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Exibindo a Filhinha Inocente pro Doutor no Consultório - O Início de Tudo

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Mamãe Voyeur

Minha filhinha ingênua, Ágata (14), era muito imatura pra idade. Então a levei ao psiquiatra infantil. Só não esperava que o doutor fosse abusar da sua inocência no exame!

Querido leitor... Já te adianto que meus textos são para quem gosta de contos bem escritos, ricos em detalhes e um pouco mais extensos que o normal... Então peço que tenha paciência para ler todo esse relato inicial, pois é aqui que começa a inusitada história da minha ingênua filha, Ágata. Sobre como, aos 14 anos, ela se transformou numa exibicionista juvenil. A princípio, começou de forma involuntária, sendo induzida por mim por questões que explicarei nos relatos, mas logo isso se tornou uma porta de entrada pra ela viver experiências cada vez mais... "Intensas", nessa área. Rsrs...
Esse primeiro conto é a introdução dessa jornada de auto-descoberta dela enquanto fêmea... Que foi aos poucos deixando sua pureza de lado e entrando mais fundo no prazer inebriante do mundo sacana do exibicionismo... E é uma leitura crucial para você entender o que levou ela, uma pré-adolescente infantilizada e bobinha, e eu, uma mãe careta superprotetora, a nos tornarmos, respectivamente, na exibicionista safadinha tesuda e na voyeur sem escrúpulos que somos hoje! Rsrs...

Sem mais delongas, vamos ao relato!

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O colégio da minha filha adolescente era daqueles que mesclam ensino fundamental e médio, e ela estudou lá a vida toda. Sempre foi muito elogiada pelos professores e colegas, tirando notas altas e se comportando bem. Um amor de menina...
Por isso, quando na reunião escolar de pais e mestres, a pedagoga da escola me convidou pra falar comigo sozinha na sua sala, eu me surpreendi e logo fiquei imaginando o que a minha doce, gentil e inocente Ágata, que na época tinha seus recém completados 14 anos, poderia ter feito de tão grave pra justificar essa conversa em particular.

A acompanhei até o seu escritório, aflita.
Ao chegarmos lá, a mulher, vendo minha cara de preocupação, tratou logo de me tranquilizar dizendo que a minha menina não havia feito nada de errado. Mas, então, emendou em seguida explicando que na verdade o problema não era o que ela fazia, mas sim o que deixava de fazer: Ágata não se relacionava bem com os colegas de classe.
Não era uma questão dela estar tendo rixas ou brigas em sala de aula, e sim o fato de que os professores relatavam que ela ficava sempre muito excluída, isolada, deslocada, sem interagir profundamente com nenhum dos jovens da sua idade.
E eu devo confessar... Que tal informação NÃO me pregou totalmente desprevinida.

Já tinha me dado conta de que minha filha nunca convidava colegas pra ir lá em casa, e que também jamais foi convidada pra ir com uma delas passear no shopping ou pra lugar nenhum. Então já suspeitava que seu relacionamento com as outras adolescentes não fosse dos melhores. Ainda assim, ouvir aquilo sendo confirmado pela pedagoga me causou uma certa estranheza, pois Ágata nunca foi uma garota tímida. Pelo contrário, era muito extrovertida, falante, se entrosando bem em conversas bobas com adultos e, principalmente, com crianças bem mais novas.
Tentando entender do que a Pedagoga estava falando, contei-lhe esse fato. A mulher assentiu com a cabeça e prosseguiu dizendo...

Pedagoga: — Mas acho que esse é exatamente o ponto, mãezinha. Eu venho observando a Ágata de longe durante os intervalos do recreio, e notei que ela passa todo esse tempo de forma bem diferente das outras adolescentes. Ao invés de ficar sentada em algum canto conversando com colegas da mesma idade, sua filha prefere dedicar-se a atividades infantis com as alunas e alunos mais novos... Brincando de pique-pega, de pular corda, saltar amarelinha e coisas do tipo... E as crianças a adoram por isso, com ela sendo até um tipo de "ídolo teen" entre eles. Hahaha...

Explicou, descontraída, tentando aliviar o clima antes de continuar sua fala num tom mais sério.

Pedagoga: — Por isso, não acho que o problema dela seja necessariamente algum tipo de reclusão instrospectiva ou tendência antissocial... E sim, talvez, um atraso no desenvolvimento intelectual, que a deixa com uma idade mental mais proxima da das crianças, do que das colegas de turma...!

Essa fala me deixou transtornada. Tentei não deixar transparecer, mas foi um baque ouvir a educadora dizer que minha filha podia ter algum tipo de "problema mental", por assim dizer. Fiquei, ao mesmo tempo, ofendida e preocupada, pois nunca havia visto a coisa por esse ângulo ou sido confrontada com essa possibilidade.
Talvez por ter percebido minha expressão facial endurecer, a pedagoga terminou a conversa tentando melhorar o clima... Ressaltando o fato de que, apesar de tudo, Ágata era uma excelente aluna, que ia bem em quase todas as disciplinas, e que apenas achou necessário trazer a tona esse "pequeno disturbio relacional" para que eu ficasse ciente e atenta, podendo então decidir fazer ou não algo a respeito.
Agradeci-lhe pelo alerta ainda atônita com tudo o que tinha ouvido, e sai de lá aflita e pensativa, chamando minha filha pra irmos embora ao fim da reunião.

No carro a caminho de casa, fiquei olhando pra ela pelo espelho retrovisor.
Estava sentada no banco detrás, mexendo num joguinho de celular, totalmente distraída e despreocupada, cantarolando a música tema que provavelmente saía do jogo através dos fones de ouvido.
Inconscientemente, comecei a lhe analisar em silêncio, constatando todos os aspectos visíveis dos seu amadurecimento. E ela era uma mocinha linda... Olhos claros, castanho esverdeados, quase da cor do mar... Pele branquinha, com algumas poucas sardas salpicando sua face, só o suficiente para lhe conferir um charme a mais. Os cabelos loiro-escuro ondulados, quase cacheados, emoldurada seu rostinho lindo de menina-mulher... Aliás, seu rosto era, talvez, a parte mais "criança" da sua anatomia... Pois ainda não havia perdido 100% daquele arredondamento típico da infância, e combinava bem com a sua personalidade pueril, inocente, ingenua... Ainda "imatura" pra idade...
Mas era só a sua carinha que, apesar de linda, continuva ainda tendo um ar meio infantil...
Já que, de resto, Ágata já era praticamente uma mulher!
Com características femininas em evidência, não era nem gorda e nem magricela. Era magra, "normal". Os seios, já de tamanho médio e ainda crescendo, estavam bem demarcados, em relevo sob blusa branca do uniforme. Tinha uma altura mediana pra idade e gênero. As coxas eram compridinhas, arredondadas, relativamente grossas, com um torneado natural que advinha da sua boa genética. O shortinho azul elástico que ela usava parecia apertado em seu corpinho juvenil, comprimindo suas pernocas, quadril e bumbum saliente, que repousava sobre o assento traseiro do veículo. Outra coisa que o shortinho deixava bem "marcado" era o capôzinho de fusca na sua virilha, que já não era mais o de uma garotinha... Tendo um volume acentuado.
Era a primeira vez em tempos que eu a observava de forma tão demorada e atenta assim, conferindo seu corpo... E não me parecia a anatomia de uma adolescente com "atraso de desenvolvimento"...
Será que a minha Ágata tinha realmente algum "atraso" mental? Tal pergunta martelou na minha mente a viagem de volta inteira...

Enfim, chegamos em casa.
Como ainda não tinha certeza de coisa alguma, decidi não relatar nada a cerca do assunto da conversa com a pedagoga ao meu marido, guardando aquela informação só para mim por enquanto, até descobrir o que fazer a respeito.
Meu esposo, Cauã, era o único bom provedor da casa, estava sempre ocupado. Trabalhando muito, não apenas para nos trazer o sustento mínimo, e sim para não deixar nos faltar nada, e até mesmo proporcionar certos luxos a mim e a nossa filha. Então não queria preocupá-lo "atoa" por algo que podia ser nada além de uma suspeita infundada.
Dormi aquela noite com isso em segredo, enfrentando dificuldade para pegar no sono devido a toda apreensão que dominava minha mente.

Na manhã seguinte acordei já determinada a agir, e com um plano imediato traçado na cabeça. Era sábado, mas mesmo assim o meu marido estaria trabalhando meio período naquele dia, voltando pra casa só a tarde.
Após ele sair pro escritório, acordei nossa filha e a instruí a se vestir, dizendo que iríamos a uma consulta de rotina com o médico.
Na verdade a levei de carro até um terapeuta infanto-juvenil que me foi recomendado pela pedagoga do colégio de Ágata. O doutor era um homem de meia idade, cujo a imagem transmitia confiança, com formação em psicologia e psiquiatria, especializado na mente de crianças e adolescentes. Como ele já tinha ouvido a cerca do caso da minha filha através daquela que o indiciou pra mim, com uma só ligação o bom doutor concordou, solicito, em me atender em cima da hora naquele final de semana, mesmo sem agendamento, e fora do horário comercial habitual.

Assim que chegamos, fomos recebidas pelo doutor, que veio abrir a porta pessoalmente, com um sorriso simpático e caloroso. Como esperado, a clínica estava vazia, já que ele havia aberto ela em um dia atípico apenas para nos receber em caráter "emergencial", por assim dizer. Tratei de lhe agradecer mais uma vez por essa gentileza, mas ele me garantiu que era um prazer poder ajudar. Olhou para minha filha de forma demorada, com especial interesse.
A menina estava linda, como sempre, vestida de maneira comportada, e meiga... Mas linda. Os cabelos ondulados estavam bem peteados e arrumados com um par de presilhas peroladas.Trajava um vestido floral de mangas bufantes, cujo a saia chegava até os joelhos e o "decote" terminava bemm antes dos seios, mostradando somente o seu pescoço, clavícula, braços e paturrilhas. A peça única contava com uma dúzia de grandes botões frontais (que prendiam/fechavam pela parte da frente). O look, apesar de básico, cobria mas não disfarçava o cortorno no seu busto, e marcava bem a sua cintura fina e quadril mais larguinho, lhe conferindo o aspecto puro e bucólico de uma linda camponesa pré-adolescente.

O doutor, após a olhar da cabeça aos pés, e dos pés a cabeça, discretamente, enquanto nos comprimentava, conduziu-nos até a sala de espera e pediu para Ágata permanecer ali por um tempo, pois queria conversar a sós comigo primeiro. Nisso ela ficou sentada lá, pegando o celular, os fones de ouvido e abrindo o aplicativo com seu jogo favorito, enquanto eu entrei com o doutor no consultório.
Tão logo a porta se fechou atrás de nós, ele me convidou a sentar de frente pra sua mesa e, também se sentando do outro lado, me pediu pra lhe transmitir o panorama geral do que estava me preocupando a cerca da minha filha e o que estava motivando nossa visita naquele dia.
Sem hesitar, já tendo ensaiado isso a viagem toda até ali, eu despejei sobre ele todas os fatos de que o mesmo já tinha conhecimento, por os ter recebido por ligação e mensagens (minhas e da pedagoga) previamente, além de lhe dar algumas informações adicionais. Relatei a ele sobre o que me foi dito na reunião escolar, sobre como ela mal interagia com os colegas de classe, mas se dava bem com os alunos mais novos, com os adultos próximos e etc... Dei a ele um resumo sobre o que eu entendia da personalidade dela, e o doutor apenas ouviu tudo com atenção, fazendo anotações, sem me interromper. Pelo meu tom, acho que ficou bem claro o quão aflita eu estava com a possibilidade da Ágata ter mesmo algum tipo de "deficiência intelectual" ou algo assim...
Depois de uns quase 15 minutos de fala, eu havia terminado.
O doutor acenou com a cabeça em sinal de compreensão, conferindo as notas que tinha tomado. Então me orientou a relaxar, dizendo que aquilo que eu lhe relatava, por si só, não era um comportamento tão atípico assim pra uma jovem na puberdade. Contudo, me pediu pra ter uma conversa em particular com a garota, pois queria fazer uma análise pessoal e perfil psicológico rápido, pra ter certeza de se tinha algo pra se preocupar ou não.
Eu, é claro, concordei. Mas lhe confidenciei o fato de que ainda NÃO havia conversado com ela a respeito desse assunto, que a mesma estava ali acreditando ser uma consulta de rotina... E pedi ao doutor que mantivesse assim por hora, pois não queria que a garota ficasse assustada achando que tinha algum "problema" com ela.
O doutor me tranquilizou, garantindo que seria discreto e não a revelaria a natureza daquele exame, que apenas iria bater um papo com ela, pra checar o seu nível de articulação de fala, expressão social e etc...

Eu então o agradeci mais uma vez, me levantei, abri a porta e acenei para a Ágata.
Ela pausou o jogo, tirou os fones e, obedientemente, entrou no consultório com um sorriso.
Expliquei que o doutor queria conversar com ela a sós e a orientei a responder suas perguntas com sinceridade.
Ela sorriu, parecendo relaxada, despreocupada e bem a vontade com a situação, nenhum pouco curiosa ou encucada com a consulta médica de última hora, realmente acreditando se tratar de algo de rotina. Confirmando que agiria conforme eu disse, Ágata foi logo se sentando na mesma cadeira em que antes estava eu, de frente pro médico.
O doutor pareceu mais do que satisfeito em recebê-la ali, a tratando com excessiva cordialidade e com toda a simpatia que tinha. Na ocasião eu tive a impressão de já ter visto esse tipo de comportamento antes, mas não lembrava quando, onde ou em que contesto. Mas hoje eu sei... Era o mesmo modo exageradamenre gentil que todos os homens agem sempre que querem conquistar ou "seduzir" uma mulher através de bom tratamento.

Inadvertidamente, sai da sala e me pus na recepção, com a porta fechada entre nós. Apreensiva eu me perguntava a cerca do que o doutor estaria falando com ela, e se as respostas da garota estavam sendo satisfatórias... Confiando plenamente nele enquanto médico.
Os vinte minutos seguintes pareceram se arrastar por quase duas horas do meu ponto de vista... E então a porta abriu, com o homem me convidando sorridente a entrar e me juntar a eles pro final da consulta.

Imaginei que, se ele estava sorrindo, deveria ter boas notícias para me dar.
Entrei na sala com um otimismo receoso, mas tentando permanecer positiva. Foi quando vi que Ágata estava ocupada, terminando de abotoar o último botão frontal de cima do seu vestido.
Encucada, me sentei numa cadeira ao lado da minha filha, diante da mesa do doutor.
"Ele havia pedido a ela para abrir o vestido antes? Pra que? Pra ouvir os batimentos dela ou algo assim? Isso era necessário para uma consulta psico-psiquiatrica?"
Eram algumas das perguntas que passaram pela minha mente em um segundo, antes de eu ter minha atenção arrebatada pelas palavras do médico.

Doutor: — Pode voltar a se divertir com o seu jogo, Ágata. Eu agora só vou conversar um pouquinho com a sua mãe e a gente já encerra, tá? Pode colocar os fones de ouvido, pra ficar mais a vontade.

Ele disse, com um ar gentil, convencendo a menina a se concentrar no celular. Eu logo entendi que ele fazia aquilo pra que ela não ouvisse nosso diálogo agora, mesmo estando na mesma sala, já que a Ágata tinha o hábito de deixar o volume do jogo bem alto nos fones de ouvido. Minha filha obedeceu sem questionar, feliz em poder continuar brincando no vídeo game, sem dar tanta importância pra consulta.
Estando agora com relativa privacidade, quis perguntar a ele que tipo de exame fez e por que ela precisou tirar a roupa. Mas me convenci de que talvez não tivesse sido nada disso, que na verdade o botão de cima só tenha se soltado sozinho em algum momento... E preferi perguntar algo que pareceu mais importante.

Eu: — E então, doutor... O que o senhor acha que a minha filha tem...?!

Doutor: — Calma, calma... Eu conversei bastante com ela, e tenho 100% de certeza que não, a Ágata não possui nenhuma patologia, deficiência intelectual, atraso mental ou defeito congênito...

Escutar aquilo pareceu retirar dos meus ombros uma carga de mil toneladas, e eu respirei mais aliviada do que nunca. Minha filha não tinha nascido com nenhum "problema"!
O médico percebeu meu alívio, sorriu, mas após uns segundos voltou a falar, trazendo um pouco mais de seriedade pro tom da conversa.

Doutor: — Porém, realmente a Ágata parece ter um tipo de "disforia de idade"... É algo comum em pré-adolescentes na puberdade... Apesar de, por fora, ela já ser uma moça linda com, por exemplo, seios bem desenvolvidos, por dentro ela ainda se vê como uma criança! E isso pode ter várias razões... No caso dela, acredito que seja um disturbio comportamental originado do modo como ela é tratada em casa pela família...

E então ele seguiu explicando que, por vezes, os pais agem de forma superprotetora, não deixando os filhos serem expostos a certos conteúdos, locais, situações e assuntos, os isolando num "bolha" de cuidados excessivos, os mimando e evitando seu contato com o "mundo real", o que acaba sendo muito prejudicial pro seu pleno desenvolvimento social.

E aquilo foi como um tapa na cara pra mim!
Eu, de fato, era esse tipo de mãe.
Mãe coruja, do tipo que não deixa a filha sair de debaixo da suas asas, sempre atenta, marcando em cima, a proibindo, por exemplo, de assistir filmes e séries com cenas "impróprias", mas que outros da mesma idade já estavam mais do que cansados de ver...
Eu tinha meus motivos pra isso, devido aos meus próprios "traumas" do passado, por ter tido um contato precoce com o sexo... (mas isso eu conto uma outra hora).

O doutor explicou que esse era justamente o problema. Ele disse que entendia que eu fazia isso para protegê-la, mas que na verdade tal medida podia ser mais prejudicial do que benéfica... E que isso havia atrasado não apenas o seu desenvolvimento interpessoal, a fazendo ficar meio "distante" de outros adolescentes pela falta de assuntos e interesses em comum... Mas que isso havia atrasado, também, o desenvolvimento natural da sua sexualidade. E que as duas coisas estavam direta e intrinsecamente ligadas!
Não entendi a afirmação, por isso ele tratou de elucidar...

Doutor: — Se me permite, eu serei mais direto nessa questão. O que separa crianças de adolescentes é, justamente, o despertar de características sexuais típicas. Tanto física quanto mentalmente... É na puberdade que o corpo se desenvolve, sobretudo as zonas erogenas, e também é quando surge a curiosidade sexual. Veja bem... Externamente, o corpo da Ágata já é o de uma adolescente típica, condizente com a sua idade, talvez até um pouco precoce, dotado de características atraentes pra qualquer homem hetero saudável... Mas internamente, ela permanece ainda imatura. Conversei com ela rapidamente sobre rapazes, e ela disse não ter interesse em namorar com nenhum. Outra moça da sua idade já estaria mais atenta aos garotos... Ficaria reparando mais na anatomia masculina... E já teria começado a se tocar.

Eu: — Se... "tocar"?

Perguntei, incrédula e querendo checar se havia ouvido e entendido bem o que ele quis dizer.

Doutor: — Sim, a se masturbar. Entenda, senhora... Eu sei que é um assunto um tanto desconfortável pra uma mãe. Mas isso é algo normal pra uma adolescente. É assim que ela descobre o próprio corpo, aprende sobre si mesma e desenvolve os anseios, desejos e vontades relativas a idade. É uma etapa de extrema importância para o amadurecimento e entrada na vida adulta. Não cheguei a abordar esse assunto diretamente com ela nessa conversa que tivemos... Porém, como a Ágata foi privada e inibida de ter contato com certos conteúdos, conversas, ambientes... Que naturalmente iriam "estimular" ela a querer despertar e se auto descobrir sozinha... Tudo indica que ela ainda não se masturba. E essa é uma das anomalias que a levaram a acabar ficando como é hoje. Com uma infantilidade, ingenuidade e inocência incompatível para a idade. E isso pode ser muito perigoso pra ela...!

Eu: — Perigoso?! Perigoso como...?

Doutor: — Bem, acho que é melhor eu demonstrar do que explicar...

Falou se levantando da cadeira, contornando a mesa e, delicadamente, removendo os fones de ouvido da minha filha. Pega de surpresa, ela deu pause no joguinho e olhou pro médico, com um sorrisinho simpático, mas sem entender o motivo da interrupção.

Doutor: — Desculpa, Ágata, poderia se deitar na maca aqui atrás mais uma vez, rapidinho, só pra eu mostrar uma coisa pra sua mãe?

Ela apenas sorriu, acenou positivamente com a cabeça ao proferir um "uhum" em confirmação e, obedientemente, caminhou até o fundo do consultório. Subiu os dois degraus da escadinha que davam acesso a maca hospitalar acolchoada e se deitou sobre ela com a barriga pra cima, sem nem questionar o motivo do médico ter lhe pedido aquilo, como se já tivesse feito isso antes naquele dia.
Eu fiquei intrigada, sobretudo com o "mais uma vez" dito pelo médico, indicando que de fato ela tinha feito algo assim anteriormente... Mas apenas observei o que o doutor fazia agora, querendo comprrender o intuito dele com aquilo.

Dizendo a ela que podia relaxar e voltar ao jogo, o médico calçou uma luva hospitalar branca de látex, como se estivesse se preparando para um exame.
Ágata acatou seu pedido, voltando a por os fones e, erguendo o celular acima do rosto, despausou o jogo.

O doutor me convidou a me pôr ao seu lado para acompanhar de perto o "procedimento". E eu, curiosa, fiz isso.

Em silêncio, o médico levou as mãos até o topo do vestido da minha filha e, com precisão cirurgia, começou a desabotoá-lo de cima pra baixo.
Observei a cena sem entender o por que daquilo numa consulta psiquiátrica com teor puramente psicológico... Mas não disse nada, aguardando pra ver no que daria.
Em instantes quatro os botões mais acima foram soltos e, num único movimento com ambas as mãos, o doutor separou as duas metades do tecido, puxando uma pra cada lado, e expondo assim o sutiã da minha filha!
Não era uma peça nada sensual. Pelo contrário, era discreta, que cobria a maior parte das mamas, modelo meia taça, da cor branca levemente puxada pro rosa, que deixava a vista apenas o topo dos seios em crescimento. Mas, ainda assim, era um tanto estranho pra mim, como mãe, a ver tão "despida" assim na frente de um homem, mesmo esse sendo um médico.
Antes que eu pudesse perguntar ao doutor qual o intuito de expor os peitos da minha filha desse jeito, ele prosseguiu.
Levou as mãos até a barra da saia do vestido da menina e, sem nenhuma cerimônia, ergueu o tecido lentamente até a altura do umbigo dela, expondo a parte frontal dasua peça intima por inteiro!
Ágata usava uma calcinha rosa de algodão com estampa de ursinhos, de tamanho normal, mas que agora parecia um tanto "apertada" nela. Isso por que ja fazia quase dois anos que havia sido comprada pra garota, e estava meio fora do seu número. Ver o doutor a "despir" assim me incomodou bastante, mas como era um médico, eu não vi tanto mal nisso.
Era parte do seu trabalho... certo?
Já ia lhe questionar a cerca do propósito dessa exposição que parecia desnecessária, quando ele se adiantou com a resposta.

Doutor: — Presta bem atenção no rosto da sua filha...

Ele disse quase sussurrando, pra ter certeza de que ela não ouviria mesmo com os fones a toda altura. E eu, intrigada, fiz o que ele falou.
Impressionada constatei que, diferente de mim, Ágata permanecia inabalada, concentrada no jogo e alheia ao fato do doutor ter aberto e levantado seu vestido!

Doutor: — Tá vendo só...? Eu atendo dezenas de moças da idade dela todos os dias, peço pra elas se deitarem nessa mesma maca e tirarem as roupas pra exames necessários... E todas elas, sem exceção, demonstram sinais de desconforto, timidez, acanhamento, vergonha... Em ter de ficar nuas, ou seminuas, na frente de um homem adulto... Porém a sua filha, a Ágata, parece não dar a mínima pra isso... Ao meu ver, esse é um dos "efeitos colaterais" da sua infantilização... Ela tem uma ausência quase total de malicia, pudor ou senso de autopreservação da própria intimidade... Em outras palavras, é um alvo fácil para qualquer abusador...!

Fiquei boquiaberta ouvindo e vendo aquilo.
Eu sempre a protegi tanto de se expor a certos conteúdos, locais e pessoas sozinha, justamente pra evitar que sofresse abusos. Mas minha atitude superprotetora a havia tornado vulnerável a tais assédios?!
Não podia crer nisso.
E o doutor percebeu minha incredulidade... Por isso prosseguiu.

Começou a apalpar, com a mão enluvada, uma das coxas da minha filha, que continuou focada no celular. A outra, sem luva, ele pousou suave sobre um dos seios dela!
Fiquei sem piscar os olhos diante da cena, permanecendo inerte ao tentar interpretar o que estava vendo.
E então o médico foi subindo os dedos da mão enluvada, os fazendo deslizar todo o caminho acima pela parte interna da coxa de Ágata, até ficarem perigosamente próximos da sua peça intima.

Doutor: — Veja... Uma adolescente típica já estaria extremamente incomodada e tentando sair dessa situação... Ágata, por outro lado, não esboça reação nem mesmo quando eu faço "isso" e "isso", bem "aqui" e "aqui"...!

Sussurrou ao encher a mão com o peito da minha filha e dar uma sutil, mas generosa, apertada!
Ao mesmo tempo, já foi logo tocando sua calcinha com o indicador e esfregando o dedo enluvado de leve na virilha da minha filha, num sobe e desce focado na silhueta que demarcava nitidamente a sua rachinha no tecido fino!

Arregalei os olhos vendo o médico fazer aquilo na minha frente sem nenhum receio. Em qualquer outro momento, vendo qualquer outro homem fazer aquilo, eu ficaria revoltada, furiosa e interromperia o contato na hora. Mas aquele era um médico formado, um bom samaritano que fazia aquilo só pra me demonstrar algo, sem má intenção... Eu acho. E eu estava atônita demais pra reagir.

Olhando pra cara da Ágata, vi ela esboçar uma mini expressão facial, que apenas demonstrava que ela havia sentido e percebido os toques invasivos. Mas ainda assim, ela não demonstrou desconforto, incômodo ou aversão pelo contato em suas partes privadas... Ao invés disso, vi ela separar ligeiramente as perninhas, como se querendo facilitar o "trabalho" do doutor. Talvez ela também achasse que por ele ser um médico, não tinha nada demais em ele lhe ver seminua e/ou tocar em qualquer parte do corpo. Porém, mesmo levando isso em conta, ela ainda estava agindo de forma muito despreocupada frente a essa situação!

Doutor: — Tá vendo? Isso é o resultado da pureza anormal na mente da sua filha, gerado por toda a falta de exposição dela aos estímulos que naturalmente a fariam entender o que é adequado ou inadequado de ser feito... Lhe dando uma noção de constrangimento que seria sua proteção instintiva quanto a "esse tipo" de toque...

Ele falou isso trocando a pegada. Agora, apalpando seu outro seio com a mão cheia, e levando dois dedos até sua calcinha, ao invés de um só, foi acentuando a força e ritmo do sobe e desce deles pela concavidade que se formava sobre a fenda dos seus labios vaginais encobertos pelo pano da calcinha. Ele já estava praticamente masturbando a garota na minha frente, mas fazia isso de uma forma totalmente "neutra" e "profissional". Como se fosse só parte da sua demonstração de exame.
Pelo modo convicto e natural com que ele me "demonstrava" aquele exemplo de permissividade de Ágata, foi impossível deixar de imaginar se o homem já não havia feito o mesmo com ela agora a pouco, nos vinte minutos em que permaneceram a sós naquele consultório, à portas fechadas. E eu não soube o que sentir sobre isso...
Mesmo sem ainda demonstrar qualquer desconforto, Ágata começou a respirar um pouco mais pesado e a suspirar baixinho, ainda de olhos fixos na tela do celular, jogando... Enquanto separava um pouco mais as perninhas...
De repente percebi o médico mudar a movimentação dos dedos de ambas as mãos, que se encaminharam para a borda superior do sutiã e pra lateral da calcinha da minha filha, e começaram a tentar burlar o elástico, para invadir o interior das peças íntimas!

Eu: — Tá bom, doutor... Eu já entendi... Já chega!

Exclamei meio alto, com urgência na voz, incomodada com aquela cena esquisita e atordada por tudo aquilo que via acontecer diante de mim.
O doutor percebeu meu desconforto e interrompeu o ato, afastando os dedos e baixando a saia do vestido dela novamente, ao se dar conta de que podia ter ido um pouco "longe demais" pro meu gosto. Ágata também notou que eu me exaltei e desviou os olhos da tela pela primeira vez, olhando pra mim e pra ele sem entender o que havia acontecido.

Doutor: — Tudo bem, Ágata, obrigado. Já pode se sentar e vestir novamente. Aliás, se quiser pode nos aguardar lá fora e continuar jogando, ok? Já vamos terminar aqui...

Explicou com simpatia, tirando a luva e se voltando pra sua cadeira. Eu pude notar e ver de relance uma certa "protuberância" suspeita na sua calça, bem na altura da virilha, que eu não sei dizer se estava lá antes do exame começar. Podia ser só impressão a minha, mas parecia muito com um indicio de ereção involuntária. De todo modo, tinha muita coisa na cabeça e decidi não dar tanta importância a esse vislumbre rápido do que podia ou não ser um sinal de que o médico havia ficado excitado ao tocar na menina.
Por sua vez, dando de ombros com um sorriso, Ágata concordou com a recomendação dele e foi alegre pra sala de espera, ainda ajeitando o vestido enquanto saía, como se nada demais tivesse ocorrido ali.
Eu permaneci no consultório atônita, querendo compreender o que tinha visto e saber o que fazer.
Será que o doutor havia mesmo tocado nela "assim" na minha ausência...?! Se comigo ali na sala ele quase violou a sacracilidade das suas roupas debaixo, o que teria feito e até onde teria ido com os toques invasivos quando os dois estavam sozinhos naqueles vinte minutos...?!
Talvez percebendo, pela minha expressão, que tais questões pairavam na minha mente, o doutor emendou logo um assunto pra romper o silêncio acusador.

Doutor: — Percebe agora qual é o "perigo" de que te falei...? Ágata está mentalmente indefesa contra possíveis assédios. Mas isso é apenas um dos muitos sintomas da condição em que ela se encontra, tendo ainda todas aquelas falhas de comunicação com os da sua mesma idade, problemas de relacionamento com adolescentes e etc... Atualmente ela só consegue dialogar bem com crianças, por ter uma "idade mental" próxima da delas, e com adultos pois esses são bons em lidar com todos os tipos de pessoas, de qualquer faixa etária...

Eu: — Sim, sim, doutor... Acho que eu já estou entendendo isso... É meio difícil de aceitar, mas eu estou processando. Só não sei o que fazer... Érr... Me diga... "Isso" tem cura...?!

Questionei cheia de aflição, deixando de lado as outras dúvidas a cerca do exame, por enquanto.

Doutor: — Sim, tem tratamento. E aplicando ele, creio que ela sairia disso completamente "curada", se livrando de qualquer "atraso" que tenha hoje em seu desenvolvimento... Mas já aviso que o método de tratamento pode ser meio controverso pra senhora...

Eu: — Qual o tratamento? Me diga, doutor! Eu faço de tudo! Qualquer coisa pra manter minha menina a salvo de tarados e preservar a sua inocência...!!

Doutor: — Pois então... Esse é o ponto. Minha sugestão profissional é justamente o contrário. Precisamos minar, aos poucos, essa inocência! Ouça bem, sei que pode parecer contra intuitivo, mas a melhor forma de proteger sua filha de ter sua pureza corrompida, é a senhora mesma promover essa "corrupção" aos poucos... De forma controlada, segura, supervisionada...

Eu: — Ãhn...?! Como assim, doutor?!

Perguntei meio abobada com a sua recomendação inesperada.

Doutor: — Converse com ela... Vá, aos poucos, introduzindo esses assuntos mais "maduros"... Leve-a com você para locais e espaços que mulheres adultas costumam frequentar... Mude o guarda roupa dela, compre algo mais apropriado pra sua idade... E, principalmente, começe a expor ela a doses regulares de... Bem... Erotismo! Deixe que ela tenha algum nível de contato com a masculinidade, para que assim a feminilidade dela venha a tona, seja aflorada... Não tem um jeito certo ou errado de se fazer isso. Apenas precisa ser feito sob a sua tutela, pra que ela não acabe sendo tardiamente exposta a isso sem supervisão e algo ruim aconteça... Descubra qual o melhor método pra vocês e aplique. Qualquer dúvida, volte a me contatar, terei prazer em lhe ajudar com isso...

Ele falou ainda um pouco mais. Eu tentei prestar atenção, porém minha mente estava aérea, voando, atordoada por tentar assimilar tanta informação chocante e nova de uma vez.
Enfim, a consulta terminou e o médico se despediu da gente, me oferecendo um aperto de mão e um abraço apertado na Ágata que, sendo bem desinibida e simpatica ao lidar com adultos, retribuiu na mesma medida e entusiasmo, prolongando o contato.
O abraço deve ter durado uns 30 segundos, com ele dizendo que esperava vê-la novamente, a dando elogios a cerca da sua beleza e bom comportamento. E ela agradeceu com um sorriso, ficando meio encabulada pela primeira vez, por ser tão exaltada pelo médico.
Na mesma hora eu me lembrei da cena do doutor apalpando os seios dela e me dei conta de que, naquele momento, durante esse abraço apertado, o médico devia estar sentindo os peitos de Ágata nitidamente comprimidos contra o seu abdômen. E aquilo me perturbou um pouco...

Eu: — Érr... Vamos, filha! Vão bora, que preciso chegar em casa antes do seu pai, pra fazer o almoço...

Falei os apressando a interromper o abraço e a puxando pro carro enquanto dava "tchau" pro doutor.

Na estrada, a caminho da nossa residência, Ágata se sentou no banco detrás, como de costume, jogando no celular. Mas eu estava intrigada, então a pedi pra pausar o jogo pois queria conversar sobre a consulta.
Ela obedeceu e eu, sem enrolar, fui direto ao ponto, perguntando o que tinha rolado no exame que ele fez sozinho com ela...

Ágata: — Ah, mãe, então... Deixa eu lembrar... Ele me fez perguntas sobre como é na escola, em casa, sobre meus amigos... Quis saber se eu já tinha namorado, mas eu disse que não, né? Ai, depois, ele mandou eu tirar o vestido e sentar na maca....

Eu: — E você tirou...?!

Ágata: — Tirei, né? Era pro exame...

Eu: — E como foi esse "exame"...?

Ágata: — Hmm... Deixa eu ver... Acho que primeiro ele pegou um pouco "aqui"...

Falou indicando os seios com as mãos.

Eu: — Como assim? Pegou de que jeito...?

Ágata: — Ah, segurou "eles". Ficou mexendo, esfregando de um lado pro outro, apalpando, apertando um pouco...

Não podia acreditar no que estava ouvindo... Fiquei chocada, mas tentei disfarçar e não deixar transparecer a minha estupefação pra não causar alarde.

Eu: — Sério, filha...? E você não achou, sei lá, estranho...?

Ágata: — Hmmm... Um pouco. Ninguém nunca tinha mexido "aqui". Mas é igual exame de mama que falam na TV no outubro rosa, né?

Eu: — É... É... Deve ser... Mas ele mexeu só por cima do sutiã, né...?!

Ágata: — Sim... No começo, sim. Mas depois ele me falou pra tirar, removeu as luvas e tocou direto. Falou que tinha que sentir "pele com pele" pra examinar bem... Ai fez "aquilo" tudo de novo... Mexeu, esfregou, apertou...

Eu: — C-com você sem sutiã?! Nossa, filha... E você não teve vergonha?

Perguntei, totalmente incrédula de ouvir o relato de um abuso sofrido pela minha filha, da sua própria boca. Um abuso que ela mesma, inadvertidamente, nem parecia ter ciência de que havia ocorrido com ela.

Ágata: — Ah, não, né, mãe. Ele é médico. É normal, eu acho...

Engoli em seco escutando aquilo e, apreensiva, mas ainda tentando parecer tranquila, continuei perguntando pra saber mais.

Eu: — E foi só isso, ou teve mais alguma coisa...?!

Ágata: — Hmm... Acho que "aqui em cima" foi só isso... Mas aqui em baixo teve mais, né?

Eu: — Mais?! Mais o que...?

Ágata: — Comigo sentada, o doutor continou apalpando um, desceu a outra mão e tateou por cima da minha calcinha... Dando umas apertadas igual fez nos meus peitos antes... Enfiou a mão por dentro da calcinha... Foi uma sensação engraçada, deu vontade de rir e fez cosquinhas... hahaha. Daí depois ele disse que eu precisava ficar de joelhos na maca, de costas pra ele e levantar o bumbum... Eu fiz, e o médico ficou apertando ali também por um tempo. Então depois ele disse que ia ter que tirar a minha calcinha. Abaixou ela comigo assim, de costas mesmo, até as minhas coxas... Nessa hora eu tive um pouco de vergonha, mas ele é médico, né? Aí ele mexeu "nela" com os dedos, por trás. Ficou, tipo, abrindo no meio e mexendo nas pontas...

Escutei toda essa parte do relato atônita, incapaz de sequer interromper a narrativa... Até que ela deu uma pausa, como se pensando a cerca do que havia acabado de dizer e eu, atordoada, fiz uma pergunta necessária. Pois estava martelando na minha mente mais do que qualquer outra...

Eu: — C-caramba, filha... Verdade que ele fez tudo isso com você lá? E... E o que você achou na hora, amor...? Teve medo?

Ágata: — Ah, não, né, mãe? Eu não tenho mais medo de médico... Foi esquisito, mas não doeu... Foi até... até...

Eu: — Até o que, filha...? Bom?! Você... gostou?!

Ágata: — É...! Foi estranho, mas dá uma sensação legal, né? Diferente... Ah, mas, teve uma hora que doeu um pouquinho, quando pareceu que ele queria, tipo, enfiar um negócio dentro dedo dentro "dela" ...!

Eu: — Mas ele não enfiou, não, né?!?!

Ágata: — Não, não... Eu falei que tava doendo e ele pediu desculpas e parou de empurrar. Entrou só um pouco a pontinha do dedo, eu acho. Bem, terminando de contar a história, depois ele falou pra eu me vestir e sentar na cadeira, daí ele te chamou pra voltar pro consultório...

Terminou o relato olhando despreocupada pela janela, vendo a paisagem do caminho de volta pra casa sem nenhum sinal de trauma ou incômodo com a história que havia acabado de narrar.
A pobre garota nem entendia o abuso que havia sofrido, e que fora praticamente estuprada naquele Consultório.
Na hora eu também não soube mais o que pensar.
O desgraçado do médico tentou dedar a minha filhinha, e só parou quando percebeu o obvio: que a menina era virgem e que, se ele enfiasse algo nela, ia romper seu hímen, lhe fazer sangrar, gritar, e seria impossível de disfarçar o estupro cometido!

Eu: — Nossa, filha... Tanta coisa, né...?

Falei apenas para dar fim ao assunto.
Por dentro, um misto de emoções me consumia e tirava minha atenção da rua. Por vezes me fazendo quase me envolver num acidente...
Senti raiva do doutor tarado que, se fazendo de bom samaritano, se aproveitou da minha boa fé a cerca dele em quanto médico e da ingenuidade da minha menina, para lhe tocar e aliciar daquela forma. Mas também me incomodava o fato daquele relato ter, contra a minha vontade, me deixado um tanto excitada só de ouvir...!
E eu não era a unica pois, pelo visto, minha filha, apesar de ingênua, gostou de ser "eximinada" pelo doutor safado!
Estava confusa com meus próprios sentimentos a cerca disso. Mas uma coisa era certa: nunca mais traria minha doce Ágata naquela clínica particular! Nunca mais!

Voltamos pra casa antes do meu marido chegar e eu rompi o silêncio, pedindo a Ágata para manter essa visita ao médico apenas entre nós, pois não havia razão para preocuparmos seu pai com uma consulta médica de rotina. Sem questionar a razão do segredo, minha filha concordou em não dizer nada, indo ao quarto tirar o vestido e trocar por roupas casuais. Enquanto isso, eu fui preparar o almoço, com a cabeça perdida em mil pensamentos.
De repente, Ágata apareceu na cozinha já em seu habitual conjuntinho de regata e moletom de ficar em casa, mas com a calcinha usada em mãos.

Ágata: — Mãe, olha isso, que estranho... Tá toda melada e molhada...! Por que será...? Eu, hein...

Questionou-me parecendo realmente confusa com os líquidos que seu próprio corpo havia produzido após a consulta e na viagem de volta ao lar. Ela tinha curiosidade a cerca do motivo daquilo, mas eu não estava com estabilidade mental para responder aquilo na hora... Apenas a mandei colocar a peça íntima no cesto de roupas sujas e desconversei, dizendo estar ocupada com a preparação do almoço.
Eventualmente o Cauã, meu marido, chegou do trabalho, sendo recebido na porta por Ágata, que correu para lhe dar um abraço de urso, pulando em cima dele como se não soubesse que já não era mais tão pequena e leve quanto quando era criança. O pai dela, por sua vez, não reclamou do seu peso ou tamanho, apenas retribuiu com beijos no rosto e abraços calorosos, porém puros, como os que qualquer pai dá numa filha. Os dois sempre foram muito apegados, grudados um no outro, e essa era uma cena típica do nosso cotidiano. Eles estavam agindo normalmente, e eu também fiz o mesmo.

Tomei a decisão de não contar nada ao meu esposo, por medo da reação que poderia ter ao saber de qualquer parte disso. Ao invés disso apenas o comprimentei como sempre, o recebendo com um selinho demorado e então voltando pra cozinha pra concluir o preparo da refeição.
Tentei não pensar no "elefante na sala", enquanto pus a mesa e almoçamos de forma normal.
Depois disso a dupla de pai e filha me ajudaram, assumindo a pia e cuidando da louça suja. Um lavando e a outra secando, enquanto botavam o papo em dia com uma conversa descontraída.

Nesse tempo, fui pro banheiro tomar um banho e me pus a pensar no que havia ocorrido... Aquele médico podia até ser um tarado abusador desgraçado, mas as coisas que havia me dito, de algum modo, faziam total sentido na minha cabeça... A consulta não havia sido em vão... Me deu informações importantes a cerca do que fazer.
Acabei demorando demais na ducha, mas ninguém pareceu perceber ou ligar pra isso. Já era no meio da tarde quando eu finalmente resolvi que iria tentar encontrar um modo de aplicar o tratamento sugerido pelo médico pervertido o quanto antes!

Minha filha estava no sofá com o pai, assistindo a um programa qualquer na TV, ambos aconchegados um no outro de forma carinhosa, amorosa e típica deles. Esbanjando calor fraternal puro e inocente. Ágata sempre foi a "bebezinha do papai", que a paparicava muito e parecia realmente ainda vê-la como uma criança, tratando ela com mais infantilidade e superproteção do que eu já fazia.
Pensei em conversar com o Cauã, pedir a ajuda e conselho dele para que tratassemos juntos da "desforia de idade" da nossa filha... Mas se havia sido difícil pra mim aceitar e lidar com isso, imaginei que para ele, a esse ponto, seria impossível. E decidi começar a agir sozinha por hora...
E eu aproveitei que estavam os dois distraídos na sala, fui pro quarto, liguei o notebook e comecei uma pesquisa própria pra me preparar mentalmente....

Como já imagina havia pouquíssimo conteúdo online ensinando uma mãe a "aflorar a sexualidade da filha adolescente para que ela deixe de ser infantil e se torne uma adulta funcional". Os poucos materiais relacionados que encontrei foram artigos científicos, mas eu não era uma especialista no assunto ou profissional da área, não entendi quase nada daquele jargão acadêmico rígido... Por isso, inevitavelmente, acabei vindo parar aqui. Num site de contos eróticos!
Sabia que existiam, só nunca tinha lido nenhum. Bastou algumas poucas leituras superficiais para saber que a maioria eram fictícios, tendo um ou outro que pareciam mais verídicos. Ainda assim, me pareceram uma fonte de informação melhor que as demais alternativas, pois traziam narrativas a cerca do "despertar sexual" de garotas de todas as idades... Que podiam servir de fio condutor e guia para mim, me mostrando o que poderia esperar ou fazer para estimular Ágata de forma satisfatória.
Não demorou muito para eu perceber que no caso da minha filha, tratar ela como uma das adolescentes dos contos não seria tão eficaz, devido a sua incompatibilidade de personalidade para com as personagens dessa idade nos contos. O mais viável seria tratar ela como faziam nos contos da categoria preteen...
É claro que eu fugia dos textos cujo tema eram estupro ou tinham uma abordagem muito visceral e violenta. Preferia aqueles em que as coisas se desenrolavam de forma mais natural, orgânica, com a protagonista feminina ingênua perdendo a inocência aos poucos e se entregando com prazer ao adulto que a iniciava na safadeza...
Foi inevitável, ao ler tais relatos, me pegar imaginando minha Ágata no lugar daquelas garotas inocentes, novinhas, que iam aos poucos sendo aliciadas, alisadas, despidas, chupadas e, por fim, fodidas pelos homens adultos! Tal qual praticamente já havia ocorrido com ela no médico...
E não posso dizer que tais imagens mentais não foram mexendo comigo... Sentia minha buceta piscando de tesão, e não podia acreditar que estava ficando excitada com aquilo.
Muitos dos contos narravam relações entre pai e filha, e foi impossível deixar de pensar no Cauã e Ágata pelados, um sobre o outro, no sofá de casa, transando apaixonada e intensamente, como os personagens das histórias que eu lia!
Levei a mão dentro da calcinha e meus dedos ficaram instantaneamente encharcados em meio as carnes quentes e molhadas da minha xana em ponto de bala...! Minha vontade era de bater uma siririca forte e gozar ali mesmo... Mas eu não o fiz.
Assustada com meus próprios impulsos e pensamentos profanos, limpei o histórico do navegador e desliguei o notebook.

Onde eu estava com a cabeça?!
Como pude imaginar uma coisa dessas?!
Talvez fosse um reflexo dos meus próprios "traumas", advindos do passado incestuoso com meu pai... (Algo que pretendo contar para vocês uma outra hora)
Tentei não pensar muito nesse assunto, e apenas enterrar os sentimentos que tive durante a pesquisa, me focando nas informações obtidas...

Finalmente tinha uma ideia de como começar a apresentar pra Ágata a sexualidade adulta, para aflorar a adolescente que existe nela, de uma forma "natural" e progressiva.
Vi em alguns dos contos, as mães relatando momentos em que expuseram suas filhas pequenas ao sexo através de contatos com homens em ambientes públicos e, portanto, mais "seguros" pra elas... As exibindo em praças, parques, shoppings, praias... Para todos os tarados de plantão. Mas com supervisão.

Sei que pode parecer loucura, querer ajudar a filha a se desenvolver e a proteger de sofrer abusos justamente a expondo a abusadores em potencial... Mas naquela hora, com a mente ainda tomada pelo meu próprio tesão reprimido, atordada com tudo aquilo que ocorreu na ida ao médico, essa ideia fez todo sentido.
Pareceu se encaixar perfeitamente com a recomendação do doutor, de que a solução seria algo ambíguo, contra intuitivo, mas eficiente...!
Estava receosa, sim, mas decidida de que era exatamente disso que Ágata precisava!

E era isso que pretendia começar a fazer com ela já no dia seguinte!

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Se estiver curioso para saber o que acontece a seguir, não deixe de ler o meu próximo conto, entitulado "Exibindo a Filhinha Inocente pros Estranhos Tarados no Parque", pois é nele que as coisas começam a realmente ficar interessantes de verdade rsrs...

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