? Eu estava tão revoltado, mas tê-lo me agarrando como se quisesse me acalmar realmente ajudou.
“Preciso que você relaxe para que a gente possa conversar, Davi” ele me puxou para descansar a cabeça no seu ombro e passou a massagear meus cabelos.
O abracei de volta, só que com raiva e me segurei pra não descontar minha raiva nele, porque a imagem daqueles tarados agarrando meu pai ainda era muito viva na minha mente. “Por que o senhor não fez nada?” falei abafado com o rosto entre seu pescoço.
“Não é como se eu pudesse empurrar 3 garotos daquele tamanho sem machucá-los” papai viu que eu tinha ficado mais nervoso e me apertou mais forte contra ele “Não posso deixar você sair dessa sala desse jeito, se aquilo acontecer de novo, você pode ser expulso. E eu não quero que isso aconteça, Davi”
Após sentir o papai beijar minha cabeça e dizer que se preocupa demais comigo, eu me acalmei por ele. Afrouxando meu aperto nele, mas sem me largar do seu corpo, logo tentei perguntar o que houve “Se o senhor não queria, então por que eles continuaram fazendo aquilo?” mas o papai não respondeu, talvez por medo que eu não gostasse da resposta, então entendi que se eu não tivesse chegado antes, eles teriam abusado do meu pai mesmo com ele sendo bem mais forte que os três.
“Depois que todos saíram da sala, os três vieram perguntar sobre o assunto que eu passei hoje e foi quando percebi que eles pareciam mais interessados em mim do que na matéria” o papai falou enquanto sua outra mão subia e descia nas minhas costas, como se falasse pra mim não explodir novamente. “Eu poderia me soltar deles se quisesse, mas qualquer machucado o errado teria sido eu, por isso que você não deveria ter--”
“Pai” chamei por ele, finalmente o encarando e assim que cruzamos o olhar, eu corei por estarmos tão perto “Só me diz uma coisa...” pausei, ouvindo o silêncio daquela sala e imaginando o que estava passando na cabeça do meu pai agora “O senhor gostou de quando eles estavam--"
“Não” ele respondeu breve e eu pensei se não estava mentindo só pra me deixar mais calmo. Ele percebeu minha dúvida e continuou: “Eu estou falando a verdade, Davi. Não quero que nenhum homem me toque além de você”
Eu paralisei, sentindo meu coração pulsar mais rápido e meu pênis tremer na base. Meu rosto parecia queimar e assim que o papai beijou minha testa com carinho e me deu um lindo sorriso, eu perdi os sentidos e pensei que eu jamais encontraria outro cara melhor do que meu pai para amar.
Após vários segundos em silêncio e minha respiração forte com o peito acelerado, eu lhe agarrei para que não se soltasse de mim e antes que ele falasse que me ama, o beijei na boca o pegando de surpresa com meus lábios nos seus e comecei a beijá-lo com tesão e desejo.
“Mmhh...” papai tremeu um segundo, mas quase no mesmo instante ele me beijou de volta e agora sua boca estava na minha.
A cada movimento, eu tentava tomar o controle da situação e fui levando ele até encostar na parede e pressionar meu corpo contra o seu.
“Mmmhhm...” a gente parecia estar sincronizado porque ambos enfiamos a língua na boca do outro no mesmo segundo, e foi tão gostoso e molhado.
O barulho da minha boca na dele ficou mais erótico quando nossas línguas se roçaram e ia cada uma pra boca do outro, nos beijando forte feito homens e chupando gostoso a língua um do outro. Eu ouvia o papai gemendo abafado enquanto me lambia, e eu deixei meu pau duro na calça pra apertar o dele que latejava descontrolado. E mesmo que meu pau fosse maior, o dele também era bastante grande, e tão grosso quanto o meu.
Demoramos tanto naquele beijo, e se antes começou apenas com nossos lábios se chocando, agora eu estava até babando na sua boca, o fazendo engolir minha saliva só pra que a gente voltasse a se beijar. Eu queria tanto tirar meu pau para que a gente se masturbasse juntos como pai e filho, porque sua boca estava tão gostosa na minha que parecia um sexo entre nossas línguas molhadas.
“Mmhhm... Mmmhhhmm...”
“Mmhm... Mmhhm...”
O barulho sexual daquilo ia me fazer gozar a qualquer momento, e mesmo que eu só estivesse me esfregando no papai, foi suficiente para melar minha cueca com o gozo que ia vazando da minha pica. O ambiente quente e abafado, com nós dois nos agarrando cheios de tesão me deixou puto por mais, eu lambia e chupava sua boca, e quando sentir que ia gozar, tentei avisar a ele, só que o papai falou primeiro:
“Mmhh-- f-filho... devagar, senão eu vou g-gozar... mmmhhh!!!” foi só ele falar que eu voltei a beijá-lo de língua com força e tesão, apertando mais forte sua pica que estava prestes a gozar assim como eu.
“Mmhhm... pai... pai...” falei ofegante, vendo que nossas bocas estavam grudadas e ligadas pela saliva um do outro “Não podemos melar sua calça no trabalho, não é?” sorri safado, respirando forte e respirando o mesmo ar quente ele.
Antes que o papai me impedisse, eu já fui puxando nossas rolas pra fora e aproveitei para pegar sua garrafinha de água que estava vazia na mesa do professor.
“Não faça isso, Davi” disse ele com aquela boca molhada e lambida pela minha língua.
“É apenas leite, pai...” sorri lhe dando um selinho na boca e apontando nossas picas juntas pra garrafa aberta. “O senhor pode segurar?” lhe ofereci a garrafa e ele pareceu entrar na ideia de vez.
Comecei a nos masturbar e ainda bem que a garrafinha do papai tinha o buraco grande porque assim era só deixar nossas picas juntas e apontar para...
“Gozar! Aahhh!” gemi sentindo meu leite de macho sair pela ponta da minha pica e bater direto no fundo da garrafa transparente.
Papai gozou no mesmo instante com minha mão apertando seu pau grosso e ele pareceu se esforçar pra manter a garrafa no lugar, porque assim que terminamos de ejacular parecendo hidrante enchendo aquela garrafa de leite, eu me apoiei nele e ambos respiramos cansados com ele segurando a garrafa com nosso sêmen grosso e quente dentro.
“Pai... ahh... somos dois cavalos” brinquei vendo que encheu bastante, sem sequer cair uma gota no chão.
“Davi... qualquer um vê que isso é sêmen”
“Então é melhor bebermos tudo” o encarei, ignorando vozes se aproximando da sala e o beijei uma última vez.
O papai colocou a garrafa na sua mesa e abotoou minha calça para esconder meu pau, isso sem largar minha boca, e igual consigo mesmo. Em seguida peguei sua garrafinha com nosso sêmen dentro e levei até a boca do meu pai.
“É apenas leite, pai...” falei ansioso, imaginando aquilo tudo dentro dele.
“É apenas leite, filho” ele repetiu, abrindo a boca e bebendo devagar, como se quisesse me deixar com tesão de novo, porque vi nossas porras melar o canto de sua boca e ele pegar com o dedo pra chupar. Eu não conseguir resistir e pedi pro papai encher sua boca de leite gosmento, quente e pegajoso pra despejar na minha boca, e ele fez.
Foi o melhor beijo até o momento e ao ouvir ele engolindo e abrindo a boca pra mostrar que bebeu tudo, meu pênis dava sinal de vida de novo, mas acabamos nos afastando quando a porta se abriu e um aluno qualquer entrou na sala.
“Ah, oi professor” disse o cara e o papai tentou esconder a garrafa que ainda tinha um resto de porra dentro.
“O-Oi...” papai ficou tão lindo corado que não conseguir desviar minha atenção do seu rosto, dessa sua boca carnuda e deliciosa escorrendo sêmen pelos cantos.
“Pai, ainda está melado aqui” falei vendo outros caras entrando na sala, e mesmo assim, me atrevi a passar o dedo nos seus lábios pra eu mesmo chupar em seguida.
Era óbvio que aquele líquido gosmento, branco, grosso e melado era porra de macho na garrafa, qualquer cara daqui teria desconfiado do óbvio. E por mais que tudo isso tivesse começado de um jeito violento, foi satisfatório saber que o Eduardo demorou pra voltar pra sala porque ele estava dolorido demais pra isso. E assim que ele voltou momentos depois, o papai bebeu o resto do nosso leite enquanto o Eduardo assistia.
Eu queria me levantar e beijá-lo agora mesmo por ter piscado pra mim de um jeito sensual e discreto. E foi quase o que aconteceu.
Ele foi pra frente e assim que a maioria lhe deu atencão, o papai falou sem desviar o olhar de mim: “Vocês queiram me dar licença, garotos, mas preciso tomar uma palavrinha com meu filho. Será rápido” foi aí que eu me levantei antes mesmo dele me chamar.
Ignorei o Felipe me chamando, e só seguir o rabo do meu pai pra fora da sala. Assim que ele fechou a porta, e viu que o corredor estava vazio, eu o agarrei com força e o beijei de língua enquanto ele me abraçava e me incentivava a continuar.
[...]
“Agora que estamos sozinhos, eu queria discutir algo sério com o senhor” falei pro papai, enquanto a gente estava sentado um do lado do outro numas cadeiras do restaurante que viemos após a aula.
“Eu tenho que falar primeiro, Davi” papai olhou em direção ao banheiro pra se garantir que o Levi não voltaria tão cedo e então continuou: “Você têm umas atitudes que eu não estou gostando, Davi. E isso precisa parar” sua voz era séria e eu torci pra que não fosse problema.
“Não estou entendendo, pai” agora que ele começou uma conversa assim, eu já tinha perdido a coragem de falar a ele o que eu estava sentindo em relação a nós.
“Você tem problema de raiva, e isso--"
“Eu não tenho raiva!” assim que percebi que tinha levantado a voz, eu diminuir o tom “Pai, aquele merdinha mereceu o soco que eu lhe dei. E eu faço de novo se alguém ousar lhe tocar daquele jeito novamente”
“Acho que você esqueceu que o adulto aqui sou eu” ele disse e esperou o garçom passar pra continuar “Além de ter muito ciúmes, você não age direito quando está com raiva. Isso precisa parar, antes que você arrume problemas, filho”
A gente se encarou em silêncio e eu não acreditava que o papai estava falando isso agora, e pensar que fazia só algumas horas que estávamos nos agarrando e beijando na sala, e não apenas isso, mas eu estava disposto a levar nossa relação pra algo superior.
“O senhor não deveria me culpar de nada, fui eu que tomei alguma decisão pra que eles não continuassem abusando do senhor!”
“E se o Eduardo tivesse lhe denunciado pro diretor, você estaria expulso agora” ele agarrou minha mão embaixo da mesa e deu uma última olhada pra ver se meu irmão Levi estava voltando do banheiro. “Promete pro pai que você não vai agir pela emoção de novo, por favor Davi"
Mano, isso não estava certo. Eu não podia aceitar não fazer nada se algum momento no futuro outros caras tentarem apalpar meu pai ou gozar nele como se fosse um objeto.
Um objeto sexual?
Foi quando eu lembrei que eu mesmo estava fazendo isso, olhando apenas pro seu corpo e querendo melar ele todo com minha porra. Não foi atoa que dias antes o papai se ofereceu pra mim usar seu corpo pra me masturbar e eu só conseguia pensar nisso, sem saber se ele estava bem com a situação. O seu corpo fodidamente atraente e gostoso me fez esquecer que ele era o meu pai e não um puto qualquer de esquina. Mano, eu sentir um remorso enorme. Será que eu era igual aqueles 3 garotos que abusaram dele hoje mais cedo? Que merda ter que admitir que ele estava certo, mas o papai estava. Eu tinha problemas sérios de emoção. Eu nunca me enxerguei como alguém raivoso, eram só decisões precipitadas na minha cabeça. Mas o fato dele está preocupado comigo me deixou mal, e assim que revisei a situação, percebi que deveria mudar.
“Pai...” sussurrei e ele chegou mais perto, foi aí que o abracei me sentindo culpado e o apertei tão forte que doeu até em mim. “Eu prometo que vou ser um filho melhor pro senhor” meu coração apertou e assim que ele me abraçou de volta, eu entendi que não dava pra continuar só usando seu corpo pra satisfazer meu tesão.
“Não sei o que deu em você, mas que bom que nos entendemos, filho” então ele me beijou na cabeça e bagunçou meus cabelos brincando comigo.
“Eu preciso perguntar algo" me apressei, segurando sua mão, torcendo pro Levi está no telefone com o Leo pra demorar tanto assim no banheiro. “Sobre aquilo que o senhor falou hoje mais cedo, antes da gente... se beijar” falei essa parte baixinha porque o garçom conhecia a gente e ele estava em bastante movimento ali no restaurante “O senhor disse que não quer que nenhum homem te toque, além de...” eu estava nervoso demais pra terminar.
“Você” concluiu o papai, segurando minha bochecha e eu corei achando que ele ia me beijar em público. “Sim... eu não preciso mais de ninguém, estou feliz com você, Davi. E isso basta pra mim” vi ele corando também e meu coração acelerou pensando se o papai estava pensando o mesmo que eu. Será que ele amava como homem também e não apenas como filho?
Eu nunca tive tanta vontade de beijar alguém quanto agora. Eu percebi que nem mesmo já tivera sentido isso por meu irmão antes, porque o que eu sentia pelo Levi era possessão de tê-lo pra mim e não perdê-lo pro Leo, mas o papai era especial, porque ele me olhava de um jeito que não era apenas querendo meu pênis, e sim eu por inteiro.
Ou talvez eu estivesse louco e desesperado por amor. Ele não poderia me amar desta forma, certo? Ele é meu pai... um pai muito carinhoso, cuidadoso e fodidamente lindo.
“Ah meu Deus, pai... eu acho que eu te amo” falei pensando alto demais e no mesmo instante sentir alguém sentar na nossa frente da mesa e o papai e eu paramos de nos encarar, pois estávamos tão perto como se fôssemos nos beijar, entã fingimos fazer qualquer outra coisa natural.
“O que vocês dois estavam fazendo?" sua voz era de dúvida "Isso foi bizarro demais” o Levi sentou olhando de mim pro papai e meu rosto estava corado demais pra poder encarar qualquer um dos dois. "Vocês não vão falar nada?" então o Levi disse num tom cansado: “Querem saber? Acho que já comi o suficiente. Podemos ir embora, pai? Eu preciso me encontrar com o Leo ainda hoje"
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[Cap. 8 precisei apagar porque atingir o máximo de palavras permitidas rsrsrs mas na época foi o cap. que a galera menos votou, talvez porque foi narrado pelo Levi e não Davi. mas basicamente só há sexo entre o Leo e Levi, e depois chegam na casa do Daniel e o pai abraça o Levi com um beijo por engano achando que é o Davi, depois o Leo e Davi chegam na cena já estranhando a situação]
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[Cap. 9]
“Não é o que parece, filho” papai falou pro Levi, agora se colocando na minha frente pra esconder meu pau que continuava duro.
“É por isso que o senhor quase não liga pra mim?” ouvir o Levi perguntando ao lado de seu namorado Leo “Só porque está ocupado demais transando com o Davi?”
“Não, nós não estamos--"
“Pra que esconder dele, pai?” o interrompi, saindo de trás do papai pra olhar pro meu irmão diretamente, mas como eu continuava duro e meu pau não queria baixar, sentir um pouco de vergonha, mais vergonha pelo Leo do que meu irmão. Então usei as mãos pra manter o pau pra baixo e não continuar apontando pra frente, então disse: “Papai e eu fizemos sexo” falei sem pudor, sentindo um leve tesão ao falar isso em voz alta.
Vi o Leo sussurrando algo pro Levi, e depois pareceu que o papai havia ficado com medo dele ir embora, então falou apressado: “Me espere vestir alguma coisa, filho. Assim podemos conversar melhor”
“Tá...” foi tudo o que meu irmão disse, e o papai me puxou com ele pro quarto para vestirmos algo.
Chegando no quarto, papai já foi jogando um short pra mim vestir e ordenou que eu colocasse logo.
“Não era pra você ter dito aquilo” disse o papai já se vestindo “Seu irmão não é qualquer um pra você falar aquilo de qualquer jeito, Davi. Ele merece uma explicação”
“De que fazemos sexo?” soltei um risinho, achando desnecessário contar ao Levi sobre os detalhes.
“As vezes você é tão ingênuo, filho” disse o papai já vestido, e eu me sentir um burro por ele me chamar de burro sem eu saber o motivo. “Mas eu ainda te amo” foi a última coisa que ele disse antes de me beijar na testa e brincar comigo falando que se eu não vestisse alguma coisa, não ia permitir que eu saísse do quarto.
Até que eu queria permanecer no quarto, mas sem o papai comigo, era entediante.
[...]
Estava maior climão na sala, um silêncio perturbador e eu me irritei pelo papai querer conversar com o Levi sozinho enquanto eu tinha que ficar com o namorado do meu irmão no sofá.
“Então Davi...” ele começou, ainda prestando atenção ao filme “Eu estava querendo lhe apresentar a uma pessoa, mas parece que não é mais necessário”
“O que quer dizer?” perguntei curioso, mas na vontade de ir lá espiar a conversa do meu pai e meu irmão.
“Eu soube do que aconteceu entre você e o Levi na faculdade, ele me contou no mesmo dia”
“O que ele lhe contou?” foi quando parei de prestar atenção a TV e ele me encarou sério.
“Que você o beijou”
Eu corei de vergonha, vendo ele dá um sorrisinho.
“Está tudo bem, eu não fiquei com raiva porque vocês são irmãos. Na verdade, achei até excitante quando o Levi me contou, porque tem gente que pagaria pra ver gêmeos se beijando”
“Você é um tarado” falei com certo alívio por ele não está com raiva, e ele soltou um riso.
“Não mais do que você” foi quando ele chegou mais perto de mim e falou baixinho: “Aqui entre nós, Davi, é gostoso transar com o próprio pai?”
“Eu não transei com meu pai só porque ele é meu pai”
Talvez nas primeiras vezes sim, mas agora ele não merecia ser tratado feito puto de esquina. E antes do Leo falar qualquer outra coisa, eu me levantei, mentindo que precisava ir no banheiro.
É claro que eu precisava escutar sobre o que meu pai e irmão estavam falando. Foi então que passei o corredor e fiquei próximo a cozinha, que era onde eles estavam e me mantive quieto e escondido. Não dava para vê-los, mas eu podia escutar.
“E faz muito tempo?” ouvir o Levi falando pouco envergonhado.
“Umas semanas...” papai respondeu acanhado.
“Mas pai... vocês estarem fazendo isso, não é motivo pra parar de ligar pra mim. Eu sei que eu pareço um pouco distante, mas o senhor também não parece se importar muito comigo”
Meu irmão parecia um tanto triste, e o papai pareceu demorar pra responder, como se pensasse numa desculpa.
“Sei que eu errei como pai, e eu sinto muito Levi. Mas...” então ele parou, e conhecendo meu pai, diria que ele estava escondendo alguma coisa.
“Mas o que pai? Foi o senhor mesmo que disse que eu merecia uma explicação, e não me importa vocês dois estarem transando, eu só acho que foi cruel da parte do senhor nem sequer ligar pra mim todos esses dias que fiquei na casa do Leo"
“Eu amo seu irmão, Levi”
“Era só isso?”
Era só isso? Até eu esperava mais, não é como se o papai não falasse que me ama todos os dias, dia e noite. E pensar que justamente por ele me amar tanto como filho, eu sinto que nunca poderia tentar um relacionamento romântico com ele. Mas ao menos fazer sexo com seu corpo é uma delícia, isso até ele encontrar alguém pra ele e parar de foder comigo.
Acho que eu deveria só desistir. Foi quando dei meia volta e comecei a andar de volta pra sala, mas parei no mesmo instante que ouvir o papai falar:
“Por favor, não diga ao Davi sobre o que estou prestes a falar. Se ele souber, sinto que ele não iria gostar, e eu não quero ele distante também” a voz do papai pareceu mais baixa, e eu estava quase entrando na cozinha de tão perto que fiquei da parede.
Meu irmão Levi estava em silêncio, provavelmente esperando o papai continuar, e eu também fiquei com medo de descobrir algo que ele não quer que eu saiba. Só que... ele é meu pai, não teria como eu ter desgosto dele, independente do que seja.
“Quando você começou a namorar com o Leonardo e o Davi ficou mais hostil, eu comecei a desconfiar que seu irmão te amava de um jeito mais intenso. E eu estava certo”
“Aquele idiota...” ouvir o Levi sussurrando tímido, e se eu não estivesse tão atento, ia chegar pra falar que eu já tinha desistido dele, mas o papai voltou a falar.
“Então com o tempo passei a ficar mais próximo dele, tentando ser mais amável, paciente e lhe dando mais atenção do que devia. Eu sabia que ele tinha seus amigos, mas o Davi parecia frustrado sexualmente, então me ofereci para...”
“O senhor achou que ele precisava de sexo? E fez a vontade dele?” Levi pareceu indignado e eu corei lembrando das primeiras vezes.
“Mas ainda não aconteceu penetração” o papai falou, me deixando mais vermelho.
“Como assim ainda?!”
E como se o papai tivesse ignorado sua pergunta, ele continuou: “Então aconteceu algo que me deixou preocupado” disse ele pouco acanhado e o Levi prestou atenção, assim como eu em silêncio ouvindo tudo com a mão no peito “Eu não sabia que precisava tanto do seu irmão perto de mim, até ver ele sofrendo por você e perceber que eu tinha ciúmes disso, ciúmes dele amando outro homem que não fosse eu. Então tentei fazê-lo esquecer essa possessão que ele tinha por você porque ele não conseguia enxergar que isso era sem futuro, mas na realidade, quem acabou esquecendo de você fui eu”
Eu tentei ligar os pontos, e demorei pra perceber que o papai acabou desenvolvendo uma paixão por mim também.
“O senhor tinha medo dele querer ficar comigo e esquecer do senhor?” ouvir o Levi falando num tom preocupado, só pra depois soltar um risinho “Pai, eu amo o Leo. Sem chance de eu ficar com o Davi”
Aquilo só não doeu mais porque o errado desde o início era eu. Eu não devia insistir tanto na pessoa errada quando eu tinha meu pai por perto. E quando pensei que não podia piorar, ouvir passos no corredor e virei o rosto pra ver o Leo chegando perto de mim, em silêncio e com um sorrisinho safado na cara. Eu fiz sinal pro Leo ficar calado, e ele só ficou do meu lado, também ouvindo o que os dois estavam conversando na cozinha.
“Não diga isso. Seu irmão pode agir pela emoção e ser agressivo as vezes, mas ele só precisa de alguém pra o orientar e ser um homem melhor” papai deu outra pausa e meu coração acelerou por ter um pai como ele. “Eu tenho inveja de quem ele escolher pra namorar no futuro. Queria poder ficar com ele mais tempo, porque do mesmo jeito que você está criando sua vida, um dia ele também vai, e não gosto de perder meus meninos pra outros homens"
O Leo que estava do meu lado tentou cochichar no meu ouvido, mas eu pedi a ele pra continuar quieto. Aquilo era demais pra ouvir assim e eu queria saber porquê o papai continuava achando que eu não poderia escolher ele pra ser meu homem.
“E o senhor acha que o Davi não sente o mesmo e só quer saber de sexo?” o Levi perguntou, e eu corei pelo Leo está ouvindo aquilo também.
“Ele nunca me enxergaria com outros olhos. Mesmo que alguns garotos da sua idade me achem atraente, não acho que o Davi iria querer assumir um relacionamento com o próprio pai que tem o dobro da sua idade” deu pra sentir a aflição do papai e eu pensei seriamente em aparecer e lhe beijar agora mesmo, mas algo me impedia, e não apenas pelo o Levi e o Leo estarem ali, mas também eu não queria que o papai soubesse que eu estava espiando.
“Já pensou em perguntar ao Davi? Talvez ele entenda, pai. O senhor não pode continuar fazendo as vontades dele só porque ele precisa de alguém pra transar. E se ele não perceber o homem maravilhoso que o senhor sempre foi, eu mesmo venho aqui e dou um tapa nele”
Ouvir o Leo do meu lado soltar um riso abafado, mas eu ignorei, pois pareceu que o Levi havia abraçado o papai na cozinha, e eu sentir que deveria ser eu lhe abraçando, como sinal de desculpas.
“Você me desculpa por não lhe dá a atenção que merecia, filho?”
“Está tudo bem, pai. Só não esqueça de me ligar quando eu estiver dormindo fora. Menos de noite, porque o Leo é muito barulhento quando estamos fazendo sexo” ele soltou um riso tímido e eu encarei o Leo do meu lado que sorriu bobo sem sentir vergonha por isso.
E pensar que o garoto era bonito mesmo.
“E é verdade que vocês dois vão morar juntos?” ouvir o papai perguntar ansioso e o Leo pareceu mais atento do que eu.
“Estamos vendo isso ainda, mas prometo que o senhor será o primeiro a saber”
Foi quando puxei o Leo comigo de volta a sala porque os dois pareciam que haviam terminado de conversar. Só sei que eu precisava tomar uma atitude em relação ao papai o mais rápido possível. E eu até posso ser péssimo com palavras, mas por ele, vale a pena tentar.
[...]
Estava quase anoitecendo, e o dia até que foi legal, no almoço nós 4 comemos juntos na mesa e as vezes eu tentava não ficar tão nervoso perto do papai, porque eu não queria ele fazendo perguntas sobre eu está tão ansioso e inquieto. Foi quando limpamos a cozinha, e momentos depois o Levi e Leo disseram que precisavam voltar, e logo o papai foi buscar alguma coisa no quarto antes deles irem embora.
“Ei vocês dois” o Levi chamou eu e o Leo e ele pareceu desconfiado de alguma coisa. Nós estávamos na garagem esperando o papai voltar.
“Olha, eu não fiz nada com seu namorado” fui logo me defendendo, antes que ele pensasse que eu tentei beijá-lo também. Eu estava quase levando fama de tarado.
“Eu sei que vocês dois estavam espiando o papai e eu na cozinha” ele disse olhando do Leo pra mim, e minha cara só confirmou que era verdade, pois eu fiquei surpreso por ele perceber. “Não sei qual é sua intenção com o papai, mas não machuque os sentimentos dele”
“Eu também estou cuidando dele, mais do que você, por sinal” falei sem querer expor mais.
“Pois não parece” ele revidou na esportiva e eu respondi também.
“Você nunca está aqui pra ver”
“Porque eu não quero ver vocês dois transando”
“Mentiroso. Eu sei que você gosta” brinquei, sorrindo malicioso pra ele.
“Vocês dois sempre brigavam assim quando eram pequenos?” ouvir o Leo perguntar, e ele parecia se divertir com aquilo.
Mas foi quando o papai voltou e parou do meu lado, me deixando ansioso por pousar a mão no meu ombro. E pensar que eu fui burro a ponto de não perceber antes. Mas fala sério, meu pai sempre foi desse jeito cuidadoso e amoroso comigo, fica difícil saber se é amor paterno, sexual ou romântico, mas vai ver foram os três ao mesmo tempo, porque independente de qualquer coisa, ele vai continuar sendo meu pai e eu vou querer fazer um sexo gostoso com ele.
“Isso é pra você, Levi” o papai falou lhe entregando uma foto antiga, mas era apenas o papai e...
“Eu e o senhor quando fomos a praia” ele falou sorrindo, e eu acabei sentindo ciúmes, mas não do meu irmão e sim do papai.
“Por que eu não estou nessa foto?” mesmo que sejamos gêmeos, eu não lembrava de tirar aquela foto com o papai.
“Porque o papai me ama mais do que você” o Levi falou brincando, mas eu não rir.
“Eu amo os dois igualmente. Só pensei que seria importante pro Levi e pra mim” então o papai me encarou e eu corei outra vez, porque ele parecia tão lindo que me dava vontade de beijá-lo na boca. “E você está comigo todo dia. Isso não é o bastante, Davi?”
Mas eu fiquei sem reação. A lembrança do papai na cozinha falando pro Levi que me ama não apenas como filho, mas como homem também, me deixava ansioso. E apesar de já ter transado com outros caras antes do papai, eu nunca tinha namorado sério, e imaginar meu próprio pai como meu homem da vida, me dava gatilho.
“Bem...” Levi voltou a falar, pois meu silêncio deixou um climão no ar “Leo e eu estamos indo, pai”
Então tudo aconteceu muito rápido. Vi meu irmão abraçando meu pai e o Leo também se despediu da gente. Eu ainda esperei eles dobrarem a esquina na rua dirigindo a moto, e só foi quando o papai me chamou pra dentro que eu voltei a realidade.
Estávamos sozinhos, outra vez.
[...]
Devia ser quase 23h e eu não conseguia dormir. Amanhã tinha aula cedo, e pra me deixar mais ansioso, ainda era aula com o papai.
“Foda-se” xinguei na escuridão do meu quarto, me levantando da cama e indo pro lugar de onde eu nunca devia ter saído. “Pai? Está acordado?” perguntei, mas sem resposta. “Deve tá dormindo...” murmurei, e sem pensar em voltar, tomei cuidado pra entrar debaixo do seu lençol. Meu pai tinha um cheiro tão sexy e atraente, e por estar nu, me deu um certo tesão porque eu também estava, mas mesmo com ele dormindo, eu me atrevi a abraçá-lo e tentei pegar no sono.
“...” seu braço me puxou pra mais perto e eu aproveitei pra me aconchegar melhor nele.
“O senhor está acordado?” perguntei baixinho, sabendo que sim.
“Sshh...” papai pediu silêncio e eu obedeci, sentindo seus braços me envolverem só pra que eu não saísse de perto dele.
Eu queria poder conversar com ele agora, porque amanhã talvez a gente não tivesse tempo, só que o papai precisava dormir, então eu só aproveitei aquele resto da noite para dormir tranquilo com o homem que eu amo.
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[Cap. 10 fim temp.1]
Era manhã de uma segunda-feira, com a chuva fazendo barulho do lado de fora da sala de aula. O professor que é meu pai, usava seus óculos como de costume e hoje o papai decidiu aparar a barba, ele parecia mais atraente que o habitual, e não só pra mim. Eu já estava desistindo de tentar fazer os outros não olharem pro papai com desejo, até porque aquela sua calça de moletom dava a impressão que ele não usava cueca por baixo, pois sua bunda ficava tão visível e empinada que o tecido entrando na sua bunda deixava seu rabo muito erótico, como se o papai estivesse convidando algum de seus alunos pra lhe apalpar na bunda.
É claro que eu deveria agir depressa, senão ele pode pensar que eu não o quero e decidi encontrar um namorado que lhe fodesse gostoso na bunda. Meu pai conseguia ser um homem muito safado de um jeito discreto, aquilo me dava tesão. Imagina só quando eu finalmente entrar naquela sua bunda enorme e ele estiver gemendo pedindo pra que eu lhe foda forte e sem piedade enquanto eu...
“Davi?”
“Oi, o que foi Felipe?” perguntei assustado, deixando de focar no professor.
“Você precisa controlar isso aí” ele apontou pro meu pau, e eu estava ciente da situação “As vezes eu acho que você está com tesão no professor”
“Meu pai?” perguntei e continuamos a falar baixo para que nenhum outro cara ouvisse.
Ele balançou a cabeça que sim, e eu dei uma última olhada no rabo do papai quando ele se virou.
“Talvez eu esteja”
“Você não está falando sério”
“Claro que estou. Eu sou gay, meu pai é bissexual, e estou desconfiado que ele está procurando um cara pra transar, senão não veria pro trabalho se exibindo igual o professor Marcos” eu havia puxado a cadeira para ficar mais perto do Felipe, que parecia surpreso.
“Qualquer um pode transar com seu pai, você não precisa--”
“Eu preciso sim” o cortei, chegando perto do seu ouvido enquanto meu pai estava ocupado respondendo a dúvida de outro aluno. “Aqui entre nós Felipe, mas acho que praticar incesto não me parece tão ruim”
“Então você pretende...”
“Sim” respondi breve.
“E caso seu pai não queira? Vai forçá-lo a isso?”
“Não vou estuprar meu pai, se é o que você está pensando. Eu sei que ele quer”
“E como você sabe?”
“Ele é meu pai, Felipe, eu só sei”
Então o papai olhou diretamente pra nós e eu me afastei do Felipe, voltando a prestar atenção na aula, e tentando não me distrair com sua bunda mexendo a cada passo seu.
[...]
Após as aulas acabarem, eu caminhei ao lado do papai sem saber pra aonde ele estava indo.
“Então pai, após a academia está afim de sair comigo pra comer?”
Ele continuou andando devagar e eu me mantive perto dele. “Você está gostando daquele garoto?” ele perguntou ignorando minha pergunta e eu não entendi aquela reação repentina “Porque se estiver, tudo bem. Eu só preciso saber se ele é bom o suficiente pra você”
“Claro que não, pai. O Felipe pode ser gay também, mas somos só amigos” me justifiquei rápido “Eu juro”
Ele parou e me encarou colocando uma mão no meu ombro “Eu só quero que você seja feliz, Davi, não deixe de namorar por minha causa. Eu sei que você gosta quando estamos sozinhos nos divertindo, mas--"
“Pai, para com isso, eu não preciso de nenhum outro homem” e sem me importar com um grupo de alunos passando no corredor, eu o abracei forte ali mesmo “Eu preciso contar algo pro senhor, na verdade, eu estava querendo isso já faz um tempo...” falei baixinho, quase como se sussurrando, e estar tão colado no papai me deixou quente.
Porra, eu deveria pensar com a cabeça de cima e não com a de baixo, mas ele mexia comigo de um jeito que meu pau falava pra penetrar aquela bunda enorme.
“Acho que agora não é a hora, filho...” sentir o papai afastar minha mão que estava na sua bunda e eu só vim perceber porque ele disse.
“Me desculpa pai, foi sem querer”
Droga, eu estraguei tudo.
“Mas era isso que você queria falar pra mim?” ele esperou outro funcionário da faculdade passar e devagar cochichou: “Você não precisa pedir, Davi” seu hálito era quente contra meu ouvido e achei sua voz sexy demais para estarmos em local público “Eu nunca proibir você de fazer sexo com minha bunda. Quando eu disse que você podia fazer qualquer coisa comigo... era qualquer coisa mesmo” então ele se afastou e me deu um sorriso tímido e safado, só para me beijar na testa com carinho e dizer que me ama.
Não consegui falar nada, além de dizer que também o amo e o ver caminhando de volta com suas nádegas subindo e descendo sempre que ele andava. Eu fiquei atordoado com ele oferecendo o seu rabo pra eu masturbar meu pau dentro. Ou melhor dizendo, foder seu cuzinho que deveria ser tão apertado quanto um virgem.
“Porra...” demorei um pouco, mas logo o alcancei.
Papai havia entrado numa sala e foi conversar com um colega de trabalho sobre algo que eu não prestei atenção. Eu podia sentir meu pau ficando duro, mas eu aguentei o tesão e a visão futura do papai gemendo no meu pau. Eu deveria dizer pra ele o quão erótico ele parecia quando se abaixava pra pegar algo que caia no chão.
“Aqui”
“Obrigado Daniel” o cara agradeceu pegando o papel que o papai apanhou pra ele.
Eu poderia está só imaginando, mas parecia que muitos dos caras daqui sonhavam em foder meu pai. Não era apenas os alunos, mas até o professor Marcos já meteu pica no meu pai há alguns anos. Quem iria garantir que outro professor não iria quer lhe botar de 4 e enfiar o pau dentro?
“Vamos, Davi?”
“Estou indo” me levantei e voltamos a andar, agora em direção ao carro. Passei o caminho quase todo olhando pra ele e pensando na cara que meu pai iria fazer quando estivesse embaixo de mim levando meu leite no cu.
“O que foi? Por que está me olhando assim?” ele pegou a chave e antes de abrir a porta, eu o segurei e o abracei de novo, só que desta vez, agarrando sua bunda de propósito “Acho melhor irmos pra casa primeiro”
“Não, eu preciso do senhor agora” o beijei no pescoço, o lambendo, e logo o papai tremeu.
“Alguém pode nos ver... pare com isso, Davi” sua voz era tensa e eu sentir que ele estava realmente preocupado, mas eu não podia aguentar até chegar em casa.
“Eu quero transar, pai” afundei minha mão mais fundo na sua bunda e minha pica já estava dura “O senhor falou que eu posso meter meu pau no seu rabo, não foi?”
“Mas estamos em público...” ele acabou gemendo quando eu adentrei sua calça e enfiei minha mão mais fundo.
“Todos já sabem que o senhor é um safado mesmo” o encarei corado, e o vi olhando pros lados pra ver se vinha alguém.
“Não fale assim, eu sou seu pai”
“Então por que o senhor não está usando cueca?” foi só eu falar isso que ele fez uma cara de como se eu estivesse pegado ele no flagra.
“Eu esqueci...”
“O senhor nunca foi um bom mentiroso, papai” soltei um riso de nervoso, empurrando minha virilha contra ele só pra aliviar a pressão da minha pica.
“Tem alguém vindo” papai me alertou nervoso e eu vi outro professor se aproximando.
Eu não podia desistir agora, não quando o papai estava ficando duro também. Dava pra sentir sua rola endurecendo contra a minha, e eu pensei que por estarmos no estacionamento, os outros carros iriam nos cobrir, mas mesmo de longe, qualquer um veria minha língua invadindo a boca do meu pai.
“Mmmhh!!!”
Lhe agarrei com força pra não se afastar de mim, e enfiei minha língua no fundo, lhe beijando com força e com vontade, e mesmo que o papai me beijasse de volta, eu podia senti-lo tentar se afastar de mim por justamente estarmos em público.
Foi uma delícia provar da boca do papai ao ar livre no estacionamento da faculdade, com o vento batendo e o barulho das nossas línguas e chupadas se tornando cada vez mais audíveis. Mas infelizmente não durou pra sempre.
“Daniel?!” um cara chamou a atenção do papai e rapidamente ele me escondeu atrás dele só pra se virar e responder.
“Juliano! É você” ele forçou um riso de nervoso e eu aproveitei pra esfregar meu pau na bunda do papai.
Porra, eu estava com tanto tesão. Não era justo ele dizer que eu podia fazer sexo com sua bunda e agora está resistindo a isso.
“Olha, você pode por favor não comentar com ninguém sobre o que viu aqui? Eu não tive a intenção de... aahh”
“Me desculpa papai...”
Depois que ele gemeu por eu ter penetrado seu rabo com dois dedos já molhados com minha baba, ele só abriu a porta do carro e deu sinal pra eu entrar.
“Não se preocupe, eu não vi nada. Mas esse daí é seu filh--"
“Não! O Davi voltou pra casa com o irmão!” papai parecia nervoso, mas pela porta continuar aberta e ele em pé, eu conseguia ver sua rola dura marcando na calça de moletom.
“Papai, o senhor é um pervertido...” por estar no banco de trás, eu presumir que fôssemos transar, porque eu não ia sair dali até penetrar aquele rabo delicioso do meu pai. Eu amo ele, e mesmo que não desse pra falar isso agora por estar tão excitado, eu ia demonstrar meu amor fodendo o seu corpo de macho toso. Logo fui tirando a calça junto dos sapatos, e ainda bem que o vidro era escuro, senão qualquer um teria me visto pelado lá dentro com a pica enorme dura pra cima.
“Estou indo aqui. Cuidado na vida, Daniel”
“Você também. Tchau”
Um silêncio, então ouvir outro carro dar partida e foi o sinal que eu queria.
“Pai?” chamei e assim que ele viu minha situação, o papai corou de boca aberta surpreso, e eu pude ver sua boca salivando me vendo pelado no banco de trás.
“Espero que saiba que...” o vi sentar no banco e fechar a porta “Se você não fosse meu filho...” a visão do papai tirando a roupa me deixou mais animado “Eu nunca faria isso em local de trabalho” ele olhou de mim pro meu pau e eu abrir mais as pernas.
“Vem mamar, papai” lhe dei um sorriso safado, ainda sentindo a língua do papai na minha boca de tão forte que nos beijamos antes.
Mano, eu estava encostado na outra porta com as pernas bem abertas, e o gostoso do meu pai só caiu de boca na minha rola como se fosse um enorme e grosso picolé. A maneira que ele me chupava até o fundo e ia usando a língua pra rodear a cabeça da minha pica me deixava louco.
“Ahh sim! O senhor sabe como chupar na minha rola! Mais fundo, mais... aahh porra!”
“Mmhhm...”
Puta merda, meu pai sumiu com minha pica dentro da sua garganta. Sua cara estava atolada na minha virilha e minha pica esquentou tanto que eu podia gozar agora mesmo, mas ele se afastou, lento e passando a língua, deixando minha piroca toda babada e vazando leite da ponta.
“Por que o senhor não continuou? Eu queria gozar na sua boca”
“Achei que você quisesse gozar aqui...” ele falou com a boca melada e pegajosa, se arrumando pra deitar no banco com as pernas levantadas e expondo seu buraco minúsculo piscando pra mim, junto do seu pau duro apontando pra cima.
“Pai... eu te amo tanto!” podíamos ser dois homens fortes, mas foi suficiente para me posicionar com a cabeça da minha pica na sua bunda e já abrindo seu buraco com a cabeça da minha rola.
“Devagar, Davi...” ele pediu e eu parei.
“Pode deixar comigo, pai” cheguei perto pra lhe dá um selinho na boca e ele me puxou pra beijar meu rosto.
“Só se garanta de gozar tudo dentro de mim”
Lhe dei um sorriso safado e empurrei meu pau pra mais dentro, sentindo minha pica apertar e esquenta. Eu estava tão duro e alucinando de tesão que quase não percebi o papai gemendo na minha pica. Eu segurei suas pernas pro alto e com minha pica toda babada e molhada, eu o penetrei mais forte e fundo.
“P-Pai, o senhor está apertando minha pica... aah!” mano, eu parei com mais da metade da pica dentro e minha pica pulsou forte, sentindo o rabo do papai tentando me espremer pra fora.
Ele parecia se esforçar pra levar tudo até o talo, e quando a gente se encarou e eu percebi que era meu pai que estava fodendo, o homem que me fez e me criou, e estava sempre a minha disposição pra tudo, agora estava abaixo de mim de pernas abertas e rabo expandido pela minha rola grossa. Porra, eu queria tanto marcar seu corpo como minha propriedade.
“Davi... aaahhhh!!!” ele gemeu alto assim que eu comecei a meter pra valer, empurrando meu pau babado e penetrando seu cuzinho apertado com força.
“Desculpa pai... mas não dá pra segurar... aahh isso é tão gostoso!” tirei e meti de novo, cada vez indo mais fundo e ouvindo o putinho do meu pai gemer meu nome e pedindo pra ir um pouco mais devagar, só que eu estava tomado pelo tesão e eu só sabia meter, meter e meter, até que... “Aahh porra! Entrou tudo!”
“Minha barriga... você está muito fundo! Ahh...” o papai jogou a cabeça e abriu a boca pra respirar melhor.
O calor também era grande e mesmo que a janela da frente estivesse só um pouco aberta, o cheiro de macho era forte e o suor foi inevitável.
“Ei pai...” deitei sobre ele, com a pica ainda atolada no seu cu apertado. “Eu também te amo, o senhor sabe, né?” então afastei minha pica e meti de novo, alargando seu rabo com minha rola dura de cavalo.
“Faz isso de novo, Davi... aahh sim... mete mais... assim...” ele me abraçou como se não quisesse que eu parasse, e eu comecei a meter sem parar, só que lento e tão fundo quanto sentir sua barriga inchar com a cabeça da minha pica.
“Depois daqui... aahh... o senhor será somente meu” lhe beijei outra vez, só pra lhe ouvir gemendo enquanto eu enfiava até o talo no seu cuzinho outra vez. “Eu quero poder foder o senhor todos os dias, pai... só promete pra mim que o senhor vai liberar o cuzinho sempre que eu pedir” gemi ofegante contra ele e um pingo de suor escorregou da minha boca.
“Davi” estávamos tão próximos que respiramos o mesmo ar, e meu pau não parava de lhe foder e estocar suas entranhas no fundo. “Eu prometo, eu faço qualquer coisa por você, meu filho... ahh..."
Aquele foi o sinal que eu podia ir com tudo, nós juntamos as testas e após o papai pegar ar, ele falou outra vez que me ama e enfiou a língua na minha boca, me incentivando a transar com sua bunda carnuda e redonda.
“Mmmhhm!!!”
“Mmhhh...” eu meti e meti, arregaçando seu cuzinho com minha piroca, enquanto chupava sua língua e tinha nossos corpos colados e suados no banco de trás do carro, no estacionamento da faculdade a luz do dia.
Fazer sexo gay com meu próprio pai em público foi mais gostoso do que eu pensava, eu estava puto de tesão quando comecei a levantar o quadril só pra ir com tudo contra seu rabo guloso que já estava levando todo meu pau de cavalo sem pedir pra parar. Meu pai era o macho gostoso e rabudo que eu queria foder a vida toda, mesmo quando for no seu aniversário, no dia dos pais, no natal, festas e eventos, na minha formatura e pelos restos dos anos seguintes, eu iria destroçar aquele rabo delicioso e moldar no formato da minha pica todos os dias só pra lhe encher com minha porra grossa e quente.
Ele voltou a gemer abafado, e eu que estava comandando a foda, transando com sua bunda com minha rola incansável, e ainda chupando sua língua com minha boca que não parava de salivar e derramar sobre a sua que estava aberta.
“Mmhh... D-Davi... ahh... aahhh... aaaahh!”
“P-Pai... geme pra mim, diz que o senhor ama quando eu meto minha rola com tudo no seu cu, vai... aahh!!!”
Mas ele voltou a gemer alto e tudo o que o papai conseguia falar era meu nome e gemer feito putinho gostoso que ele era. Minha rola dura feito aço ia lhe macetando fundo, e mais fundo, abrindo seu interior e lhe dando uma surra de pica. Sem parar, várias e várias vezes sem perceber que o carro estava tremendo e a gente gemia alto demais, cada vez mais sentindo meu pau querer jorrar leite, e minhas bolas baterem na sua bunda na medida que eu lhe fodia com agressividade.
“Aah porra! P-Pai! Aaah! Aahh!”
“Mmhhhm!!! Davi!” o papai ficava tão lindo levando pica, a cara de prazer que ele dava toda vez que eu arrombava seu buraco era muito excitante, eu podia gozar a qualquer momento que eu jurava que ia continuar duro.
Mas assim que o papai arranhou minhas costas e revirou os olhos sem conseguir gemer meu nome direito, ele começou a gozar com força e apertou o rabo.
“Oohh pai! Desse jeito eu vou—Aaaahh!”
“Mmmmmhhhhmm!!!”
Puta merda, eu atolei até as bolas e nos abraçamos com tanta força que doía, mas o tesão de jorrar meu leite grosso no fundo do seu rabo me fez revirar os olhos de prazer. Meu corpo estava quase se juntando ao do papai, porque gozamos tão forte que nossos corpos pareciam derreter.
Caralho mano, eu perdi a noção do tempo quando voltei a realidade e vi o papai acabado embaixo de mim com o rosto suado e babado, cabelos úmidos e expressão erótica na cara.
“Eu consigo sentir... seu sêmen na minha barriga...” ele falou ofegante e exausto.
Eu tomei um pouco de ar e forcei minha cintura pro meu pau não sair de dentro dele “Eu ainda não terminei, papai” sorri pervertido e ansioso.
“Filho... alguém pode nos pegar aqui se você-- aaahha! V-Você está ficando duro dentro de mim!”
“Eu já falei pai...” voltei a meter com seu cu já lubrificado com meu leite e ele só aceitou que seria meu depósito de porra. “O senhor é só meu”
[...]
Eu perdi a noção do tempo e espaço, o quarto estava quente e os lençóis úmidos de tanto que gozamos e suamos, cada vez mais produzindo mais leite só para fazer o papai engolir ou encher sua barriga mais do que ele aguentava.
Eu estava com a pica dura enfiada no seu rabo, e meu pai Daniel totalmente pelado e suado de 4 feito cachorro, com a bunda erguida naquela cama do motel com a boca melada de tanto que mamou no meu cacete.
“Aaahhh! Sim! Isso! Isso! Pai, o senhor é uma delícia! Oohh porra! Vou gozar de novo!” gritei o mais alto que pude entre as paredes daquele quarto de motel.
“Davi-- Aaaaahhh!” o gostoso do meu pai desabou na cama outra vez e eu virei pra ficar de cara pro meu pau melado. “Filho... já deve ser meia noite...”
“E eu sei que o senhor aguenta mais, papai” lhe ofereci meu caralho e ele chupou meu pau mole e bolas peludas com gosto e tesão. “Eu poderia transar com o senhor todo dia que nunca ia me cansar”
“Mmhh... Mmhh...” ele tentou falar, mas estava com a boca cheia engolindo meu saco que produzia cada vez mais leite só pro papai beber.
1 hora depois recebemos outra ligação do Levi e desta vez quem atendeu fui eu “O que foi agora irmão?”
O papai tentou abafar os gemidos, mas ele sabia que não ia aguentar tanto enquanto eu estivesse lhe macetando no rabo com força e causando barulho de sexo alto e erótico.
“O papai... está com você?” Levi perguntou e pelo seu tom, ele devia saber o que estava rolando.
“Ahh... por que está ligando de madrugada, Levi? Aah...” atolei mais fundo, dando outro tapa na bunda do papai e ele agarrando forte nos lençóis.
“O que vocês estão... fazendo?”
“Por que não ouve você mesmo?” então deixei o celular no viva-voz e o joguei ao lado da minha pica que ia abusando do rabo guloso do papai.
Cada vez mais forte, bruto e animal. Transando gostoso com o homem que eu pretendia foder pelo resto da minha vida, e quem sabe beber do seu leite paterno e pegajoso também. Porque meu pai era meu vício sexual, e a razão pela qual eu e o amava tanto. E se eu estava lhe enchendo com minha porra grossa de macho, é porque eu sou apaixonado nesse seu rabão guloso e no homem que ele é.
Eu conseguia ouvir meu irmão Levi batendo uma punheta do outro lado do telefone e antes de gozar, novamente, eu me deitei sobre o papai e o beijei lento na boca.
“O senhor quer que eu pare?” perguntei e rapidamente ele disse:
“Não enquanto houver leite nessas suas bolas” foi quando ele gemeu de novo e eu sentir que ia gozar.
“Pai... eu deveria ter dito antes, mas eu só quero o senhor pra minha vida. Então por favor, me desculpa se eu não fui um bom filho, apenas seja meu, pai"
Ele me beijou de novo e eu sentir que além do seu rabo, eu estava viciado em beijá-lo de língua. “E-Eu sou todo seu, filho... todos os dias e... aahh”
“E todo o tempo”
[...]
Na manhã, acordamos cansados e melados, com o papai e eu juntos, no silêncio daquele quarto de motel feito para transar.
Eu aguardei ele acordar em silêncio, sentindo seu corpo no meu e ouvindo sua respiração tranquila em mim. Foi aconchegante, gostoso e gratificante ter meu pai comigo na primeira manhã como amantes juntos. Eu era seu menino que precisava de conserto, e ele meu pai pronto a me ensinar a ser um homem melhor.
Eu podia não ser perfeito pros outros, mas ele sempre seria meu pai, professor e eterno homem com quem eu iria ter o prazer de compartilhar a cama.
Um suspiro seu e eu nos cobrir com o cobertor, nos escondendo da luz matinal por entre as cortinas.
“Filho...” ele bocejou cansado, logo percebendo a bagunça que fizemos.
“O senhor acordou bem?” passei a mão na sua bunda e ele gemeu baixinho.
“Minha bunda está acabada” ele soltou um riso e eu também.
Se passou algum tempo em silêncio mútuo, apenas nos encarando e as vezes sorrindo, pensando no que daria dali pra frente, e mesmo que não fosse perfeito, apenas o amor e sexo valia a pena, pois o que vale é o que você sente por aquela pessoa, e com essa pessoa sendo meu pai, tinha tudo pra ser perfeito.
No entanto, assim como todos os dias, eu sabia o que vinha a seguir, e prevendo isso, com o coração acelerado, porém feliz e realizado, falamos ao mesmo tempo:
“Eu te amo pai/filho”
-//-
[Temp. 2 está bem mais elaborada com mais romance e cenários de sexo diferentes, se eu conseguir posto amanhã, mas 1 cap. por vez]
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Comentários (1)
Nikkuzfhk: Que gostoso, que texto bem escrito, achei lindo a relação de pai e filho. Queria podia escrever bem assim, ansioso pro próx capitulo.
Responder↴ • uid:1d1rlhp76qc7